1441 – Rabequeiro Alício Amaral protagoniza Ecos das Margens, projeto da Companhia Mundu Rodá com canções autorais e músicas tradicionais*

#MPB #Rabeca #CulturaPopular

Apresentações serão virtuais e ao final de cada rodada, o grupo promovera bate-papos para contar curiosidades do projeto e responder às perguntas do  público.

*Com Luciana Gandelini

Entre 17 e 26 de setembro de 2021, com início às 21 horas às sextas-feiras e aos sábados, e às 20 horas aos domingos, a Companhia Mundu Rodá promoverá Ecos das Margens, novo projeto do multiartista Alício Amaral que reúne releituras de composições tradicionais populares e composições autorais. Com participações de Amanda Martins (guitarra e voz), Henrique Menezes (percussão brasileira), Juliana Pardo (texto e maracás) e Mestre Nico (percussão brasileira), as apresentações virtuais serão transmitidas gratuitamente pelas páginas e canais sociais da Companhia Mundu Rodá. Ao final de cada rodada, o grupo promovera bate-papos ao vivo e equipe de criação contará curiosidades do projeto e responderá às perguntas dos  público.

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1438 – Conheça Paula de Paula, compositora, violeira e arte educadora de Goiás

#MPB #CulturaPopular #Goiás #ViolaCaipira #ViolaInstrumental #VioleirasdoBrasil #Xote #Baião #Maracatu #BumbaMeuBoi #Folk #Country #Blues

O Barulho d’água Música retoma com esta atualização dedicada a Paula de Paula a série  que busca a valorização das violeiras do Brasil e que já publicou os perfis de Cláudia Moraes e Letícia Leal, ambas mineiras, e da pernambucana Laís de Assis. Viola e sanfona são os principais instrumentos, musicais e políticos, da cantautora, multiartista e multi-instrumentista que alia sua carreira musical ao trabalho docente de arte-educadora e estabelece por meio do regionalismo da cultura sertaneja e caipira os pontos de partida para suas criações artísticas. O trabalho docente, além de ter reflexo em suas composições, colabora para a manutenção de sua vida artística.

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1434 – Álbum de João Ormond e Divino Abrués destaca ritmos, temas, saberes e falas do povo mato-grossense

Cantos do Mato, lançado apenas nas plataformas digitais, tem dez faixas que suprem a carência de conteúdo de conhecimentos culturais que domina atualmente a maioria das músicas comerciais que inundam as mídias

Está disponível nas plataformas digitais Cantos do Mato, álbum lançado em junho que traz 10 músicas compostas em parceria pelos cantores João Ormond e Divino Arbués, além de contar com participações da cantora Ana Rafaela. Cantos do Mato,  dentre outras virtudes,  registra a junção da musicalidade e da criatividade desses consistentes protagonistas da música feita em Mato Grosso. O fato de suas composições terem se consolidado e angariado público ao longo dos últimos 15 anos já fala por si só, pela qualidade e autenticidade de cada autor, que, além de oferecerem pesquisas de ritmos e temas, entregam conteúdo da história, dos saberes e falares do povo de cada uma de suas regiões sem, entretanto, abrirem mão da música romântica e dos ritmos como o xote e o pagode. Ambas as obras vêm suprir a carência de conteúdo de conhecimentos culturais da música comercial que domina atualmente a maioria das mídias.

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1433 – Cantor, compositor, violeiro ativista de causas ambientais e humanistas: Josino Medina (MG) é sertanejo plural com alma de vaqueiro roseano

#MPB #MúsicaBrasileira #MinasGerais #LiteraturaBrasileira #ViolaCaipira #ViolaBrasileira #ViolaCaipira #Araçuari #CarlosChagas #GuimarãesRosa #Sertão #Aboio #Coco #ValedoMucuri

O disco Quadras do Sertão – A história do vaqueiro Sebastião Eugênio foi recentemente enviado à redação do Barulho d’água Música, aqui em São Roque, Interior paulista, pelo seu autor, o mineiro nascido em Carlos Chagas Josino Medina. O álbum constitui um trabalho essencial à memória cultural brasileira para dele se dizer o mínimo. Lançado em 2016 após uma bem-sucedida vaquinha virtual, com pesquisa, adaptação e gravação do próprio Medina — que toca viola caipira nas 16 “faixas”, apresentadas como “Cenas” –, Quadras do Sertão… reúnem quadrinhas recolhidas da obra de João Guimarães Rosa e parte de vaqueiros dos vales do Rio São Francisco como Manoel Ferreira, Seo Erotides (da Vila dos Gaúchos, Grande Sertão Veredas) e Manoelzão, na região do município de São Francisco (MG), e por Valdomiro Francisco Medina, pai do Josino. Aboios, contradanças, ABC e coco voltado compõem o repertório cantado entre narrativas, tudo masterizado no Estúdio Lira por Bilora e gravado por Gustavo Guimarães, dois dos mais proeminentes violeiros e produtores culturais conterrâneos de Medina. Guimarães também assina o encarte, ilustrado por desenhos de Clarissa Magalhães.

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1430 -Série que visa a destacar a produção e a carreira das violeiras em atividade no Brasil traz perfil de Laís de Assis (PE)

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Recifense que cresceu em meio a instrumentos musicais de brinquedo e assistia Viola, Minha Viola com a avó desenvolve sua obra autoral trazendo como fonte de inspiração ritmos populares e elementos da cultura nordestinos como a literatura de cordel. Primeiro disco terá participação de índias Tuxá.

A pernambucana Laís de Assis, violeira, violonista, arranjadora, pesquisadora e arte-educadora, é a escolhida para dar sequência à série especial que o Barulho d’água Música passou a publicar e que já trouxe os perfis das mineiras Cláudia Morais e Letícia Leal. Formada em viola de dez cordas desde 2018 e violão popular a partir de 2013 pelo Conservatório Pernambucano de Música (CMP), onde teve aulas com o mestre violeiro Adelmo Arcoverde, Laís de Assis é graduada em Música e Licenciatura pela Universidade Federal de Pernambuco (2016), mestre em Etnomusicologia pela Universidade Federal da Paraíba (2018), com estudos direcionados à viola de dez cordas nordestina. Embota também toque violão, sua vida ligada à música sempre teve mais cumplicidade com a viola, conforme relatou ao radialista Domingos Júnior, durante entrevista que concedeu a ele em 29 de março, para o programa 10 Cordas em 30,  com o título A cara da nova violinha pernambucana. “Desde criança eu sempre adorei música e tenho contato com instrumentos musicais. Os poucos brinquedos que eu tinha em casa não eram bonecas ou casinhas, essas coisas, eram, por exemplo, violõezinhos.” 

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1429 -TV Dandô começa a transmitir conteúdos artísticos que incluem concertos, curtas-metragens e oficinas

#MúsicaBrasileira #CulturaPopular #Dança #Poesia

O premiado Dandô – Circuito de Música Dércio Marques expandiu ainda mais a sua atuação artística com o lançamento em 16 de agosto da TV Dandô, um novo veículo para divulgação de conteúdos inéditos que serão disponibilizados pelo canal Youtube (http://youtube.com/circuitodandobr), sempre a partir das 20 horas. A programação é das mais ecléticas e oferecerá novidades sobre os concertos que o Dandô oferece, espetáculos virtuais exibidos na íntegra, entrevistas exclusivas com os artistas participantes do circuito e convidados, depoimentos, homenagens, clipes, lives, curtas-metragens e oficinas, entre outras ações e manifestações culturais.

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1427 – Brasil perde Dona Lia do Coco (PE), “brincante que espalhava alegria por onde passava”

 #Luto #CulturaPopular #liadococo #pernambuco #igarassu #cmigarassu #Coco# Cantiga #Ciranda #CavaloMarinho

De causas não reveladas, morreu aos 73 anos na segunda-feira, 16, a pernambucana Maria dos Prazeres Benevidios Ramos, a Dona Lia do Coco, também conhecida por Mestre Lia. Considerada uma griô, cantora de cantigas populares, coco de roda, cirandas e cavalo marinho, entre outros ritmos, ela nasceu em Goiana (PE), vivia no Sítio Histórico de Igarassu, Região Metropolitana do Recife, onde foi velada, recebeu homenagens da Câmara Municipal e para a qual fez declaração de amor expressa na frase: “Me sinto muito feliz dentro de Igarassu, foi o lugar que eu queria morar, era aqui e aqui estou”. A Secretaria de Turismo do município lamentou a morte de sua filha ilustre observando que apenas uma mensagem “não seria o suficiente para falarmos da contribuição de Dona Lia do Coco para Cultura de Igarassu e Pernambuco. Muito obrigada Dona Lia, a brincante que espalhava alegria por onde passava.”

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1424 – Zé Paulo Medeiros (MG/SP) prepara LARAS, álbum com faixas já disponíveis nas plataformas digitais

#MúsicaRegional #MúsicaCaipira #MPB #ViolaCaipira #ViolaBrasileira #CulturaPopular #LimaDuarte(MG) #JuizDeFora

*Com dados informados pelo artista, por Denil Nogueira, extraídos do blogue Em Canto Sagrado da Terra e do Dicionário Cravo Albin da Música Brasileira

As tradicionais audições aos sábados pela manhã aqui no Solar do Barulho, redação do Barulho d’água Música em São Roque (SP), começaram neste dia 14 de agosto com LARAS, título do álbum que está sendo preparado pelo cantor e compositor mineiro Zé Paulo Medeiros. O disco, em cujo título o autor presta homenagem às netas Clara e Lara, terá ao todo 10 faixas, 6 das quais já estão disponíveis em seu canal do Youtube, plataformas digitais e também podem ser ouvidas durante a programação da Rádio Sudeste FM, pilotada por Denil Nogueira, emissora que fica 24 horas no ar via satélite com acessos pelo site e aplicativos gratuitos. Em LARAS, Zé Paulo Medeiros celebra novas parcerias que incluem o produtor e maestro goiano Eliel Carvalho e o radialista Nogueira, ambos respectivamente compositores de Esqueci de te esquecer e Terapia Rural. Carvalho ainda responde pelos arranjos, violões e ukulelê. Outra parceria terá Sergio Turcão, da dupla Jica y Turcão, e uma das faixas na voz de Zé Paulo será Estradeiro, por enquanto gravada apenas por Cláudio Lacerda em seu álbum Cantador

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1421 – Canções de Elomar Figueira Mello serão interpretadas em concerto ao vivo na Casa Museu Ema Klabin(SP)*

#MPB #CulturaPopular #Elomar #MúsicaRegional #CasaMuseuEmaKlabin #SãoPaulo #SP

*Com Cristina Aguilera

Tiago Fusco e Verlucia Nogueira abordam a obra do compositor no show Estradar. O CD homônimo da dupla contou com a direção artística de João Omar, filho e parceiro musical de Elomar

Neste sábado, 7 de agosto, a partir das 16h30, a Casa Museu Ema Klabin, situada na cidade de São Paulo, terá como atração do programa #TardesMusicaisEmCasa o duo Tiago Fusco e Verlucia Nogueira. Direto da Casa Museu, com transmissão pelo seu canal do YouTube, a dupla apresentará Estradar,  um concerto que promove um mergulho investigativo e criativo na música do poeta e compositor Elomar Figueira Mello.

Tiago Fusco e Verlucia Nogueira, que lançaram recentemente pelo selo SESC um álbum com canções de Elomar homônimo ao concerto, abordam a obra do compositor a partir de uma formação inédita para este cancioneiro: o piano e a voz feminina. No repertório, eles brindam os admiradores do baiano com clássicos como Bespa, Cavaleiro Do São Joaquim, A Pergunta , Curvas Do Rio, O Pidido, Clariô, História De Vaqueiros, Cantada , Função , Campo Branco , Retirada, Incelença Pro Amor Retirante e Na Quadrada Das Águas Perdidas.

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1418 – Álbum síntese da música, Clube da Esquina foi concebido há 50 anos*

#MPB #ClubeDaEsquina #CulturaPopular #BeloHorizonte #MG

  • Título da matéria da revista Carta Capital cujo linque é:

https://www.cartacapital.com.br/cultura/album-sintese-da-musica-clube-da-esquina-foi-concebido-ha-50-anos/

Um dos discos mais pica das galáxias da cultura popular brasileira, que serviu de afirmação para o Clube da Esquina, está completando meio século sem jamais sair da lista dos preferidos por quem ama a boa música feita no país!

Concebido em 1971, lançado em 1972, o bolachão duplo Clube da Esquina já chegou chamando a atenção pela icônica capa que trouxe a dupla de garotos¹ numa alusão aos amigos Lô Borges e Milton Nascimento, o Bituca, dois dos músicos integrantes da plêiade que inaugurou o grupo e revolucionou a MPB. A imagem, semioticamente, já vale como amostra das fusões propostas e alcançadas pelo disco cujas 21 faixas, entre outros elementos, fundem sonoridades e ritmos afros com brasileiros e latinos, entre outros méritos que fazem dele um clássico atemporal que quebrou regras mercadológicas e de produção fonográfica vigentes até então.

Matéria da revista Carta Capital (ave, Mino Carta e equipe, uma taça de vinho!) publicada em 17 de julho, assinada pelo jornalista Augusto Diniz, traz uma avaliação detalhada do discaço nas palavras do violeiro, compositor, arranjador e pesquisador Ivan Vilela. Há mais de uma década mergulhado no estudo do movimento da trupe (que juntou mineiros da gema, mas não só) em seu aspecto relativo às inovações musicais, Vilela conta, por exemplo, que elas “foram fortes e emblemáticas”, conforme poderá ser lido abaixo no texto de Diniz que o Barulho d’água Música reproduz em azul, na integra, com a devida vênia do veículo, do autor e do entrevistado.

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