Público de São Paulo assistirá “na faixa” três apresentações de Renato Braz

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Renato Braz apresenta-se à frente da Orquestra Filarmônica de Violas interpretando a guarânia Índia, em julho de 2014, em São Paulo (Fotos: Marcelino Lima)

O cantor paulistano Renato Braz é um daqueles que conseguem desfrutar de unanimidade no cenário nacional e ser admirado por praticamente todos os públicos, dos amantes da música camerística à caipira. E, neste caso, que me perdoem os rodriguianos, a admiração generalizada não é burra, muito menos genérica.  Capaz de interpretar magistralmente tanto um samba de Noel Rosa, quanto a guarânia paraguaia Índia, acompanhando a Orquestra Filarmônica de Campinas, Renato Braz já se consolidou como uma das melhores vozes da atualidade, recurso que varia do agudo ao grave por meio de toda gama possível de timbres, sem engasgar ou desafinar.

Por esta virtude, recebe convites para enriquecer trabalhos de diversos músicos e além dos sete álbuns já gravados e o Prêmio Visa de 2002 assina parcerias, por exemplo, com Zé Renato, em Papo de Passarim, com Zé Modesto, em Xiló, com Breno Ruiz (Cantilenas Brasileiras, um trabalho autoral de Ruiz, ao piano, com  a voz de Renato Braz) e Consuelo de Paula. Com Consuelo, nas palavras dela, “fizemos juntos um show que se chamava Vozes e Versos, no lendário Vou Vivendo”, a casa de shows de Eduardo Gudin e Elton Altman, na avenida Pedroso de Morais, em Pinheiros (SP). Era o início da década de 1990, bem antes de ambos gravarem CDs.

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