1130 – Ednardo (CE) rememora “Romance do Pavão Mysterioso” em duas rodadas, no Sesc Belenzinho (SP)*

Cantor e compositor que já conta com 45 anos de trajetória volta à São Paulo para apresentar com sua banda repertório do seu mais famoso disco, cuja faixa-título é inspirada em um clássico folhetim da literatura de cordel
* Com Eliene Verbena, Verbena Comunicações

A unidade Belenzinho do Sesc da cidade de São Paulo reservou o palco de seu teatro para as apresentações de Ednardo, um dos mais aclamados cantores e compositores do país. Natural de Fortaleza (CE), Ednardo e a banda de sete músicos que o acompanham – entre os quais o violeiro Manassés de Sousa, que participou da gravação do disco e assina trabalhos importantes da música brasileira desde a década dos anos 1970 — serão atração nos dias 1º e 2 de dezembro para relembrarem, na íntegra, as músicas do primeiro e mais famoso disco dele, Romance do Pavão Mysteriozo (veja detalhes na guia Serviços). Os shows integram o projeto Álbum da unidade, pelo qual o Sesc visa a remontar a memória da música brasileira por meio de registros fonográficos.

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1090- Disco de estreia do Quinteto Violado, de 1972, é tema do retorno da série Clássico do Mês

Extraindo das mais simples manifestações populares a sua essência rítmica e melódica, o  grupo pernambucano criou uma nova concepção musical, cujo traço fundamental é a interação entre o erudito e o popular, sem desfiguração, reafirmando a ideia de que toda arte é sempre a universalização do popular.
Marcelino Lima, com Quadrada dos Canturis, Criatura de Sebo, e Apólogo 11

O Barulho d’água Música, devido ao entrave de renovação do seu domínio junto ao provedor do canal, deixou de publicar em junho a matéria da série Clássico do Mês, que, agora, retomada, enfocará o álbum de estreia de um dos grupos mais longevos e admirados do país, o Quinteto Violado. O álbum, que originalmente tem o nome do grupo, é de 1972, lançado pouco tempo depois de o Quinteto Violado dar início à sua trajetória, ainda em 1971, em Pernambuco, propondo-se a traçar um novo caminho para a MPB. Diante da indecisão no cenário da música nacional, após a irrupção do movimento tropicalista, o Quinteto Violado apresentava uma proposta fundamentada nos elementos musicais da cultura regional, promovendo trabalhos de pesquisa e da própria vivência de cada um dos seus integrantes, originários da região Nordeste do Brasil.

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1076 – Xaxado Novo (SP) lança segundo álbum com registros de show promovido no Auditório Ibirapuera

O Xaxado Novo, formado em 2013 e, atualmente, integrado por cinco músicos paulistas, está lançando o segundo álbum, Xaxado Novo ao Vivo, registro sonoro com 13 faixas da apresentação promovida em 10 de dezembro de 2016, no Auditório Oscar Niemeyer do Ibirapuera, em São Paulo, experiência que o grupo relata como “noite mágica e encantada, que marcou nossas vidas e apresentou um espetáculo único e inédito, que sempre sonhávamos fazer”. Para ser gravado, o disco finalizado em maio de 2017 utilizou recursos dos próprios músicos somados à vaquinha virtual (crowdfunding) pela plataforma Catarse e conta com as participações de Gabriel Levy (sanfona), Ricardo Herz (violino popular) e Orkestra Bandida (coletivo dedicado à difusão de música oriental) que dividiram o palco do Ibirapuera com o Xaxado Novo.

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903 – X Sarau Cordel da Cortez, A Arte do Improviso, terá entre as atrações os emboladores Peneira & Sonhador

A Livraria Cortez, uma das mais importantes de São Paulo, promoverá no sábado, 13 de agosto, a abertura do X CORDEL DA CORTEZ, sarau lítero-musical que realiza bienalmente e que neste ano terá como tema central A arte do improviso. Entre 16 e 18 horas, estudantes, professores, pesquisadores e interessados no assunto, clientes que frequentam a loja e artistas que prestigiam o evento poderão ver gratuitamente entre as atrações os emboladores de côco Peneira & Sonhador; o poeta e pesquisador Gabriel Péricles; o cantor e compositor Aldy Carvalho; o cordelista, escritor e violonista Cacá Lopes, além de intervenções poéticas de Marco Haurélio, Moreira de Acopiara, Sebastião Marinho, Valdeck de Garanhuns, Pedro Monteiro, João Gomes de Sá, Nireuda Longobardi, Jerônimo Soares, Varneci Nascimento, Audálio Dantas, Costa Senna, Eufra Modesto, Luiz Wilson e Luiz Carlos Bahia. Visitas de escolas deverão ser previamente agendadas e ao final das atividades será fornecido certificado de participação aos interessados.

Iniciado em 2002 pelo professor, pesquisador e escritor Gilmar de Carvalho, da Universidade Federal do Ceará (UFC), o CORDEL DA CORTEZ, com direção geral de Ednilson Cortez, coloca a Livraria Cortez como uma das impulsionadoras do processo de revitalização da literatura de cordel no Brasil, oferecendo desta forma um espaço democrático e alternativo para essa manifestação popular. Durante uma semana diversos poetas e artistas populares das mais diversas regiões do Brasil se revezam na livraria, que se transforma num cenário para saraus, apresentações artísticas, contações de histórias, lançamentos de livros, vendas de folhetos de cordéis e xilogravuras, entre outras atrações correlatas.

I – OBJETIVOS

O projeto CORDEL DA CORTEZ visa levar a professores, alunos e interessados no tema a importância da literatura de cordel como ferramenta pedagógica e o valor deste gênero literário para a preservação da nossa brasilidade. Propõe também, utilizar o cordel como ferramenta auxiliar à educação de crianças, jovens e adultos e desenvolver a atenção e o gosto do público por esta genuína manifestação da cultura popular brasileira, bem como apresentar a rica variedade temática do cordel por meio de folhetos, álbuns musicais e livros escritos pelos mais diversos especialistas no tema.

 

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O cordelista Moreira de Acopiara será uma das atrações do X CORDEL DA CORTEZ (Foto: Acervo Barulho d’água Música/Marcelino Lima)

Possuidor de uma rica variedade de temas inspirados em contos populares, contos de fadas, entre outros gêneros literários, a literatura de cordel é escrita em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, com declamações empolgadas e animadas.

II – PÚBLICO ALVO

Estudantes, professores, comunidade escolar, pesquisadores e interessados no assunto. Embora o projeto seja realizado na própria livraria, pode ser estendido às escolas e universidades públicas e particulares, ONGs, entre outras instituições.

III – PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADES

Horário: 16 às 18 horas, com entrada franca

Atividade: Abertura oficial do CORDEL DA CORTEZ, com sarau lítero-musical constituído por breve apresentação dos artistas e poetas:

Peneira & SonhadorUma das melhores duplas de emboladores e repentistas do Brasil. Peneira é  Manuel Elias, natural de Timbaúba (PE), e Sonhador tem por nome de batismo Cícero Honório, filho de Cajueiro (AL). A dupla possui diversos álbuns gravados, entre os quais um especialíssimo, gravado em parceria com a Orquestra de Rua dos Músicos de São Paulo.

Os emboladores de côco  fazem parte de um segmento de arte popular que consiste em performances em duplas. Ao som enérgico e “batucante” do pandeiro, os dois declamam em forma de desafio versos sobre os mais diversos temas da vida cotidiana, bastante métricos, rápidos e improvisados. Para saber mais sobre Peneira & Sonhador visite http://www.agenciademusicos.com.br/peneira-e-sonhador.

Aldy Carvalho –  Cantador de Petrolina (PE), traz no seu bojo as imagens, sons e cores do sertão como afirmação de identidade. A obra do pernambucano mistura, de forma sutil e peculiar, o meio rural e urbano sem a vulgaridade do que se vê veiculado na mídia atual. “E um ajuntado de cantigas, xotes, baiões, emboladas,toadas, cantigas de roda, cirandas, martelos (a musica de cantoria, dos cantadores), sagas e fábulas. Aldy Carvalho é autor entre outros álbuns de Cantos d’Algibeira, selecionado na primeira etapa do 26º Prêmio da Música Brasileira, em 2015. Conheça mais em http://aldycarvalho.blogspot.com.br/2014/08/ix-cordel-da-cortez.html

Daniel Péricles
A trajetória artística e acadêmica de Vulgo Elemento vem se constituindo por meio de atividades e discussões que versam sobre infância, adolescência, juventude, violência, relações étnico-raciais, invisibilidade e a arte como mediação no trabalho socioeducativo (Foto: Divulgação)

Vulgo Elemento é o pseudônimo de Daniel Péricles Arruda, poeta, rapper, assistente social, mestre em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e formando em psicanálise pelo Instituto Langage. Possui várias publicações, entre as quais os destaques são o livro Constelação de Ideias e Poéticas de um Estudante e o álbum Fecha Comigo. A trajetória artística e acadêmica de Vulgo Elemento vem se constituindo por meio de atividades e discussões que versam sobre infância, adolescência, juventude, violência, relações étnico-raciais, invisibilidade e a arte como mediação no trabalho socioeducativo.

Cacá Lopes, cantor de Araripina (PE), traz a lume mais um álbum,  Cordel Cantado, cujo foco está voltado ao chão maravilhoso da leitura e do saber. O trabalho é o registro de várias canções do projeto Cordel nas Escolas: músicas já bastante conhecido por alunos e professores da rede pública que faz referência a personagens como João Grilo, Chicó, Raul Seixas e Gonzagão.  Além das músicas próprias, o disco reúne parceiros compositores tais quais Costa Senna, Marco Haurélio, João Gomes de Sá, Dé Pajeú, Hamilton Catette, Sylvio Passos, Almino Henrique, Vavá Dias e Zé Peixoto. O repertório oferece MPB com pitadas de xote, frevo, toada, martelo e poesia matuta. 

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Ednilson Cortez responde pela direção geral dos saraus que se repetem desde 2002, no bairro paulistano Perdizes (Foto: Acervo Barulho d’água Música/Marcelino Lima)

Além destas atrações que marcarão a abertura do X CORDEL DA CORTEZ, entre 13 e 20 de agosto a livraria permanecerá aberta com exposições e vendas de livros, folhetos (a partir de R$ 2,00), discos e DVD’s sobre o tema. Alguns estarão em promoção, entre os quais o livro Céu de Luiz. Com texto de Audálio Dantas e fotografia de Tiago Santana, a obra lançada pelas Edições SESC poderá ser adquirida com desconto de 50%, de R$ 80,00 por R$ 40,00.

 Serviço:

X CORDEL DA CORTEZ

Abertura: 13/08/2016
Horário: das 16 às 18 horas
Entrada Franca
Idealização: Gilmar de Carvalho
Direção geral: Ednilson Xavier
Realização: Equipe Livraria Corte
Apoio cultural: Barulho d’água Música
Local: Livraria Cortez
Rua Bartira, 317, Perdizes, ao lado do campus da PUC-SP

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792 – Parabéns, Paulo Matricó (PE), poeta do Pajeú que faz aniversário hoje

Paulo MatricóO cantor e compositor Paulo Matricó (PE) é o destaque de hoje da folhinha de aniversários do Barulho d’água MúsicaPaulo Matricó é um dos mais conceituados cantores  e compositores do Nordeste e relançou em maio de 2015 para comemorar 20 anos da primeira prensagem o álbum Outro Verso, esgotada completamente após a projeção do artista no cenário da música brasileira. O disco, agora remasterizado, ganhou também uma releitura visual da capa e do encarte por meio de primoroso trabalho assinado por Paulo Rocha, constituindo-se em uma autêntica joia para colecionadores. 

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662 – Paulo Matricó (PE), poeta que entoa a essência do Sertão, é atração do I Congresso Nacional de Pequenos Agricultores, em São Bernardo (SP)

“Eu viajei pra muito longe atrás do mundo novo e me realizar/quanto mais distante eu fui mais perto eu me encontrei aqui do meu lugar/ (…) Inconscientemente o povo corre atrás do novo e perde o endereço/ninguém trará de volta a feira, a roça e a cachoeira/tudo tem seu preço”

Apreço ao meu lugar, faixa 10 de Junho Também, de 1997, segundo álbum de Paulo Matricó

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O cantor e compositor Paulo Matricó (PE) estará em São Bernardo do Campo, em 15 de outubro, como atração do 1º Congresso Nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores (que começará no dia 12 e prosseguirá até o dia 16). Paulo Matricó é um dos mais conceituados cantores  e compositores do Nordeste e relançou em maio para comemorar 20 anos da primeira prensagem o álbum Outro Verso, esgotada completamente após a projeção do artista no cenário da música brasileira. O disco, agora remasterizado, ganhou também uma releitura visual da capa e do encarte por meio de primoroso trabalho assinado por Paulo Rocha, constituindo-se em uma autêntica joia para colecionadores. A versão original, de 1995, bem como vários outros títulos da carreira de Paulo Matricó, pode ser baixada do blogue Quadrada dos Canturis, em Mp3. 

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657 – Compositor Zé do Norte é homenageado por Socorro Lira (PB) com show gratuito em São Paulo

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Cantora, compositora e poetisa, Socorro Lira cantará neste domingo, 27 de setembro, a partir das 13 horas, sem cobrança de ingressos, no Sesc Campo Limpo, em São Paulo. Faça o calor de arrebentar que anda fritando ovo em asfalto ou chova canivetes  sobre a cidade– não por ser de graça, mas porque Socorro Lira é uma das mais versáteis e belas cantoras independentes (de cabeça e de alma!) — valerá a pena para quem mora em Sampa dar um pulinho (ou mesmo pulão até lá, no extremo Sul paulistano!) para prestigiá-la, ainda mais porque a paraibana de Brejo do Cruz, radicada em São Paulo, cantará em homenagem ao conterrâneo Zé do Norte, nascido em Cajazeiras, também na Paraíba.

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O espetáculo em tributo a um dos pioneiros na observação e na divulgação do folclore nacional e recolhedor de Mulher Rendeira reúne cocos, chorinhos, batuques, toadas, canções, caribós e diversos outros ritmos da música popular brasileira. Zé do Norte se chamava Alfredo Ricardo do Nascimento e inspirou Socorro Lira a gravar Lua Bonita – Zé do Norte 100 anos, em 2011, obra que teve a participação de Vanja Orico, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Zé Paulo Medeiros e Sandra Belê. Com este álbum Socorro Lira recebeu o 23º Prêmio da Música Brasileira de melhor cantora (categoria regional).

O álbum premiado e demais títulos da discografia de Socorro Lira, além do livro de poesias A Pena Secreta da Asa podem ser encontrados na Livraria Cortez, cujo endereço é Rua Monte Alegre, 1074, Perdizes, defronte ao campus da PUC de São Paulo e cujo telefone para mais informações e contato é (11) 3873-7111.

 

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Primeiro violeiro a tocar no Free Jazz Festival, Adelmo Arcoverde (PE) é o aniversariante de hoje

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O Barulho d’água Música envia hoje, 31 de julho, um abraço dos mais especiais para Nazaré da Mata (PE), cidade onde reside o aniversariante Adelmo Arcoverde, violeiro que traz em suas composições tanto o burburinho e o cheiro das feiras públicas, quanto a elegância e imponência das salas de concerto camerísticos quando empunha sua viola, e dos dez arames extrai sonoridades tipicamente nordestinas, desfilando peças instrumentais que remetem ao universo de cordel e seus múltiplos temas tanto populares, quanto universais, tais como romances proibidos, a saga de cangaceiros que guerreiam em defesa de sertanejos explorados, a fé e a esperança do camponês em seus santos. Adelmo Arcoverde, em julho, foi uma das atrações ao lado do filho, André, do projeto Viola dos 5 Cantos, organizado pelo violeiro Zeca Collares no Sesc Vila Mariana, de São Paulo. 

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Adelmo e André Arcoverde (PE) trazem em suas violas tanto o encantamento das feiras nordestinas, quanto a elegância dos conservatórios

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O burburinho e o cheiro das feiras populares; um romance proibido entre uma índia e um bandeirante que vinga e resulta em nova família, outro entre um padre e uma freira, este condenado à moda da inquisição; histórias de cangaceiros que guerreiam em defesa de sertanejos explorados ou que bem na horinha “h” negam fogo, deixam de cumprir a “encomenda”, e se convertem; mensagens celestiais transmitidas por querubins por meio das quais Deus reafirma seu amor pela humanidade. Estes e outros temas e personagens da cultura Nordestina inspiram Adelmo Arcoverde em suas magistrais composições e afinações para viola caipira — literatura de cordel da melhor qualidade que ele recita pela voz dos dez arames, ora com sabor ibérico e trovadoresco, ora com elegância camerística — encheram o auditório do Sesc Vila Mariana (SP) na noite de 19 de junho, quando Adelmo e o filho, André, encerraram o projeto Viola dos 5 Cantos. Quem não se rendeu ao frio que castigava Sampa na ocasião, e foi prestigiá-los, acabou voltando para casa com as palmas aquecidas de tanto batê-las!

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Adelmo Arcoverde e filho (PE) revelam as belezas e as particularidades da viola nordestina no Sesc da Vila Mariana (SP)

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O violeiro pernambucano Adelmo Arcoverde, acompanhado pelo filho, André, vai encerrar na noite de hoje, 19, o projeto Viola dos 5 Cantos, que tem curadoria de Zeca Collares (Grão Mogol/MG) e está transcorrendo no Sesc da Vila Mariana, bairro da zona Sul de São Paulo. Natural de Serra Talhada, atualmente residente em Nazaré da Mata, Adelmo Arcoverde estará no palco como representante da viola Nordestina, escola da qual ele é a mais importante referência da atualidade tocando uma viola dinâmica . Além do talento e da qualidade de seu trabalho,  ele destaca-se como o principal responsável por desenvolver um novo conceito da viola popular, tradicionalmente utilizada por repentistas apenas para marcar a poesia de cordel, estilo único que se perde no tempo com as regras e belezas que só o nordestino sabe fazer.

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