1438 – Conheça Paula de Paula, compositora, violeira e arte educadora de Goiás

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O Barulho d’água Música retoma com esta atualização dedicada a Paula de Paula a série  que busca a valorização das violeiras do Brasil e que já publicou os perfis de Cláudia Moraes e Letícia Leal, ambas mineiras, e da pernambucana Laís de Assis. Viola e sanfona são os principais instrumentos, musicais e políticos, da cantautora, multiartista e multi-instrumentista que alia sua carreira musical ao trabalho docente de arte-educadora e estabelece por meio do regionalismo da cultura sertaneja e caipira os pontos de partida para suas criações artísticas. O trabalho docente, além de ter reflexo em suas composições, colabora para a manutenção de sua vida artística.

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1437 -Wolf Borges (MG), cantor e compositor, lança oitavo álbum e comemora 40 anos de carreira

#MPB #PoçosdeCaldas #MinasGerais #MúsicaIndependente #CulturaPopular

Wolf Borges, por Simone Guimarães

­O cantor e compositor Wolf Borges (MG) reuniu um time de respeitados músicos para gravar o oitavo álbum de sua carreira, em comemoração aos 40 anos de estrada: Canto Para Manter Viva a Nossa Arte. O título não poderia ser mais sugestivo diante não apenas da pandemia de Covid-19,  flagelo que tomou conta do mundo e vem causando dor, desespero, empobrecimento crônico, o aumento de mazelas sociais e mortes mundo afora, mas também face à destruição gradativa da cultura e da arte que vem sendo posta em prática como política pelo governo de Jair Bolsonaro. O disco de Borges, com 12 faixas, enviado de Poços de Caldas (MG) pelo autor ao Barulho d’água Música, abriu as audições matinais deste sábado, 11/9, aqui no Solar do Barulho, onde está a redação do blogue, em São Roque, interior de São Paulo.

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1435 – Só o antidepressivo não está ajudando, mano(a)? Aí: ouça Kleber Albuquerque. E sem moderações: não há contraindicações!

#MPB #MúsicaPsicoativaBrasileira #WesternSpaghetti #BangBangÀItaliana #CulturaPopular

O Barulho d’água Música recebeu da Sete Sóis Produções Artísticas, estabelecida em Atibaia (SP), os álbuns Os Antidepressivos Vão Parar De Funcionar e CONTRAVENENO, os dois mais recentes do cantor, compositor, e artista gráfico Kleber Albuquerque, o segundo gravado em parceria com Rubi. Kleber Albuquerque, que também escreve composições para o teatro, é paulista de Santo André indicado, em 2018, para o 29º. Prêmio da Música Brasileira e vencedor dos prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) e Coca-Cola Femsa, Suas canções já foram gravadas por artistas como Fábio Jr., Zeca BaleiroCeumarVanuza, Eliana Printes e Márcia Castro, entre muitos outros.

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1426 -Música brasileira, tradição irlandesa e rock progressivo se mesclam em novo álbum da banda mineira Braia

#MúsicaBrasileira #MúsicaCelta #MúsicaIrlandesa #Irlanda #HeavyMetal #Rock #Folk #Samba #Ijexá #Baião #ViolaCaipira #CulturaPopular #CulturaCelta #GuimarãesRosa #Varginha #BeloHorizonte #ClubedaEsquina

Segundo disco do grupo liderado pelo compositor e multi-instrumentista de Beagá Bruno Maia interconecta nossas raízes e antenas ao passar por Guimarães Rosa e Clube da Esquina, temperado por gaitas de fole, rabecas e fraseados jigs e reels da terra de James Joyce e William Butler Yeats

Em sonoridades que interconectam nossas raízes e antenas, o espírito mineiro surge com personalidade em Braia…e o mundo de cá, segundo álbum da banda Braia, liderada pelo compositor e multi-instrumentista mineiro Bruno Maia. Nascido em Belo Horizonte, mas com família e forte tradição musical vinda do interior do Estado, o trabalho de Bruno Maia e amigos é um prazeroso jorro de música regional fresca com origens ancestrais e muita história. Em uma frase: este trem é um baita disco!

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1425 -Tavinho Limma (PE/SP) celebra ritmos brasileiros em segundo álbum pela Kuarup

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O Canto dos Arrecifes traz canções autorais, parcerias e as participações especiais de Zé Alexanddre, Eudes Fraga e Veridiana Nascimento

O cantor e compositor pernambucano Tavinho Limma lançou em todas as plataformas digitais pela produtora e gravadora Kuarup no começo de agosto O Canto dos Arrecifes, seu segundo projeto lançado pela gravadora, que em 2020 disponibilizou O Mundo de Raimundo Homenagem a Fagner. O Canto dos Arrecifes é uma obra autoral composta por 11 faixas e traz em sua essência ritmos brasileiros como frevo, maracatu, baião e ciranda. O álbum tem direção musical de Elton Ribeiro e arranjos de Omar Campos, Oswaldinho do Acordeon e Walmir Gil, da Banda Mantiqueira.

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1424 – Zé Paulo Medeiros (MG/SP) prepara LARAS, álbum com faixas já disponíveis nas plataformas digitais

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*Com dados informados pelo artista, por Denil Nogueira, extraídos do blogue Em Canto Sagrado da Terra e do Dicionário Cravo Albin da Música Brasileira

As tradicionais audições aos sábados pela manhã aqui no Solar do Barulho, redação do Barulho d’água Música em São Roque (SP), começaram neste dia 14 de agosto com LARAS, título do álbum que está sendo preparado pelo cantor e compositor mineiro Zé Paulo Medeiros. O disco, em cujo título o autor presta homenagem às netas Clara e Lara, terá ao todo 10 faixas, 6 das quais já estão disponíveis em seu canal do Youtube, plataformas digitais e também podem ser ouvidas durante a programação da Rádio Sudeste FM, pilotada por Denil Nogueira, emissora que fica 24 horas no ar via satélite com acessos pelo site e aplicativos gratuitos. Em LARAS, Zé Paulo Medeiros celebra novas parcerias que incluem o produtor e maestro goiano Eliel Carvalho e o radialista Nogueira, ambos respectivamente compositores de Esqueci de te esquecer e Terapia Rural. Carvalho ainda responde pelos arranjos, violões e ukulelê. Outra parceria terá Sergio Turcão, da dupla Jica y Turcão, e uma das faixas na voz de Zé Paulo será Estradeiro, por enquanto gravada apenas por Cláudio Lacerda em seu álbum Cantador

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1410 – Violeira Fabiola Beni (SP) abre 4º Festival Som na Faixa de Música Instrumental

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https://violeirasdobrasil.wordpress.com/

Evento com apresentação de Adriana Farias traz oficinas gratuitas e atrações como Ricardo Vignini, Arnaldo Freitas, Marina Ebbecke, Duo Osni Ribeiro, Neymar Dias e Toninho Ferragutti 

Entre 9 e 18 de julho, a Muda Cultural promoverá o 4º Som na Faixa de Música Instrumental, festival que em edições anteriores impactou mais de 2 milhões de pessoas, segundo os organizadores. As apresentações, com a violeira Adriana Farias, começarão sempre a partir das 19 horas e serão transmitidas pelos canais da realizadora do evento com o propósito de levar entretenimento, arte e cultura ao público em quarentena e incentivar e apoiar talentos da música brasileira, uma das categorias artísticas mais atingidas por conta da pandemia da Covid-19. O Som Na Faixa também contará com oficinas nos dias 10 e 18 de julho.

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1408 –  Em oito apresentações virtuais, Festival Malungo homenageia cultura negra*

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*Com Eliane Verbena

Entre 5 e 12 de julho será transmitido pelo canal da Pôr do Som/pordosomcultural o inédito Festival Malungo, sempre a partir das 21 horas, com acesso gratuito. O festival oferecerá uma mostra com oito apresentações de até 60 minutos de artistas com força e representatividade para reverenciarem a diversidade da música popular brasileira, todos autores de trabalhos que ressaltam nossa matriz africana em estilos como samba, jongo, capoeira, samba de roda, samba-rock, choro, afro, batuque de umbigada, samba de bumbo e partido-alto. As atrações porão em cena espetáculos gravados em vídeo no Estúdio 185 Apodi, situado na cidade de São Paulo.

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1405 – Dupla com 74 anos de histórias de sucessos e mais de 30 prêmios, As Galvão (SP) anunciam final da carreira

#MúsicaCaipira #CulturaPopular #Palmital #Ourinhos #ParaguaçuPaulista

Marilene, a mais nova das irmãs que são joias do universo caipira, tem Alzheimer e devido à doença não consegue mais se lembrar das letras de quase trezentas músicas 

Após 74 anos de carreira e uma trajetória que as consagrou como um dos tesouros da vertente caipira da música brasileira, As Galvão estão deixando o palco e, para tristeza do seu numeroso séquito, vão parar de cantar e de se apresentarem em público. Se já não bastassem a pandemia de coronavírus (Covid-19) e suas múltiplas variantes que vinham impedindo as cantorias das admiradas irmãs, juntas na estrada desde 1947, Marilene (a mais nova, que toca viola) está acometida por mal de Alzheimer, conforme anunciou Mary (Meire, sanfoneira) ao blogue do jornalista André Piunti.

Marilene, aos 79 anos, já não consegue se lembrar das letras das canções do repertório da dupla que soma cerca de 300 letras –muitas das quais ambas ajudaram a imortalizar, como Beijinho Doce, de Nhô Pai, e que encheram mais de 30 álbuns, entre os quais Canta Inezita, que o selo da produtora e gravadora paulistana Kuarup lançou em 2019, com produção e direção de Thiago Marques Luiz em homenagem a Inezita Barroso, com as participações de Maria Alcina, Consuelo de Paula e Cláudio Lacerda. Antes de o disco sair, foi promovida uma concorrida turnê de shows que percorreu várias cidades paulistas.

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1400 – Tavinho Limma (PE/SP) mergulha na obra de Fagner e lança homenagem em treze faixas ao cearense

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Com participação de Paulinho Pedra Azul, treze perolas do repertório do controvertido músico nordestino fazem parte do nono álbum do ex-integrante da Banda Pau e Corda

As audições matinais aos sábados aqui no Solar do Barulho, onde fica a redação do Barulho d’água Música, na Estância Turística de São Roque (SP), começaram neste dia 5 de junho com O Mundo de Raimundo, disco lançado em 2020 por Tavinho Limma e disponibilizado em plataformas digitais pela produtora e gravadora Kuarup. O álbum em homenagem ao cantor e compositor cearense que com voz rascante e timbre árabe tanto embalou este jornalista na juventude (e até hoje o admira) traz 13 canções do eclético repertório de Raimundo Fagner. Se hoje muitos na crítica torcem o nariz para Fagner e o riscaram do caderninho por conta de posições artísticas e políticas mais recentes, outros tantos zeram tais observações e, deixando de lado a patrulha ideológica, reconhecem com justiça — como este blogueiro — a inegável qualidade da sua contribuição à música e à cultura populares brasileiras, fazendo dele um dos mais luminosos astros entre os quais podem se citar, ainda, Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e, para ficarmos apenas nas vozes masculinas, já fora deste plano Gonzaguinha, Dominguinhos e Belchior.

Desde 1971 até 2020, Fagner já brindou os inúmeros fãs de ao menos três gerações com cerca de 40 álbuns solo — sem contar aqueles nos quais participa, por exemplo, ao lado de outras referências luminares como Ney Matogrosso, Zé Ramalho, Luiz Gonzaga, Zeca Baleiro e até o craque Zico, entre outros trabalhos que mesclam em uma primeira e inventiva fase desde a poesia e composições de Ferreira Gullar, Garcia Lorca, Pablo Milañes, Antonio Machado, Fernando Pessoa, Patativa do Assaré e Florbela Espanca ao rock rural e ritmos latinos e mouros às raízes nordestinas; duetos icônicos com Mercedes Sosa, Joan Manoel Serrat e Rafael Alberti, por exemplo, antes da bem sucedida guinada na década dos anos 1980, quando, para agradar um público menos intelectual e exigente, plateia pouco afeita a estéticas e linguagens inovadoras, assumiu perfil romântico, até explodir em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo.  Muito mais do que uma borbulha de sabão que o vento dissolve como espuma, continua firme e dentro do seu atual estilo, formando o time daqueles que já emplacaram a casa dos 70 anos de vida nesta estrada que, atualmente, ninguém sabe onde nos levará, seja pela perseguição e pelo esvaziamento da cultura, seja pelo negacionismo da pandemia da Covid-19 em meio a retrocessos  de todas as ordens que, como cebola cortada, tanto nos fazem chorar.   

Nesta esteira que já chega aos 50 anos de história, Fagner perdeu a unanimidade entre quem lá atrás foi bicho-grilo, mas os “bregaldos” os amam e consagrou compositores como Abel Silva, Petrúcio Maia, Manassés, Sueli Costa, Clodo, Climério & Clésio e Fausto Nilo, mostrando que somos um celeiro inesgotável quando o assunto é música. E parte de seus álbuns arrebataram sucessivamente discos de ouro (vendas acima de 100 mil cópias) e platina (acima de 500 mil), superando em 1987, com Romance no Deserto (“eu tenho a boca que arde como sol, o rosto e a cabeça quente”…) mais de 1 milhão!. Joia rara, seu primeiro filho solo, Manera Fru Fru Manera (1973), incluiu em sua primeira versão Canteiros, sucesso baseado no poema A Marcha, de Cecilia Meireles, com música de Fagner, até hoje cantado em rodas de violões depois de ecoar por todo o Brasil — um verdadeiro “balaço” que vem riscando o tempo saído do disco produzido por Roberto Menescal e pelo próprio cantor, com arranjos de Ivan Lins e participações especiais de Nara Leão, Naná Vasconcelos e Bruce Henry. Dois anos depois, Fagner foi eleito por jornalistas paulistas o Cantor do Ano. Em 1990, o Prêmio Sharp de Música Popular o reconheceu como Melhor Cantor, autor do Melhor álbum (O Quinze), da Melhor canção (Amor Escondido, parceria com Abel Silva) e, de quebra, o quarto troféu: Melhor disco regional (Gonzagão e Fagner Vol. 2.)

Tavinho Limma pinçou cuidadosamente deste baú as pedras que resolveu polir e, apesar de um disco sintético/enxuto diante de tão copioso tesouro, conseguiu alinhavar as duas facetas do polêmico Fagner, deixando na boca de quem ouve um gosto de quero mais. Zeca Baleiro, junto com o mineiro Chico Lobo, tornou-se um dos padrinhos de O Mundo de Raimundo: ambos demonstraram que ao mirar, sabiam no que apostavam, que não errariam, que seria mesmo um tiro bem dado. O projeto que Tavinho Limma primeiro concretizou por meio de uma concorrida vaquinha virtual para produção dos discos físicos não deu nem para o cheiro: virou ouro em pó! Por sorte, a Kuarup topou disponibilizá-lo em versão eletrônica, já que as tiragens do cedê se esgotaram rapidamente e acessando ao linque logo abaixo desta linha será possível ouvir o disco na íntegra.

As 13 faixas começam com A canção brasileira, com participação do mineiro Paulinho Pedra Azul, depois rememoram clássicos como Mucuripe, parceria entre Fagner e o conterrâneo Belchior, que Roberto Carlos, Elis Regina e Amelinha também interpretam; Noturno e Pedras que Cantam, temas das novelas Coração Alado (1980) e Pedra Sobre Pedra (1992); Guerreiro Menino, de Gonzaguinha, também tocada em Voltei Pra Você (1983), todas da Rede Globo; mais perolas tais como Espumas ao Vento, Astro Vagabundo, Cebola Cortada, Ave Coração e Revelação.

Natural de Recife (PE), radicado em Ilha Solteira (SP), Tavinho Limma é cantor, compositor e produtor de eventos. Ex-integrante da Banda de Pau e Corda, apresentou-se em vários eventos tradicionais pernambucanos como carnavais (em O Galo da Madrugada) e Festas Juninas de Caruaru e Recife. Sua discografia possui nove discos solos, lançados desde o primeiro elepê em 1989 — Intenções, da Gravadora Continental/Colibri, em cujas faixas Tavinho Limma interpreta canções de Oswaldo Montenegro, Fátima Guedes e Beto Mi. Entre os parceiros musicais e artísticos ao longo da carreira, destacam-se nomes como Jane Duboc, Tetê Espíndola, Antonio Calonni, Martha Medeiros, Paulinho Pedra Azul, Chico Lobo, Oswaldinho do Acordeon e Ivan Vilela. Como produtor de shows, esteve também com Tetê Espíndola, além de Dani Black e Grupo Voz.

Por diversas vezes, Tavinho Limma se apresentou na Capital bandeirante, cidades da Grande São Paulo e do Interior paulista, seja como atração de edições da Virada Cultural, festivais, projetos culturais ou em concertos solo, passando por Osasco, Cunha (Festa do Pinhão), Concurso de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga, Festival de Música de Avaré (Fampop), Festival de Música de Tatuí, Festival de MPB de Ilha Solteira, entre outros eventos. Em 2012, participou da trilha sonora da novela Carrossel, do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), com a canção Malfeito, dele e de Rita Altério, tema do personagem Firmino. Também esteve no palco do Bar Brahma para o Projeto Talento MPB, dirigido por Lenir Boldrin.