1372 – Picuá Produções e Wilson Dias promovem segunda rodada do Viola de Feira 4

#ViolaCaipira #ViolaBrasileira #ViolaInstrumental #ModaDeViola #ModadeViola #VioladeFeira #ViolaDeFeira #Cultura Popular

No domingo, 11, a partir das 11 horas, será a vez dos concertos virtuais dos mineiros Letícia Leal, Padre Paulo Morais, Zaak Porto, Chico Lobo e do paulista Paulo Freire

jornaslistas antifascistasA Picuá Produções Artísticas promoverá neste domingo, 11, a segunda rodada da quarta edição do projeto Viola de Feira, que teve início em 4 de abril e terá concertos virtuais até 25 de abril, com apoio do Ministério do Turismo e do Governo do Estado de Minas Gerais, agora contemplado pelo Edital da Lei Aldir Blanc (Edital Nº 16/2020  processo nº 1397)l. Violeiros consagrados se revezarão a cada domingo deste período a partir das 11 horas e suas apresentações poderão ser acompanhadas pelo canal https://m.youtube.com/user/picuaproducoes, sem a necessidade, portanto, de sair de casa e promover aglomerações neste grave momento da pandemia de Covid-19 em todo o país. O projeto Viola de Feira é idealizado por Wilson Dias com o apoio da esposa Nilce Gomes à frente da Picuá Produções. O casal entende do riscado e convidou conterrâneos mineiros e de outros estados para embalarem a hora do almoço com música de raiz e com ambiente de feira de eventos, o que unirá boa comida e ótima companhia.

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1369 – Wilson Dias e Picuá Produções promovem 4º Viola de Feira, com 20 concertos virtuais

#MúsicadeViola #ViolaBrasileira #ViolaCaipira #ViolaInstrumental #ViolaDeFeira #CulturaPopular

Projeto resgata a tradição da viola caipira em suas diversas óticas e arranjos e propõe nova formatação com apresentações on-line, com canções autorais e peças da cultura popular brasileira

jornaslistas antifascistasA Picuá Produções Artísticas apresentará a quarta edição do projeto Viola de Feira por meio de concertos virtuais entre 4 e 25 de abril, com apoio do Ministério do Turismo e do Governo do Estado de Minas Gerais, agora contemplado pelo Edital da Lei Aldir Blanc (Edital Nº 16/2020 – processo nº 1397)l. Violeiros consagrados se revezarão a cada nova rodada sempre a partir das 11 horas e suas apresentações poderão ser acompanhadas pelo canal https://m.youtube.com/user/picuaproducoes, sem a necessidade, portanto, de sair de casa e promover aglomerações neste grave momento da pandemia de Covid-19 em todo o país. O projeto Viola de Feira é idealizado por Wilson Dias com o apoio da esposa Nilce Gomes à frente da Picuá Produções. O casal entende do riscado e convidou conterrâneos mineiros e de outros estados para embalarem a hora do almoço com música de raiz e com ambiente de feira de eventos, o que unirá boa comida e ótima companhia.

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1366 – Está saindo do forno a lenha “De Joanópolis a Barbacena”, disco camisa 10 de Francis Rosa (SP)*

#MúsicaBrasileira #MúsicaCaipira #MúsicaDeViola #ViolaCaipira #CulturaPopular #Joanópolis #Barbacena  #Monte Verde #Camanducaia #São Francisco Xavier #São Bento do Sapucaí #Monteiro Lobato #Gonçalves #Delfim Moreira #Baependi #Ibertioga #SerraDaMantiqueira

Cantor e compositor, o violeiro percorreu 10 cidades aos pés da Serra da Mantiqueira e traduziu para as cordas caipiras os costumes dos povos com os quais interagiu

* Com Jefferson Bellodi

Sou caipira e moro no mato(…)/Toco viola nas tardezinhas (…)/Alguns me chamam de esquisito/saio da roça e já fico aflito/moro do lado de uma lagoa/pesco nas tardes que fico a toa/sou tão feliz aqui e não minto:/gosto de couve com ovo frito…

Sou, faixa 1 do álbum De Joanópolis a Barbacena

As tradicionais audições matinais que aos sábados animam o cafofo do Barulho d’água Música aqui em São Roque (SP) começaram neste dia 20 de março com De Joanópolis a Barbacena, que o violeiro, cantor e compositor Francis Rosa está tirando agorinha, mesmo, do forno do fogão a lenha, com lançamento físico programado para amanhã, 21 de março. Décimo álbum da trajetória de Rosa, De Joanópolis a Barbacena reúne onze canções inéditas e traz Francis Rosa (viola caipira/voz), Reginaldo Oliveira e Carlito Rodrigues (baixo), Rafael Schimidt (violão nylon), Daniel Blando(sanfona), Matheus Pedroso Ruíz (bateria), Rafael Beck (arranjo de cordas), Rafael Henrique (cello) e Rogério Romera (violino e viola clássica).

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1336 – Graziela Medori e Alexandre Vianna lançam disco dedicado à obra do Clube da Esquina

#MPB #ClubeDaEsquina

Nossas Esquinas, que a Kuarup já disponibiliza nas plataformas virtuais e também sairá no formato físico, revisita composições dos dois antológicos álbuns do grupo musical mineiro, um dos mais famosos de todos os tempos no país

O Clube da Esquina nasceu de um encontro de artistas que agitava a confluência das ruas Divinópolis com Paraisópolis, no bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte.(MG), promovendo forte junção entre músicos e compositores mineiros, mas acima de tudo, da amizade entre eles, que foi o maior dessa geração de artistas que descobria a música uma forma de se expressar. Milton Nascimento, Lô e Márcio Borges, Fernando Brant, Nelson Ângelo, Ronaldo Bastos, Beto Guedes, Toninho Horta e Wagner Tiso, dentre outros, contribuíram para a criação de uma sonoridade única que reúne influências forte da banda britânica The Beatles, da música latino-americana, dos negros e dos índios com o canto das igrejas, com letras cujos temas abordam a importância da amizade genuína e revelam momentos políticos vividos na década dos anos de 1970, fincadas em raízes ancestrais e no sentimento coletivo de amor e perseverança.

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1330 – Chico Lobo lança Alma e Coração, disco criado na pandemia, pela Kuarup

#ViolaCaipira #MinasGerais # CulturaPopular #MúsicaInpendente

O 26º álbum do violeiro mais atuante da cena brasileira chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 13 de novembro, com as participações especiais de Roberta Campos, Luiz Carlos Sá, Drigo Ribeiro e Tatá Sympa

Alma e Coração é o título do 26º disco de Chico Lobo, violeiro natural de São João Del Rei, em Minas Gerais. Com mais de 35 anos dedicados à viola caipira, o artista estreou no mercado fonográfico em 1996, com No Braço Dessa Viola. De lá para, Chico Lobo lançou inúmeros trabalhos, criados a partir de sua inconfundível regionalidade musical, entre os quais há álbuns premiados e elogiados pela crítica. Nesse novo projeto, ele parte de suas raízes, suas convicções, para um encontro com o folk, a balada e o rock rural, mas sem perder a sua essência. Em 13 faixas, ele flerta mais com a modernidade e une a sua viola à instrumentos da cultura pop, como bateria, baixo, violões de aço e teclado.

Com o início do isolamento social em função da pandemia da Covid-19, Chico Lobo sentiu necessidade de compor, de rever conceitos, de se entender mais, reconhecer-se e, sobretudo, reinventar-se, por estar privado de sua lida estradeira de cantoria. Por força do isolamento social, ao ficar privado das viagens e dos palcos, expressou o desejo de uma postura positiva diante das dificuldades que a quarentena impôs a todos; de cantar a esperança de novos tempos. Daí veio a vontade de levar às pessoas, por meio da música, os próprios alma e coração, sentimentos de esperança.

A inquietação e o desejo de Chico Lobo de construir suas pontes, a partir de sua raiz fincada no solo da tradição musical de um Brasil profundo, para dialogar com a contemporaneidade e os grandes centros urbanos, fez surgirem várias canções e assim nascer o projeto do álbum abraçado pela gravadora e produtora Kuarup e  que poderá ser ouvido nas plataformas digitais já nesta sexta-feira, 13, preparando a chegada do álbum físico. O novo disco deste artista sempre inquieto e sempre adepto de parcerias e experimentações conta com as participações especiais de Roberta Campos, Luiz Carlos Sá, Drigo Ribeiro e Tatá Sympa em projeto produzido em cooperativa com os músicos: eles gravaram em seus estúdios, sem precisarem sair de casa, inclusive as vozes nas participações especiais.

A produção de Alma e Coração é do músico mineiro Ricardo Gomes, profissional primordial na concepção do trabalho, que toca também os baixos, os teclados e o violão de nylon. O disco recebeu, ainda, a participação dos músicos de base Léo Pires na bateria, Marcello Sylva nos violões de aço e vocais de Ruly Ballmant, além dos convidados Sérgio Saraiva e Joaollama Miranda.

Chico Lobo canta aquilo em que acredita, o que vive, o que é “sagrado em seu olhar”, os sertões de Guimarães Rosa, os sentimentos de amizade, esperança, e sobretudo canta mais o amor neste trabalho do que em álbuns passados — afinal ele completou 25 anos de casamento com Angela Lopes, que há 26 é sua produtora cultural e manager. Sertão e amor juntos, nesse novo trabalho do artista que também reafirma seu lado compositor. Sua viola, que é pontual na relação com os outros instrumentos, sem a pretensão de ser virtuose, mas necessária para o instrumentista, tece diálogos lindos com os outros músicos. Um sertão que está dentro dele é metáfora de seus valores de vida e outro sertão é espaço físico que se torna recorrente e necessário em suas letras.

Faixa a faixa do novo álbum

1- Sertão: “A mão que se estende ao outro, fortalece nosso viver” abre o álbum com uma sonoridade fortemente rural na qual se destacam os violões de Marcello Sylva e a bela viola de Chico Lobo.

2- Sagrado Em Meu Olhar: apresenta a participação do paulista de Jundiaí, Drigo Ribeiro, que empresta nesta faixa sua musicalidade folk regional. Além de um grande dueto nas vozes, a viola caipira de Chico Lobo se junta à modernidade do instrumento weissenborn executado pelo próprio Drigo Ribeiro.

 3- Caminhos de João: parceria de Chico Lobo com o poeta do norte do Brasil Joãozinho Gomes.  Uma toada emocionante, que faz um caminho pelo grande sertão veredas, por onde andou Guimarães Rosa, referência muito presente na obra musical do artista.

4- Povos da América: Música composta quando Lobo, ao ver a imagem do Papa Francisco na TV, percebeu um “olhar luz de cristal” no pontífice. Tendo já se apresentado em países como Argentina, Chile, Colômbia, o violeiro sempre considerou aa música latina uma forte influência, assim como um espirito de união e esperança nasce a melodia. Destaque para a participação do músico Joaollama Miranda nas quenilla, zampoñas e charango.

5- Sim: música que nasce em pleno isolamento social, em seu terreiro, numa madrugada de insônia, em cuja letra Chico Lobo lembra o início de seu relacionamento com a esposa, o sim dito há 25 anos. Tem uma pegada folk, ponte para a modernidade de sua obra.

6Nós: balada belíssima de Chico Lobo, que se reinventa a cada trabalho lançado. Conta com a presença emocionante de Roberta Campos, num encontro mágico dos dois.

7Desafio: é quase um baião. O violeiro flerta com a música nordestina, que tanto ouviu na juventude. A letra relembra os cordéis, trazendo uma dualidade.

8- Na Toada Dessa Prece: parceria com os poetas Carlos de Jaguarão e Lysias Ênio, a composição traz uma dramaticidade existencial, mística, em tom menor. E destaca o belo acordeom do músico convidado Sérgio Saraiva. O resultado é uma sonoridade única.

9- Alma e Coração: a melodia ressalta o valor do sagrado movimento da alma e do coração e revela mais uma incursão de Chico Lobo pela musicalidade folk, com caprichada levada de viola.

10- Sonhos: Desde sua juventude Chico Lobo curte rock rural, o rock mineiro e aqui ele faz uma junção da sua viola, sua raiz, com esse gênero de rock para cantar o que sempre acreditou. A música tem participação mais do que especial de Luiz Carlos Sá, da dupla Sá & Guarabyra, referência musical para Chico Lobo. Um emocionante encontro musical que destaca a bateria pulsante de Leo Pires.

11- Roda da Vida: vigorosa parceria de Chico Lobo com o pernambucano Tavinho Limma revela a força da tradição de um Brasil profundo, que Chico Lobo canta há tantos anos. É o reafirmar de suas raízes. Como se diz o caminho de casa, “meu pai me ensinou a coragem, vencer as pedras do chão”.

12- Própria História: parceria do violeiro com o poeta e educador mineiro Jorge Nelson. A força e o timbre de arame da viola dinâmica nordestina, nas mãos do violeiro Chico Lobo, remete-nos ao movimento armorial e o canto exuberante de Tata Sympa, parceiro de 30 anos de amizade, dá força a essa faixa. Lobo assume aqui o “ser violeiro”.

13- Quadras: a bela toada fecha o disco, uma parceria de Chico Lobo com Simone Guimarães. A viola dolente de Chico Lobo num dueto com o acordeom brejeiro de Sérgio Saraiva e as bases dos violões de Marcello Sylva entregam uma atmosfera acústica e vintage, quase uma seresta. Parece que Chico Lobo volta no tempo e está a acompanhar o pai seresteiro Aldo Lobo e a mãe Nieta, já falecidos, pelos becos e ruelas de São João Del Rei.

Natural de São João Del Rei, o violeiro Chico Lobo tem mais de 30 anos de carreira e é considerado pela crítica como um dos artistas mais atuantes no cenário nacional na divulgação e valorização da cultura de raiz brasileira. Com mais de 20 discos lançados, dois DVDs, livro e apresentações por todo o Brasil e diversos países como Portugal, Itália, China, Canadá, Argentina, Chile, Colômbia, o músico canta suas raízes e as conecta com nossa contemporaneidade. Folias, catiras, modas, batuques, causos e toques de viola, desfilam com alegria em seus concertos. Venceu por três vezes consecutivas (2015, 2016 e 2017) o Prêmio Profissionais da Música como Melhor Artista Regional, em Brasília (DF). O artista mantém em sua cidade natal o projeto Ensino de Viola nas Escolas Rurais parceria do seu Instituto Chico Lobo, com a administração pública da cidade mineira de São João Del Rei. Em 2015 a cantora Maria Bethânia escolheu sua cantiga Criação, para compor o repertório de seu show e DVD Abraçar e Agradecer, comemorando os 50 anos de carreira. Depois Bethânia, gravou participação no álbum Viola de Mutirão, cantando a moda de viola Maria, que Chico Lobo fez em sua homenagem. Apresentador de TV, de rádio, produtor musical, escritor, cantor, o violeiro inquieto faz com que sua obra torne a aldeia global mais caipira.

Especializada em música brasileira de alta qualidade, o acervo da produtora e gravadora Kuarup concentra a maior coleção de Villa-Lobos em catálogo no país, além dos principais e mais importantes trabalhos de choro, música nordestina, caipira e sertaneja, MPB, samba e música instrumental em geral, com artistas como Baden Powell, Renato Teixeira, Ney Matogrosso, Wagner Tiso, Rolando Boldrin, Paulo Moura, Raphael Rabello, Geraldo Azevedo, Vital Farias, Elomar, Pena Branca & Xavantinho e Arthur Moreira Lima, entre outros.

Além desta eclética galeria de cantores e duplas cujos trabalhos já lançados formam o acervo de álbuns, também é possível ao internauta que visita o portal da Kuarup, entre outras atividades no campo da produção cultural, saber pela guia Notícias as novidades que estão chegando para reforçar este precioso catálogo e, ainda, ouvir seleções de músicas disponíveis na plataforma Spotify (playlists) apresentadas por temas e recortes dos mais diversificados, revelando a riqueza de sonoridades e de gêneros que a empresa guarda. Uma das preferidas aqui na redação do Barulho d’água é a Pé No Sertão Kuarup (clique no nome da lista para ouvi-la). O endereço eletrônico que leva ao botão que abre as playlists é http://www.kuarup.com.br/spotify/  

 

Kuarup Música/Rádio e TV www.kuarup.com.br:

Telefones: (11) 2389-8920 e (11) 99136-0577    

Rodolfo Zanke rodolfo@kuarup.com.br

1328- Clube da Esquina ao cair da tarde: Márcio Hallack lança Desse Modo, pela produtora e gravadora Kuarup

#MPB #MúsicaInstrumental #MúsicaIndependente #ClubeDaEsquina

Sexto disco do pianista traz canções inéditas e versões de músicas de Lô Borges e Milton Nascimento

Já está disponível nas plataformas digitais Desse Modo, novo trabalho da carreira do arranjador e pianista mineiro de Juiz de Fora Márcio Hallack, lançado pela produtora e gravadora Kuarup. Agora com seis álbuns em sua trajetória e já premiado em duas edições do BDMG Instrumental, além da indicação ao Prêmio Tim de 2003, o compositor assina os arranjos e presta homenagem a importantes nomes da nossa MPB, aqui numa versão estritamente instrumental.

O disco traz na formação um trio que reúne Márcio Hallack, ao piano, Enéas Xavier (baixo acústico) e Esdras Ferreira “Neném” (bateria), apresentando convidados em algumas faixas. Dos compositores mineiros, Hallack escolheu Tudo Que Você Podia Ser, de Lô e Márcio Borges, imortalizada por Milton Nascimento no disco Clube da Esquina, de 1972.

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1320 – Wilson Dias cantará nas casas dos fãs comemorando mais um aniversário!

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#FiqueEmCasa #UseMáscara

#ForaBolsonaro

O cantador, compositor Wilson Dias (MG) vai comemorar mais um ano nesta terça-feira, 8, e para celebrar a data está convidando amigos e fãs para celebrarem juntos em duas apresentações virtuais nas quais o violeiro tocará músicas dos seus sete álbuns, em ambas acompanhado pelos filhos Wallace Gomes (violão) e Pedro Gomes (baixo), que carinhosamente chama de “previdências privadas”

A primeira será no dia do aniversário e a segunda em 29 de setembro, sempre a partir das 19h30. Do palco que montará em sua própria casa, Wilson Dias poderá ser visto pelo canal de Youtube (https://www.youtube.com/c/wilsondiasvioleiro) na tela do computador ou do celular, respeitando as normas sanitárias que recomendam o isolamento domiciliar para evitar contágios pelo novo coronavírus (Covid-19).

 

O repertório do dia 8 será baseado nos discos Pequenas Histórias; Outras Estórias; Picuá e Mucuta. Depois, no dia 29, será a vez das releituras de Pote, a melodia do chão; Lume; e Nativo. Para entrevistas e mais informações, Wilson Dias atenderá pelo número de telefone 31 99108-5498

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1319- Chico Lobo (MG) tira proveito da pandemia e anuncia novo álbum para novembro, pela Kuarup

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#ForaBolsonaro

O cantor, compositor e violeiro de São João Del Rei, um dos artistas que mais se valem do novo recurso das transmissões virtuais durante a quarentena imposta pela Covid-19, já enviou para a gravadora as faixas de Alma e Coração, que terá a participação especial de Roberta Campos

A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) obrigou muitos artistas a repensarem a condução de suas carreiras, a forma de divulgar suas obras e manter o contato com o seu público. Vários passaram a fazer apresentações ao vivo de dentro de casa ou de ambientes seguros (a moda por aí é falar e escrever “live”, mas vamos combinar? Acho que nós, caipiras,  não devíamos nos render a estes estrangeirismos, uai, principalmente porque o tal do “mundo globalizado” pulveriza ainda mais as tradições populares, impondo-nos uma cultura exótica, ainda que sob o argumento de “facilitar a comunicação”, caindo bem aos gostos do mercado) e um dos que mais aproveitam este novo formato é o cantor, compositor, produtor cultural e violeiro das Minas Gerais Chico Lobo. Além de ser um pioneiro dos concertos virtuais, Lobo foi mais além e como convém ao seu espírito irrequieto, criativo e empreendedor juntou muita gente boa e está anunciando o lançamento, para novembro, de seu mais novo álbum.

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1306 – Músicos mineiros protagonizam segunda rodada regional da mostra “Dandô em Casa”

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#ForaBolsonaro

O Dandô Circuito de Música Dércio Marques também está se reinventando neste momento de pandemia provocada pelo surgimento do coronavírus e anunciando aos amigos e admiradores a realização de várias mostras virtuais que todos poderemos acompanhar ao vivo, pelo Facebook e pelo Youtube, sem que precisemos sair da residência e burlar a recomendação de isolamento domiciliar durante a quarentena, como preconizam as autoridades de saúde em combate à Covid-19. A primeira transmissão do projeto Dandô Em Casa rolou em maio e, doravante, haverá mais quatro, sempre no primeiro sábado de cada mês, entre  junho e setembro., começando às 17 horas; os linques para acompanhá-las estarão disponíveis ao final desta atualização.

Artistas do Circuito Minas Gerais estarão na rodada de junho, marcada para o dia 6. Com apresentação de Márcio Vesoli, terá as participações de Beatriz Faria (Belo Horizonte), Giancarlo Borba e Sol Bueno (Moeda) e Marcelo Taynara (Uberaba).

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1302 – Festival Nova Viola Instrumental, totalmente virtual, reúne expoentes que executam o instrumento com abordagens que vão além do universo caipira

Fernando Sodré e Letícia Leal, organizadores do evento, pretendem congregar esforços teórico-metodológicos e experiências dos profissionais que trabalham com a viola instrumental da atualidade., reunindo uma geração  que têm trabalhos inovadores e conceituais; conteúdo ficará disponível  um ano para assinantes que se inscreverem 

#FiqueemCasa #MáscaraSalva #ForaBolsonaro

Em tempos de pandemia do coronavírus nos quais a quarentena para tentar conter a expansão da Covid-19 impõe o isolamento domiciliar e o distanciamento social em todo o mundo, as apresentações virtuais de cantores e músicos para seus públicos se tornaram frequente e, nesta onda, também resolveram surfar os violeiros mineiros Fernando Sodré e Letícia Leal. Entre os dias 15 e 17 de maio, eles estarão à frente do Festival A Nova Viola Brasileira Instrumental, que oferecerá em transmissões pela internet onze workshops, palestras, nove concertos e uma mesa redonda de debate com nomes renomados, entre os quais a francesa Fabienne Magnant, além da participação de um consagrado luthier e um técnico de áudio, ambos especialistas na atuação deste instrumento. Para ter acesso aos conteúdos pelo telefone celular, pelo computador ou pela televisão será necessário fazer inscrição prévia que liberará os sinais para a tela, cuja taxa está cotada em R$ 200, valor que poderá ser dividido em até doze vezes. Quem assinar poderá rever as atrações por até um ano visitando a plataforma que hospedará o evento. O endereço eletrônico para mais informações e providenciar a inscrição é https://www.novaviolabrasileira.com.br/

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