1238- Clareando, do violeiro Emiliano Pereira, evoca laços familiares, paisagens do Paraná e faz tributo ao Velho Lua

Obra integra música caipira, o rock e world music e ritmos como a guarânia e o galope a músicas inspiradas no fandango paranaense e no pagode de viola

  • O álbum independente Clareando, do paranaense Emiliano Pereira, lançado em abril de 2018, foi o que escolhemos para abrir neste 28 de setembro as audições matinais de todos os sábados aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque, aprazível cidade do interior de São Paulo.

Residente em Curitiba, Emiliano, além da carreira solo, integra o Trio Serra Acima, ao lado dos violeiros João Triska e Júnior Bier. Formado em Música pela Faculdade de Artes do Paraná, desde 2007 desenvolve pesquisas sobre toques e ritmos da viola de dez cordas, a popular viola caipira, buscando sonoridades desde suas tradições até sua expressão mais contemporânea. Trabalha, ainda, com estilos que vão da  world music e música regional brasileira à música infantil e participou de projetos como o Fandango Paranaense e Orquestra à Base de Cordas de Curitiba. Paralelamente à carreira de músico, é professor e ministra aulas e oficinas de música.

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1230 – Trio Serra Acima recebe Renato Teixeira e Yassir Chediak em Maringá (PR)

Com direção musical do violeiro Rogério Gulin e primeiro álbum em fase de lançamento, Emiliano Pereira, Júnior Bier e João Triska tentam sem deixá-las de lado ir além das tradições da viola caipira

O Trio Serra Acima, na estrada desde 2012, quando surgiu em Curitiba (PR), será atração na quinta-feira, 12, do Teatro Municipal Calil Haddad, situado na cidade de Maringá (PR), quando a partir das 20 horas terá como convidados Renato Teixeira e Yassir Chediak.

Com direção musical do violeiro Rogério Gulin, o Trio Serra Acima atualmente reúne Emiliano Pereira, Júnior Bier e João Triska com a missão de tentar ir além das tradições da viola caipira, sem deixá-las de lado, posto que o instrumento – também conhecido por viola brasileira ou viola de arame — tem história muito forte ligada ao campo, por meio do gênero caipira, além do fandango do litoral paranaense e sul-paulistano. Entretanto, a partir de Renato Andrade, alguns violeiros têm se esmerado a levar a viola a outros patamares, seja ele de repertório ou de interpretação, inserindo-a em ambientes que vão de concertos de música erudita a festivais de rock’n roll e hoje ele é presente desde os mais remotos rincões aos grandes centros urbanos.

Ivan Vilela, Paulo Freire, Roberto Correa, Rogério Gulin e Fernando Deghi são alguns dos nomes que predominam neste cenário em que a viola ultrapassa a fronteira de instrumento da música caipira. E a proposta da tríade  curitibana é justamente contribuir nesse sentido, ao explorar os arranjos em trio, uma formação pouco usual na viola, conjugando aspectos da música tradicional, erudita e popular brasileira.

A musica tradicional de viola faz parte da ideia do grupo  por meio da incorporação de alguns ritmos que estão tradicionalmente ligados ao universo da viola. Tais ritmos já fazem parte da própria linguagem do instrumento e aparecem naturalmente nos arranjos do trio. A música erudita está presente principalmente na concepção do trabalho, nas ideias contrapontísticas dos arranjos, nas nuances de dinâmica, numa tentativa de se explorar a sonoridade do instrumento de formas variadas, no apuro técnico, sempre com um foco muito grande na interpretação do que está sendo tocado.

A música popular brasileira é o guarda- chuva que abarca todo o universo de repertórios e possibilidades exploradas pelo grupo. Ela chega naturalmente pelas experiências prévias de cada integrante, e assim, diversos ritmos brasileiros fazem parte do trabalho como baião, pagode de viola, toada, choro, fandango, maracatu, entre outros. Todos esses elementos somados, dão ao Trio Serra Acima uma identidade única, aguçada pela valorização das raízes paranaenses da viola, e pelo desejo de contribuição com um novo repertório a partir de composições próprias dos integrantes do grupo.

Em julho, o Trio Serra Acima protagonizou duas noites de shows para lançamento do primeiro álbum, levando grande público ao renomado Teatro Paiol, um dos mais tradicionais do país, situado em Curitiba. O repertório do disco explora, justamente, a viola caipira em suas de diversas formas e apresenta músicas de Roberto Corrêa, Heitor Villa-Lobos, Waltel Branco e Tião Carreiro, entre outros compositores, permitindo aos curitibanos explorarem a sonoridade das dez cordas em arranjos instrumentais de músicas paranaenses e temas folclóricos do estado, mesclando-os a ritmos brasileiros.

Renato Teixeira e Yassir Chediak, dois dos mais conceituados violeiros do país, estarão no Paraná

A entrada para o concerto do Trio Serra Acima com Teixeira e Chediak é franca, mas como forma de contribuição solidária será aceito um brinquedo, em bom estado de conservação, para doação posterior ao Provopar — associação civil, com personalidade jurídica de direito privado, sem fins econômicos e lucrativos, com a finalidade de assistência social, educacional, beneficente, cultural, ambiental, saúde e geração de renda, com o fito de contribuir para a melhoria da qualidade de vida, cidadania e humanização da sociedade paranaense.

João Triska, autor dos álbuns Iguassul é Nos Braços dos Pinherais, é finalista do 5° Prêmio Profissionais da Música na modalidade Criação, categoria Artistas Interpretes Violas e Violeiros. O Troféu Parada da Música será entregue aos vencedores em 3 de novembro, em Brasília (DF).

Júnior Bier, ao lado de Rogério Gulin e Oswaldo Rios, violeiro do grupo curitibano Viola Quebrada, mensalmente apresenta a Roda de Viola Caipira, encontro musical da Fundação Cultural de Curitiba. A cantoria ocorre sempre no Conservatório de MPB de Curitiba, com entrada franca, e o próximo convidado do trio será Daniel Vicenti, na quarta-feira, 25 de setembro, a partir das 17 horas. O Conservatório fica na rua Mateus Leme, 63, Largo da Ordem..

Emiliano Pereira, formado em música pela Faculdade de Artes do Paraná, desde 2007, desenvolve trabalhos de pesquisas sobre toques, ritmos e sonoridades da viola caipira de 10 Cordas, desde suas tradições, até sua expressão mais contemporânea. Trabalha ainda com  world music, música regional brasileira, música infantil e participou de projetos como o Fandango Paranaense e Orquestra à Base de Cordas de Curitiba. Também é professor e ministra aulas e oficinas de música.

É autor do álbum Clareando, de dez canções, de composição própria,  que fazem o ouvinte viajar por campos, riachos e paisagens que não podem ser vistas – mas sentidas – sem sair do lugar. No disco a gostosa sonoridade da viola caipira se soma a arranjos de artistas parceiros na gravação. Cada canção teve um diferente processo de criação, mas têm em comum a inspiração vinda de grandes nomes da música brasileira – como Almir Sater, João Paulo Amaral, Hermeto Pascoal e Dominguinhos – e de músicos e grupos locais – como Rogério Gulin, Terra Sonora e Rosa Armorial

Serviço:

Trio Serra Acima recebe Renato Teixeira e Yassir Chediak
12/9, 21 horas
Local: Teatro Teatro Calil Haddad
Endereço: Avenida Doutor Luiz Teixeira Mendes, 2500, Maringá, PR

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1195 – Luis Kiari (PB) lança De Dentro, pelo selo Kuarup, com participações de Nando Cordel e Chico Lobo

Canções promovem a integração das raízes tradicionais sertanejas à modernidade sonora do artista de Campina Grande que mora na cidade do Rio de Janeiro  um dos mais destacados talentos da nova MPB

O selo Kuarup está lançando De Dentro, segundo álbum de Luis Kiari, paraibano de Campina Grande há seis anos radicado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e que acaba de promover miniturnê por cidades do Nordeste visitando os estados da Paraíba e de Pernambuco. O disco, gentilmente enviado ao boteco do Barulho d’água Música pelo produtor Rodolfo Zanke — ao qual mais uma vez somos gratos, estendendo os agradecimentos à toda a equipe da gravadora e editora — tem produção de Ricardo Gomes e mixagem e masterização feitas pelo consagrado engenheiro de som Ricardo Carvalheira. Reúne nove singelas, mas poéticas faixas nas quais se ouve a participação especial do cantor, compositor e instrumentista pernambucano Nando Cordel  — em A Paz de Esperar, que assina a parceria com Kiari na composição –, mais o brilhante e toque inconfundível das violas caipira e dinâmica do músico mineiro Chico Lobo, em todo o repertório¹. As canções promovem a integração das raízes tradicionais sertanejas à modernidade sonora do artista, um dos mais destacados talentos da nova geração da MPB. E o projeto gráfico De Dentro é outra atração do álbum. Assinado pelo conterrâneo do cantor, Vito Quintans, revela um conceito artístico baseado em xilogravura, conforme pode ser conferido nos clipes disponibilizados no sítio eletrônico de Kiari, acompanhado das letras (lyrics) das canções, ou nas principais plataformas digitais.

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999 – Paraná guarda com carinho e saudade a obra de Romano Nunes, o Cabelo, desde menino exímio violonista

“O violão de Cabelo vale por uma orquestra inteira. Só assim para dar noção do talento desse músico paranaense. Mas, mesmo prevenido, você ainda pode sofrer de queixo caído quando ouvir a mágica” Beto Feitosa**, crítico musical fluminense

O Paraná despediu-se em 27 de fevereiro de 2015 de João Batista Nunes, um dos mais talentosos e virtuosos multi-instrumentista do Estado. Cabelo, como ficou conhecido pelos admiradores de todo o país, também utilizava o nome artístico Romano Nunes, sofria de trombose e morreu na véspera, em Curitiba, em consequência do entupimento de uma das vias do coração por um coágulo, após sofrer uma queda. O corpo do músico que estava com 65 anos encontra-se sepultado em Jacarezinho– cidade para a qual a família se mudou em 1951 (oriunda da terra natal, Carlópolis) formada pelos pais, Juvêncio Antônio e Rosa, e mais quatro filhos — um deles a menina Maria Margarida, com a qual, aos 7 anos, João Batista já cantava no programa A Bola da Semana, produzido em Jacarezinho. Aos 17 anos, levando entre os itens da bagagem a primeira guitarra elétrica, Cabelo trocou o Interior pela Capital, onde apesar da natureza humilde e tímida amadureceu profissionalmente, desenvolvendo a maior parte da carreira de violonista, de violeiro, de cavaquinista e de guitarrista, além de compositor, diretor musical e arranjador.

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993 – Pela primeira vez em São Paulo, João Triska (PR) apresenta Passo Folk no palco do Teatro Itália

O cantor e compositor João Triska (PR) estará em São Paulo na terça-feira, 15, e em apresentação única a partir das 21 horas trará de Curitiba para o público que frequenta o cinquentenário Teatro Itália um show mesclado por sucessos do cancioneiro popular e de músicas autorais que transitam entre Milonga, Folk, e ritmos regionais. Finalista por duas vezes consecutivas do Prêmio Profissionais da Música (2016 e 2017), em sua primeira visita à Sampa, Triska ocupará o palco do tradicional espaço cultural situado na rua Ipiranga como convidado do projeto Terças Musicadas, coordenado pelos produtores culturais Fran Carlo e Petterson Mello, os mesmos do consagrado Concerto para Pixinguinha, protagonizado por Vânia Bastos e pelo Marcos Paiva Quarteto, vencedor do PPM deste ano na categoria melhor disco de Choro.

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975 – Viola Quebrada (PR) vai à final do 28º PMB com “Meus Retalhos”; concorrentes são de Jundiaí (SP) e de São Leopoldo (RS).

O disco Meus Retalhos poderá render ao grupo de Curitiba (PR) Viola Quebrada o troféu de melhor da categoria Regional do 28º Prêmio da Música Brasileira (PMB), que será entregue no Rio de Janeiro, em 19 de julho. O álbum lançado em 2015 concorre com Trilhando o Rio Grande (Grupo Rodeio) e Forró por aí (Serelepe), conta com 13 faixas e é o sexto da trajetória do Viola Quebrada — referência não apenas no Sul do país de boa música caipira e de raiz que entremeia às composições próprias clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná. O mais recente trabalho apresenta composições e arranjos inéditos para ritmos variados em temas contemporâneos como a defesa da natureza; êxodo rural; fé e festejos populares; e amor, além de outros comuns ao cotidiano do sertanejo conforme leituras de Oswaldo Rios (voz e violão) e Rogério Gulin (violão e viola caipira); ambos formam o grupo com Rubens Pires (acordeon), Sandro Guaraná (contrabaixo) e Marco Saldanha (percussão), além da voz de Mari Amatti. Traz, ainda, parcerias com Consuelo de Paula, Paulo Freire, Rubens Pires, Etel Frota, Chico Lobo, João Evangelista Rodrigues e Roberto Prado. Katya Teixeira, em Flor de Algodão, Álvaro e Daniel, e Daniel Vicentini (viola caipira) em Linda Flor do Paraná, também participam.

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934 – Autor de Catamarã e lithos, multi-instrumentista André Siqueira é um dos finalistas do PPM 2017

O compositor, arranjador e multi-instrumentista André Siqueira, natural de Palmital (SP), atualmente radicado em Londrina (PR), é um dos finalistas do Prêmio Profissionais da Música (PPM). Caso consiga superar os concorrentes e fature no final deste mês o troféu de Melhor Artista da categoria Instrumental, o músico espera conseguir maior projeção para sua obra em cuja carreira solo se destacam dois álbuns. O mais recente, Catamarã, de 2016, deriva de bem-sucedida campanha virtual (crowdfunding) para financiá-lo. O disco é composto por nove faixas, conta com apresentação de Egberto Gismonti e uma regravação de Chovendo na Roseira (Tom Jobim). Nesta semana, Catamarã passou a fazer parte do acervo do Barulho d’água Música ao lado de lithos, o primeiro do músico doutorado em Ciências Sociais pela Universidade do Estado de São Paulo (Unesp) com a tese A sonata de Deus e o diabolus: nacionalismo, música e o pensamento social no cinema de Glauber Rocha.

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932 – João Triska (PR) chega à segunda final consecutiva do Prêmio Profissionais da Música, agora com Iguassul

A redação do Barulho d’água Música ouviu com gosto os dois álbuns solo do cantor e compositor João Triska (PR), Nos Braços dos Pinheirais e Iguassul, trabalhos que o habilitaram para duas finais consecutivas do Prêmio Profissionais da Música/PPM (categoria Artista-Raiz Regional). Considerado músico dos mais promissores dentro da atual safra brasileira, o jovem curitibano desenvolve trabalho solo desde 2011 no qual contempla gêneros, ritmos e elementos estéticos provenientes da região Sul do Brasil e da América do Sul. Com esta base se apresenta sempre com a viola caipira em mãos, promovendo o instrumento e tradições vinculadas às dez cordas por meio de uma linguagem inovadora, refinada e contemporânea.

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931 – Após “uma surra boa”, Vento Viola (MG) encerra dezesseis anos de silêncio e lança “Em Nome do Vento”

O acervo fonográfico do Barulho d’água Música recebeu, recentemente, mais um considerável reforço: o álbum Em Nome do Vento, do grupo sul-mineiro de Itajubá Vento Viola, entregue por um dos seus integrantes, o jornalista do Correio Popular (Campinas/SP) Clayton Roma. O disco é o segundo do quarteto que além de Roma é formado por César Dameire, Lúcio Lorena e Aidê Fernandes, e foi lançado em dezembro de 2016, sucedendo Viola de Todos os Cantos (2000), que conta com a participação do violeiro Levi Ramiro e é considerado entre os amantes da música regional e caipira uma verdadeira relíquia por não dispor mais de cópias. Em Nome do Vento reúne 13 faixas e conta com as participações em três delas de Ronaldo Chaplin (Cheiro de Minas), João Lúcio (Amo Minas) e Adriano Rosa (Pinho e Violeiro). Abaixo, em entrevista ao portal Música à Vista, concedida a Ronaldo Faria, Clayton Roma fala, entre outros assuntos correlatos, sobre a produção do novo álbum destacando que “no primeiro disco a gravadora não interferiu no trabalho, mas corrigiram arranjos e fizeram a direção que acharam do jeito que tinha de fazer. Mas, neste segundo, foi o jeito do Vento Viola. Nós concluímos esse e já estamos com a cabeça no próximo. Afinal, música é o que não falta!”

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910 – Músicos da Argentina, do Brasil e do Chile protagonizam show de encerramento do III Encontro Nacional do Circuito Dandô

Katya Teixeira, João Arruda, Rodrigo Zanc e o Duo Flor de Maracujá (SP)*; Sol Bueno, Erick Castanho, Marcelo Taynara, André Salomão, Nádia Campos, Ana F., Ricardo Rodrigues, Adriano Bianchini, Letícia Leal, João Mendes Rio (MG); Giancarlo Borba, Cardo Peixoto, Cristiano Nunes, Mara Muniz, Roberto Pohlmann (RS); Isabela Rovo, Victor Batista, Cabocla Inez, Pedro Vaz, Milla, Franklin Borges, Rosa Barros (GO); Oswaldo Rios (PR); e Maryta de Humauaca, Marina Luppi, Anália Garcetti (Argentina) e Cecilia Concha-Laborde (Chile) vão subir ao palco do Teatro Experimental de Uberaba (MG) neste sábado, 18, a partir das 20 horas, para protagonizarem o espetáculo de encerramento do III Encontro Nacional do Dandô Circuito de Música Dércio Marques e I Encontro Latino Americano. Os dois eventos simultâneos estão transcorrendo desde a quarta-feira, 15, na Casa do Folclore, situada na mesma cidade do Triângulo Mineiro, onde os músicos, acolhidos pelo anfitrião, o empresário Gilberto Rezende, planejam a temporada do quinto ano consecutivo do projeto concebido por Katya Teixeira.

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