Luiz Salgado, cantador das belezas e da fé de Minas Gerais, faz aniversário hoje

Entre os aniversariantes de hoje, 14, há um muito querido pelo público e amigos que já cativa com seu talento, simplicidade e bom humor típico de mineiro e para o qual o Barulho d’água Música sempre se esforçará para que seja cada vez mais admirado e alcance o merecido sucesso: Luiz Salgado. Cantador, compositor, violeiro e ultimamente  se revelando mestre das lentes fotográficas, Luiz Salgado é de Araguari,  de Patos de Minas, e embora no caso dele a terra natal seja uma das definidoras de suas qualidades e marcante personalidade, poderia ser, ainda, de Catalão (GO), de Vila Velha (ES), de Ribeirão Preto (SP), de Cícero Dantas (BA), de Cascavel (PR), de Soledade (RS), ou Olinda (PE) já que, vamos combinar, ele é sem tirar, mas sempre pondo algo mais de bom, um típico representante da cultura popular do Brasil.

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Barulho d’água Música chega a 41 países visto por cerca de 15 mil pessoas, seis vezes a lotação da Ópera de Sydney

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House, tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 15.000 vezes em 2014.  Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 6 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

Dia de Reis fecha período das folias que celebram a chegada dos magos orientais ao estábulo onde estava Cristo*

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Tela de José Coimbra Sobrinho (MG), de 1978, retrata a chegada a uma casa de um grupo de foliões
O  Dia de Reis  é uma festa popular católica de origem portuguesa relacionada  à comemoração do Natal, celebrada desde o século XIX, e encerra o período conhecido por Folia ou Terno de Reis. As folias começam a partir da meia-noite de 24 de dezembro, e em 6 de janeiro atinge sua data mais importante, pois é neste dia, fixado o nascimento de Jesus, que os reis  orientais Gaspar, Baltasar e Melchior, que seguiam a Estrela de Belém, teriam chegado ao estábulo no qual o menino estava abrigado, na Judéia, hoje situada 10 quilômetros ao Sul de Jerusalém e em território palestino.

Os reis levaram ao recém-nascido ouro, incenso e mirra, que, respectivamente, simbolizam a realeza,a essência divina a natureza humana de Cristo. Em alguns países de origem latina, especialmente aqueles cuja cultura tem origem espanhola, passou a ser a mais importante data comemorativa católica, para alguns estudiosos e historiadores até mais, inclusive, que o próprio Natal. No Rio de Janeiro, os grupos realizam folias até 20 de janeiro, dia de  louvores ao padroeiro São Sebastião.

reis _magos_editora Muqui (ES) sedia desde 1950 o maior encontro nacional de folia de reis, que, em 2014, no entanto, ocorreu em agosto. Organizado pela Secretaria Municipal de Cultura, contam-se perto de 90 grupos de foliões fluminenses, paulistas e mineiros. Em outros estados várias cidades do Interior mobilizam-se para que os foliões visitem casas que os acolhem e fazem doações , cantando e tocando músicas de louvor a Jesus e aos Santos Reis , em volta do presépio, com muita alegria. Em São Paulo, por exemplo, a lista inclui  Araraquara, Barretos, Bebedouro, Bom Jesus dos Perdões, Campinas, Franca.

 
Ao chegar às casas que os recebem, a primeira a entrar é a Bandeira, que fica hasteada e todos então cantam a canção de chegada. Entre as músicas, o destaque é  a “riquita”, a voz que marca os agudos nas cantigas para espantar os maus espíritos e permitir que o Natal transcorra em paz. Em seguida , promovem-se as paradas para os almoços e jantares, oferecidos pelos anfitriões e que são agradecidos pelos foliões com modas de viola e danças como o cateretê e catira.

Liderados pelo Capitão da Folia, todos  reverenciam a Bandeira, carregada pelo BandeireiroÉ a bandeira que carrega o símbolo da folia. Decorada com figuras que remetem ao menino Jesus, feita geralmente de tecido, é enfeitada com fitas e flores de plástico, tecido ou papel, sempre costuradas ou presas com alfinete, nunca amarradas com nós cegos, para segundo a crença não “amarrar” os foliões ou atrapalhar a caminhada.

Ao Mestre cabe iniciar os cânticos, pois ele é o responsável pelo andamento dos cantos, da colocação das vozes: é o maestro que, além de conhecer a origem do grupo, domina seus fundamentos e a história da trajetória. Com seu apito, comanda as toadas e tira os desafios. A capacidade de liderança de que geralmente é dotado garante ao Mestre o respeito de todos, além de ser considerado detentor do conhecimento das profecias bíblicas. 

O aspecto bizarro dos Palhaços ou Bastiões, com vestimenta colorida e máscara de couro de animal, assusta e diverte a todos: cantando versos de improviso para a assistência e movimentando-se com desembaraço entre os foliões, tornam-se, quase sempre, a grande atração da Folia.  Algumas tradições consideram que estas figuras seriam representações de soldados do rei Herodes.

O Novo Testamento narra que, Herodes, ao descobrir que estava para nascer o Rei dos Reis, ordenou aos seus homens que invadissem todas as casas e matassem todos os meninos recém-nascidos. O soberano ainda teria solicitado que, se vissem passar três reis magos bastaria segui-los, pois eles procuravam pelo Cristo que deviam assassinar para que não ameaçasse o seu reinado. Outra  leitura define os soldados como convertidos a Jesus. Assim, ao invés de perseguir Gaspar, Baltasar e Melchior, os militares começaram a pular e cantar para atrair as pessoas e assim evitar que outros soldados percebessem a passagem do trio, preservando a vida do filho de Maria e de José.

Em cada casa há um festeiro, encarregado de preparar a festa da chegada da Bandeira. Ao sair, os foliões entoam a despedida e agradecem os donativos que recebem para fins filantrópicos  antes de partirem para outro imóvel.Com versos improvisados de agradecimento pela acolhida, os demais participantes, cada qual na sua voz e vez, repetem os versos acompanhados pelos seus instrumentos. As fitas coloridas, simbolicamente, representam Maria (rosa, amarela ou azul) e a branca o Divino Espírito Santo.

A Rádio Educativa do Paraná apresentará a partir das 21 horas da quarta-feira, 7, dentro do programa Poemoda, a canção em verso e prosa, o poema Os Reis Magos, do escritor português Gomes Leal (século XIX), antes de levar ao ar um rico repertório inspirado na tradição das folias. Serão tocados sucessos relativos ao tema dos compositores, grupos e intérpretes Arnaud Rodrigues, Ascenço Ferreira, Baiano e Os Novos Caetanos, Café Com Blues, Chico Anísio, Consuelo de Paula, Diro Oliveira, Egildo Vieira do Nascimento, Elomar, Fernando Brant, Fernando Guimarães, Gomes Leal, Júlio Caldas, Katya Teixeira, Lourenço Baeta, Luiz Gonzaga de Paula, Luiz Salgado, Moçambiqueiros de Pratápolis (MG), Marcelo Melo, Márcio Lott, Martinho da Vila, Ney Couteiro, Nivaldo Ornellas, Paula Santoro, Paulo Cesar Pinheiro, Quinteto Armorial, Quinteto Violado, Sergio Santos, Tavinho Moura, Tim Maia, Toinho Alves, Xico Chaves, Yuri Popoff.

O Poemoda é um programa de Alan Romero e Etel Frota, com trabalhos técnicos de Abílio Henrique

Em Curitiba pode ser sintonizado pela FM 97.1, com reapresentação aos domingos, a partir das 24 horas. Na internet o acesso é possível pelo endereço www.e-parana.pr.gov.br/modules/programacao/radiofm_ao_vivo.php.  Quem está ou reside em Portugal pode curti-lo pela  Rádio Zero às 18 horas das sextas-feiras, ou às 6 horas das segundas-feiras. Para mais informações  visite http://www.radiozero.pt ou http://janelaurbana.com/radio/

 

Sobre José Coimbra, extraído do portal Galeria Estação (ww.galeriaestacao.com .br/artista/38):

Nascido em São Sebastião do Paraíso (MG) em 1916 e criado na roça, José Coimbra Sobrinho faleceu em Mococa (SP), aos 70 anos, em 1986, cidade na qual trabalhou em um grupo escolar. Ao final das aulas, treinava seu desenho fazendo grandes cenas com giz, na lousa. É um pintor da escola expressionista cuja obra é voltada para o homem, seu trabalho, a luta pela vida e as dificuldades sociais da gente pobre.

“(…)Grande e surpreendente colorista, esse parente caipira dos ´fauves´ já mereceria, por essa característica, um lugar de destaque numa revisão pra valer de nossa pintura. Mas o Coimbra chega muito além. Ele capta uma brasilidade mística, rural e clássica que, em minha opinião, é um dos mais altos instantes da pintura expressionista nacional das últimas décadas. (…)”. Roberto Rugiero

Fonte: Galeria Brasiliana

* Texto editado por Marcelino Lima com base em matérias e informações alusivas ao tema recolhidos na internet

Time de guerreiros do Dandô – Circuito de Música Dércio Marques, capitaneado pela cantora Katya Teixeira

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Olhem ai mais uma vez, povos!

Com um ano e alguns meses de estrada, o Dandô- Circuito de Música Dércio Marques já é vitorioso e agora também detentor do Prêmio Brasil Criativo, recebido pela idealizadora Katya Teixeira, que o recebeu na noite de quarta-feira, 3, no Auditório do Ibirapuera, bairro da Zona Sul de São Paulo (SP). E cada conquista é resultado do esforço de muitas pessoas, entre as quais destacam-se ainda o trabalho de formiguinha no front nada generoso da divulgação na imprensa e nas mídias sociais de Mercedes Cumaru. Uma pequena parte destes colaboradores está listada abaixo, fornecida pela própria Katya Teixeira, mas ainda temos a sorte de ter mais gente envolvida nessa  iniciativa que é bem mais do que uma caravana musical.  

O Barulho d’água Música, por meio de Andreia Beillo e Marcelino Lima estão entre os mencionados e, se assim podemos nos considerar também vencedores, vai o registro de que já valeu a pena só por este motivo termos largado vários afazeres, inclusive os relativos às carreiras profissionais e as vantagens adquiridas das atividades que trocamos por uma arriscada faina de se dedicar a um blog de música caipira e regional, entre outras vertentes, em terras de gugus, faustões e seus medíocres arremedos. 

Mas ainda queremos e temos muito mais conquistas à frente e vamos seguir embalados pela fé e pelas bençãos de São Gonçalo.

Deixamos, ainda, uma causa a ser conquistada: queremos o reconhecimento da grandeza e da importância para a história da cultura popular deste país ao mineiro Dércio Marques, um patrimônio que, seja lá qual for a categoria na qual o mencionarem, tem em nosso ponto de vista a mesma resplandecência de Heitor Villa-Lobos e Luiz Gonzaga, ou Tom Jobim e Dorival Caymmi, por exemplo, em suas respectivas “praias”.

E assim deveria ser, ainda, por exemplo, com nomes como José Fortuna, Cornélio Pires,  João Pacífico, Tião Carreiro, Elpídio dos Santos.  Estamos aqui para não deixá-los ser esquecidos e para que Katya Teixeira, Rolando Boldrin, Inezita Barroso, Levi Ramiro, Paulo Freire (o músico!), Elomar Figueira de Melo e tantos outros genias em atividade recebam as muitas flores que merecem ainda em vida, para lembrar um trecho da bela canção de Guilherme de Brito consagrada tanto pelo autor, como por Nélson Cavaquinho.

Para quem tem um pouco mais de 50 anos e curte a música de nossos povos, mais uma lembrança: o garimpo e compilação nos idos da década dos anos 1970 e parte dos anos 1980 do publicitário e advogado Marcus Pereira, que fez exaustivas pesquisas Brasil a dentro para recolher contribuições musicais de artistas relegados às suas comunidades. Marcus Pereira fundou um selo independente a Discos Marcus Pereira e neste abrigou muitos registros fonográficos de tanta gente boa que, se não fosse por ele, estaria até hoje sem ao menos este facho de luz. Katya Teixeira vem fazendo árdua jornada semelhante, basta ver na lista abaixo quantos nomes ela ajudou a tirar do anonimato, mas que ainda precisam de apoio, carinho e um selo independente como o de Pereira para se afirmarem!

Então, bora Dandar, com as bençãos de São Gonçalo. E de São Dércio Marques! 

Músicos em circulação no Dandô

 

Amauri Falabella
Ana Paula da Silva
André Salomão
Cardo Peixoto
Dimas Soares
Duo Batente de Pau de Casarão
Erick Castanho
Fernando Guimarães
Giancarlo Borba
Grupo Bairro Sur
João Arruda
Kátya Teixeira
Keyle Almeida
Luis Perequê

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Marcelo Taynara
Nádia Campos
Paulo Matricó
Valdir Verona
Victor Batista
Viola Quebrada
Walgra Maria
Wilson Dias

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Wilson Dias (Foto: Marcelino Lima)

 

Anfitriões

Agostino Gomes (Dominus Lutheir)
Ale Carmani
Alexandre Freire
Alfredo Johnson
Aline Bosa
Angélica Costa
Augusto Bobsin
Beto Federal
Cacá Sankari
Cacau Arcoverde
Caixeiras das Nascentes
Carlinhos Ribeiro
Chico Branco
Chico Padilha
Cia Genesis Dança/Teatro e Música
Cristiane Alam
Davi Sartori
Demetrio Xavier
Diego Maciel
Diogo la Rosa
Erison Porto
Fabio Portela
Gilberto Rezende
Helen Novais
Jesuane Salvador
João Laner
José Ricardo
Jotta Léo

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Júlio Santin (Foto: Marcelino Lima)

 
Julio Santin
Júnior Gonçalves
Lia Figueiredo
Lucas David
Luciano Tissot
Luiz Salgado
Luiz Trautman
Maracatudo
Meramolin
Mestre Amadeu
Moreno Overa
Nina Neder
Patricia Sayure
Paulo Guerra
Pedro Antonio
Philipe Sales
Quarteto Sambaqui
Regina Porto
Renato Kanop
Roberto Souza
Rosangela Nogueira
Santana
Sinhá Rosária
Tatiana Rocha
Trem das Gerais
Ubiratan Carlos Gomes
Valdir Santos
Veloir Santos
Vicente Gomes
Vivian Rizzon
Wanderson Lima
Willian Goe
Zé Jabur

Uma parte dos guerrilheiros culturais

Adiel Luna
Adilson Ferraz
Adriana Carnevale
Alik Wunder
André Venegas
Andreia Regina Beillo
Angela Quinta
Átila Silveira
Auta Inês
Bebel Cuesta
Bruno Vidalleti Brum
Caio Lopes
Carina Neder Petrini
Charlene Neotti
Cintia Mariele
Clara Giannelli
Claudia Teixeira
Crioula Brasil Produções
Cristiane Soster
Cristiano Nunes
Deborah Belotti
Demildes Lopes
Diana Bezerra
Dinalva Ribeiro
Duglas Bessa
Edson Fontes
Edinilson Brum
Elaine Stramare
Fabiani Felix
Fernanda Bento
Fernando Schneider Ochoa
Guru Martins
Guto Barbosa
Hector Rojas
Iraides Madeira
Iram Lima
Isabella Rovo
Israel Adão Buzatti
Jane Schoninger
Jane Pagliosa
Jefinho Garcia
Jesse Costa
Jô Albuquerque
João Aciornelas
Joao Alexandre Moura Olivera
João Bá
Joel Emídio da Silva
José Eduardo Souza
José Maria de Oliveira
Juarez Fonseca
Juliana de Oliveira
Juliana Yara Araujo
Juliano Sant’Ana dos Santos
Julieta Warman
Kaique Falabella
Katia Ogawa
Larissa Limeira
Law Tissot
Liésio Pereira
Lilian Avila Salgado
Lilian Grisólio
Lina Ester Barbosa Ribeiro Salini
Lucas Oliveira de Moura Arruda
Lucimar Albuquerque
Luis Grisólio
Luis Gustavo dos Santos Dutra
Luiz Manuel Naruna Freitas
Maiara Leite
Maicon Rossi
Mara Muniz Amaral
Marcelino Lima
Márcio Gobatto
Marco Túlio Oliveira Reis
Marcos Halfen
Marcos Rezende
Maria das Graças Salvador
Marisete Bento
Marta Soares
Mauricio Bussab
Mercedes Cumaru
Milton Tavares
Mirael Lima
Natanael Gonçalves
Nicanor Jacinto da Silva
Nilce Gomes
Nilton Vargas Rodrigues
Osvaldo Higa

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Oswaldo Rios, Katya Teixeira, Valdir Verona, Mercedes Cumaru

Oswaldo Rios
Pablo Halfen Fernandes
Paulo Cesar Nunes
Picuá Produções
Produção Encantada
Raira Raíra Moraes
Raissy Morais
Rita Muniz
Roberto Martins
Roseli Cristina Jacintho
Rubens Antelmo
Saulo Miranda

Severino Florencio
Silvana Grisólio
Simone Vara
Solar dos Pássaros
Soninha Gomes
Sumayra Oliveira
Suzelita Meirelles
Thanizia Colares
Vera Magagnin
Verônica Fernandez Mattos
Zinho Byl

Caipirapuru

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Bambas da viola brasileira encontram-se na Galeria Olido, em São Paulo

Matuto e Indio
Matuto Moderno e Índio Cachoeira (Fotos: Marcelino Lima)

Entre os dias 27 e 29 de novembro quem esteve na Galeria Olido, situada no centro de São Paulo, teve a oportunidade de prestigiar mais uma edição do Encontro Nacional de Violeiros, que há oito anos não ocorria depois de ter sido organizado em Ribeirão Preto. O evento na Capital paulista foi promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e reuniu no palco do antigo cinema parte dos mais expressivos cantores, compositores e expoentes do país que se dedicam à transmissão, à preservação e à divulgação de valores vinculados à viola de dez cordas, seja por meio de sua vertente caipira ou regional, permitindo a plateia conhecer variados ritmos e toques numa verdadeira ode à cultura popular.

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Rolando Boldrin, Jaime Além com Nair Cândia, Fábio Zanon, Wilson Teixeira, Viola Quebrada e Celina da Piedade: escolha em qual show ir neste dia 28

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Rolando Boldrin: show em Ribeirão Preto para comemorar dez anos do projeto Viola Urbana, do produtor cultural  João Araújo (Foto de Marcelino Lima)

Rolando Boldrin, um dos mais consagrados ícones da cultura popular brasileira, é uma das atrações destacadas pelo Barulho d’ Água Música que os amigos, seguidores e os admiradores de boa musica poderão desfrutar nesta sexta-feira, 28 de novembro.

O apresentador do programa Sr.Brasil, há 34 anos no ar, dos quais nove na TV Cultura, fará show a partir das 21 horas, no Theatro Pedro II, localizado na rua Álvares Cabral, 370, Centro de Ribeirão Preto (SP). A abertura e apresentação caberá ao produtor cultural do Viola Urbana, João Araújo, cujo trabalho está completando uma década. 

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Galeria Olido (SP) recebe encontro da nata de violeiros de vários estados, com entrada franca

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Fotos: Marcelino Lima

 O virtuosismo e a criatividade de boa parte dos violeiros mais expressivos do Brasil poderão ser conferidos pelo público entre 27 e 29 de novembro no palco da Galeria Olido, o antigo cinema homônimo que fica na avenida São João, 473 (11 3331-8399 ou 11 3397-0171) , Centro de São Paulo, defronte à Capela do Largo do Paysandu e vizinho à Galeria do Rock. A programação que permitirá conhecer diversas afinações e formas de tocar o instrumento será aberta na quinta-feira, dia 27, a partir das 19h30, por Katya Teixeira, que na mesma noite será seguida por Levi Ramiro. Pereira da Viola encerrará a primeira noite.

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Matuto Moderno (Foto: Ulisses Matandos)

 Mais quatro atrações vão se revezar para entreter a plateia na segunda noite, quando estarão em destaque entre outros o grupo Matuto Moderno, que recentemente completou 15 anos de estrada. Índio Cachoeira, considerado um dos mestres da viola caipira, estará entre elas, além de Os Favoritos da Catira e do Trio Tamoyo.

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