1578 – Carlos Cardozo (PE) lança Meu Mundo, primeiro álbum solo, disponível nas plataformas digitais*

#MPB #Baião #Ciranda #Xote #Samba #Choro #Ijexá #Bossa Nova #Maracatu #Forró #Coco #Jazz #Recife #Pernambuco #Toronto #QuebecCity #Canadian #Violão #Cavaquinho #Pandeiro #CulturaPopular #CulturaNordestina

*Com Dulce Reis

O multi-instrumentista, cantor e compositor pernambucano Carlos Cardozo disponibilizou em 16 de setembro nas plataformas digitais as 10 faixas do seu primeiro álbum, Meu Mundo, lançado dois dias depois em Toronto, no Canadá, país no qual reside. O disco, independente, retrata por meio de baião, ciranda, xote, samba, choro, ijexá, bossa nova, maracatu e coco experiências musicais que Cardozo acumulou em mais de 20 anos de carreira. O disco saiu acompanhado pelos videoclipes Amor ao meu Sertão e Uma volta na Veneza Brasileira, que podem ser curtidos em youtube.com/CarlosCardozoMusic.

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1456 – Música nordestina contemporânea: resistência e identidade cultural

#MPB #MúsicaNordestina #BrasildeFato #Paraíba #JoãoPessoa #ForróPédeSerra #Sambadas #Maracatu #Coco #Emboladas #Repente #Aboio #PoesiaPopular #Benditos #Incelências, #Batuques #LiteraturadeCordel #Frevo #CavaloMarinho #Xote #Xaxado #Baião

Esta manifestação sempre foi engajada, fosse através das toadas de lamento dos escravos ou nos aboios dos vaqueiros

Amigos e seguidores, boa noite:

A presente atualização foi publicada pelo portal Brasil de Fato/Paraíba, em 2 de outubro de 2019. É de autoria de Cristiane Nepomuceno, antropóloga, pesquisadora, professora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)/NEABI, com edição de Heloisa de Sousa, conforme linque ao final do texto. Para complementá-lo, vamos reproduzir, também, a matéria 10 clássicos para conhecer a música nordestina, de 31 de maio de 2020, do portal potiguar Pantim, escrita por Ewerton Alípio, além de deixar como sugestão dois textos de autoria do blogue como pontos de partidas para aqueles que quiserem conhecer o tema um pouco melhor!

A justiça com sua espada de leviatã na mão/ Pronta para ser usada/Com sua venda nos olhos/ Trazendo consigo o mito da imparcialidade.”

Magistrado ladrão. Cabruêra/Álbum: O samba da minha terra, 2004/(Composição: Zé Guilherme)

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1448 – Mestre Luiz da Paixão (PE) completa 60 anos de carreira e com Forró de Rabeca, álbum lançado pelo selo Sesc

#MPB #Manguebeat #Rabeca #CocodeRoda #Samba #Ciranda #Forró #Cavalo-Marinho #MusicaInstrumental #RevistaSesc #Pernambuco

*Com Revista E do Sesc de São Paulo, edição número 298, de 30/07/2021

Álbum com participações de Siba e Renata Rosa traz em 14 faixas sambas, forrós, cocos, cirandas e cavalos-marinhos do instrumentista virtuoso e inventivo

O Selo Sesc lançou em junho Forró de Rabeca, segundo álbum do rabequeiro pernambucano Mestre Luiz Paixão, com 14 faixas que poderão ser ouvidas na íntegra pelo linque disponível ao final desta atualização e com o qual abrimos mais uma sessão de audições matinais neste sábado, 2 de outubro, aqui na redação do Barulho d’água Música, em São Roque (SP). Aos 72 anos de idade, Paixão está completando 60 anos de carreira como habitante e símbolo da arte da rabeca do município de Condado (PE), berço de vários mestres e mestras, localizado nas belezas da Mata Norte, a 60 quilômetros da capital pernambucana, a cidade do Recife. No disco também disponível nas plataformas virtuais, o mestre brinda os ouvidos mais afeitos à música de qualidade com uma seleta de sambas, forrós, cocos, cirandas e cavalos-marinhos tradicionais, escolhidos a dedo, mesclados à composições de autoria do próprio instrumentista, além de parcerias com aprendizes que contribuíram para o reconhecimento de sua musicalidade para além dos limites de seu estado, como Renata Rosa, Siba e João Selva.

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1427 – Brasil perde Dona Lia do Coco (PE), “brincante que espalhava alegria por onde passava”

 #Luto #CulturaPopular #liadococo #pernambuco #igarassu #cmigarassu #Coco# Cantiga #Ciranda #CavaloMarinho

De causas não reveladas, morreu aos 73 anos na segunda-feira, 16, a pernambucana Maria dos Prazeres Benevidios Ramos, a Dona Lia do Coco, também conhecida por Mestre Lia. Considerada uma griô, cantora de cantigas populares, coco de roda, cirandas e cavalo marinho, entre outros ritmos, ela nasceu em Goiana (PE), vivia no Sítio Histórico de Igarassu, Região Metropolitana do Recife, onde foi velada, recebeu homenagens da Câmara Municipal e para a qual fez declaração de amor expressa na frase: “Me sinto muito feliz dentro de Igarassu, foi o lugar que eu queria morar, era aqui e aqui estou”. A Secretaria de Turismo do município lamentou a morte de sua filha ilustre observando que apenas uma mensagem “não seria o suficiente para falarmos da contribuição de Dona Lia do Coco para Cultura de Igarassu e Pernambuco. Muito obrigada Dona Lia, a brincante que espalhava alegria por onde passava.”

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