1165- Kuarup lança “Canta Inezita”, álbum que homenageia Rainha da Música Caipira

Consuelo de Paula, Maria Alcina, As Galvão e Cláudio Lacerda interpretam 15 clássicos eternizados na voz da dama da viola,  a imortal Inezita Barroso

Ontem, 8 de março, data dedicada ao Dia Internacional da Mulher, completaram-se quatro anos da morte de Inezita Barroso — apenas quatro dias depois de ela ter completado 90 anos de vida.  Em homenagem à data global e para reverenciar a memória e a obra da Rainha da Música Caipira, o selo Kuarup lançou nas plataformas digitais e nas lojas Canta Inezita, aproveitando o espetáculo gravado ao vivo reunindo intérpretes de diferentes estilos e gerações no teatro do SESC Santo André, em São Paulo, nos dias 17 e 18 de agosto de 2018, com sucessos da apresentadora do programa Viola Minha Viola, cantora, atriz, violonista, professora e folclorista, uma das principais personagens da história da música popular brasileira. O álbum, gentilmente enviado à redação pela Kuarup, pelo qual mais uma vez agradecemos ao amigo Rodolfo Zanke e equipe, foi o escolhido para as tradicionais audições aos sábados pela manhã neste dia 9 de março aqui no Barulho d’água Música.

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1162 – Ricardo Vignini lança “Viola de Lata”, na Sala Itaú Cultural, em São Paulo

Terceiro disco solo do violeiro paulistano tem doze faixas, dez instrumentais, e conta com a participação de Socorro Lira e, no show, com Tuco Marcondes*
*Com Graciela Binaghi

As tradicionais audições aos sábados pela manhã aqui na redação do Barulho d’água Música neste dia 2/3, já em pleno reinado de Momo, começaram com Viola de Lata, terceiro álbum solo do virtuosíssimo violeiro paulistano Ricardo Vignini. O disco é um mescla de influências de música caipira, nordestina, folk, rock e blues, totalmente dedicado às violas dinâmicas ressonadoras (daí o nome do disco).

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1159 – Conheça Adiel Luna (PE), coquista autor de “Baionada” e “Onde as violas se encontram”

Repertório dos dois álbuns do músico residente  em Recife resgatam ritmos que animam cantigas de trabalho e festas dedicadas ao baião, ao improviso,  à pisada de coco e à  cantoria de viola no sertão, além de rimas de cordel e o repente

As tradicionais audições na redação do Barulho d’água Música nas manhãs de sábado começaram neste dia 23 de fevereiro, a uma semana do Carnaval, com o álbum Baionada (2015), do pernambucano Adiel Luna, autor, ainda, de Onde as violas se encontram, gravado com o pai, o premiado Coco Camará, também tocado aqui no cafofo. Em sua página eletrônica, na guia de apresentação, consta que a relação de Luna com a música vem de berço: a bisavó era cantadeira de casa de farinha e conheceu o marido animando uma farinhada. O avô, por sua vez, foi entusiasta da cantoria de viola, enquanto o pai – assim como alguns tios e primos – é poeta e repentista.

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1158 – Barulho d’água Música volta a concorrer ao Prêmio Profissionais da Música; vote até dia 28/2

Edição de 2019, a quinta promovida pela GRV e parceiros, recebeu mais de 1400 inscrições e nesta primeira fase de votação, apenas para profissionais cadastrados, terá 849 artistas e agentes de 67 categorias diferentes

Os organizadores do 5º Prêmio Profissionais da Música (PPM) já estão promovendo a primeira etapa de votação para a indicação dos semifinalistas, que, posteriormente, poderão se tornar finalistas do evento que mais uma vez deverá ser promovido em Brasília (DF), em abril. Nesta etapa, que será encerrada às 23h59minutos de 28 de fevereiro de 2019, estão aptos a votar apenas os 849 profissionais de 67 categorias da música que se cadastraram previamente e tiveram as inscrições confirmadas pelo sistema do PPM, conforme está descrito no regulamento disponível em http://ppm.art.br/regulamento/. O anúncio dos semifinalistas está previsto para 10 de março de 2019, quando, então, novas regras para votação serão informadas, a princípio a partir de 12 de março.

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1146 – “Tardhi”, álbum autoral mais pop do músico das montanhas, completa trilogia de Bernardo do Espinhaço (MG)

Disco traz nove faixas  com arranjos e composições apuradas que  transitam entre a MPB, o indie e o folk, todas autorais, e está disponível para ser baixado juntamente com os dois primeiros no portal do cantor e compositor.

A tradicional audição matinal dos sábados aqui na redação/cafofo do Barulho d’água Música começou neste dia 19 com Tardhi, nome do terceiro álbum do cantor e compositor mineiro Bernardo Puhler, que adotou o nome artístico Bernardo do Espinhaço. As nove faixas do disco, todas de autoria de Bernardo, completam a trilogia que o caracteriza como autoridade da Música Popular da Montanha (MPM), conforme bem foi definido por um jornalista crítico musical. Os outros dois álbuns da trindade chamam-se  Manhã Sã (2015) e O Alumbramento  de um Guará Negro em uma Noite Escura (2014), temas da nossa atualização 981, e estão disponíveis para serem baixados, gratuitamente, junto com Tardhi, no portal do músico cujo endereço é http://www.bernardodoespinhaco.com.br.  

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1145 – Colabore com “Além da expansão dos desertos”, primeiro álbum solo de Anabel Andrés (SP)

Campanha aceitará contribuições até 3 de março e de acordo com o cronograma da integrante do Vozes Bugras disco deverá ser lançado em julho

A cantora, bailarina e compositora Anabel Andrés, uma das integrantes do grupo paulistano Vozes Bugras, está promovendo campanha pela plataforma de vaquinha virtual Catarse para arrecadar contribuições entre amigos e fãs e custear o lançamento, que ela planeja para julho, de Além da Expansão dos Desertos, álbum solo que reunirá composições próprias e parcerias para celebrar e cartografar parte da jornada artística dela. Os depósitos partem de R$ 25,00 e poderão ser efetuados até às 23h59 de 3 de março. As recompensas vão da divulgação do nome do contribuinte nas redes sociais e em blogue até um pacote que incluirá 10 discos, oficina de 120 minutos de canto e dança para curar ou de percussão corporal para até 25 pessoas, a colocação de logomarca entre os patrocinadores do disco e uma apresentação em São Paulo ou cidades até 200 quilômetros da Capital do estado de São Paulo.

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1144 – Morre o cantor e compositor Pedro Bento (SP), parceiro de Zé da Estrada, autor de “Galopeira”

O artista estava internado há 50 dias, em São Caetano do Sul. Ao lado do seu companheiro de trajetória, gravou mais de 2 mil músicas e se consagrou pelo estilo “mariachi” adotando sombreros nos trajes e trompete nas canções

O luto começou cedo em 2019 para a música brasileira, em especial, para o gênero caipira e seus amantes com a passagem no dia 3 de janeiro do cantor Pedro Bento, que fez sucesso em dupla com Zé da Estrada. Para quem não se recorda ou sabe Pedro Bento era um dos compositores, junto com o paraguaio Mauricio Cardoso Ocampo, entre outros sucessos que emplacou com seu companheiro,  da música Galopeira, guarânia que ficou famosa na versão de Chitãozinho e Xororó. Pedro Bento estava com 84 anos e morreu por complicações de uma pneumonia após 50 dias de internação, em São Caetano do Sul, cidade da Grande São Paulo. O corpo foi cremado na sexta-feira, 4/1, em Porto Feliz, terra natal do cantor, no Interior do estado bandeirante.

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1135 – Tânia Grinberg e Fabio Madureira lançam “Gota Onde Nada o Peixe”, no Teatro da Rotina (SP)

Álbum de 11 faixas convida o público a um mergulho no que passa batido no dia-a-dia  por causa da zoada, do corre-corre e relações mecânicas e propõe escutar para ver sentido, sentir para entender e vivenciar para aprender

O Barulho d’água Música recebeu mais uma valiosa contribuição para o acervo do blogue gentilmente nos enviada pelos colegas da Tambores Comunicação, aos quais agradecemos: o disco Gota Onde Nada o Peixe, que traz composições da dupla Tânia Grinberg (voz) e Fabio Madureira (voz e violão), com lançamento previsto para sábado, 15/12, no Teatro da Rotina, que fica na emblemática Rua Augusta, um dos mais badalados endereços paulistanos (veja a guia Serviços).

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1127 – Novo álbum de Arthur Noronha (GO) já está disponível em streaming e explora lado oculto da viola caipira

Viola Cancioneira, que sucederá o excelente De tudo de mim , alia as composições do jovem músico e traços de artista plástica goiana com quatro diferentes afinações e violas para realçar o passeio pelo mundo das lendas

O cantor, compositor e violeiro Arthur Noronha, jovem talento da região Centro-Oeste do Brasil que nasceu e reside em Goiânia (GO), com bala na agulha para ter logo menos seu nome consagrado entre os maiorais do país que tocam o instrumento, está prestes a lançar seu novo álbum, Viola Cancioneira, que sucederá o excelente De tudo de mim e já pode ser ouvido em plataformas de streaming. O primeiro disco, tema da atualização 1058 do Barulho d’água Música (1º de maio de 2018), reúne 11 faixas, das quais apenas a que fecha o trabalho, Viola Destoada, não é cantada. Já o novo, com 10, é totalmente instrumental e revela o quanto Arthur Noronha é fera tanto na arte de compor, quanto na do ponteio das cordas.

O músico emprega em Viola Cancioneira quatro violas e recorre a quatro afinações diferentes (Rio Abaixo/Boiadeira/ Cebolão em E/Cebolão em D) com a intenção de ir além de apenas gravar mais um disco. Apoiado nas músicas e em elementos como as imagens do encarte, Arthur e seus amigos músicos trazem à luz (com o perdão do trocadilho!) um projeto artístico com primorosos elementos gráficos, dedicado aos amantes da viola caipira instrumental.  A proposta é explorar o misticismo que há por trás da viola, o lado dela que penetra os terrenos do oculto e do cinematográfico, com reforços do baixo elétrico e acústico de Sardinha, da percussão de Sinho e do violão aço de Túlio César.

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