Barulho d'Água Música

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998 – Roberto Seresteiro é a próxima atração do Projeto Retratos do Brasil-Prosa e Música, na BMA (SP)

Serestas e Serenatas Brasileiras será o tema da edição de setembro do Projeto Retratos do Brasil – Prosa e Música, marcada para a quinta-feira, 21, quando o curador Jair Marcatti receberá o músico e pesquisador Roberto Seresteiro para um bate-papo com entrada franca, à partir das 19 horas, no palco da Biblioteca Mário de Andrade (BMA). Roberto Saglietti Mahn, nome de batismo do convidado de Marcatti, é jornalista, cantor, professor e ministra palestras sobre a História da Música Popular Brasileira, trabalhando desde 2010 em cursos da Pontifícia Universidade Católica (PUC), Unisant’anna, Anhembi Morumbi e em algumas unidades do Sesc. Seresteiro estará acompanhado do violonista Júnior Pitta.

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996 – Juliana e João Paulo Amaral apresentam “Açoite” como atração do Composição Ferroviária em Poços de Caldas (MG)

A voz marcante de Juliana Amaral e a viola vigorosa de João Paulo Amaral serão atrações neste domingo, 10 de setembro, em Poços de Caldas, cidade do Sul de Minas Gerais. Os irmãos levarão ao público que prestigia o projeto Composição Ferroviária o espetáculo Açoite, baseado no nome do quarto álbum de Juliana (selo Circus) disco de 2016 cuja direção musical e arranjos couberam a João Paulo. Marca registrada em todas as edições do projeto Composição Ferroviária, o show de abertura sempre é reservado a músicos locais e começa às 10 horas, no pátio da estação da antiga rede Mogyana. Para esta nova rodada, os produtores Wolf Borges e Jucilene Buosi convidaram Jesuane Salvador, intérprete que  oferecerá à plateia um repertório que contempla da MPB ao Jazz.

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995 – Para além do boto-cor-de-rosa: conheça o Imbaúba, grupo fundado pelo poeta Celdo Braga que canta o universo da Amazônia

“O Brasil não conhece o Brasil”, em uma adaptação do refrão que remete às Querellas do Brasil,  na qual Aldir Blanc e Maurício Tapajós escreveram “O Brazil não conhece o Brasil” para a canção imortalizada por Elis Regina em Transversal do Tempo (1978), é um bordão difícil de contestar em qualquer campo ou assunto artístico-cultural que se ponha em debate na roda. Para ficar apenas no vasto terreiro da música de Pindorama, a se julgar pelas playlists da maioria das emissoras de rádio, ainda vale mais por estes trópicos a frase original de Blanc e Tapajós, aquela com “z”. Em um país que  embora apresente variedade de estilos e de ritmos – que vão do samba ao caipira, do baião ao chamamé, do fandango ao xaxado, do choro ao Clube da Esquina –, tem prevalecido a porcaria movida tanto a jabá, quanto pela preguiça de programadores — se ruins ou sonsos, mesmo, pouca diferença faz. Entretanto, desde que a internet passou a oferecer ferramentas não apenas para divulgar, mas também compartilhar obras e carreiras, os hábitos de consumo e de produção de música vêm mudando, possibilitando a criação de públicos mais críticos, pluralistas e exigentes. E nesta onda blogues e serviços de streaming conseguem democratizar e oferecer (a baixos ou totalmente sem custos) não apenas novidades e lançamentos que a mídia teima em desprezar, sobretudo os alegadamente “independentes”, deixando disponível na rede para serem baixados em tablets, computadores e celulares conteúdos dos mais diversificados, ecléticos e muito, muito bons.

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994 – Colabore para a gravação de Coração Caminhador, novo álbum autoral de Victor Batista (MG/GO)

Coração Caminhador é o nome que o cantor e compositor mineiro Victor Batista, radicado em Pirenópolis (GO), escolheu para batizar o álbum comemorativo aos 20 anos de trajetória artística o qual pretende trazer à luz com a generosa colaboração de amigos e admiradores, por meio de uma campanha de arrecadação, já disparada pela plataforma Benfeitoria, que estipula recompensas diversas, conforme a quantia doada. As 13 composições e quatro vídeos, inéditos, já estão prontos para serem gravados, trazem novas parcerias e participações especiais. A vaquinha virtual deverá cobrir o processo de finalização, que inclui as etapas de edição, mixagem, masterização e elaboração da arte gráfica do encarte antes do encaminhamento à fábrica para a reprodução de 1000 exemplares. Caso não consiga arrecadar o valor estipulado, um mínimo de R$10.200,00, Victor Batista devolverá o dinheiro aos contribuintes e o projeto será arquivado.

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993 – Pela primeira vez em São Paulo, João Triska (PR) apresenta Passo Folk no palco do Teatro Itália

O cantor e compositor João Triska (PR) estará em São Paulo na terça-feira, 15, e em apresentação única a partir das 21 horas trará de Curitiba para o público que frequenta o cinquentenário Teatro Itália um show mesclado por sucessos do cancioneiro popular e de músicas autorais que transitam entre Milonga, Folk, e ritmos regionais. Finalista por duas vezes consecutivas do Prêmio Profissionais da Música (2016 e 2017), em sua primeira visita à Sampa, Triska ocupará o palco do tradicional espaço cultural situado na rua Ipiranga como convidado do projeto Terças Musicadas, coordenado pelos produtores culturais Fran Carlo e Petterson Mello, os mesmos do consagrado Concerto para Pixinguinha, protagonizado por Vânia Bastos e pelo Marcos Paiva Quarteto, vencedor do PPM deste ano na categoria melhor disco de Choro.

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992- Prestes a emplacar quatro décadas de sucesso, Duofel toca de graça no Museu da Casa Brasileira (SP)

O Museu da Casa Brasileira (MCB) receberá amanhã, 13, como atração do Projeto Música no MCB,  o Duofel, dupla formada pelos violonistas Luiz Bueno e Fernando Melo. Com 39 anos de pesquisas, ensaios e concertos, o Duofel vem marcando território na cena musical do país por promover novas linguagens para o violão, valendo-se de diversos modelos para experimentar timbres diferentes e produzir músicas instrumentais que mesclam erudito e popular. Com tal receita, brinda os fãs com composições próprias, clássicos populares e até primorosas releituras de clássicos do The Beatles. Para executar este refinado e dos mais ecléticos repertórios, Melo toca violão de 12 cordas, violão de nylon, viola caipira, zig zum, arco da rabeca e violão de aço. Bueno, por sua vez, utiliza violão de nylon, violão de aço, violão tenor, zig zum e arco da rabeca. Em toda trajetória, o Duofel contabiliza o lançamento de 12 discos – 10 gravados no Brasil, um na Alemanha e outro nos Estados Unidos –, a conquista de três prêmios da Música Brasileira (melhor arranjo/1996, melhor solista/1994 e melhor música instrumental/1993) e outras seis indicações (melhor CD instrumental/1996, melhor música instrumental/1994, melhor disco instrumental, melhor solista Fernando Melo, melhor solista Luiz Bueno e melhor música instrumental/1993).

 

O projeto dominical do Museu da Casa Brasileira (MCB) transcorre gratuitamente no terraço contíguo à agradável área verde do bairro paulistano Pinheiros, local que atrai diversas gerações e até famílias inteiras e oferece múltiplas atrações, incluindo restaurante e bicicletário. Boa parte deste público termina por também acompanhar os concertos e shows — o que, com a costumeira lotação das cadeiras do terraço, multiplica a plateia, das mais fidelizada, independentemente de quem estiver cantando e tocando. A média de pessoas a cada nova rodada chega a 400 pessoas, mas apesar de ser um dos mais concorridos e conceituados eventos artísticos culturais de Sampa na área musical, o Música no MCB vem sendo oferecido sem patrocínio continuamente desde 1999. O Museu é ligado à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e só por conta do esforço da coordenadora, Carmelita Moraes, e da boa vontade dos músicos (a maioria abre mão dos cachês) tem conseguido manter nestas 18 temporadas apresentações já curtidas por 250 mil pessoas, aproximadamente, sem cobrar ingresso, sempre a partir das 11 horas.  Passaram pelo palco, por exemplo, grupos e expoentes como Pau Brasil, Zimbo Trio, Projeto Coisa Fina, Orquestra Bachiana Jovem, Grupo Aum, Mawaca e Traditional Jazz Band, Neymar Dias e Igor Pimenta, Wilson Teixeira, Guilherme Ribeiro, Vento em Madeira, Sarah Abreu e Sexteto Mundano, com participação de Tita Parra, entre outros.

Além do Duofel, em agosto estão previstos outros dois concertos:

20/8 – Emiliano Sampaio e Mere Big Band

Fruto da união de 17 músicos da cena instrumental paulistana, a Mere Big Band, comandada pelo regente Emiliano Sampaio, apresentará o repertório de Tourists, primeiro disco lançado na Europa. O álbum mostra as impressões do velho continente, dedicadas aos destinos percorridos, desde os mais célebres, como Viena e Paris, até os locais mais inusitados, como Bad Radkersburg e Grozjan.

27/8 – Orquestra Instituto GPA

Sob regência de Renata Jaffé, o Instituto GPA traz sua Orquestra com uma formação 100% feminina, integrada por alunas do Programa de Música e Orquestra das Unidades de Osasco e Santos. Elas apresentam um repertório com clássicos da música nacional e internacional, como a Ciranda da Bailarina, de Chico Buarque; The Pink Panther, de Henry Mancini; e a Fantasia das Cirandas, de Cláudio Jaffé. A apresentação contará com tradução em libras. Formada por jovens entre 10 e 21 anos, selecionados entre os estudantes do Programa de Música, uma iniciativa de inclusão social do Instituto GPA, a Orquestra já contou com a participação de mais de 4.500 crianças, desde 1999.


 

Sobre o Museu da Casa Brasileira

O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, dedica-se à preservação e difusão da cultura material da casa brasileira, sendo o único museu do país especializado em arquitetura e design. A programação do MCB contempla exposições temporárias e de longa duração, com uma agenda com base em debates, palestras e publicações que contextualizam a vocação do museu para a formação de um pensamento crítico em temas como arquitetura, urbanismo, habitação, economia criativa, mobilidade urbana e sustentabilidade. Dentre suas inúmeras iniciativas, destacam-se o Prêmio Design MCB, principal premiação do segmento no país, realizado desde 1986; e o projeto Casas do Brasil, de resgate e preservação da memória sobre a rica diversidade do morar no país.

SERVIÇO:

Música no MCB – 18ª temporada

Agosto

13/08 – Duofel
20/08 – Emiliano Sampaio e Mere Big Band
27/08 – Orquestra Instituto GPA

Dia e Horário: Domingos, sempre às 11h00
Entrada gratuita
Local: Museu da Casa Brasileira (Avenida Faria Lima, 2.705 – Jardim Paulistano)
Tel.: (11) 3032.3727

Visitação
De terça a domingo, das 10h00 às 18h00
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada) | Crianças até 10 anos e maiores de 60 anos são isentos | Pessoas com deficiência e seu acompanhante pagam meia-entrada
Gratuito aos finais de semana e feriados
Acessibilidade no local
Bicicletário com 40 vagas | Estacionamento pago no local

Visitas orientadas: (11) 3026-3913agendamento@mcb.org.br | www.mcb.org.br

Informações para a imprensa – Museu da Casa Brasileira

Suzana Gnipper – (11) 3026-3910 | comunicacao@mcb.org.br
Bruno Dória – (11) 3026-3900 | analistacomunicacao@mcb.org.br
Jaqueline Caires – (11) 3026-3900analistacomunicacao2@mcb.org.br

Informações para a imprensa – Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo
Gisele Turteltaub – (11) 3339-8162gisele@sp.gov.br
Damaris Rota – (11) 3339-8308 | drota@sp.gov.br
Gabriela Carvalho – (11) 3339-8070gabrielacarvalho@sp.gov.br

 


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991 – Atração do Projeto Dandô Dércio Marques, Sol Bueno (MG) canta no IJC, com abertura de Mari Ananias

A cantora e compositora Sol Bueno protagonizará em São Paulo neste domingo, 13 de agosto, mais uma rodada do premiado Dandô Circuito de Música Dércio Marques, prevista para começar às 17 horas, no Instituto Juca de Cultura (IJC). Mari Ananias abrirá a apresentação durante a qual a mineira de Pitangui cantará músicas integrantes de Poeira Dançante, seu disco de estreia, lançado no final de maio em Belo Horizonte (MG) e no qual, de forma apurada, ela revela sutilezas e memórias do universo da cultura popular, vivências, sentimentos e um olhar acurado para a terra. À medida que ouve as 13 faixas, a plateia embarca em poético passeio ao Cerrado — passando pela bacia do rio São Francisco e por cenários mágicos do sertão Roseano — e conhece parte das sonoridades que ocorrem naquelas paisagens.  Egressa de família de músicos e cantadores, Sol Bueno resgata com voz suave e timbre marcante a força dos ancestrais, ilustrando a cada nova canção os múltiplos retratos interiores dos Brasis que Minas Gerais carrega.

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