1073 – Hércules Gomes (ES) presta homenagem no MCB aos 170 anos de Chiquinha Gonzaga

O pianista e compositor lançará “No tempo da Chiquinha”, com entrada gratuita

Marcelino Lima, com assessoria de imprensa do Museu da Casa Brasileira

O compositor e pianista capixaba Hércules Gomes estará no Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria de Estado da Cultura, neste domingo, 17 de junho, para a partir das 11 horas lançar o álbum No tempo da Chiquinha segundo da carreira e com o qual presta homenagem aos 170 anos da maestrina Chiquinha Gonzaga (1847-1935). A apresentação, com entrada gratuita, seguirá repertório de composições da carioca de batismo Francisca Edwiges Neves Gonzaga, com arranjos modernos que conservam a real essência do choro e terá as participações do flautista Rodrigo Y Castro, da cantora Vanessa Moreno e do pianista convidado Daniel Grajew.

Nascido em Vitória, Hércules Gomes, considerado um dos melhores pianistas brasileiros pela técnica e pela trajetória, iniciou os estudos como autodidata aos 13 anos, aprimorou-se na Escola de Música do Espírito Santo (antiga EMES) e se formou bacharel em Música Popular por uma das turmas da Universidade de Campinas (Unicamp). Em 2013, ano de lançamento do seu primeiro trabalho solo, Pianismo, viajou para protagonizar festivais tanto no Brasil, como no Exterior.

Sobre a homenagem que dedica a Chiquinha Gonzaga, Hércules Gomes relembra que ela se tornou símbolo de engajamento e coragem, abraçando e lutando por várias causas sociais em um  período no qual a voz e a atuação feminina eram sufocadas. Este protagonismo a levou a ser a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil e há seis anos, como reconhecimento de suas ações, 17 de outubro, dia em que ela nasceu, passou a ser o Dia da Música Popular Brasileira.

“Vou apresentar músicas famosas e algumas composições pouco conhecidas dela, como a polca Cintilante e a valsa Walkyria – inédita em gravação –, além de outros choros relacionados com o gênero que ela tocava e com a época em que ela compunha, caso da faixa-título, No Tempo da Chiquinha, de Laércio de Freitas”, comentou Hércules Gomes.

Ainda segundo Hércules Gomes, Chiquinha Gonzaga integra uma linhagem de pianistas que tem expoentes tais quais Ernesto Nazareth, Aurélio Cavalcanti, Oswaldo Cardoso de Menezes, Tia Amélia, Carolina Cardoso de Menezes, Radamés Gnattali e Chirol. Chamados carinhosamente de “pianeiros brasileiros”, os integrantes desta plêiade tocavam com maestria o choro ao piano, vertente pouco seguida nos dias de hoje, mas que Hércules Gomes pretende resgatar com o álbum No Tempo da Chiquinhaentre outros trabalhos que estão por vir.

“Esses pianistas, que representam uma das vertentes mais valiosas do piano brasileiro, compunham polcas, valsas, choros e trabalhavam, principalmente, animando bailes, já que o piano tinha um papel quase sociológico à época”, observou a atração do MCB. Como não existiam rádio ou toca-discos, para ouvir música era preciso frequentar bailes, concertos, e teatros. Hércules Gomes tem especial carinho, também, pela obra do contemporâneo Laércio de Freitas e explica o motivo da admiração. “Laércio de Freitas faz parte de uma das extremidades dessa espinha dorsal do piano brasileiro, desse piano que começa à época da Chiquinha e chega aos dias de hoje. O Laércio é um dos maiores expoentes dessa forma de tocar, desse ‘pianeirismo brasileiro’”. Antes de encerrar, Hércules revelou que acalanta um projeto:  “Meu sonho é gravar um disco em homenagem a cada um desses ‘pianeiros’. No total, são mais de 20, mas eu chego lá.”

Casa do design, ponto de encontro familiar

A apresentação de Hércules Gomes dá sequência ao projeto Música no MCB, que já está em sua 19ª temporada ininterrupta desde 1999. Os espetáculos gratuitos promovidos no terraço do prédio, ao lado do bosque do Museu, já atraíram mais de 240 mil pessoas que curtiram shows de cantores e grupos de diversos gêneros e estilos musicais como Pau Brasil, Zimbo Trio, Projeto Coisa Fina, Orquestra Bachiana Jovem, Grupo Aum, Mawaca, Traditional Jazz Band, Neymar Dias e Igor Pimenta, Wilson Teixeira, Pé no Blues, Céu de Lamparina e Orquestra Mundana Refugi, entre outros. A cada nova atração, entre março e dezembro, pelo menos 400 espectadores por domingo lotam as cadeiras disponibilizadas para a plateia — sem contar o público que se concentra ao redor e nos jardins, pessoas de todas as idades, incluindo famílias inteiras que comparecem levando suas crianças.

É importante frisar que o MCB mantém esta rica e diversificada atividade de lazer e de entretenimento sem patrocínio algum, arcando com todos os custos de manutenção e eventuais pagamentos de cachês. Tanto é assim que no começo de maio, quando por lá esteve a Orquestra Mundana Refugi, o compositor e líder do grupo, Carlinhos Antunes, sugeriu aos presentes a instituição de uma “contribuição solidária” para remunerar os artistas — refugiados e imigrantes de vários países – e permitir ao Museu amenizar parte dos custos para colocar em cena mais de vinte músicos e seus instrumentos.

O Museu da Casa Brasileira oferece, ainda, outras atrações à medida em que se dedica à preservação e à difusão da cultura material da casa brasileira: é o único do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda que possui também atividades do serviço educativo, debates, palestras e publicações contextualizando a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas, destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país, realizado desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

O MCB fica na avenida Faria Lima, 2.705, jardim Paulistano, e para mais informações disponibiliza o telefone (11) 3032.3727. A visitação vai de terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas. O ingresso para as atrações ao longo da semana custa R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada); crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos, pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada e o acesso é livre aos domingos e feriados. O MCB possui equipamentos de acessibilidade e estimula o uso de meios alternativos de transporte e de locomoção oferecendo gratuitamente bicicletário com 40 vagas. O estacionamento para automóveis é pago. Para as visitas orientadas, recomenda-se telefonar para (11) 3026-3913 ou enviar mensagem para agendamento@mcb.org.br. O portal eletrônico está em www.mcb.org.br

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24/7, 11 horas,  Xaxado Novo

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1055 – 4º. Prêmio Profissionais da Música: E o vencedor é…

Os organizadores do 4º Prêmio Profissionais da Música (PPM) divulgaram na noite de sábado, 21, os vencedores das 53 categorias das três modalidades que concorreram ao troféu Parada da Música em cerimônia promovida no Cota Mil Iate Clube, situado em Brasília (DF). A Capital Federal, que naquela data completava 58 anos de fundação, recebeu diversos representantes da cadeia produtiva e de divulgação da música — artistas, produtores culturais, jornalistas, blogueiros e outros agentes — para celebrar o encerramento do evento que após três etapas de votação, incluindo uma popular, com voto aberto ao público pela internet, consagrou seus novos campeões. Idealizado pelo empresário Gustavo Ribeiro de Vasconcellos nesta edição o PPM teve por tema E ai: Qual é sua Bossa? e homenageou o compositor Humberto Menescal. O capixaba fundador da Bossa Nova esteve presente em Brasília e na manhã anterior ao dia da premiação recebeu homenagem por sua contribuição à música brasileira e à cultura popular na Assembleia Legislativa do Distrito Federal.

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1050 – Nova temporada de “Concertos para Pixinguinha” volta ao Sesc Bom Retiro (SP), ponto de partida do sucesso que já dura cinco anos

O espetáculo, que uniu no palco pela primeira vez a cantora Vânia Bastos e o baixista Marcos Paiva, ajudou a atualizar a obra do carioca Alfredo da Rocha Vianna Filho

Marcelino Lima, com Petterson Mello

O espetáculo que há cinco anos lota espaços, teatros e casas por onde passa abrirá sua sexta temporada na sexta-feira, 20 de abril, retornando ao local onde estreou e começou a fazer sucesso, em 2013. Concerto para Pixinguinha, aclamado por público e crítica e premiado em 2017, será novamente atração da unidade paulistana Bom Retiro, do Sesc, a partir das 21 horas — apenas três dias antes dos 121 anos de nascimento de Pixinguinha na cidade do Rio de Janeiro (RJ), data na qual também se comemora o Dia Nacional do Choro, conforme consta no calendário oficial do país. No palco, Vânia Bastos, a dona da impecável voz que tem emocionado a plateia com interpretações marcantes de sucessos do maestro, compositor e arranjador carioca, desta vez, excepcionalmente, estará acompanhada pelo baixista Gustavo Sato — que substituirá o  maestro, arranjador e diretor artístico Marcos Paiva que está em viagem fora do país  Jônatas Sansão (bateria), César Roversi (sopros) e Nelton Essi (vibrafone).

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1039 – Dama Negra do Samba Rock, Geovana canta sucessos da carreira na Ema Klabin (SP). De graça!

Carioca da Tijuca que conviveu com Pixinguinha, a cantora despertou no cenário musical em 1971, tem dois álbuns gravados e músicas em parcerias com compositores como Beto Sem Braço

Marcelino Lima, com Cristina Aguilera, da Mídia Brasil Comunicação Integrada

A Casa-Museu Ema Klabin convidou para ser a atração do programa Tardes Musicais que promoverá  sem cobrança de entradas no sábado, 7 de abril, a cantora e compositora Geovana, que subirá ao palco a partir das 16h30, no espaço de eventos. Filha de senegaleses e batizada Maria Tereza Gomes, Geovana  despontou no cenário artístico  em 1971, quando apresentou Pisa Nesse Chão com Força, samba de sua autoria, na Bienal do Samba de São Paulo. De lá para cá gravou Quem tem Carinho me Leva (1975) e Canto pra Qualquer Cantar (1991), trabalhos que contribuíram para criar o título atribuído a ela: “A Deusa Negra do Samba Rock”.

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1025 – Centenário de Jacob do Bandolim reúne ases do instrumento no Teatro Paulo Autran*

*Com o Portal Vermelho, por Julinho Bittencourt (Revista Fórum)

Plêiade de bandolinistas formada por Hamilton de Holanda, Danilo Brito, Fábio Peron, Milton Mori e Izaías Almeida vai se encontrar ao lado de Gian Correa (violão de 7 cordas), Roberta Valente (pandeiro), Rafael Toledo (percussão) e Carmen Queiroz (voz) no palco do Teatro Paulo Autran da unidade Pinheiros do Sesc de São Paulo neste sábado, 17, e no domingo, 18 (leia Serviço). Reunidos pela produtora cultural Lu Lopes (Rubra Rosa), os músicos tocarão juntos pela primeira vez em homenagem ao carioca Jacob do Bandolim, até hoje um dos maiores nomes do Choro do país, que na quarta-feira, 14, completaria 100 anos.

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1016 – Ajude com o seu voto o Barulho d’água a avançar à segunda etapa de votação do Prêmio Profissionais da Música, em Brasília (DF)

A organização do  Prêmio Profissionais da Música (PPM) abriu no sábado, 20 de janeiro, o processo de votação para indicar quem avançará às etapas seguintes entre os 921 inscritos aptos a concorrer na primeira fase de votação da quarta edição em 54 categorias das modalidades Criação, Produção e Convergência. Pela primeira vez, em quase quatro anos de atividades, o Barulho d’água Música está no páreo como candidato em Convergência/Canais de Divulgação. Caso chegue à final, visitará Brasília (DF) em abril de 2018, cidade na qual os vencedores deste ano serão anunciados. De formato inédito e concebido pelo músico e produtor brasiliense Gustavo Ribeiro de Vasconcellos, o PPM foi idealizado para expor e reconhecer a contribuição de diversos profissionais envolvidos em criação, produção e circulação de obras e produções musicais e audiovisuais. A proposta é colaborar para o desenvolvimento de oportunidades e novos negócios do setor da música, a partir da convergência com outros segmentos. “Assim podemos expandir fronteiras ao promover intercâmbios e disseminar legados ao compartilhar experiências e emoções”, observou Gustavo.

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1008 – Grupo de São Roque (SP) grava álbum de serestas e serenatas para comemorar cinco anos de atividades

O Barulho d’água Música acompanhou na noite de sexta-feira, 8 de dezembro, o lançamento do registro livre musical do Grupo de Choro, Seresta e Serenata de São Roque, cidade do Interior de São Paulo. O evento transcorreu no Restaurante Kim onde os onze músicos tocaram e cantaram sob a coordenação da maestrina Mari Dineri [Moraes de Camargo] canções consagradas de autores como Lupícinio Rodrigues; Paulo VanzoliniLuiz Ayrão; Noel Rosa; Cartola; Vinícius de Moraes, Garoto e Chico Buarque; Dominguinhos e Nando Cordel,e Waldir Azevedo, entre outros. A maioria parte das músicas consta entre as 15 faixas do álbum que destaca ainda três composições de Pixinguinha — entre as quais Carinhoso, que, neste ano, completa um século; Jacob do Bandolim (Doce de Coco); Pedro de Sá Pereira e Ary Pavão (Chuá Chuá); Lúcio Cardim (Matriz ou Filial); Canção de Amor (Elizete Cardoso). O Grupo deu início à apresentação com Seresta (Newton Teixeira, Alvarenga e Ranchinho) e, em seguida, Edson D’aisa interpretou, dele, São Roque em Noite de Seresta. O público também foi brindado com Nervos de Aço, de Lupicínio, e Eu Sonhei que Estavas tão Linda, de Lamartine Babo e Francisco Matoso, interpretada por Zé do Nino. Jorge Maciel, convidado que veio de São Vicente (SP), relembrou entre outros, Sentimental Demais (Altemar Dutra). 

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998 – Roberto Seresteiro é a próxima atração do Projeto Retratos do Brasil-Prosa e Música, na BMA (SP)

Serestas e Serenatas Brasileiras será o tema da edição de setembro do Projeto Retratos do Brasil – Prosa e Música, marcada para a quinta-feira, 21, quando o curador Jair Marcatti receberá o músico e pesquisador Roberto Seresteiro para um bate-papo com entrada franca, à partir das 19 horas, no palco da Biblioteca Mário de Andrade (BMA). Roberto Saglietti Mahn, nome de batismo do convidado de Marcatti, é jornalista, cantor, professor e ministra palestras sobre a História da Música Popular Brasileira, trabalhando desde 2010 em cursos da Pontifícia Universidade Católica (PUC), Unisant’anna, Anhembi Morumbi e em algumas unidades do Sesc. Seresteiro estará acompanhado do violonista Júnior Pitta.

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982 – Tunai e Wagner Tiso apresentam “Saudades da Elis” na estação ferroviária de Poços de Caldas (MG)

Em mais uma rodada do projeto Composição Ferroviária, moradores de Poços de Caldas e região e turistas que estiverem aproveitando o inverno passeando pelo município sul mineiro poderão curtir, gratuitamente, na manhã de domingo, 30 de julho, apresentação dos músicos Tunai e Wagner Tiso, protagonistas do show Saudades da Elis. Antes de eles subirem ao palco do pátio da estação ferroviária, o público terá a oportunidade de matar saudades de músicas que embalam a memória afetiva de várias gerações, recordadas a partir das 10 horas pelo Choro a Dois. O duo é formado por Gabriel Carbonari (violão) e Jéssica Rosado (bandolim), novos talentos que têm encantado a cidade.

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967 – Conheça o Ali na Esquina Sautner Rock, quinteto paulista com repertório próprio que mescla raízes brasileiras com rock sul norte-americano

O Ali Na Esquina Sautner Rock, grupo musical que mistura elementos, ritmos brasileiros e regionais ao rock tocado no Sul dos Estados Unidos, será atração da quarta-feira, 5 de julho, da Folk Rock Night que a casa paulistana Jazz nos Fundos  promoverá. A partir das 22h30, o público que frequenta o local poderá curtir criações autorais baseadas nesta inventiva interação que une a organicidade do rock de raiz caipira aos seus congêneres mais influentes como country, blues e jazz ao pagode de viola, cururu, vanerão, guarânia e até mesmo frevo e choro. André Batiston (viola e violão), Eduardo Moura (bateria), Gabriel Adorno (guitarra), Guadalupe Ayslan (teclado, sanfona e composição) e Léo Malagrino (baixo e composição), formados por Universidades e Conservatórios do Estado de São Paulo, fundaram o Ali na Esquina Sautner Rock em 2009 e desde que caíram na estrada  já circularam por cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Campinas, Limeira, Sorocaba, Poços de Caldas, Bauru, Botucatu, entre outras. O primeiro disco, de 2014, saiu com apoio da Secretaria de Cultura de Campinas reunindo composições em que dialogam viola caipira com guitarras, sanfona com órgão Hammond, baixo e bateria, entre outros com os quais buscam afirmar uma nova estética instrumental. 

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