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Jaime Além, paulista de Franca, violeiro, violonista e produtor musical faz aniversário hoje

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Jaime Alem produziu vários discos de Maria Bethânia e entre suas obras autorais assina o clássico de viola caipira Dez Cordas e o recente  Meu Relicário (Fotos: Marcelino Lima)

Hoje, 21, é aniversário do paulista de Franca Jaime Alémcantor, compositor, maestro e arranjador até pouco tempo maestro de Maria Bethânia,   por três décadas. Jaime Alem é descendente de libaneses cuja mãe tocava bandolim e tem muito mais trabalho, e de qualidade, a serviço da música brasileira afora aqueles que fez  com a estrela da mpb, iniciado com o disco  dela Nossos Momentos, de 1983. No final de novembro do ano passado foi uma das atrações do Encontro Nacional de Violeiros, realizado na Galeria Olido (SP), onde protagonizou com o violeiro e amigo Osni Ribeiro e o violonista Toninho Porto um momento dos mais marcantes. Com além dedilhando outra viola, o trio tocou ma versão instrumental de Tristeza do Jeca (Angelino de Oliveira)

capa_CD_Jaime_Alem_-_Meu_Relic_rioA carreira pessoal de Jaime Alem tem álbuns lançados em parceria com a esposa, Nair Cândia,  a partir de 1974, e, em 2009, registra o lançamento de Dez Cordas do Brasil, uma obra-prima executada em viola de dez cordas que inclui a oração Ave Maria das Violas e peças como Costeira, Pracatugundum, Sonata Agreste, Moda do Maxixe e Romance da Moura. De lá para cá, após seis anos de lacuna, Alem retornou ao estúdio e pela Biscoito Fino está lançando Meu Relicário; no disco Pássaros Urbanos, gravado no primeiro semestre de 2014 por Fagner para comemorar quatro décadas de carreira, já aparecia do paulista a música Doce Viola

Meu Relicário, segundo o próprio ator, é “uma caixinha de música com tudo que mais amo, as referências familiares, os lugares, os cheiros, os amigos, os amores, inquietações e alegrias”.

Tristeza do Jeca

Toninho Porto, Osni Ribeiro e Jaime Alem tocando Tristeza do Jeca, de Angelino Oliveira, na Galeria Olido (SP)

 

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Autor: barulhomarcel

Jornalista nascido em Bela Vista do Paraíso (PR). Corintiano por herança do pai, Geraldo Caetano de Lima. Do velho também puxou a paixão por modas de viola, música de raiz e caipira, que era chamada de "sertaneja" antes da mídia comercial se apropriar, indevidamente, do nome. Quando criança ouvia aos pés da cama dele, vindas de um rádio à pilha que chiava muito, clássicos destes gêneros que marcaram para sempre a sua vida. Eu e Andreia Beillo não temos nada em comum. Para começo de conversa, ela torce pelo Palmeiras. Mas resolvemos juntos botar o pé na estrada e acreditar nas bençãos de São Gonçalo do Amarante e tentar encontrar na atividade de blogueiros dedicados à música de qualidade algo que nos una e ajude muita gente boa espalhada por todo este país, e lá fora, também, a ter seus méritos reconhecidos, resgatando e preservando valores de nossa cultura popular.

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