Almir Côrtes e João Paulo Amaral apresentam Cordal e promovem oficina Cordas Dedilhadas em Sampa

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Há um filme da carreira de Clint Eastwood na qual ele transforma-se em “outlaw”, Josey Wales, que abandona um sítio perdido do bucólico meio-oeste norte americano, logo após o final da Guerra Civil, e sai caçando os assassinos de sua mulher e do seu filho, gente muito má que acabou com a vida frugal que eles levavam. Um dos que estão na lista do agora implacável pistoleiro é um traíra que, em determinado momento da trama, participa de uma conversa durante a qual alguém do bando afirma ter ouvido falarem que Wales estaria morto. O agora desafeto marcado para morrer, antes amigo, então, saca ligeiro. E dispara: “Não quero ouvir falar que Josey Wales está morto: quero é vê-lo morto!”

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Osni Ribeiro (SP) completa, hoje, beberica e comemora por mais um aniversário

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O Barulho d’água Música mais uma vez registra o aniversário do cantor e compositor Osni Ribeiro, atual secretário de Cultura de  Botucatu, cidade onde já viveram  Angelino de Oliveira, Raul Torres e Serrinha.

Não é uma boa ideia contar quantas velinhas enfeitando o bolo ele terá de assoprar hoje, 30 de junho, mas podemos revelar sem ferir o bom tom que Osni Ribeiro já soma mais de vinte anos de carreira, assinando letras de sambas e de outros gêneros, embora tenha maior identidade no meio por seu cultivo da cultura caipira e sua exímia arte de tocar viola, paixões que perdem apenas pelo seu imenso amor ao Corinthians (“se for do Timão, me chama que eu vou/Me avisa, João!”) .  Osni é autor dos álbuns Gênesis Beberibando, além de estar a frente ou colaborar com importantes projetos culturais, entre os quais tradicionais festivais, como o de Inverno, que Botucatu promove anualmente nesta estação. 

Parabéns, então, Osni Ribeiro, em nome do Barulho d’Água Música e dos nossos seguidores!

Curta e saiba mais sobre Osni Ribeiro em https://www.facebook.com/pages/As-Coisas-de-Jo%C3%A3o-Flores/103374416668975

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Cláudio Lacerda e Wilson Teixeira fazem “esquenta” no Terça Folk para estreia em Sampa com o 4 Cantos

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Foto: Marcelino Lima/Barulho d’água Música/Acervo Projeto Cultural 4 Cantos® São Carlos, 25 de junho de 2015

O cantor e compositor Cláudio Lacerda fará dupla com Wilson Teixeira nesta terça-feira, 30 de junho, em mais uma edição do projeto Terça Folk, que vai rolar no Brazileria. Além dos dois integrantes do projeto cultural 4 Cantos, também estão confirmadas as participações de Klaus Ximenes e Bezão, a partir das 20h30. O Brazileria fica na rua Clélia, 285, no bairro paulistano Lapa. A entrada está estipulada em R$ 20!

Os fãs de Cláudio Lacerda e Wilson Teixeira também poderão vê-los cantar e tocar ainda nesta semana e na próxima ao lado de Luiz Salgado e Rodrigo Zanc, com o qual ambos formam o projeto cultural 4 Cantos. Acostumado a lotar teatros do Interior do Estado, desde 2011 e,  após duas concorridas apresentações em São Carlos e em Ribeirão Preto (em 25 e 27 de junho),  o grupo, enfim, chega em São Paulo. Como atração do Sesc Campo Limpo, o quarteto estreará em Sampa neste sábado, 4 de julho, o show cujo repertório reúne canções próprias e contação de causos. Uma semana depois, a cantoria está marcada para o Sesc Santo Amaro. Em ambas as datas, o terceiro sinal tocará às 20 horas.

Cláudio Lacerda protagonizará mais um projeto do Sesc em 23 de julho, data na qual estará em Santo André. Naquele palco destacará uma trilha sonora campesina, fundamentada em antigos clássicos da música caipira, em seu apurado trabalho autoral  e em composições de parceiros que possuem influências rurais, como Renato Teixeira, com o qual gravou entre outros sucessos Bons Amigos (Nilson Ribeiro, Beto Rivas, João Paulo ReisLaura Fraia, Mara Rivas) uma das faixas de Alma Lavada, primeiro álbum dele, lançado em 2003.

 

Projeto cultural 4 Cantos estreia em São Paulo com shows no SESC Campo Limpo e Santo Amaro

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Os músicos do projeto cultural 4 Cantos têm carreiras próprias e juntos formam uma poderosa e poética voz pela preservação de nossas identidades culturais e adoção de um modo de vida simples, que concilie hábitos do campo com as facilidades da vida urbana, sem deixar de lado a camaradagem, a fé, a busca dos sonhos e o direito ao riso (Foto: Nalu Fernandes/Araraquara-SP/Acervo Barulho d’água Música/Projeto Cultural 4 Cantos®

Chega a São Paulo para duas apresentações em unidades do Sesc o projeto cultural que conquistou cidades do interior do Estado e que, na certa, cativará também o público paulistano, ampliando o crescente fã clube dos músicos que formam o grupo 4 Cantos. Em shows que mesclam autêntica moda caipira, folk, samba, folias de reis e “rock pé rachado”, com doses de contação de causos na medida certa para o riso, a proposta é valorizar as tradições, a beleza e a simplicidade da vida no campo, sem criticar o ritmo urbano hoje muito bem expresso pelo termo “correria”. Juntos no palco, Cláudio Lacerda, Luiz Salgado, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira propõem uma pausa para percebermos o que há de melhor tanto no idílio da roça, quanto no pulsar frenético da cidade, experimentado uma vida mais descontraída e harmônica, com direito à poesia, ao sonho, e por que não ao choro gostoso da saudade que compõem os rios interiores cujas águas, com o correr do tempo, acabam sendo poluídas e perdem o encanto, deixando às margens as pequenas alegrias e celebrações que deveriam ser cotidianas. 

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Céu de Lamparina (SP) transforma terraço do MCB em arraial para lançar álbum com típicas músicas de festas juninas

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O grupo Céu de Lamparina, de São Luiz do Paraitinga, cidade do Interior paulista berço de tradições juninas e terra de Elpídio dos Santos (Foto: Divulgação)

O mês de junho está se acabando e quem curte as festas tradicionais deste mês já lamenta ter de apagar a fogueira, devolver a camisa de flanela xadrez e o vestido de chita ao guarda-roupas, sem contar não poder contar mais com as quadrilhas para queimar o excesso de doces da época. Antes das atividades em louvor a São Pedro, entretanto, o Museu da Casa Brasileira (MCB), situado em São Paulo, vai se transformar em um autêntico arraial para, a partir das 11 horas do domingo, 28, receber e marcar o lançamento do primeiro álbum do grupo Céu de Lamparina.

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Milton Araújo dá sequência em Osasco ao projeto do Sesc Caldos com Sons Brasileiros

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Frio é um bom sinônimo de inverno. Sopa é um bom sinônimo de frio. Música e sopa para rebater o frio são excelentes dicas. Música de qualidade e sopa, em um ambiente aconchegante onde o frio do inverno acaba por ser bem-vindo, esperam pelo público que frequenta a unidade Osasco (SP) do Sesc e curte o talento dos violeiros do país que vêm à cidade como convidados do projeto Caldos com Sons Brasileiros. As cantorias ocorrem sempre às quintas-feiras, durante os meses em que o termômetro costuma subir pouco a escada dos graus, a partir das 19 horas, e apresentam baluartes da viola caipira que representam vários estados, tocam em afinações diferentes e assim ilustram em pouco mais de sessenta minutos a diversidade sonora e rítmica que enriquece o Brasil.

Enquanto a música rola, a plateia degusta caldos dos mais variados sabores. Para 25 de junho, o palco da Tenda 1 estará reservado  a Milton Araújo, músico especialista em viola dinâmica, com afinação rio abaixo, considerada uma das mais propícias para solos e solistas. Sobrinho da dama da viola Helena Meirelles, Milton Araújo apresentará músicas de sua própria autoria, além de canções tradicionais, folclóricas e de domínio público do Mato Grosso do Sul, de onde a família se origina, utilizando os ritmos rasqueado, polca e chamamé, entre outros. Um dos pontos altos dos seus shows é a reprodução de cantos de aves como araponga, seriema, guaxo, pássaro campana e pássaro tiuí. Milton Araújo ganhou uma das estatuetas do Prêmio Rozini de Excelência de Música de Viola Caipira, na categoria Referência, em 2013. 

O Sesc Osasco, que neste ano já trouxe para o projeto o carioca Yassír Chediak,  fica na avenida Sport Club Corinthians Paulista, no bairro Jardim das Flores, a dois quilômetros da estação Comandante Sampaio da CPTM, contíguo ao campus da Unifesp. Oferece Comedoria, cobra R$ 7,00 por uma tigela de caldos, mas não isenta de tarifa a utilização do estacionamento.

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Mauri de Noronha (PE), cantor e declamador, apresenta no Sarau dos Conversadores (SP) músicas e poemas autorais

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O cantor e compositor Mauri de Noronha (Garanhuns/SP) vai participar neste sábado, 27, de mais uma edição do Sarau dos Conversadores, evento que desde junho de 2013 já ocorreu vinte vezes, sempre no último sábado de cada mês, marcado por apresentações curtas, pontuais e com um bate- papo na medida das boas conversas. Desta vez, vão abrir e fechar o Sarau Cacá Mendes e Edson Tobinaga, que convidarão para dar seu recado no auditório da Livraria da Vila da Alameda Lorena (SP), além de Mauri, o Grupo Cartola Branca e o Beco dos Escritores, com Adriana Calabró, Angela Senra, Danielle Cotrim, Lidia Izecson, Nina Maniçoba Ferraz, Patrícia Cardozo e Paula Marina. Ao final da primeira metade do sarau, o público será convidado a participar, ampliando o diálogo e compartilhando com os artistas talento e criatividade.

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Amauri Falabella recebe Katya Teixeira para mais uma apresentação do Dandô Dércio Marques, em Guarulhos (SP)

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Katya Teixeira (Foto: Daniel Kersys) e Amauri Falabella (Foto: Marcelino Lima)

Olhaí povo de Guarulhos (SP) que não via a hora de o Dandô Circuito de Música Dércio Marques voltar à cidade: anote na agenda e espalhe que a espera terminará nesta quinta-feira, 25, quando a partir das 19 horas o anfitrião e morador da cidade, Amauri Falabella, receberá a paulistana Katya Teixeira, cantora e idealizadora do projeto. A dupla vai cantar, tocar e prosear no anfiteatro da Biblioteca Monteiro Lobato, situada na rua João Gonçalves, 439, Centro.  

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Rubinho do Vale é atração de mais uma rodada do Canto & Viola, em Beagá (MG)

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O projeto Canto & Viola terá mais uma rodada nesta quarta-feira, 24, quando a atração será o menestrel Rubinho do Vale, nascido em Rubim, cidade situada no Vale do Jequitinhonha (MG).  O menestrel que é mais conhecido por cantar seus sucessos ao violão, nesta apresentação marcada para começar às 19h30 tocará acompanhado por Maria das Dores, nome que escolheu para batizar sua viola caipira. O repertório terá músicas autorais e canções que marcaram a vida de Rubinho do Vale desde a infância, presentes na discografia de quase 30 álbuns que inclui discos para o público infantil, produzidos ao longo de 35 anos de carreira. O mais recente, Estrada,  tem a participação do filho, Davi Botelho, do violeiro Ivan Vilela, do cantor, compositor e bailarino pernambucano Antônio Nóbrega e da cantora Fernanda Takai.

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Garrincha bate bola, Cora Coralina divide doces e Cartola puxa o refrão em novo álbum de Zeca Collares (MG)

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O cantor e compositor Zeca Collares (Grão Mogol/MG) lançou no domingo, 21 de junho, o oitavo álbum da carreira, acompanhado pelos músicos Cléber Almeida (percussão), Zé Marcos (violão) e Luiz Anthony (contrabaixo) e como plateia para a primeira audição de Estação, biscoito de nata que chegara apenas dois dias antes, teve o público que frequenta a unidade Campinas do Sesc. Zeca Collares ocupou o palco da área de convivência como atração do projeto Folias de Junho. O disco tem dez faixas, das quais duas são instrumentais, e apresentam o universo das rezas, das folias e das vivências sertanejas que formam o ambiente onde, desde menino, ele está inserido, compostas em parceria com Valter Silva e que extrapolam a sonoridade da viola caipira com inovações nas propostas melódicas e harmônicas. “Sempre fui conhecido como um violeiro dedicado ao lado tradicional do instrumento, e já toquei, por exemplo, com Pena Branca e Xavantinho, mas neste novo trabalho vocês notarão: fiz questão de manter os pés nas raízes, com a cabeça colocada no mundo”, disse Zeca Collares que, atualmente, reside em Sorocaba (SP).

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