1529- Selo Belic Music chega ao mercado com foco na música instrumental e na canção brasileira*

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* Com Verbena Assessoria: Eliane Verbena / João Pedro

Após mais de 10 anos de atuação no mercado artístico e cultural, a Belic Arte.Cultura está lançando o selo Belic Music que, em um primeiro momento, enfocará a música instrumental brasileira e na canção brasileira de artistas e grupos atendidos pela agência. O novo braço comercial entra no mercado musical com títulos dos seguintes artistas nos próximos meses – Beba Trio, Choro Pro Santo, Fábio Bergamini, Filó Machado e Quarteto de Cordas Vocais, cujos lançamentos serão divulgados oportunamente, além de outros programados ainda para este ano.

Afinado com o momento atual do mercado fonográfico do Brasil, o selo Belic Music traz ampla proposta de serviços, além dos lançamentos musicais, ao oferecer trabalho estruturado com suporte em várias áreas e melhor proteção para os direitos autorais. A atuação vai desde o lançamento de singles e álbuns, passando pela divulgação e busca de novos mercados para música, como licenciamento de obras para videogames e audiovisuais, até outros posicionamentos como a organização de obras e catálogos.

Segundo Adriana Belic, produtora e empresária há mais de 30 anos, que criou e dirige a Belic, “um atendimento atento às demandas do mercado possibilita que os músicos se dediquem integralmente à sua arte”. Ela ainda comentou que sua agência possui uma carteira significativa de artistas da música, sendo que alguns possuem apenas lançamentos independentes. “Com o respaldo do selo, pretendemos ampliar o acesso do público ao artista por meio de um trabalho de marketing focado e assessoria de imprensa robusta para cuidar da imagem e da divulgação da obra de cada artista que lançarmos.”

Os lançamentos do selo serão distribuídos pela Believe Music, detentora de tecnologia inovadora de distribuição e promoção digital integrada, parceria que demonstra a atenção da empresária ao posicionamento dos artistas no mercado global.

Tadeu Romano (acordeon), Fábio Bergamini (bateria) e Adriano Dias (violão 7 cordas) formam o Trio Choro Pro Santo

 

A Belic Arte.Cultura vem atuando assiduamente no agenciamento de artistas nacionais e internacionais e na produção cultural de vários segmentos (música, teatro, audiovisual e artes visuais). É responsável pela realização do Festival SP Choro in Jazz, Festival SP Roots Music e pelo Festival das Marias – Festival Internacional de Artes no Feminino, entre vários outros projetos. Além dos expoentes da música instrumental que ela agencia, há em seu catálogo cantores nacionais já consagrados como a mineira de Pratápolis radicada em São Paulo, Consuelo de Paula; o trio Choro pro Santo reúne Fábio Bergamini (bateria), Adriano Dias (violão 7 cordas) e o conhecido acordeonista Thadeu Romano, que também toca bandoneon, é arranjador e compositor de trilhas para o cinema. Entre os cantores internacionais a página eletrônica da Belic divulga Billy Cox (Estados Unidos da América), Maria Mendes (Portugal), Nación Ekeko (Argentina) e Strange Orange que se apresenta com músicos da Holanda e do Brasil e criaram a “Strange Orange”, em alusão ao reino dos Países Baixos (Bélgica, Holanda e Luxemburgo). O grupo possui raízes nas bandas Kaoll e Patrulha do Espaço e está baseado em Eindhoven (Holanda), de onde dispara sua poderosa música inspirada pelo Rock e Blues dos anos 1970 e 1980, com músicas escolhidas a dedo em dos melhores períodos da história do gênero.

DEPOIS DO BRASIL, A LUA É O LIMITE

Sobre os artistas do catálogo da Belic Arte e Cultura, o Barulho d’água Música destacará para apresentação mais detalhada aos amigos e seguidores o trabalho do quarteto que forma a banda Yangos, de Caxias do Sul (RS), que desde 2005, quando foi formado, mantém-se ativa com César Casara (pianista), Cristiano Klein (percussão), Rafael Scopel (acordeon) e Tomás Savaris (violão) e já lançou cinco discos. O legal da proposta dos Yangos é combater o estranhamento que ainda provoca incluir os ritmos sulistas no que se entende por música popular brasileira, conforme declarou Cesara em maio de 2018 ao jornalista Andrei Andrade, do portal GZH: “À medida que tivemos uma entrada maior nos mercados do Sudeste, Centro-Oeste e Norte, percebemos que o público não conseguia associar a música da Yangos com a da região Sul do Brasil, que ainda está um tanto quanto isolada”. Ainda conforme o pianista, esta inquietação os instigou a cumprir um papel social de mostrar o quanto o som que fazem também é brasileiro. “O Rio Grande do Sul também pode ter essa imagem de uma música descontraída, feliz e muito bem situada no centro desta América do Sul em que a gente vive”, disse o tecladista.

Para dar força a esta toada, o mais recente álbum dos Yangos, Brasil Sim Senhor!, saiu em 2018, embalado pelo anúncio da apresentação que os quatro fariam dias depois em Moscou, durante a Copa do Mundo de futebol da Rússia, e às vésperas do embarque para representar o Brasil na Feria Internacional de la Música, em Guadalajara, no México. Antes, os caxienses haviam sido indicados ao Latin Grammy de Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras pelo álbum Chamamé (2017), que trouxera a forte influência de excursões para o Nordeste argentino, a convite do violonista e produtor Dom Lucio Yanel.

Brasil Sim Senhor! recolocou o grupo na trilha pretendida de acabar com os rótulos que fustigam a música gaúcha e do Sul, e, segundo mais uma vez o dito por Cesara, pretende levá-la a lugares nos quais segue desconhecida pelo público para, assim “desfazer o estereótipo que ainda persiste em torno do que é a música brasileira, que só considera aquilo que é tropical e acha que no Sul só temos o homem de bota e bombacha e a mulher vestida de prenda. Como gaúchos, é uma irresponsabilidade deixarmos que isso aconteça”. Para tanto, os quatro integrantes recorreram a um banco de composições de onde partiu a pesquisa para encontrar similaridades entre os ritmos mais tradicionais que o grupo trabalha como a milonga, o vanerão e a chacarera com vertentes do resto do país, como o choro, o baião e o forró.

Como os quatro integrantes compõem, a Yangos conta com um banco de composições de onde partiu a pesquisa para encontrar similaridades entre os ritmos mais tradicionais que o grupo trabalha como a milonga, o vanerão e a chacarera com vertentes do resto do país, como o choro, o baião e o forró. Neste período, ressoaram pelo estúdio AltaVoz, no bairro Cruzeiro, vozes e batidas de artistas como Mart’nália, Maria Rita e Zeca Baleiro, que serviram como forte inspiração. O resultado são 11 faixas que transparecem a energia característica da banda, desta vez aliada a batuques, melodias e timbres que fazem viajar por um Brasil que ainda desconhece muito do que se produz em seu próprio território, mas cujas novas gerações demonstram uma revigorada intenção de trazer à tona. 

A gente percebe um interesse muito grande pelos ritmos regionais no Brasil, principalmente no público jovem, essa galera que vai aos festivais, que é muito do que a gente quer atingir”, observou. E esse interesse abraça também a música instrumental. Se for ver, não é algo novo. Há mais de 30 anos, o Renato Borghetti abriu esse caminho sendo o primeiro brasileiro a ganhar um disco de ouro com um disco instrumental (Gaita Ponto, 1984) destacou Cristiano Klein, percussionista.

Depois do lançamento em Caxias do Sul, os Yangos excursionaram por estados como Pará, Minas Gerais e Paraná, expandindo seus horizontes e colocando a música que os caracteriza no mapa nacional, depois de se tornarem populares na América Latina, onde algumas de suas apresentações já reuniram mais de 10 mil pessoas. Neste esforço para ajudar a construir a nova imagem do que se produz no Sul, mais universal e menos bairrista, um pouco antes de entrarem em estúdio para gravar Brasil Sim Senhor!, Cesara declarara em tom de brincadeira durante entrevista a Fábio Prikladnicki, também da GZH, em novembro de 2017, que a meta do grupo ainda inclui voos bem mais altos: “Queremos ser a primeira banda instrumental a tocar na Lua. Não precisa ser a primeira banda do mundo, mas gostaríamos que fosse a primeira instrumental.

A discografia anterior a Chamamé e Brasil Sim Senhor! inclui Tangos y Milongas (2009), Às Pampas (2013), o DVD Pampa: Pátria de Todos, com Dante Ramon Ledesma (2016).Brasil, Sim Senhor! foi um dos vencedores do disputado edital Natura Musical, que viabilizou o lançamento e os shows de divulgação em parceria com a Lei de Incentivo à Cultura estadual (LIC-RS). 

Contatos Belic Music:

Instgram: @belic_arte | Facebook: @ artebelic | https://www.belic.com.br| WhatsApp: (11) 9997-28151.

Informações à imprensa | Verbena Assessoria |Eliane Verbena / João Pedro

Tel.: (11) 2548-8409 / 99373-0181- verbena@verbena.com.br

Para saber mais sobre os Yangos

https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/musica/noticia/2017/12/yangos-projeta-novo-disco-pelo-natura-musical-depois-de-indicacao-ao-grammy-latino-cjb2g7wxw0agz01mkfmnxam77.html

https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/musica/noticia/2017/09/grupo-instrumental-de-caxias-yangos-e-indicado-para-o-grammy-latino-2017-cj82hrwxl00ea01rl0b3kxcfg.html

https://www.facebook.com/yangosoficial

https://www.youtube.com/watch?v=NuA1L9YuWCI&t=1981s

Leia também no Barulho d’água Música:

https://barulhodeagua.com/tag/rio-grande-do-sul/

1213 – Dante Ramon Ledesma, argentino naturalizado brasileiro, canta a liberdade, o amor e a igualdade em 19 poéticos álbuns ignorados no Sudeste

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