1500 – Contribua para a gravação do novo álbum do “artivista” paraense Bené Fonteles

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Artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta, cantor, compositor e xamã, entre outras formas de expressão que formam as várias facetas do incansável “artivista” que, conforme a própria definição, ele encarna, Bené Fonteles disparou campanha na internet para coletar contribuições entre amigos e tirar do papel o disco D’Alegria. Em formato físico e digital, D’Alegria será gravado no Sítio Arvoredo, em Pocinhos do Rio Verde, distrito de Caldas (MG) e onde fica o estúdio Venta Moinho “debaixo de um pé de jequitibá” do amigo, violeiro cantor e vizinho de porta João Arruda. O trabalho reforçará uma discografia que, fora a participação em outras gravações¹, inclui os autorais Benditos, coletânea de 2003 que mescla Benedito (1983), Silencioso (1987) e (1991); Silencioso tem apenas capa, já que sua proposta conceitual é a de que seja ouvido o silêncio.

Em 2019, em parceria com Lucina, Fonteles gravou Canções para Pescar Almas (Foto: Patrícia Ferraz)

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1449 – Sebastião Tapajós (PA) desencarna em Santarém; violonista deixa carreira consagrada no Brasil e no Exterior

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O Brasil perdeu na noite de sábado, 2 de outubro, um dos seus mais notórios violonistas de todos os tempos, vítima de um infarto agudo do miocárdio, na cidade paraense de Santarém: Sebastião Pena Marcião, nome artístico de Sebastião Tapajós. Tião, como os mais íntimos o chamavam, estava com 78 anos e veio a óbito segundo os médicos Musa Martins e Everaldo Otoni, que tentaram por 40 minutos reanimá-lo, depois de sintomas típicos do ataque do coração. Os médicos atestaram a morte às 19h30.

Formado pelo Conservatório Nacional de Música de Lisboa, Tapajós gravou mais de 60 discos durante a longa e consagrada carreira iniciada aos 10 anos no conjunto de baile Os Mocorongos. O corpo do violonista foi velado no auditório da Casa de Cultura de Santarém e na segunda-feira, 4, deveria, seguir para a Catedral para uma missa de corpo presente antes do sepultamento

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1417 – Nego Nelson (PA) completa 50 anos de carreira com Tiquinho de Céu, álbum instrumental lançado nas plataformas digitais

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Tiquinho de Céu, novo álbum do paraense Nego Nelson, foi o escolhido para abrir neste dia 24 as edições matinais que promovemos aos sábados aqui no Solar do Barulho, redação do Barulho d’água Música na Estância Turística de São Roque, Interior de São Paulo. Nego Nelson é o nome artístico de Nelson Batista Ferreira, violonista e compositor residente em Belém que em 2021 completa 50 anos de carreira com o lançamento do disco de nove faixas, instrumentais e todas de sua autoria, disponível em todas as plataformas digitais desde março. A faixa título homenageia o carioca do cavaquinho Waldir Azevedo e faz alusão à música Pedacinho de Céu, um dos sucessos do mestre do cavaquinho ao lado dos choros Brasileirinho e Delicado. Outro destaque, Quarto n°5, segunda da lista, composta em 1975 nunca antes fora gravada.

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1373- Conheça Gileno Foinquinos, guitarrista de jazz do Pará, e seu novo álbum, Voo do Carapanã

Dedicado à música desde os 6 anos, o autor do álbum, já tocou com nomes da cena belenense como Sebastião Tapajós e Nego Nelson, além de integrar várias bandas e dividir palcos no Brasil e no mundo com Proveta, Bocato, Filó Machado, Elza Soares e Maria Rita, entre outros

jornaslistas antifascistasAs tradicionais audições dos sábados pela manhã aqui no Solar do Barulho, sede do Barulho d’água Música em São Roque (SP), começaram neste dia 10 de abril com Voo do Carapanã, oitavo álbum do paraense de Cametá Gileno Foinquinos, músico, compositor e arranjador considerado referência da guitarra jazzística para além da região Norte do país. Voo do Carapanã, cujo nome alude a um inseto semelhante a um pernilongo, mas “do bem”, contém oito faixas instrumentais e pode ser ouvido na íntegra visitando o linque que estará ao final desta atualização, com participações de César Augusto “Gugu” (bateria); Wesley Jardim (baixo); Willian Jardim (guitarra), além de Márcio Jardim, Wendel Brandão e Joelson Lopes. Foinquinos toca guitarra acústica.

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972 – Com “Cores do Atlântico”, Socorro Lira concorre a mais um Prêmio da Música Brasileira

A cantora, compositora e escritora Socorro Lira é uma das finalistas do 28º Prêmio da Música Brasileira, que será entregue aos vencedores de 2017 em 19 de julho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A paraibana de Brejo do Cruz radicada em São Paulo concorre ao troféu de Melhor Cantora Regional com a catarinense de Joinville Ana Paula da Silva (Raiz Forte) e a paraense Dona Onete (Banzeiro) com o livro-álbum Cores do Atlântico —  lançado pelo selo Pai Música para Espanha e Portugal em 2010 e com edição brasileira em 2016 pela Latus Editora (UEPB) –, obra que apresenta uma nova perspectiva sobre as cantigas de amigo a partir de uma dupla dimensão, a teórica e a musical. No primeiro caso, Cores do Atlântico oferece inédita argumentação sobre a origem de uma tradição oral, sustentada por mulheres, conforme tese defendida pela holandesa radicada na França Ria Lemaire. Do ponto de vista musical, consegue-se moderna abordagem da melodia das cantigas por meio da integração de sonoridades galegas, portuguesas, africanas com ritmos brasileiros como ciranda, samba, batuque, baião, congo, aboio e toada nordestina, revelando um rico patrimônio comum a três continentes banhados pelo oceano. 

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931 – Após “uma surra boa”, Vento Viola (MG) encerra dezesseis anos de silêncio e lança “Em Nome do Vento”

O acervo fonográfico do Barulho d’água Música recebeu, recentemente, mais um considerável reforço: o álbum Em Nome do Vento, do grupo sul-mineiro de Itajubá Vento Viola, entregue por um dos seus integrantes, o jornalista do Correio Popular (Campinas/SP) Clayton Roma. O disco é o segundo do quarteto que além de Roma é formado por César Dameire, Lúcio Lorena e Aidê Fernandes, e foi lançado em dezembro de 2016, sucedendo Viola de Todos os Cantos (2000), que conta com a participação do violeiro Levi Ramiro e é considerado entre os amantes da música regional e caipira uma verdadeira relíquia por não dispor mais de cópias. Em Nome do Vento reúne 13 faixas e conta com as participações em três delas de Ronaldo Chaplin (Cheiro de Minas), João Lúcio (Amo Minas) e Adriano Rosa (Pinho e Violeiro). Abaixo, em entrevista ao portal Música à Vista, concedida a Ronaldo Faria, Clayton Roma fala, entre outros assuntos correlatos, sobre a produção do novo álbum destacando que “no primeiro disco a gravadora não interferiu no trabalho, mas corrigiram arranjos e fizeram a direção que acharam do jeito que tinha de fazer. Mas, neste segundo, foi o jeito do Vento Viola. Nós concluímos esse e já estamos com a cabeça no próximo. Afinal, música é o que não falta!”

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907 – Mais de 100 atrações movimentarão a Serra Gaúcha durante o 6° Festival de Música de Rua

O Festival Brasileiro de Música de Rua, com inscrições abertas até 31 de janeiro, há 5 anos ocupa os espaços públicos com música, tornando as cidades mais felizes. Em 2017, o Festival chega à sexta edição levando uma programação gratuita a Caxias do Sul e cidades da Serra Gaúcha, entre os meses de março e abril. Serão 15 dias de concertos em vias públicas,  pontos de ônibus, parques e praças, com estrutura de som, palco e produção adequada para a “Música de Rua”. Tais atividades ao ar livre permitem entre outras ações a formação de público, atraindo para espaços comuns de convivência quem tem amor pela música.

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807 – Jorge Andrade (PA) comemora aniversário em meio ao lançamento de “Trovar, trovar”, mais um disco em parceira com Floriano e belas vozes femininas

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Hoje, 6 de fevereiro, a agenda do Barulho d’água Música registra o aniversário do professor, contista, poeta, cantor e compositor Jorge Andrade, amigo de Belém (PA), que sempre envia ao Solar da Lageado discos e outros trabalhos de artistas paraenses e de estados vizinhos da região Norte do país, incluindo as próprias obras, revelando quão é rica e diversificada a cultura e a tradição da região amazônica e o quanto a indústria do entretenimento e a mídia nos priva, cá no Sudeste maravilha, com a “seletividade” que exclui quem pensa e produz “fora do quadrado”.

Mais do que um fraterno abraço, nós é que deveríamos enviar os presentes, no entanto, Jorge Andrade, mais uma vez , brindou-nos não com um, mais com dois exemplares de Trovar, trovar, seu mais recente trabalho. Lançado ao final de 2015, o novo disco reúne 12 composições dele e do parceiro Floriano interpretadas por um belíssimo time de vozes femininas, entre as quais Andréa Pinheiro, Karina Ninni, Luísa Nascimento Nogueira, Carla Maués, Patrícia Bastos e Lívia Rodrigues. Floriano, Zé Luiz Mazziotti, Pedrinho Cavalleró e o grupo Sapecando no Choro também enriquecem as faixas.

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Protegido: 799 – Jundiaí (SP) encerra Festa da Uva com concerto caipira e trio de música estradeira

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760 – Grupo Ilumiara lança álbum Cantos de Trabalho no Cine Teatro Brasil, em Beagá (MG)

O Grupo Ilumiara promoverá neste domingo, 13, o show de lançamento do álbum Cantos de Trabalho, a partir das 19h30, no Cine Teatro Brasil Vallourec, em Belo Horizonte (MG). Formado por Alexandre Gloor, Carlinhos Ferreira, Leandro César, Letícia Bertelli e Marcela Bertelli, o Grupo Ilumiara tem repertório marcado por cantigas que vêm dos mestres da tradição em Minas Gerais e de fontes sonoras e textuais de diversos outros pesquisadores tais como Mário de Andrade e Ayres da Mata Machado. O disco, gravado e mixado por Bruno Correa e masterizado por Chico Neves, tem arranjos elaborados pelos músicos Kristoff Silva, Rafael Martini, Felipe José e Leandro César, que também realizou a produção musical. Sérgio Pererê cantará como convidado em faixa especial sobre os Vissungos, cantos tradicionais dos negros da região de Serro e Diamantina (MG).

Cantar e trabalhar são necessidades humanas universais. Em cada tempo e lugar, o  teor da vida indica o entoar de cantigas, de danças e de batuques que se ligam a gestos e modos de fazer. Das peculiaridades étnicas, geográficas, históricas e culturais deriva o universo diversificado dos chamados Cantos de Trabalho. É inspirado por esse universo que o Grupo Ilumiara produziu este primeiro disco, totalmente dedicado aos cantos de trabalho. O Ilumiara é um dos grupos que vem apresentando este tema como convidado do projeto do Sesc Sonora Brasil,  que prevê a realização de 130 concertos em todos os estados do Brasil, a partir de julho. Os giros prosseguirão até o segundo semestre de 2016, passando neste ano pelas regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste. Na segunda fase, em 2016, será contemplado o público das regiões Sul e Sudeste.

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