De volta a São Paulo, Guilherme Rondon faz apresentação ao lado de Rafael Altério e de Adriana Sanchez

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Guilherme Rondon é paulista, mas em  carreira superior há 40 anos destaca-se como representante da música pantaneira, identificação que já rendeu dois Prêmios Sharp (Foto: Cláudia Medeiros)

O cantor e compositor Guilherme Rondon vai matar as saudades do público de São Paulo nesta quarta-feira, 21, quando a partir das 21 horas estará no palco da casa de shows Tom Jazz, com participações especiais de Rafael Altério e de Adriana Sanchez . O Tom Jazz  fica na avenida Angélica, 2331, no bairro paulistano de Higienópolis, telefone 3255-3635. O ingresso, cotado em R$ 50,00, poderá ser reservado pelo endereço eletrônico http://www.tomjazz.com.br.

SHOW TRIO 2015
Guilherme Rondon (sentado, à direita), cantará no retorno a Sampa com Adriana Sanchez e Rafael Altério (Crédito: Divulgação)

 

 

O Barulho d’água Música dedicou uma de suas primeiras matérias a  Guilherme Rondon. Na ocasião ele próprio enviara ao blog exemplares de Três (2007), Claro que sim (2001) e Made in Pantanal, álbuns  que juntamos na estante ao lado de Piratininga (1994), que já fazia parte do nosso acervo e é primeiro da carreira. Com este disco, lançado também no Japão, em 2005, o paulista que adotou Corumbá (MS) para viver à beira do Paiaguás ganhou o Prêmio Sharp de 1995 da categoria Revelação

 

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Guilherme Rondon é do núcleo pantaneiro da música brasileira, parceiro entre outros de Almir Sater, Paulo Simões, da talentosa família de Tetê, Alzira, Celito e Geraldo Espíndola, entre outros nomes consagrados da região Centro-Oeste. Em TrêsAlexandre Lemos é coautor da maioria das faixas; Zé Edu Camargo assina Hora Contada e Vazante do Castelo. Entre os convidados, destaque para  Zé Rodrix em arranjos e vocais, além dos teclados e sanfona de Adriano Magoo e a guitarra de Luiz Waack, inseparável companheiro do paulistano Edvaldo Santana. O disco, todo em compasso ternário, é uma celebração aos três filhos e aos três netos.

Claro que sim também reúne um timaço: Almir Sater (viola), Danilo Caymmi (flauta e voz), Jaques Morelenbaum (cello), Proveta (sax), Pedro Ivo (bateria) e, novamente, Waack. Caymmi canta a obra prima do pai, Maracangalha. Murilo Antunes e Paulo Simões dividem com Rondon oito faixas, Iso Fischer outras duas e Danilo, uma.

 

Alexandre Lemos, Zé Edu Camargo, Paulo Simões, Consuelo de Paula, Tavito e Celito Espíndola gravaram com Rondon ou têm participação em  Made in Pantanal. Lançado para marcar quatro décadas de carreira, o trabalho traz uma faixa bônus em vídeo com imagens do Pantanal. La Negra escrita com Consuelo de Paula homenageia Mercedes Sosa, enquanto Tabuiaiá é dedicada a Ivan Lins.

 

A estante de Guilherme Rondon guarda também o Prêmio Sharp de 1992, ano em que o disco Rondon e Figar teve quatro indicações e venceu na categoria Música Regional com a faixa Paiaguás, dele e de Paulo Simões. Rondon e Figar tem participações de Almir Sater, Papete (percussão), Mário Lúcio (flauta e sax), Dino Rocha (sanfona) e de Zé Gomes (cujo violino subiu com ele em 2009 para o Plano Superior) além de Renato Teixeira, que canta Noturno de Prata. Já com Celito Espíndola, Dino Rocha e Paulo Simões, Guilherme Rondon produziu dois títulos com a banda Chalana de Prata, respectivamente em 1996 e 2004. Em ambos, os parceiros buscaram promover um resgate da música pantaneira tradicional, como polca e chamamé, com todas as suas influências da Bacia do Prata.

 

 

 

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