1321- Chico Lobo (MG) tira proveito da pandemia e anuncia novo álbum para novembro, pela Kuarup

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O cantor, compositor e violeiro de São João Del Rei, um dos artistas que mais se valem do novo recurso das transmissões virtuais durante a quarentena imposta pela Covid-19, já enviou para a gravadora as faixas de Alma e Coração, que terá a participação especial de Roberta Campos

A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) obrigou muitos artistas a repensarem a condução de suas carreiras, a forma de divulgar suas obras e manter o contato com o seu público. Vários passaram a fazer apresentações ao vivo de dentro de casa ou de ambientes seguros (a moda por aí é falar e escrever “live”, mas vamos combinar? Acho que nós, caipiras,  não devíamos nos render a estes estrangeirismos, uai, principalmente porque o tal do “mundo globalizado” pulveriza ainda mais as tradições populares, impondo-nos uma cultura exótica, ainda que sob o argumento de “facilitar a comunicação”, caindo bem aos gostos do mercado) e um dos que mais aproveitam este novo formato é o cantor, compositor, produtor cultural e violeiro das Minas Gerais Chico Lobo. Além de ser um pioneiro dos concertos virtuais, Lobo foi mais além e como convém ao seu espírito irrequieto, criativo e empreendedor juntou muita gente boa e está anunciando o lançamento, para novembro, de seu mais novo álbum.

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1320 – Negro, destemido e forte, Nelson Sargento, autor de sambas clássicos e até conto erótico, chega aos 96 anos

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A vida do músico carioca, ex-operário de uma fábrica de vidros, confunde-se com a própria história da Estação Primeira da Mangueira

Do original publicado no portal Brasil de Fato, em 2 de agosto, por Luiz Ricardo Leitão

Ilustração: MAM

Quando o menino Nelson Mattos nasceu, na Santa Casa do Rio de Janeiro, em 25 de julho de 1924, os negros já estavam “livres do açoite da senzala”, mas viviam presos “na miséria da favela”, como advertiram os versos [para o samba-enredo da Mangueira] de Hélio Turco, Jurandir e Alvinho no desfile carioca de 1988 (Cem Anos de Liberdade, Realidade ou Ilusão?). Àquela época, lutando contra o preconceito das elites e a repressão do regime oligárquico da Primeira República, o samba, sem renegar seu passado rural, buscava se afirmar como expressão musical dos negros humildes que habitavam os morros e cortiços da cidade.

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