1496 – Walter Pinheiro e sua Gafieira do Pinheiro lançam álbum novo no JazzB, em São Paulo

#MPB #Samba #Gafieira #Choro #Baião #Jazz #MúsicaInstrumental #JazzB

*Com Tambores Comunicações

Flautista, saxofonista, arranjador e compositor paulistano, Walter Pinheiro está lançando a versão física de 2 por 3, seu terceiro álbum solo (a versão digiltal está nas plataformas desde agosto de 2020), premiado pelo ProAc e cujas dez faixas estarão no repertório de sua apresentação programada para começar às 21 horas deste sábado, 8 de janeiro, no tradicional JazzB, onde ocupará o palco acompanhado da Gafieira do Pinheiro. Walter e os amigos Zé Barbeiro (violão de 7 cordas), Robertinho Carvalho (baixo) e Vitor Cabral e Giba Favery (bateria) abrirão os trabalhos na casa situada na região central da cidade de São Paulo a partir das 21 horas, mesclando ao programa, também, músicas dos dois discos anteriores, Som Na Brasa e Regional Brasileiro, ambos de 2010. A intenção é resgatar e fazer pulsar no ambiente a alegria dos bailes de gafieira que agitavam as décadas dos anos de 1940 e 1950, com linguagem sonora bem brasileira marcada por choro, samba, baião, gafieira, samba-jazz e outros ritmos que não deixa sentado nem quem estiver fazendo chá de pêra.

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1475- Humberto Zigler (RS) celebra 30 anos de carreira com The Fisherman, primeiro álbum solo

#MPB #MúsicaInstrumental #ClubedaEsquina #Jazz #Maxixe #Maculelê #Samba #SecondLine #Ijexá #MardGras #ViolaCaipira #África #New Orleans #CulturaPopular

Disco lançado pela Kuarup é inspirado em pesquisas sobre canções da África e ramificações pelo mundo que se identificam com a música brasileira e New Orleans

O álbum The Fisherman, primeiro trabalho solo do baterista e percussionista gaúcho Humberto Zigler, chegou às plataformas digitais e também em formato físico como mais um lançamento da gravadora e produtora Kuarup; um exemplar foi enviado ao Solar do Barulho pelo querido amigo Rodolfo Zanke, ao qual agradecemos mais uma vez pelo apoio, estendendo a gratidão a toda sua equipe.

Leia mais sobre álbuns da Kuarup ou conteúdos relacionados à produtora e gravadora ao visitar os linques abaixo:

https://barulhodeagua.com/tag/rodolfo-zanke/

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1457 – Antonio Adolfo(RJ) lança “Jobim Forever”, uma reverência à obra do nosso “maestro soberano”

#MPB #CulturaPopular #Piano

Álbum ocupa há quatro semanas o topo na parada da revista Jazz Week e traz no repertório The Girl From Ipanema, A Felicidade e Wave

Um exemplar do novo álbum de Antonio Adolfo foi enviado à redação do Barulho d’água Música pela Tambores Comunicações, dos amigos Beto Previero e Moisés Santana, aos quais agradecemos. O pianista, compositor e arranjador carioca Antonio Adolfo, com mais de cinco décadas de carreira, reconhecido internacionalmente como uma personalidade do jazz latino americano, lançou Jobim Forever (do selo AAM Music), no qual apresenta sua versão da obra de Tom Jobim (1927-1994) e privilegia composições da década dos anos 1960, um importante momento da música no Brasil, quando as inovações de Jobim ajudaram a tornar o Rio de Janeiro e todo o país o centro de uma cultura musical mundial impulsionada pelo surgimento da Bossa Nova. O álbum, que abriu mais uma audição matinal aqui no Solar do Barulho, em São Roque (SP), está disponível nas plataformas digitais e em https://antonioadolfomusic.com/, 

Leia mais sobre a Tambores Comunicações ou conteúdos a ela relacionados ao visitar os linques abaixo: 

Moisés Santana  Beto Priviero

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1417 – Nego Nelson (PA) completa 50 anos de carreira com Tiquinho de Céu, álbum instrumental lançado nas plataformas digitais

#ViolãoInstrumental #ViolãoBrasileiro #ViolãoClássico #ViolãoPopular #MPB #MúsicaDoPará #Pará #Belém #MúsicosDoAmazonas #CulturaPopular #Jazz #Choro #Valsa #Samba #Bolero #Funk, #Carimbó #Guarânia 

Tiquinho de Céu, novo álbum do paraense Nego Nelson, foi o escolhido para abrir neste dia 24 as edições matinais que promovemos aos sábados aqui no Solar do Barulho, redação do Barulho d’água Música na Estância Turística de São Roque, Interior de São Paulo. Nego Nelson é o nome artístico de Nelson Batista Ferreira, violonista e compositor residente em Belém que em 2021 completa 50 anos de carreira com o lançamento do disco de nove faixas, instrumentais e todas de sua autoria, disponível em todas as plataformas digitais desde março. A faixa título homenageia o carioca do cavaquinho Waldir Azevedo e faz alusão à música Pedacinho de Céu, um dos sucessos do mestre do cavaquinho ao lado dos choros Brasileirinho e Delicado. Outro destaque, Quarto n°5, segunda da lista, composta em 1975 nunca antes fora gravada.

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1386 – Livro de partituras Filó Machado 60/70 Songbook ganha lançamento grátis nas plataformas digitais*

#Chorinho #Choro #MPB #Jazz #CulturaPopular

Integrando o Festival SP Choro in Jazz, a obra tem evento de lançamento no Instagram com Filó Machado e participação de Carlos Badia e Léa Freire. 

*Com Verbena Assessoria

Como parte do projeto do Festival SP Choro in Jazz, que foi promovido entre 15 e 18 de abril, reunindo 22 instrumentistas de destaque na cena paulista, a Belic Arte.Cultura lança Filó Machado 60/70 Songbook nas plataformas digitais, integrando ainda as comemorações dos 60 anos de carreira e 70 de vida do compositor. O evento será hoje, 30 de abril, às 19 horas, em apresentação transmitida pelo Instagram – @festivalspchoroinjazz, com participação de Filó Machado e dos músicos Carlos Badia e Léa Freire. Filó Machado 60/70 Songbook é formado por quinze composições selecionadas pelo próprio compositor, entre sua extensa obra musical jazzística.

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1373- Conheça Gileno Foinquinos, guitarrista de jazz do Pará, e seu novo álbum, Voo do Carapanã

Dedicado à música desde os 6 anos, o autor do álbum, já tocou com nomes da cena belenense como Sebastião Tapajós e Nego Nelson, além de integrar várias bandas e dividir palcos no Brasil e no mundo com Proveta, Bocato, Filó Machado, Elza Soares e Maria Rita, entre outros

jornaslistas antifascistasAs tradicionais audições dos sábados pela manhã aqui no Solar do Barulho, sede do Barulho d’água Música em São Roque (SP), começaram neste dia 10 de abril com Voo do Carapanã, oitavo álbum do paraense de Cametá Gileno Foinquinos, músico, compositor e arranjador considerado referência da guitarra jazzística para além da região Norte do país. Voo do Carapanã, cujo nome alude a um inseto semelhante a um pernilongo, mas “do bem”, contém oito faixas instrumentais e pode ser ouvido na íntegra visitando o linque que estará ao final desta atualização, com participações de César Augusto “Gugu” (bateria); Wesley Jardim (baixo); Willian Jardim (guitarra), além de Márcio Jardim, Wendel Brandão e Joelson Lopes. Foinquinos toca guitarra acústica.

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1357 – Filpo Ribeiro e A Feira do Rolo (SP) destacam em apresentações online “Contos de beira d’água”*

#Rabeca #MúsicaNordestina #MúsicaBrasileira #CulturaPopular

*Com Tambores Comunicações

As tradicionais audições matinais aos sábados, aqui no cafofo do Barulho d’água Música, em São Roque (SP), começaram no dia 20 de janeiro com Contos de beira d’água, álbum gravado em 2017 e que tem distribuição pela Tratore, de Filpo Ribeiro e A Feira do Rolo. O grupo paulista, na estrada desde 2014, vai protagonizar várias apresentações virtuais ao vivo (as chamadas “lives”) dentro do projeto Rabecada a partir de hoje e até 20 de março, sempre aos sábados e aos domingos, conforme agenda publicada ao final desta atualização, com apoio e divulgação da Tambores Comunicações. Para assisti-los, basta entrar no canal do grupo cujo endereço é https://www.youtube.com/c/FilpoRibeiroeaFeiradoRolo.

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1354 – Novo disco de Arismar do Espírito Santo (SP) já pode ser ouvido nas plataformas digitais

#MúsicaInstrumental #Jazz #Piano #CachaçaNacional #ValeDoRibeira

As plataformas digitais já oferecem a quem gosta de boa música a versão completa do álbum Cataia, da Folha ao Chá, lançado no final do ano passado por Arismar do Espírito Santo. O multi-instrumentista e compositor paulista de Santos, litoral Sul do Estado, inspirou-se em uma planta nativa cujo nome cientifico é Drimys brasiliensis e que ocorre mais comumente na Mata Atlântica, em especial no Vale do Ribeira, onde também é conhecida por casca d’anta. Além do uso medicinal, das folhas da cataia provem a cachaça conhecida por “uísque caiçara”.

O álbum tem 14 faixas, todas de Arismar, executadas por ele ao piano e ao violão, ao lado de Glauco Solter (baixo) e Mauro Martins (bateria). De acordo com o autor, o álbum pode ser considerado “uma infusão sonora que homenageia o ideário rico em sotaques melódicos e humores do vivencial caiçara de São Paulo e do Paraná, em composições marcadas pelo sotaque musical dos boas praças”.

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1348 – Burro Morto, Zabé da Loca, Jackson Envenenado, Flávio José: conheça, ouça e curta conterrâneos de Genival Lacerda no blogue Música da Paraíba

Álbuns de ritmos e gêneros tradicionalmente nordestinos ou resultantes de fusões aparentemente incongruentes  compõem o  eclético cardápio de músicos e  de grupos conterrâneos de Zé Ramalho, Chico César e Socorro Lira disponíveis para serem baixados na faixa

“Nós somos irmãos por afinidade/já que a humanidade ergueu-se do pó/a mãe Natureza não tem preconceito/nem separa o peito para um filho só…” Otacílio Batista

A Covid-19 levou, recentemente, Genival Lacerda, um dos ícones da nossa cultura popular, que deixou como legado uma copiosa obra de valorização de ritmos nordestinos como o forró, o xote e o coco.

O Rei da Munganga conquistou várias gerações e sua majestade de quase sete décadas se espraiou para além do Nordeste a partir de sua cidade natal, Campina Grande (PB), contagiando o Brasil inteiro. Seu legado, certamente, ainda terá força e representatividade por muitos mais anos; o mercado comercial da música pode, logo menos, até começar a interferir e se mexer para que seja imposto ao gosto popular um novo ídolo, à feição do mainstream, contudo, assim como as contribuições de Luiz Gonzaga e outros nordestinos, será muito difícil, mesmo que a indústria do entretenimento force a barra, desidratar a marca do criador de Severina Xique Xique e todo o conteúdo cultural que seu nome carrega!

Mas, por outro lado, a internet tem amantes e críticos e tanto pode entrar na roda para promover, quanto para denegrir e esvaziar talentos, ajustando seus holofotes para incensar A ou B segundo conveniências de emissoras, mídias e empresas do mercado fonográfico. Vendo pelo lado bom, trata-se uma ferramenta capaz de integrar e ampliar boas ofertas de entretenimento e trabalhos culturais dos mais interessantes, reduzindo por meio do compartilhamento as distâncias e tornando mais democrático o contato entre o artista e os fãs, ajudando a formar novos públicos; fazendo aquilo que o Sr.Brasil, Rolando Brasil, chama de “tirar o Brasil da gaveta”. E os blogues cumprem bem este papel à medida a qual seus idealizadores e mantenedores (geralmente idealistas e um pouco desparafusados) se esforçam para garimpar e trazer à luz obras escondidas ou esquecidas pelo Brasil profundo à dentro.

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1334- Vanderlei Pereira, radicado em Nova York, lança Vision for Rhythm, com a banda Blindfold Test*

Cego desde 1986, quando atuava na cena musical carioca, o músico explica que os nomes do  álbum e da banda têm a ver com sua condição. Por isso, o grupo “guarda” a música na memória e toca com vendas nos olhos em Visão para Ritmo

Vanderlei arrisca. Hoje ele é, talvez, o mais ‘brasileiro’ baterista da cena nova-iorquina. Chegou lá no peito e na raça. Conquistou e venceu. Salve!” Antonio Adolfo

“A música de Vanderlei tem influenciado músicos do mundo inteiro que vão para Nova York em busca daquele suporte que raramente se consegue no Brasil. O seu primeiro CD solo é uma prova de ritmo, musicalidade e bom gosto.” Flora Purim

“Vanderlei é um músico excepcional com uma ‘antena & sensibilidade’ fora do comum!” – Dom Salvador

*Com Tambores Comunicação

O baterista Vanderlei Pereira vive em Nova York há 30 anos e é um dos mais atuantes do ‘jazz brasileiro’ naquela metrópole. Em quase todos os ensaios de sua banda, Vanderlei chegava com mudanças de arranjos até que um dia os músicos reclamaram que as partituras estavam ficando impossíveis de serem lidas com os rabiscos. Vanderlei sugeriu, então, que decorassem as músicas, como ele mesmo, cego, sempre fizera, e talvez, devessem vendar os olhos ao tocarem as músicas mais difíceis. Deu certo, a banda toda topou! E assim nasceu a Blindfold Test, em português a Banda Teste de Olhos Vendados, que lança, agora, para o mundo, o primeiro álbum, Vision for Rhythm (www.jazzheads.com).  

Um exemplar do disco de Vanderlei Pereira foi gentilmente enviado à redação pelos jornalistas Beto Previero e Moisés Santana, da Tambores Comunicações Assessoria de Comunicação estabelecida na Capital de São Paulo, aos quais agradecemos! 

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