712 – Pereira da Viola é atração de mais uma rodada do projeto Canto & Viola em Belo Horizonte (MG)

pereira da viola

Se melhorar vira rapadura, uma alegria astronômica: um dos mais aclamados e queridos violeiros caipiras do Brasil, o mineiro Pereira da Viola, oriundo de São Julião, distrito de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, cantará e tocará nesta quarta-feira, 4, a partir das 19h30, no Cine Teatro Brasil Vallouréc, situado em Belo Horizonte. José Rodrigues Pereira, o Pereira da Viola, é convidado dos produtores culturais Luiz Trópia e Tadeu Martins e animará mais uma rodada do projeto Canto & Viola trazendo ao público canções derivadas das pesquisas que empreende sobre a cultura popular no norte das Alterosas, especialmente o Vale do Jequitinhonha, uma das regiões mais pobres do Brasil, mas ricas em diversos tipos de manifestações artísticas e religiosas, além de sucessos de sua carreira marcada por canções autorais que expressam com delicada poesia a força e a magia da viola brasileira.

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711 – Lígia Jacques, com Rogério Leonel ao violão, canta clássicos da MPB e chorinhos no Cine Teatro Brasil, em Beagá

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Lígia Jacques e Rogério Leonel (Foto: Eliane Torino). Foto do destaque, ao lado do título: Daniel Vidal

A cantora Lígia Jacques é a próxima cantora que se apresentará pelo projeto Elas, que Luiz Trópia e Tadeu Martins promovem mensalmente em Belo Horizonte (MG), cidade natal da atração desta terça-feira, 3, a partir das 19h30. Lígia Jacques subirá ao palco do Cine Theatro Brasil Vallouréc acompanhada ao violão por Rogério Leonel, que também assina a direção musical e os arranjos do show. O ingresso para assistir Lígia Jacques está à venda por R$ 30,00 (inteira) ou R$15,00 (meia). O Cine Theatro Brasil fica no coração de Beagá, na Praça Sete de Setembro, com entradas pela avenida Amazonas e Carijós, na esquina com a Afonso Pena. Para mais informações, há o telefone 31 2626-1251.

Desde que ocupa o cenário musical, Lígia Jacques dedica-se a interpretar compositores consagrados como Tom Jobim, Chico Buarque, Dori Caymmi, Pixinguinha e também conterrâneos como Rogério Leonel, Juarez Moreira, Ricardo Faria e Toninho Camargos. Conta participações em mais de trinta discos de expoentes tais quais Marcus Viana, Ladston do Nascimento, Rubinho do Vale, Titi Walter e Célio Balona. Como solista, já integrou concertos de músicos de renome como Clara Sverner, Guinga e Francis Hime. Em 2001 lançou Choro Barroco, com direção musical e arranjos de Rogério Leonel e recebeu três indicações para o Prêmio Caras de Música (melhor álbum, melhor cantora de MPB e melhor projeto gráfico). Em 2010, saiu Choro Cantado, homenagem dela à rainha do choro, Ademilde Fonseca.

Para o Cine Theatro Brasil, Lígia Jacques elaborou repertório com canções que marcam sua trajetória e incluem Passarim  (Tom Jobim), Porto (Dori Caymmi) e Aqui, Oh (Toninho Horta e Fernando Brant), mais clássicos como Rancho das Namoradas (Ary Barroso e Vinicius de Moraes), Onde a Dor Não Tem Razão  (Paulinho da Viola) entre outras inéditas da parceria de Rogério Leonel com Valter Braga — com destaque para Um Outro Samba de Noel –,  com o poeta Antônio Barreto (Razões do Vento), além de Amarcord, música tema do filme homônimo de Federico Fellini, com letra de Jorge Fernando dos Santos. Entre os choros, entraram na seleção Catavento e Girassol (Guinga e Aldir Blanc) e Falando de Amor (Tom Jobim), com a participação do Grupo Vocal  DaBocaPraFora, do qual é regente e preparadora vocal e que canta também Navio de Pedra (Ladston do Nascimento) e Lua Cheia (Toquinho e Chico Buarque).

 

DC

Choro Cantado, lançado em 2010 em tributo a Ademilde Fonseca,  reúne cinco clássicos do gênero e cinco faixas praticamente inéditas. A proposta do projeto é justamente registrar e resgatar choros que se destacam também pelas letras e unir música e letra com precisão, valorizando a poesia e a interpretação. Gravado entre maio e novembro de 2009 no estúdio Fábrica de Música, com recursos do Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte e produção de Jorge Fernando dos Santos, o disco tem arranjos e direção musical de Rogério Leonel, que também toca os violões. A direção artística coube a Jairo Lara, flautista e saxofonista em várias faixas.

Tocam no disco Milton Ramos (contrabaixo acústico) e Serginho Silva (percussões). A produção executiva coube a Tião Rodrigues, a arte a Adriano Alves e as gravações a Jairo e a Eloísio Oliveira. Destacam-se as participações especias de Ausier Vinícius (cavaquinho, na faixa Pedacinhos do Céu), Celso Adolfo (voz em Domingueiro) e Hudson Brasil (bandolim, no maxixe Satan, de Chiquinha Gonzaga, com letra inédita).

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710 – Noel Andrade (SP) canta faixas de Charrua, Elomar e clássicos caipiras no Sesc Campinas e volta ao palco em Bertioga

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O Barulho d’Água Música​ esteve mais uma vez em Campinas (SP) para registrar no domingo, 1º de novembro a apresentação do cantor, compositor e violeiro Noel Andrade​, que é de Patrocínio Paulista, mas está radicado em Sampa. Noel Andrade tocou e cantou no Sesc como atração do projeto Café com Viola canções do seu álbum Charrua (entre as quais a instrumental Magdala, que assina em parceria com outro tarimbado violeiro, Ricardo Vignini​) acompanhado de Sandro Premmero​ e Leandro Brito.

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