1525 – Gian Correa lança Abismo da Prata, com Os Chorões Alterados, e painéis de Apolo Torres

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O músico Gian Correa e Os Chorões Alterados estão lançando Abismo da Prata, álbum que casa às suas canções inéditas imagens pintadas em murais por Apolo Torres em vários ruas paulistanas consideradas endereços de redutos do choro. Exímio violonista de sete cordas, compositor e arranjador, Correa tem olhar particular sobre o histórico gênero do choro e costuma receber enfáticos elogios de expoentes tarimbados por sua abordagem em que utiliza novos elementos musicais sem ferir o verdadeiro fundamento da música brasileira. Para atingir a perfeição sonora e o requinte pretendidos, Correa sempre está cercado de parceiros de destaque e com os quais desenvolveu afinidades musical, como Cainã Cavalcante (violão), Enrique Menezes (flautas), Henrique Araújo (cavaquinho, bandolim e violão tenor) e Rafael Toledo (percussão), participantes do novo projeto.

Abismo da Prata, do selo nova-iorquino Anzic Records, tem produção executiva de Giovani Correa e ganhou concerto gratuito de lançamento na terça-feira, dia 19, na Sala Jardel Filho do Centro Cultural São Paulo, na cidade de São Paulo. O disco conta ainda com Juliana Amaral e Renato Braz (vozes) e Shai Maestro, ao piano Rhodes. Ao compor as músicas, Correa buscou a expressão sonora da indignação a uma lógica sistêmica de opressão e abuso, com foco em denúncias das injustiças sociais. Para cada faixa, propôs a Torres assinar um painel para revelar, em imagem, do mesmo conceito das músicas. Desta forma, o resultado, além de embelezar a paisagem urbana da cidade de São Paulo, consagra a parceria entre os dois artistas que se uniram neste projeto pensado para abordar temas sociais pela fusão do choro e do grafite.

Torres acrescentou junto às suas oito telas urbanas códigos QR que permitem apreciar o mural e a respectiva música, simultaneamente. O artista plástico é autor, também, de ilustrações do álbum em cujo encarte há poemas de Renato Frei. Os murais foram pintados entre março de 2020 e fevereiro de 2021, e, em ordem crescente pela disposição das faixas, eles são e se localizam nos endereços a seguir:

1. Nua e Crua – Avenida Paes de Barros, 955, Mooca, faz homenagem ao Clube do Choro de São Paulo;

2.Não Se Entrega – Rua General Osório 46, Santa Efigênia, homenageia a tradicional roda de choro da loja Contemporânea;

3.O Diplomado da Corte – Rua Belmiro Braga, 16, na Vila Madalena, em homenagem ao Bar do Cidão;

Na Rua Belmiro Braga, Vila Madalena, fica O Diplomado Da Corte (Foto: Luís Pires Varinha)

4. Suor Por Matéria – Rua 13 de Maio, 749, Bixiga, em homenagem ao bar Villagio Café;

5. Notas Amargas – Rua Capital Federal, 30, Sumaré, em homenagem à Roda de Choro do Silvinho, Bar do Bacalhau, Escola de Choro de São Paulo e à Rádio Tupi;

6. Lampejo de Consciência – Rua Simpatia, 159, Vila Madalena, homenagem ao Bar Ó Do Borogodó;

Painel dedicado ao Bar Ó Do Borogodó, pintado na Vila Madalena (Foto: Luís Pires Varinha)

7. Vida Que Segue – Rua Jequirituba, 566, Grajaú, homenagem ao luthier de instrumentos de choro Agnaldo Luz

8. Esperançar – Avenida Baruel, 259, Casa Verde, com poema e letra de Renato Frei, homenagem à roda de choro do luthier Manoel Andrade.

Para acompanhar Gian Correa nas redes há os seguintes endereços:

https://www.youtube.com/channel/UCaKHKUhrqrs-vAlcAgATUZA

https://www.facebook.com/7giancorrea

https://www.instagram.com/gian_correa/

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