Dandô Circuito de Música Dércio Marques lança coletânea e promove I Encontro Nacional em Uberaba (MG)

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Katya Teixeira (de braços abertos), entre Walgra Maria e Erick Castanho; à direita, João Arruda, durante um das apresentações do Dandô-Circuito de Música Dércio Marques

 

Olhem ai, povos!

O Dandô – Circuito de Música Dércio Marques, idealizado por Katya Teixeira em 2014 vencedor do Prêmio Brasil Criativo na categoria Música está de volta às atividades e, com uma notícia quentinha e saborosa: já saiu a primeira coletânea do projeto que começou em 2013 e já percorreu cidades de vários estados do Brasil!

O primeiro evento se 2015 será a Mostra Dandô-Circuito de Música Dércio Marques, programada para ocorrer durante a 42ª Feira do Livro de Rio Grande (RS), programada para sábado, 31 de janeiro, às 22 horas, na Arena Cultural daquele município gaúcho. Kátya Teixeira estará ao lado de Giancarlo Borba, Valdir Verona, Hector Rojas e Douglas Bessa.

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Lula Barbosa, um dos mais populares cantores do Brasil, faz aniversário hoje

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Lula Barbosa, rumando para 35 anos de carreira, é de uma família estabelecida em Mar de Espanha (MG), mas nasceu na Paulicéia (Foto: Marcelino Lima)

 

Hoje, 30 de janeiro, faz aniversário um dos mais notáveis entre os cantores, compositores e intérpretes brasileiros, para o qual este Barulho d’água Música envia votos de sucesso ainda maior do que o já por ventura atingido: Lula Barbosa, paulistano da Vila Mariana, mas de alma tão mineira quanto a de Drummond, o único entre cinco irmãos que não nasceu em Mar de Espanha, na Zona da Mata.

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Adriana Farias encerra o festival São Chico das Violas, em São Francisco Xavier (SP)

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Adriana Farias é natural de São Paulo e desde os 8 anos está ligada à música, uma herança da família

A cantora Adriana Farias, também conhecida por Adriana Violeira, vai encerrar neste sábado, 31, o festival São Chico das Violas, que começou em 3 de janeiro no acolhedor distrito de São Francisco Xavier, em São José dos Campos (SP). Para ver a apresentação a partir das 21h30, no Largo São Sebastião, 105, o ingresso custará quinze paus. Promotora do festival, a Photozofia Cozinha e Arte abriu o São Chico das Violas com o casal Oswaldinho e Marisa Viana. Na sequência, sempre aos sábados, recebeu Ricardo Vignini, João Lucas & Léo e Zeca Collares.

Adriana Farias, além da carreira solo, toca viola e violão. Com as amigas Adriana Sanchez e Dede Soares, forma o trio Barra da Saia. Paulista do bairro Ipiranga, despertou para a música por volta dos 8 anos quando ganhou um violão. Na família havia a dupla Leonardo e Chiquinho e de um tio que compunha o duo herdou a primeira viola.

O disco de estreia, gravado aos 11 anos de idade, mescla influências de polcas, guarânias e chamamés, todas composições próprias assinadas com o nome artístico Hanayna, “a garota do coração sertanejo”. Quatro anos depois, Adriana produziu saiu o segundo álbum, ainda com o nome artístico, mantido até completar 20 anos. Nesta época já era atração em circos, festivais, canais de TV e festas populares.

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Adriana Farias, Adriana Sanchez e Dede Soares, trio que compõe o Barra da Saia (Foto: Divulgação)

Com Maria Guilhermina e Cláudia Mocchi ela estudou canto lírico e, para aprimorar-se em viola, instrumento que aprendeu a tocar sozinha, teve aulas com Ricardo Vignini  e João Vilarim, entre outros. Como vocalista subiu ao palco até com a banda Raimundos, além de  Leandro e Leonardo, Fábio Júnior, e Vanessa Camargo. Adriana representou o Brasil no Festival de Chamamé, em Corrientes (Argentina), e da Prefeitura de São Paulo recebeu homenagem como defensora da cultura caipira, por meio de uma placa entregue em cerimônia solene na Câmara Municipal, em 11 de setembro de 2013, Dia da Música de Raiz. Outros prêmios dos quais tem orgulho são o Excelência de Viola Caipira e Tião Carreiro.

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Violões do Pará celebra encontro de Salomão Habib e Sebastião Tapajós com Nêgo Nelson e revelações da música do estado

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Do Pará, enviados pelo cantor e compositor amigo deste Barulho d’água Música Jorge Andrade, tem chegado para o acervo do blog ótimos álbuns, de diversos estilos, proporcionando-nos conhecer a variedade de estilos e o talento dos músicos do Norte do país. Além do Bélem Cheio de Bossa 2, entre outros títulos, já enriquece nossa coleção um belo trabalho gravado em dois discos intitulado Violões do Pará, produzido pelo Sesc daquele estado para o selo Violões da Amazônia e que surgiu dos ideais de Carlos Marx Tonini, homem da cultura paraense que sempre se esmerou pela divulgação e valorização da arte de seu povo

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Cantor e compositor de Rua Ramalhete e de Casa no Campo, Tavito fez aniversário em 26 de janeiro

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Tavito é de BH e  já tocou com Vinícius de Moraes, Milton Nascimento e Zé Rodrix. Com Wagner Tiso e outros conterrâneos, fez parte da banda Som Imaginário (Foto: Elisa Espíndola)

O Barulho d’água Música comeu bola, mas vem ainda a tempo divulgar que na segunda-feira, 26, comemorou aniversário o querido cantor e compositor Tavito, nome artístico de Luís Otávio de Melo Carvalho, um dos ícones da música de Minas Gerais e da brilhante geração que tem ainda Zé Rodrix, Wagner Tiso,  Robertinho Silva, Luiz Alves, Laudir de Oliveira, (depois substituído por Naná Vasconcellos) e Frederyko, com os quais formou a banda Som Imaginário.

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Subtotal e Bocato dividem palco do Ecos Musicais no Sesc do Buraco Quente*

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A Banda Subtotal, com “canja” de Bocato, durante a apresentação no Sesc de Osasco, dentro do projeto Ecos Musicais (Fotos Marcelino Lima)

A Banda Subtotal encerrou no domingo, 25, a programação de janeiro do Ecos Musicais, do Sesc Osasco, oferecendo aos fãs e público que estavam naquela unidade um show de primeira, com direito a participação especial do trombonista Bocato, curador do projeto que  propõe a divulgação de trabalhos autorais e de pesquisa musical de novos artistas da cidade e da região, selecionados dentre os diversos gêneros musicais de intérpretes, instrumentistas e compositores.

 

O grupo pôs no palco os irmãos osasquenses Drausio Silva (guitarra, violão e acordeon), Douglas Silva (guitarra e vocal), Marco Soledade, o Pepito (bateria e percussão), Juracy Ângelo (percussão) e Zeca Souza (contrabaixo). Formada no início dos anos 1980, a Subtotal é referência no circuito underground paulistano e levou a alguns templos sagrados como o Lira Paulistana, a casa da vanguarda de Sampa situada em Pinheiros entre 1979 e 1986, o trabalho de composições próprias que mescla punk, tropicalismo, baião, funk, reggae e até bossa nova e samba, além claro, de rock.

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Mano Sinistra toca em bar de Moema (SP) no dia 26; Ricardo Vignini, Zé Helder e Índio Cachoeira em Pinheiros, no dia 30

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A banda Mano Sinistra, formada pelo violeiro Ricardo Vignini (Matuto Moderno e Moda de Rock), o baterista Paulo Thomaz (ex-Centúrias e Firebox, atual Baranga e Kamboja) e o baixista e cantor Lucke Marcos (ex-Frank Elvis e Los Sinatras, Houdinis e Malaco Soulestará no Ao Vivo Music Bar nesta quarta-feira, 28, a partir das 21h30.  A casa fica na Rua Inhambú, 229, Moema, bairro da zona Sul paulistana e cobrará R$ 20,00 por cabeça.

O trio está prestes a comemorar o primeiro aniversário do álbum homônimo que lançou em 2014, no dia 16 de fevereiro, no Sesc Belenzinho (SP). O trabalho conta com 11 faixas de genuíno rock pauleira cantado em língua portuguesa, mas que também agrada em cheio pela maestria de Vignini, professor, produtor musical e violeiro canhoto — o que explica a escolha do nome da banda: mão esquerda, em italiano. O som heavy com pitadas até de punk soa diferente e se destaca quando Vignini entra em cena para a sessão heavy empunhando não uma potente guitarra, e sim uma viola caipira, eletrificada, mas plenamente adaptada aos manos cabeludos da cidade que, como o próprio figurino dos três sugere, estão mais para Sepultura do que para um trio de música raiz.

Outra característica do Mano Sinistra é a voz de Lucke Marcos e suas interpretações. No disco, sete das onze faixas são do poeta e escritor Paulo Nunes, que pôs no papel uma temática ácida e urbana.

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Ricardo Vignini, Índio Cachoeira e Zé Helder tocam no dia 26, na Casa do Núcleo (SP), antes de iniciarem mais um curso de viola caipira (Foto: Marcelino Lima)

Show e curso

O violeiro Ricardo Vignini, ao lado de Zé Helder e de Índio Cachoeira, também vai se apresentar na sexta-feira, 30, a partir das 21 horas, na Casa do Núcleo (rua Padre Cerda, 25,  Alto de Pinheiros, bairro da zona Sul de São Paulo). Juntos, os três começarão no dia seguinte mais um curso de viola caipira. Zé Helder é um dos matutos modernos e com Vignini gravou Moda de Rock – Viola Extrema, em 2011, um sucesso  de mídia,  de vendas e de shows realizados em diversas regiões do Brasil e nos Estados Unidos pela adaptação de clássicos do rock para a viola caipira. O dvd do “Moda de Rock- ao Vivo”, com as participações de Pepeu Gomes, Kiko Loureiro e Os Favoritos da Catira, agora está chegando à Argentina.

Índio Cachoeira, um antigo motorista de ônibus na cidade de Guarulhos (SP), reside em Alfenas (MG), mas é nascido em Junqueirópolis (SP), divisa com Mato Grosso do Sul. Um dos mais gabaritados no pontear da viola de dez cordas, Índio Cachoeira ocupa lugar de destaque no cenário de raiz ao lado de Ivan Vilela, Rui Torneze, Paulo Freire, Almir Sater, Roberto Corrêa e Levi Ramiro. Entre 1995 e 2000, como Pajé, fez parte da famosa dupla com Cacique . É fabricante dos próprios instrumentos e em 2014 lançou Duas Gerações-Viola Caipira, com Ricardo Vignini.

 

 

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Hoje é aniversário de Paulo Mourão, violeiro e jornalista residente em Belo Horizonte (MG)

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O mineiro Paulo Mourão, hoje em BH,  começou a tocar e a cantar em uma das épocas mais fechadas para a criatividade dos artistas brasileiros. Quarenta anos e cinco discos depois lançou Flores e Feridas, álbum de dez faixas que traz as marcas do blues e do rock em sua vida de estradeiro e ativista político preso pela ditadura militar

Hoje, 25, o músico, compositor e jornalista Paulo Mourão, violeiro mineiro residente em Belo Horizonte, é quem recebe do Barulho d’água Música os “parabéns à você!”

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Banda Subtotal é atração do projeto Ecos Musicais, do Sesc do Buraco Quente (Osasco/SP)

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O Sesc de Osasco apresentará na tarde deste domingo, 25, a partir das 16h30, show do Grupo Subtotal, dos manos Drausio e Douglas Silva, Gilberto Campos, Jurah di Anin, Marco Soledade (Pepito). Em Oz, nome pelo qual popularmente é conhecida Osasco, cidade da Grande São Paulo, talentos brotam em todas as áreas desde bem antes da chegada do trem trazendo o desbravador italiano Antonio Agu, e, na música, não deixa por menos. Tem tanta gente bem acima da média por lá que o Sesc até resolveu criar o projeto Ecos Musicais, que  propõe a divulgação de trabalhos autorais e de pesquisa musical de novos artistas da cidade e da região. Os trabalhos são selecionados dentre os diversos gêneros musicais de intérpretes, instrumentistas e compositores, com curadoria do trompetista Bocato.

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Recitadores Urbanos estreiam show em que mesclam músicas e poesias próprias com textos dos Arnaldos Baptista e Antunes, Drummond e Quintana

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Walter Bini, Paulo Netho, Salatiel Silva e Vinícius Bini: poesia e música na veia, com efeitos colaterais imediatos, mesclando textos próprios do Drops com Arnaldos, Manoeis, Marios, Fernandos, Drummonds e Antônios: golaço em flamenco, baião, rock, blues, forró e outros ritmos (Fotos Marcelino Lima)

O Barulho d’água Música acompanhou na noite de sexta-feira, 23, a primeira apresentação, o show de estreia dos Recitadores Urbanos, quarteto que também está iniciando sua trajetória adotando o nome de Drops. Paulo Netho (voz e declamações), poeta e cronista, Salatiel Silva (violão), músico e compositor, Walter Bini (guitarra) e Vinícius Bini (baixo) integram o excelente grupo que esteve no Sesc do Campo Limpo, bairro da zona Sul paulistana, e vão repetir a dose neste mesmo palco no dia 30, a partir das 19 horas, com entrada franca.

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