901 – Colabore para a gravação de Poeira Dançante, primeiro álbum de Sol Bueno (MG)

Sol Bueno, mineira nascida em Pitangui e atualmente residente em Belo Horizonte, resolveu tirar do papel o acalentado projeto do primeiro álbum autoral e para concretizá-lo convocou amigos e admiradores a colaborarem em campanha por meio do já popularizado processo de vaquinha virtual, também conhecida entre internautas por crowdfunding. O trabalho de Sol Bueno receberá o título de Poeira Dançante. As 14 composições autorais e em parceria foram selecionadas com o intuito de apresentar o sentimento da terra, dos povos e das manifestações da cultura popular do Cerrado, entre os quais destaca as congadas, buscando fazer refletir em cada faixa paisagens sonoras que influenciam a cantora. Ainda há 70 dias restantes para doações de qualquer parte do país por meio do endereço virtual www.catarse.me/solbueno

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900 – Álbum em tributo a Pixinguinha, com Vânia Bastos e Marcos Paiva, ganha show de lançamento no J.Safra

Concerto para Pixinguinha, show que já há três anos lota teatros e casas de espetáculos prestando tributo a um dos mais conhecidos compositores e arranjadores brasileiros, ganhou versão em álbum qu…

Fonte: 900 – Álbum em tributo a Pixinguinha, com Vânia Bastos e Marcos Paiva, ganha show de lançamento no J.Safra

900 – Álbum em tributo a Pixinguinha, com Vânia Bastos e Marcos Paiva, ganha show de lançamento no J.Safra

Concerto para Pixinguinha, show que já há três anos lota teatros e casas de espetáculos prestando tributo a um dos mais admirados compositores e arranjadores brasileiros, ganhou versão em álbum que pode ser classificada com dois adjetivos pinçados da letra de Rosa, valsa cuja composição em todo o planeta é um dos mais conhecidos sucessos do mestre homenageado: deslumbrante e bela. O disco marca a estreia do selo Conexão Musical, dos produtores culturais Fran Carlo e Peterson Mello, e reúne 13 faixas, entre as quais Seu Lourenço no Vinho — uma das quatro instrumentais do valioso repertório elaborado para os palcos quando a morte de Pixinguinha atingiu 40 anos. Seu Lourenço..., parceria com Benedito Lacerda e Irmãos Vitale, é a terceira trilha do cedê e se parasse por ai já estaria muito, muito bom: a banda atiça quem a ouve tocando de forma provocante em ritmo que faz o quadril requebrar, espontaneamente, sem saber se dança chorinho, maxixe, jazz ou tudo deliciosamente junto e misturado. A obra inteira, entretanto, arrebata do começo ao fim ao ser impecavelmente interpretada por ninguém menos que Vânia Bastos em afinada harmonia com o quarteto de Marcos Paiva — contrabaixista responsável pela direção musical e os arranjos executados por um timaço que Paiva comanda e reúne Cesar Roversi (saxofone tenor e soprano, clarinete e flauta), Jônatas Sansão (bateria), e Nelton Essi (vibrafone).

Vânia Bastos canta como nunca em Concerto para Pixinguinha, de acordo com um dos críticos que já comentaram sobre o álbum a ser lançado em noite de gala no sábado, 13 de agosto, para a qual está reservado o teatro paulistano J. Safra, a partir das 21h30. O colega jornalista, claro, de um jeito ou de outro, acaba tendo razão. Mas acreditamos que ele quis afirmar o contrário: estrela despontada há mais de 30 anos no âmbito da constelação Vanguarda Paulista, Vânia Bastos desde então já interpretou Tom Jobim, Caetano Veloso e o Clube da Esquina entre outros memoráveis trabalhos e segue cantando como sempre, empregando a voz de timbre cristalino, segura e que modula com rara sensibilidade aqui ou acolá para interpretar, além da citada valsa Rosa, jóias do cancioneiro de Alfredo da Rocha Vianna Filho (1897 – 1973). São músicas que guardam lugar na memória afetiva e de qualquer gosto musical brasileiro há gerações tais como Carinhoso e Lamentos (que simbolizam o perfil mais dolente e amoroso de Pixinguinha) mescladas a  Gavião Calçudo e Urubu Malandro  estas representativas do humor e da picardia que na certa compuseram a personalidade do carioca. Ele, ainda garoto, já pisava em cabarés do boêmio bairro carioca da Lapa e neste ambiente absorveu muitas de suas influências.

Vânia Bastos SAndré

O álbum é, assim, um retrato fiel da genialidade de Pixinguinha. Os dois produtores culturais são exigentes e até perfeccionistas, não fazem concessão e nem se guiam pelas manias do mercado (aguardem as novidades de ambos que estão a caminho!). Fran Carlo e Peterson escolheram a dedo e ao confiaram no taco de dois artistas amadurecidos acertaram milimetricamente no alvo: Vânia Bastos e Marcos Paiva corresponderam à confiança e apenas procuraram imprimir ao trabalho o máximo de fidelidade ao autor. Ao jornal o Estado de S. Paulo, Vânia Bastos declarou que para interpretá-lo seguiu o que, acredita, Pixinguinha teria pensado. “Ele não fez nada em vão, então, se colocou certas notas ali, é para fazer isso, não é para ficar inventando muito”, afirmou. “Acho legal ter esse respeito aos compositores, em geral. No mais, é se deliciar mesmo”, emendou. “O Pixinguinha, musicalmente, é uma imensidão sonora que ganhei de presente.”

quarteto

Marcos Paiva também falou ao veículo paulistano sobre a experiência e responsa de ter contato tão íntimo com o universo do “ícone” Pixinguinha. Para “não perder a mão” ao decidir conceber a formação mais jazzística que embala as faixas, o contrabaixista destacou que preservou nos arranjos a sofisticação tanto melódica, quanto harmônica do maestro chorão, mantendo-se atento, ainda, ao estilo vocal de Vânia Bastos. Para se ter uma ideia do quanto a receita deu certo, basta citar que a releitura de Carinhoso em menos de uma semana depois de ser disponibilizada, em 15 de julho, tornou-se uma das cem músicas mais baixadas de uma das maiores plataformas digitais com acesso globalizado.

O disco Concerto para Pixinguinha, que tem parceria com a Atração Fonográfica, logo é candidato certo a figurar  em várias listas dos melhores do ano. Já a festa de lançamento enseja um espetáculo que merece ter o nome brilhando em painel luminoso na fachada central do J. Safra, com direito àquela típica e concorrida movimentação de fãs e admiradores às portas de entrada da casa que se acotovelam em estreias de grandes produções artísticas. É para atrair gente de todas as partes, que chegará de carro, a pé, de trem. Fica, então, uma dica àqueles que ocuparem os lugares mais próximos do palco: mantenham olhos atentos buscando enxergar para além dos músicos e da cantora quando os protagonistas estiverem em cena; pensem na possibilidade de um enfatiotado e distinto cavalheiro dar o ar da graça, ser visto entre eles ou a um canto, sentado confortavelmente em uma cadeira de balanço, com um saxofone ao colo, afinal, a alma dele está inteira em cada música do repertório.    

 

SERVIÇO
Vânia Bastos e Marcos Paiva – Concerto para Pixinguinha
Local: Teatro J Safra – São Paulo (SP)
Endereço: Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda
Horário: 21h30
Preço do ingresso: R$ 30,00 a R$ 100,00
Vendas online: http://www.compreingressos.com/teatros/497-Teatro-J+-Safra  

899 – Imagens do Brasil Profundo recebe em Sampa juiz-forano Mario Gil para novo bate papo musical

O cantor, arranjador e compositor Mario Gil, mineiro de Juiz de Fora radicado em São Paulo, estará no palco do auditório da Biblioteca Mário de Andrade na quarta-feira, 27 de julho, para participar do bate papo musical Contos do Mar e da Montanha com Jair Marcatti, curador do Imagens do Brasil Profundo. O projeto oferecido quinzenalmente às quartas-feiras, sempre com entrada franca, já está em sua terceira temporada. Marcatti recebe convidados com os quais esmiúça a cada nova rodada aspectos das diversas culturas regionais do Brasil, desvendando-os em shows, bate-papos, debates, palestras e, ainda, atividades dirigidas ao público infantil. O público já teve a oportunidade de prestigiar em 2016 artistas como Consuelo de Paula, Paulo Freire, Thadeu Romano, Jean e Joana Garfunkel, Pascoal da Conceição, Ugo Giorgetti, Lúcia Helena Gama, e Zé Paulo Medeiros.

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898 – Composição Ferroviária está de volta com shows gratuitos do Cobra Coral e do Tarumã em Poços de Caldas (MG)

Neste domingo, 17 de julho, o público de Poços de Caldas e dos municípios  vizinhos deste aprazível cantinho sul mineiro voltará a curtir no pátio da antiga estação de trens da Mogyana as apresentações musicais do Composição Ferroviária. Coordenado pelos músicos e produtores culturais Wolf Borges e Jucilene Buosi, o projeto que já faz parte do calendário cultural da cidade nesta primeira rodada da temporada 2016 será oferecido como parte da programação do Julhofest.  E como a retomada será mais do que especial, eles prepararam uma Edição Vocal que brindará a plateia com dois shows, ambos sem cobrança de ingressos, levando ao palco a partir das 10 horas o Quarteto Cobra Coral (BH) e o Grupo Tarumã (SP).

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COMUNICADO IMPORTANTE aos amigos, colaboradores e seguidores

Olá, companheiros:

O Barulho d’água Música continua em atividade, mas vimos a público trazer uma explicação aos que tentam visitá-lo nos últimos dias, não obtiveram acesso ao blogue para ler atualizações ou matérias de arquivo e, eventualmente, encontraram esta mensagem: 

Warning! Domain mapping upgrade for this domain not found. Please log in and go to the Domains Upgrades page of your blog to use this domain.

Atenção! atualização de mapeamento de domínio para este domínio não foi encontrado. Por favor, faça o login e vá para a página Domínios Upgrades do seu blog para usar este domínio.

Isto está ocorrendo desde 26 de junho, quando expirou o contrato para manutenção do domínio barulhodeagua.com que detínhamos já há dois anos e permitia que nossas matérias fossem facilmente localizadas e acessadas na rede mundial. Desta vez, entretanto, não conseguimos renovar a assinatura por que precisamos autorizar cobrança de 29 dólares em um cartão de crédito internacional (de bandeira Visa, Mastercard ou Amex, por exemplo), o que, automaticamente, a prolongaria por mais um ano. Como infelizmente não dispomos do cartão de crédito, e não há outra forma de cobrança, tão logo o domínio expirou pela falta da renovação do contrato, automaticamente, o acesso aos textos pelo público ficou prejudicado. As visitas e visualizações ao blogue, então, despencaram  drasticamente: de 150 a 200 por dia, patamar que já estava nos deixando bem perto do número de acessos que permite a procura espontânea de anunciantes, após dois anos de labor caímos para apenas… algumas dezenas, não mais que 10 ou 20 visualizações/visitas por dia. Há dias em que tivemos apenas 1!

Resumindo a ópera: é como se tivéssemos deixado de existir, pois passado 26 de junho muita gente, pela perda do domínio, não consegue “encontrar” o blogue, mesmo clicando nos linques, antigos ou atuais. Ao invés de surgir a matéria solicitada na tela, surge a mensagem, aqui destacada em azul. 

Já tentamoso negociar com a WordPress uma saída para o problema! Conseguimos abrir uma “exceção” e  a”extensão” do prazo por mais alguns dias, mas ela insiste na forma de cobrança por cartão de crédito internacional e em dólares. E se não fizermos a renovação nos próximos dias, pode ser que simplesmente tenhamos de interromper o blogue, pois não compensará seguir o produzindo sem a manutenção do domínio e, consequentemente, nossa localização na internet.

Vamos deixar aqui o linque para a renovação para quem, eventualmente, topar colaborar conosco e se dispuser a “pagar” a renovação por nós! É claro que, neste caso, iremos repor o valor gasto tão logo a fatura venha para o titular do cartão encaminhando um depósito, no valor correspondente em reais, em conta corrente que nos indicarem. Seguem abaixo nossos telefones para contato e mais informações. Um abraço e obrigado desde já!

https://manualpayments.wordpress.com/?u=58d0ed0906

Marcelino Lima – 11 99703 5386/Andreia Beillo 11 94131-5647

 

 

 

897 – Fiel às raízes, Zé Paulo Medeiros (MG) canta valores como a simplicidade caipira no projeto Imagens do Brasil Profundo*

*Com dados informados pelo artista e extraídos do blogue Em Canto Sagrado da Terra e do Dicionário Cravo Albin da Música Brasileira

O cantor e compositor  Zé Paulo Medeiros, mineiro do distrito de São José dos Lopes, nascido ao pé da Serra de Ibitipoca, em Lima Duarte, hoje radicado em São Paulo, é a próxima atração do Imagens do Brasil Profundo, projeto que tem curadoria do professor de Sociologia Jair Marcatti e vem sendo promovido já em sua terceira temporada na Biblioteca Mário de Andrade, situada em São Paulo. Marcatti receberá o artista para a apresentação do show A Cara do Sertão a partir das 20 horas, na quarta-feira, 13, sem cobrança de ingressos. A autenticidade decorrente da fidelidade às raízes, o respeito a valores como simplicidade e sua postura autônoma, de quem não se verga aos ditames do mercado, podem ser apontados como principais valores do seu perfil, tanto artístico, quanto humano.

“Fui criado na roça, onde há festas todos os anos, e tive contatos com a música regional e muita moda de viola, costumes que me influenciaram”, conta Zé Paulo Medeiros. “Neste ambiente peguei pela primeira vez a viola caipira para começar a desenvolver melodias e criar um som ao meu estilo”, emendou. “Depois, com o violão, estudei música alguns anos”, complementa, observando, entretanto, que apenas de maneira informal, pois é formado em Engenharia Topográfica — carreira que não exerce. “Deu no que deu e hoje tenho um projeto mais maduro, com influências do que tivemos tempos atrás.”  

Para Zé Paulo Medeiros o gênero regional é o que mais guarda intimidade com a sonoridade das dez cordas e o que melhor traduz as tradições culturais do caboclo, mas sua formação em busca de uma visão própria para compor encontra suporte, ainda, em ídolos como Geraldo Vandré e Chico Buarque, por exemplo, que permitiram em suas próprias palavras “fazer minha música mais eclética”. Tanto que em suas cantorias ele gosta de deixar a plateia sabendo que ouvirá da moda de viola ao blues à medida em que revisita obras de luminares como Tião Carreiro a Bob Dylan, entre outros.

“Faço parte de um perfil de artistas que buscam a preservação da cultura regional. Minha obra é totalmente voltada ao homem do campo, que substituiu sua pouca cultura pela sabedoria aprimorada, sem perder sua característica principal que é a simplicidade”.

Caminhante e a Cara do Sertão, de 2001 e de 2003, são os álbuns mais conhecidos de Zé Paulo Medeiros — que no entanto estreara em 1982 lançando o álbum em vinil Sei Lá. Em mais de 30 anos de carreira, também produziu Cine Mazzaroppi (indicado ao Prêmio da Música Brasileira, em 2009), além da trilogia Casulo (caixa com três discos individuais com canções representativas da trajetória de três décadas, completada em 2012) e As Aventuras de Pepita (projeto cantado e contado que traz temas e histórias com mensagens de preservação da Natureza). “O Caminhante caracteriza bem a minha influência por esse povo de sutil sabedoria, que é o povo caboclo e caipira, e nas 16 faixas busquei resgatar o valor dessa gente mais humilde, pela qual tenho muito respeito. O título é uma metáfora, talvez de procurar ou de passar em lugares para aprender novas coisas”.

 

Zé Paulo Medeiros atua sempre de modo a preservar a independência pessoal e artística, postura que permite vantagens como direcionar a obra para onde se quer, sem incorrer em riscos inerentes ao da assinatura de contratos viciados por caprichos patronais que obrigam o subordinado a seguir regras de mercado e metas lucrativas discrepantes com a liberdade de criação. “Há muitos esquemas ‘jabalísticos’ em gravadoras que pagam para tocar seus artistas com exclusividade, e como não abraçamos estes ‘esquemas’, acabamos por aparecer pouco, salvo em rádios que tocam nossa música e mostram nosso trabalho. Então o importante não é quantidade de público a ser atingido, nem quantidade de meios de comunicações, mas sim a qualidade deles.”

(Jabalístico vem de “Jabá”, apelido pelas quais são conhecidos os “agrados” que beneficiam como moedas de troca e “molham as mãos” de jornalistas, agentes ou programadores culturais que atendem interesses de determinadas fontes, nem sempre éticos)

Apesar de ao longo da carreira sempre precisar esgrimir contra estas barreiras, Zé Paulo Medeiros já conta com o respeito e acumula prestígio entre os amigos e admiradores dos meios caipira e regional. Para se ter uma ideia do valor de sua obra, basta mencionar que já em 1976 a Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se desenvolveu com base em uma das música dele, Caminhar juntos. Além dos discos, também musicou peças de teatro como O Espantalho e  teve Yanomami incluída na trilha sonora do filme Zezinho, o menino mentiroso“. Em 1999, Jogo de cartas foi a escolhida pelo Grupo Ponteio para o álbum alusivo ao 25º Festival Nacional MPB de Ilha Solteira. Boiadeiro, faixa de A cara do sertão, recebeu 42 prêmios em diferentes festivais de música Este disco contou com a participação especial de Tinoco, da dupla Tonico e Tinoco, homenageado na faixa Viola.

Mergulho no Brasil de dentro

Dedos de prosa, boa conversa, música, imagens, artesanato e cultura popular. Essa é a receita de Imagens do Brasil Profundoprojeto que desde 2014 oferece ao público da Biblioteca Mário de Andrade shows, debates, bate papos musicais e ações para crianças, quinzenalmente sempre às quartas-feiras, com entrada franca sob a batuta do historiador e sociólogo Jair Marcatti. A ideia é mostrar e trazer à luz manifestações populares e objetos que revelam o Brasil por dentro, aquele país que nas palavras do mestre Ariano Suassuna vive escondido em rincões considerados profundos, mas é muito vivo. Ao invés de promover abordagens tradicionais, Marcatti prefere convidar músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo de olhar aprofundado e amplo sobre o país e trabalhos de pesquisa e resgate das nossas mais entranhadas tradições.

Com cada um dos participantes, Marcatti aborda aspectos do universo cultural e musical  brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas; daquilo que, sem nenhuma pretensão definidora, poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural.

A Biblioteca Mário de Andrade fica na Rua da Consolação, 94, entre as estações República e Anhangabaú da linha 3 Vermelha do Metrô e para mais informações disponibiliza o número de telefone 11 3775-0002.

 

ninguém está vendo

896 – Diogo Oliveira e Cesar Pereira preparam álbum clássico com obras autorais e de compositores brasileiros como Liduíno Pitombeira

O Barulho d’água Música apresenta aos amigos e seguidores o jovem violonista Diogo Oliveira, fluminense nascido em 1987 no município de Barra Mansa e atualmente residente em São José dos Campos (SP).  Em parceria com o flautista Cesar Augusto Pereira da Silva, de São Roque (SP), Diogo Oliveira está trabalhando para lançar ao final deste ano o primeiro álbum, ainda sem título, mas com um belo repertório já definido no qual ambos gravarão obras autorais mescladas a dos compositores brasileiros Heitor Villa-Lobos, Radamés Gnattali, Sérgio Assad e Liduíno Pitombeira. A paixão pelo instrumento despertou em Oliveira ainda durante a adolescência e quem disparou a “flecha” certeira foi a mãe, que no Natal de 2001 presentou o filho com um violão.

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