1065 – Conhecido por apresentações na avenida Paulista, The Leprechaun atinge marca de 15 mil discos vendidos

Letras criativas sobre temas de cunho social e arranjos que passeiam pela música celta, forró, country e punk rock distribuídos em três álbuns já renderam ao sexteto o título de uma das três maiores bandas de Folk do país

Marcelino Lima, com Bruno Souza (Assessoria de Imprensa Tudo em Pauta)

A banda paulistana The Leprechaun, que elegeu a pulsante avenida Paulista, em São Paulo, como palco para apresentações cada vez mais concorridas – geralmente iniciadas às 14 horas e sempre aos domingos –, está comemorando a marca de 15 mil unidades vendidas dos álbuns que formam a trilogia composta por The Years are Just Packed (2012), Long Road (2014) e o mais recente, Isósceles, lançado em 2017. Os três discos do sexteto agradaram como sopa na qual caiu mel pela ousada alquimia das faixas, que levam ao mesmo caldeirão pitadas de músicas celta, da Europa oriental e de folk, misturadas a temperos invocados que dão sabor à cultura brazuca — entre os quais ritmos nordestinos que incluem o forró –, e raízes fortes como punk rock, bluegrass e country.

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1056- Banda O Bardo e o Banjo lança O Tempo e a Memória em três cidades de São Paulo

Conhecido por iniciar sua trajetória tocando em ruas de São Paulo, a banda de São Paulo O Bardo e O Banjo está atraindo cada vez mais amigos e novos seguidores aos shows de lançamento do álbum recém-lançado O Tempo da Memória. Nesta sexta-feira, 27, quem quiser conferir porque o grupo vem conquistando cada vez mais admiradores terá a oportunidade de ver os quatro integrantes no palco da Casa Amarela, pub rock situado em Osasco, cidade da Região Metropolitana Oeste da Grande São Paulo, a partir das 22h30. Para o dia seguinte, sábado, 28, a dica que daremos a quem mora em Sorocaba (distante cerca de 90 km da Capital) e região é colar no Eclétik Bar e Restaurante, que promoverá um festival entre 11 e 20 horas, o Texas Music, no qual estarão em cena Maré Urbana, Texas Flood e O Bardo e o Banjo.

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1013 – Composições instrumentais de Mark Knopfler embalam Altamira, longa do autor de Chariots of Fire*

O Barulho d’água Música abre os trabalhos de 2018 dedicando a primeira atualização do ano (e abrindo uma rara exceção) ao mais recente álbum da discografia de um ícone da guitarra internacional, autor de belas trilhas sonoras para cinema, cantor e compositor líder de uma das bandas mais cultuadas do rock entre 1977 e 1994. O escocês de Glasgow Mark Freuder Knopfler se destacou à frente do grupo ao longo dos 17 anos nos quais o Dire Straits pegou estradas, e, em 1996, inaugurando sua história solo, lançou Golden Heart. Mas ainda no auge do Dire Straits, em 1983, já estreara como compositor de trilhas assinando as canções instrumentais de Local Hero, 35 mm do britânico Bill Forsyth, produzido por David Puttnam. De lá para cá, alternando concertos e turnês mundo afora (que invariavelmente lotam salas de espetáculos, incluindo a majestosa Royal Albert Hall, de Londres) com a gravação de novos discos autorais ou em duplas (com Chat Atkins, por exemplo, Neck and Neck, ou com Emylou Harris, All the Roadrunning, ambos indicados e premiados pelo Grammy) sir Mark Knopfler também não deixou de atender às convocações de diretores dedicados à sétima arte.

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993 – Pela primeira vez em São Paulo, João Triska (PR) apresenta Passo Folk no palco do Teatro Itália

O cantor e compositor João Triska (PR) estará em São Paulo na terça-feira, 15, e em apresentação única a partir das 21 horas trará de Curitiba para o público que frequenta o cinquentenário Teatro Itália um show mesclado por sucessos do cancioneiro popular e de músicas autorais que transitam entre Milonga, Folk, e ritmos regionais. Finalista por duas vezes consecutivas do Prêmio Profissionais da Música (2016 e 2017), em sua primeira visita à Sampa, Triska ocupará o palco do tradicional espaço cultural situado na rua Ipiranga como convidado do projeto Terças Musicadas, coordenado pelos produtores culturais Fran Carlo e Petterson Mello, os mesmos do consagrado Concerto para Pixinguinha, protagonizado por Vânia Bastos e pelo Marcos Paiva Quarteto, vencedor do PPM deste ano na categoria melhor disco de Choro.

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990 – Casa Natura Rock adia para setembro show com Tuia, Tavito, Guarabyra e Ricardo Vignini

A Casa Natura Musical (SP) adiou para 8 de setembro o Encontro das gerações do folk rock rural, show inédito que seria promovido amanhã, 12, e durante o qual o músico paulista Tuia receberia os companheiros de estrada Guarabyra, Tavito e Ricardo Vignini. Anfitrião e convidados, portanto, dividirão somente no próximo mês o mesmo palco a partir das 22 horas (horário da primeira data) se não hpuver também mudanças no roteiro para rememorarem clássicos que embalam gerações sucessivas — com destaque para Casa no Campo (Tavito e Zé Rodrix), Rua Ramalhete (Tavito), Sobradinho e Espanhola (Sá e Guarabyra) entremeados a composições autorais — como O Céu e Pote azul (Tuia) e também duetos que incluem Flor (Tuia e Guarabyra) e Vermelho coração (Tuia e Tavito). O violeiro Vignini, por sua vez, deverá tocará músicas do repertório próprio — uma das quais, Topada, na véspera do Dia dos Pais, contaria com a participação especial do coautor, o ex Os Mulheres Negras André Abujamra.

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981 – Clareza, despretensão e singularidade são marcas de Bernardo do Espinhaço (MG), compositor das montanhas e dos sertões

O Barulho d’água Música volta os holofotes novamente para Minas Gerais e apresenta aos amigos e seguidores Bernardo Puhler, cantor e compositor atualmente morador de Belo Horizonte, oriundo de Santana do Riacho, cidade situada entre as serras do Cipó e do Espinhaço. Esta segunda cadeia montanhosa, localizada no Planalto Atlântico, estende-se por Minas Gerais e Bahia, é  formada por terrenos proterozóicos ricos em jazidas de ferro, manganês, bauxita e ouro e passou a compor não apenas o nome de cair na estrada, mas a identidade artística e a alma do trabalho do músico que assina como Bernardo do Espinhaço. Ainda menino, entre os oito e os nove anos, conforme puxa pela memória, Puhler já compunha e cantava, ensaindo, assim, os primeiros passos para a trajetória que já conta com seis álbuns inspirados nas montanhas e nos sertões — dos quais três autorais e os demais gravados com o grupo Músicas do Espinhaço. Pela ordem, os títulos são Um Disco pra Serra do Espinhaço (2003); O Encontro das Cordilheiras (2010); Jardim do Mundo (2011); Janelas (2013), O Alumbramento de um Guará negro numa noite escura (2014); e Manhã Sã (2015).

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971 – Gaita, violão de nylon e viola: confira em Sampa como Betto Ponciano (RJ) explora nuances entre rock rural e folk

O cantor, compositor e instrumentista Betto Ponciano (RJ) será atração na quinta-feira, 13, da casa situada na rua Rua Clélia 285, localizada na Lapa, bairro da zona Oeste paulistana.  A partir das 21 horas, Ponciano protagonizará Do Folk ao Caipira, acompanhado pelo percursionista Valmir Quinto, apresentação no qual mescla música caipira de raiz com textos autorais cujos temas versam sobre ecologia, relação do ser humano com a Natureza e as consequências desta interação, repercutindo sonoridades marcantes que ocorrem no Vale do Paraíba (SP), canções de trabalho da Zona da Mata (MG), nuances de folk music e de rock rural, estilo regional consagrado por expoentes como o trio que reunia Sá, Rodrix e Guarabyra, e Zé Geraldo.

Músico independente e autodidata em viola, violão de naylon e gaita com mais de 25 anos de estrada, Betto Ponciano é carioca criado no Morro do Pé Sujo, comunidade situada na cidade serrana fluminense de Petrópolis, caminho para as Minas Gerais cujas características e belezas muito o influenciaram. Manifestações populares como romarias e costumes observados durante o vaivém de viajantes por estas trilhas, por exemplo, também moldaram o repertório que já faz parte de um álbum e traz um convite para embarcar em agradável passeio pelo interior da nossa terra, abraçando valores e gente que se harmonizam com um entorno de matas e de cachoeiras.

967 – Conheça o Ali na Esquina Sautner Rock, quinteto paulista com repertório próprio que mescla raízes brasileiras com rock sul norte-americano

O Ali Na Esquina Sautner Rock, grupo musical que mistura elementos, ritmos brasileiros e regionais ao rock tocado no Sul dos Estados Unidos, será atração da quarta-feira, 5 de julho, da Folk Rock Night que a casa paulistana Jazz nos Fundos  promoverá. A partir das 22h30, o público que frequenta o local poderá curtir criações autorais baseadas nesta inventiva interação que une a organicidade do rock de raiz caipira aos seus congêneres mais influentes como country, blues e jazz ao pagode de viola, cururu, vanerão, guarânia e até mesmo frevo e choro. André Batiston (viola e violão), Eduardo Moura (bateria), Gabriel Adorno (guitarra), Guadalupe Ayslan (teclado, sanfona e composição) e Léo Malagrino (baixo e composição), formados por Universidades e Conservatórios do Estado de São Paulo, fundaram o Ali na Esquina Sautner Rock em 2009 e desde que caíram na estrada  já circularam por cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Campinas, Limeira, Sorocaba, Poços de Caldas, Bauru, Botucatu, entre outras. O primeiro disco, de 2014, saiu com apoio da Secretaria de Cultura de Campinas reunindo composições em que dialogam viola caipira com guitarras, sanfona com órgão Hammond, baixo e bateria, entre outros com os quais buscam afirmar uma nova estética instrumental. 

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931 – Após “uma surra boa”, Vento Viola (MG) encerra dezesseis anos de silêncio e lança “Em Nome do Vento”

O acervo fonográfico do Barulho d’água Música recebeu, recentemente, mais um considerável reforço: o álbum Em Nome do Vento, do grupo sul-mineiro de Itajubá Vento Viola, entregue por um dos seus integrantes, o jornalista do Correio Popular (Campinas/SP) Clayton Roma. O disco é o segundo do quarteto que além de Roma é formado por César Dameire, Lúcio Lorena e Aidê Fernandes, e foi lançado em dezembro de 2016, sucedendo Viola de Todos os Cantos (2000), que conta com a participação do violeiro Levi Ramiro e é considerado entre os amantes da música regional e caipira uma verdadeira relíquia por não dispor mais de cópias. Em Nome do Vento reúne 13 faixas e conta com as participações em três delas de Ronaldo Chaplin (Cheiro de Minas), João Lúcio (Amo Minas) e Adriano Rosa (Pinho e Violeiro). Abaixo, em entrevista ao portal Música à Vista, concedida a Ronaldo Faria, Clayton Roma fala, entre outros assuntos correlatos, sobre a produção do novo álbum destacando que “no primeiro disco a gravadora não interferiu no trabalho, mas corrigiram arranjos e fizeram a direção que acharam do jeito que tinha de fazer. Mas, neste segundo, foi o jeito do Vento Viola. Nós concluímos esse e já estamos com a cabeça no próximo. Afinal, música é o que não falta!”

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921 – Saturno, novo álbum de Chico Teixeira, chega às plataformas digitais com homenagens a João Lavraz e Geraldo Roca*

Saturno, nome do terceiro álbum de Chico Teixeira, já pode ser ouvido e pré-comprado na íntegra em várias das mais acessadas plataformas digitais. A novidade que antecede o lançamento do disco físico estreou em 17 de março com dez músicas para fãs e amigos do cantor e compositor paulistano, entre as quais a faixa-título — singela e poética homenagem ao irmão, João Lavraz, que morreu em 1 de novembro de 2014. Song Swan, outro tributo póstumo, é dedicado a Geraldo Roca (parceiro de Paulo Simões em Trem do Pantanal), encontrado morto, em casa, no Natal de 2015. A audição prossegue com A cara da gente, na qual Chico Teixeira e o coautor, Rodrigo Hid, buscaram imprimir características que assinalam como referências o lugar, a identidade e a noção de pertencimento. Continue Lendo “921 – Saturno, novo álbum de Chico Teixeira, chega às plataformas digitais com homenagens a João Lavraz e Geraldo Roca*”