1256 – HQ ‘A Viola Encarnada’ traz narrativa visual inspirada no cancioneiro caipira*

Projeto  de Yuri Garfunkel contemplado pelo ProAC retrata a música caipira com roteiro e artes visuais de Yuri Garfunkel e participação do violeiro Ivan Vilela

*Com Ellen Fernandes, da EBF  Comunicação 

ebfcomunicacao@gmail.com)/(11) 99189-0354//(11) 4525-1698

Faz sentido trazer para o desenho uma música que tem uma narrativa tão imagética”.

A afirmação do professor, violeiro, compositor, arranjador e pesquisador da música caipira Ivan Vilela contextualiza o enredo de A Viola Encarnada: Moda de Viola em Quadrinhos, uma história em quadrinhos (HQ) baseada em temas sugeridos em mais de 80 canções do repertório caipira. Com roteiro e artes visuais do desenhista, músico e educador Yuri Garfunkel, o projeto contemplado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC) será lançado na cidade de São Paulo, no sábado,  9 de novembro, na Livraria do Espaço (veja a guia Serviços).

Dividida em dez capítulos, conforme as dez cordas da viola caipira, que também lhes dão título, A Viola Encarnada: Moda de Viola em Quadrinhos retrata as aventuras dos amigos Vaqueiro e Violeiro em viagens pelo interior do país nas quais protagonizam diversas situações recorrentes do cancioneiro caipira. “A narrativa aborda a função social da viola desde suas origens rurais, o trabalho no campo e com o gado, as pescarias, o próprio ofício do violeiro que toca nas festas e nas fazendas”, disse Garfunkel. “O ponto de partida da trama é o assassinato do Chico Mineiro. A partir daí busquei outras modas que esclarecesse esse mistério.”

Como a maioria das pessoas, Garfunkel teve seu primeiro contato com a música caipira quando era criança por conta das canções que suas avós cantavam. Com o passar dos anos, seu interesse pelo gênero aumentou e há cinco anos começou a tocar viola. “Desde então, o roteiro da HQ foi se formando na minha cabeça a partir do repertório que conheci ao longo da vida”, comentou. Para ele, a música caipira destaca-se por sua sonoridade única. “Ela engloba uma grande variedade de ritmos e a qualidade das composições é impressionante.”.

Garfunkel já possuía o conhecimento do repertório caipira como músico, flautista e violeiro. Para contextualizar o enredo, convidou Ivan Vilela para compartilhar seu conhecimento histórico na introdução do livro. Yuri Garfunkel teve a genial ideia de trazer este universo histórico da formação cultural do nosso povo para os quadrinhos. E traduziu em belas imagens tais narrativas reproduzindo cenas icônicas de modas e momentos. Além disso, a linguagem dos quadrinhos atinge um público diverso, inclusive mais jovem, e que desconhece essa história e essa música”, descreveu Vilela.

Em suas 172 páginas, a obra conduz o leitor para uma viagem sonora afinada com as características históricas e visuais da flora e da fauna dos estados brasileiros, fundamentais na formação da cultura caipira, numa jornada que percorre os sertões até chegar à cidade grande. Um dos diferenciais da produção é que os acontecimentos e paisagens descritos nas letras propõem ao leitor um encontro com a imaginação, pois estão interligados visualmente, ou seja, sem textos ou balões de fala. Desta forma, o leitor pode induzir o conteúdo do texto sugerido pelos títulos das canções de referência que são indicadas no rodapé das páginas e dispostas para conferência em uma playlist digital no Canal ‘A Viola Encarnada’ no Youtube: https://www.youtube.com/playlist?list=PLvcPsRrO7n0ud-bsTU1ljWts_cRRNzx-d

Com sua obra, o autor e ilustrador Yuri Carlos Garfunkel pretende apresentar uma visão do universo da música de viola diferente da proposta pelo mercado cultural. Desenhista, músico e educador desde 2004, é criador do Sopa Art Br, estúdio de artes visuais, de ilustração e de design, com mais de 10 anos de experiência em comunicação visual ligada à cultura. O estúdio Sopa desenvolve seu trabalho autoral a partir de pesquisas na união de linguagens artísticas, expandindo o formato das histórias em quadrinhos por meio de relações com a arte urbana, música e educação.

Quatro exposições criadas nesse conceito — Música-Visual (2009), X-Sampa (2011), Lendas na Rua (2013) e Centenário do Samba (2016) — circularam por diversas galerias, parques e estações do Metrô da cidade de São Paulo, e chegaram à Argentina, à Itália e à Espanha. Como profissional autônomo, Yuri Garfunkel ilustrou uma série de projetos de comunicação visual para artistas e festivais, além de diversas publicações, livros, revistas e histórias em quadrinhos, entre elas a HQ promocional da série Supermax, lançada na CCXP 2015. Como músico, flautista e violeiro, integra desde 2008 o grupo instrumental Kaoll e, recentemente, passou a integrar o grupo Pequeno Sertão, de música caipira autoral, dos quais também é responsável pela comunicação visual. Como educador, desenvolve oficinas de desenho e criação artística, entre elas a oficina Lendas na Rua para crianças e Memória Musical, voltada ao público da Terceira Idade, ambas com circulação no Estado de São Paulo pela rede do SESC.

Portfólio online: www.sopa.art.br

Ivan Vilela é violeiro, compositor, arranjador, e pesquisador da música caipira, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade do Estado de São Paulo e também diretor da Orquestra Filarmônica de Violas. Foi tema de um especial da TV Cultura em 2010 e cursou a faculdade de História antes de ingressar no curso de Composição musical da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde conclui o bacharelado em Artes, Composição Musical em 1994, e o mestrado em Composição Musical em 1999. Obteve o doutorado em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo, com a tese ‘Uma história social da música caipira’, em 2011. Foi indicado para o Prêmio Sharp de 1998, na categoria Revelação Instrumental, pelo álbum Paisagens. Em 2002, foi agraciado com a Medalha Carlos Gomes. É autor do livro ‘Cantando a Própria História’, em cujas páginas descreve o desenvolvimento da viola caipira no país desde o século XIV e as transformações sociais que culminaram no evento da cultura caipira. Atualmente faz residência na Universidade de Aveiro, em Portugal e vem circulando por várias cidades da Europa promovendo concertos, workshops e outros eventos acadêmicos que têm a viola caipira como tema.

A revista pode ser adquirida nas principais livrarias ou no site da editora Red Clown Books.  

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O blogue Barulho d’Água Música é produzido sem nenhum financiamento oficial, de forma espontânea e gratuita, e é um importante meio de divulgação de músicos, compositores e produtores independentes que não encontram espaço na grande mídia.

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https://jornal.usp.br/cultura/a-moda-de-viola-vira-historia-em-quadrinhos/

 

1228 – Francisco de Assis, álbum de Marcus Viana, presta tributo à santidade do monge que beijava doentes para curá-los

Músico belo-horizontino Marcus Viana é um dos mais inspirados e produtivos compositores da atualidade e neste trabalho reverencia o santo ‘pobrezinho’ que se tornou símbolo da afeição humana à natureza

Para abençoá-la e renovar os fluídos da casa, a audição matinal de todos os sábados começou neste dia 31 de agosto aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque (SP), com Francisco de Assis, álbum de 14 faixas do belo-horizontino Marcus Viana, um dos mais inspirados e produtivos compositores  da atualidade. O disco faz parte da Sonhos e Sons, distribuidora de Viana, e é a segunda edição que dá continuidade a um projeto iniciado em função da celebração aos cem anos da capital mineira, comemorados em 1997, e dos 1.000 exemplares do livro Francisco de Assis, de João Nunes Maia/Miramez, da editora Fonte Viva ¹. Francisco é o “bardo de Deus”, aquele entre todos o santo que seria o mais ligado à música e à natureza, cuja vida e obra permanecem como um farol no tempo, iluminando os homens ao longo dos séculos que se esforçam para a construção de um mundo fraterno, justo e integrado à natureza.

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1221- Forte, mas sem perder a ternura: Com “Maryákoré”, Consuelo de Paula (MG/SP) volta a erguer a voz frente aos desafios dos nossos tempos*

Sétimo álbum autoral inaugura uma nova assinatura para a cantora, compositora e escritora mineira por meio de dois movimentos que, expressos em dez faixas, traduzem uma arte guerreira e simultaneamente amorosa, que se alimenta da força das brisas e das tempestades em meio às batalhas cotidianas pela vida e pela arte

*Com Verbena Comunicação (Eliane Verbena/João Pedro)

A cantora e compositora Consuelo de Paula está lançando o sétimo disco da carreira, Maryákoré: uma obra provocadora naquilo que tem de mais feminina, mais negra, mais indígena e mais reveladora de nós mesmos. O título pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo), koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano). Um exemplar do disco de 10 faixas já está rolando aqui na vitrolinha do boteco do Barulho d’água Música, em São Roque, cidade do Interior de São Paulo, pelo qual agradecemos às queridas amigas Consuelo e Eliane Verbena, da Verbena Comunicação, estabelecida na cidade de São Paulo (SP).

Além de assinar letras e músicas – tendo apenas duas parcerias, uma com Déa Trancoso e outra com Rafael Altério -, Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos, por todos os violões e por algumas percussões de Maryákoré (caixa do divino, cincerro, unhas de lhama, entre outros). A harmonia entre Consuelo e sua música, sua poesia, sua expressão e a estética apresentada é nítida nesse novo trabalho. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, notamos a artista imersa em sua história: ela traz a vida e a arte integrada às canções.

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1207 – Paisagens, primeiro disco de Ivan Vilela (MG), chega à maioridade e é destaque em festival na Alemanha

Álbum contem 17 faixas compostas e tocadas de modos peculiares no universo da viola de dez cordas e desde o seu lançamento, em 1998, já supera a casa dos 25 mil exemplares vendidos de mão em mão

O compositor, pesquisador e professor do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), violeiro Ivan Vilela, está na Alemanha, país europeu no qual protagonizará duas apresentações como uma das atrações do Rudolstadt Roots and Folk Music, festival que reunirá músicos de várias partes do mundo iniciado na quinta-feira, 4, e previsto para ser encerrado no domingo, 7, em Rudolstadt, cidade localizada no distrito de Saalfeld-Rudolstadt, estado da Turíngia.  O brasileiro poderá ser ouvido pela plateia em dois concertos marcados para às 17 horas do local, em uma praça da cidade, neste sábado, 6, e para às 15 horas, agora no teatro central, do domingo, 7. O repertório que Ivan Vilela executará terá entre outras músicas do seu álbum Paisagens, o primeiro disco solo de sua carreira e que está chegando aos 21 anos de lançamento.

Ivan Vilela é um dos maiores apoiadores deste blogue. Seu disco Paisagens é tão emblemático no universo da música de viola e no meio caipira que mereceu um programa  dedicado a ele na série USP Especiais, da rádio paulistana USP FM (93,7 MHz), apresentado no dia 29 de maio de 2019. Paisagens reúne 17 faixas instrumentais¹ , todas com arranjos de Vilela e entre as quais apenas Asa Branca (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira) e Saudade de Minha Terra (Goiá e Belmonte) não são composições do mineiro de Itajubá (acesse o linque por aqui e ouça a íntegra do programa).

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1194 – Paulo César Pinheiro (RJ) completa 70 anos e presenteia público com o livro Figuraças

Livro foi lançado em roda de samba pela Editora Carioca 7Letras na cidade do Rio de Janeiro

Paulo César Pinheiro, consagrado poeta, compositor teatrólogo e autor carioca de diversos clássicos da música popular brasileira, completou 70 anos em 28 de abril. No auge da prolífica carreira que já passou de meio século de estrada, para comemorar a importante data para Pinheiro e para a cultura do país, amigos e fãs é quem ganharam o presente: a coletânea Figuraças, que a Editora 7Letras (RJ) lançou recentemente, em 18 de maio, em tarde de autógrafos na livraria Folha Seca, situada no coração da cidade do Rio de Janeiro. Entre uma declaratória e outra, Paulo César participou de uma roda liderada pelo grupo Jequitibá do Samba, formado por Julião Rabello Pinheiro (violão 7 cordas), Iuri Bittar (violão 6 cordas), Ronaldo (cavaco), Bidu, Anderson Balbueno e Jefferson Schott (percussões).

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1193 – Chico Lobo (MG) lança “Sagração”, álbum pelo selo Kuarup inspirado nos sertões de Guimarães Rosa

LTexturas instrumentais compõem canções explorando temas como o amor, a religiosidade, a força da trilha dos sertões e veredas de Minas Gerais no projeto em parceria com o poeta Wander Lourenço que tem participações de João Di Souza, Sérgio Santos, Simone Guimarães, Bruna Morais e Mariana Nunes.

As audições matinais dos sábados aqui no boteco do Barulho d’água Música neste dia 25 de maio começou com o álbum Sagração, mais recente e encantador trabalho do cantor, compositor e violeiro Chico Lobo em parceria com o poeta Wander Lourenço e com os músicos Sérgio Rabello e Leíse Renhe, complementado por um belo projeto gráfico e encarte, assinados por Adriano Alves. Sagração será lançado em São Paulo na quinta-feira, 30, abrindo uma miniturnê que terá escalas na cidade de Belo Horizonte (MG), do Rio de Janeiro (RJ) e na mineira São João Del Rey (ver guia Serviços). O álbum é mais um lançamento da gravadora Kuarup, com produção executiva de Ângela Lopes (Viola Brasil Produções), à qual e a Rodolfo Zanke agradecemos pela gentileza do envio do exemplar que rolamos na vitrolinha.

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1192 – Chico Buarque (RJ) fatura Prêmio Camões pelo conjunto da obra e colaboração com o vernáculo

Autor de 17 álbuns, peças de teatro e romances que arrebataram o Jabuti é o 13º brasileiro a ganhar a honraria instituída em 1989 e em cuja lista constam João Cabral e Jorge Amado

O compositor, cantor e escritor Chico Buarque é o vencedor do 31º Prêmio Camões, considerado o mais importante troféu literário da Língua Portuguesa. O carioca é primeiro autor ligado á música e o 13º brasileiro a figurar na ilustre lista que entre os compatriotas inclui João Cabral de Melo Neto (1990), Rachel de Queiroz (1993), Jorge Amado (1994), Antonio Candido (1998), Autran Dourado (2000), Rubem Fonseca (2003), Lygia Fagundes Telles (2005), João Ubaldo Ribeiro (2008), Ferreira Gullar (2010), Dalton Trevisan (2012), Alberto da Costa e Silva (2014) e Raduan Nassar (2016). No mesmo panteão Chico Buarque fará companhia a ganhadores como o português José Saramago (1995), o moçambicano Mia Couto (2013), e  Germano Almeida, escritor de Cabo Verde, consagrado em 2018¹.

A decisão a favor do autor do romance Leite Derramado e de sucessos como Construção saiu na terça-feira, 21 de maio, durante reunião realizada na Biblioteca Nacional, no Centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ) da qual participaram representantes do Ministério da Cultura de Portugal e da comunidade artística africana².

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1179 – Fabrício Conde (MG), autor de Fronteiras, representa Brasil em encontro de tiples na Colômbia

As audições que promovemos aos sábados aqui no boteco do Barulho d’água Música, neste 20/4 que é de Aleluia e véspera da Páscoa, começaram com Fronteira, álbum do compositor, escritor e violeiro Fabrício Conde, de Juiz de Fora (MG) lançado em 2015. Conde será um dos destaques entre as atrações e eventos que serão promovidos durante o X Encontro Nacional de Tiple (Encuentro Nacional del Tiple), entre 25 e 28 de abril, em Bogotá, capital da Colômbia, país vizinho ao Brasil, na América do Sul. Conde está confirmado para abrilhantar painéis, oficinas e apresentações, incluindo o concerto da noite de encerramento (veja a programação, conforme divulgada pelos organizadores, ao final desta atualização).

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1176 – Sidnei de Oliveira ministra aula introdutória à filosofia da viola caipira na Casa do Saber (SP)

Mário de Andrade em diálogo com Nietzsche, Schopenhauer e Adorno para a elucidação e entendimento da filosofia que reveste a viola caipira e os elementos desta cultura é a proposta da aula aberta programada para ser ministrada pelo compositor, arranjador e violeiro Sidnei de Oliveira em 3 de maio, entre 20 e 22 horas, na Casa do Saber (clique para acessar o portal) situada na cidade de São Paulo. A inscrição é gratuita, mas precisará ser efetivada com antecedência pelo portal da Casa do Saber. Como as vagas serão limitadas e sujeitas à lotação do espaço, no dia do evento a ocupação dos lugares  respeitará a ordem de chegada  e não haverá reserva de assentos. Após Sidnei iniciar, os lugares ainda disponíveis serão cedidos àqueles  que estiverem aguardando por vaga, por isso recomenda-se aos que se inscreverem procurarem se organizar e evitar atrasos.

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1174 Socorro Lira lança “Cantos à Beira-mar”, 12º álbum da carreira, inspirado em primeira romancista brasileira

 Apresentação no Auditório do Ibirapuera terá participação da escritora Maria Valéria Rezende, da acordeonista Cimara Fróis e da cantora Fabiana Cozza. Maria Firmina dos Reis (MA) é contemporânea de Castro Alves, mas destacou-se antes dele por escrever obra abolicionista*

A cantora, compositora  e poetisa de Brejo do Cruz (PB) Socorro Lira lançará Cantos à Beira-mar, 12º álbum da carreira, que reúne dez composições autorais a partir de poemas da escritora e poeta, professora e abolicionista negra maranhense Maria Firmina dos Reis. O nome do álbum da paraibana radicada na cidade de São Paulo é uma referência ao título do livro de poesia Cantos à Beira-mar, de Maria Firmina, lançado em 1871 pela autora que é considerada a primeira romancista brasileira, antecedendo em dez anos Castro Alves, baiano que escreveu Navio Negreiro (1869) com o romance antiescravagista Úrsula (1859), cuja temática é abolicionista.

A apresentação de estreia de Cantos à Beira-mar está prevista para começar às 19 horas do domingo, 14 de abril, no Auditório Oscar Niemeyer do Complexo do Ibirapuera, em São Paulo (ver guia Serviços).

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