1443 – Fernando Maranho lança álbum de rock com homenagem a líder indígena e inspirado em clássico de Orwell

Fernando Maranho, guitarrista e co-compositor com Tatá Aeroplano nas bandas Jumbo Elektro e Cérebro Eletrônico, está lançando hoje, 22 de setembro, Crimideia, segundo disco solo da carreira, disponibilizado abaixo nesta atulaização . O álbum conta com a participação do baterista Gustavo Souza (Maria Alcina, Cérebro Eletrônico) e do baixista João Velhote (Patife Band, Leptospirose). O novo trabalho do paulistano atualmente residindo em Bragança Paulista possui nove composições autorais inéditas que incluem 1980, parceria com o poeta e músico Daniel Perroni Ratto (Luz de Caroline) lançado como clipe em 7 de setembro nas plataformas digitais e que conta, também, com a participação incidental do músico bragantino Charles Paixão (Óleo Sobre Tela). O clipe da canção é de autoria da irmã de Fernando, Thais Maranho, e conta com imagens do arquivo de fitas VHS da família, gravadas durante a década dos anos 1980.

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1408 –  Em oito apresentações virtuais, Festival Malungo homenageia cultura negra*

#FestivalMalungo #MPB # #Samba #Jongo #Capoeira #SambaDeRoda #SambaRock #Choro #Afro #BatuqueDeUmbigada #SambaDeBumbo #PartidoAlto #CulturaAfro #CulturaNegra

*Com Eliane Verbena

Entre 5 e 12 de julho será transmitido pelo canal da Pôr do Som/pordosomcultural o inédito Festival Malungo, sempre a partir das 21 horas, com acesso gratuito. O festival oferecerá uma mostra com oito apresentações de até 60 minutos de artistas com força e representatividade para reverenciarem a diversidade da música popular brasileira, todos autores de trabalhos que ressaltam nossa matriz africana em estilos como samba, jongo, capoeira, samba de roda, samba-rock, choro, afro, batuque de umbigada, samba de bumbo e partido-alto. As atrações porão em cena espetáculos gravados em vídeo no Estúdio 185 Apodi, situado na cidade de São Paulo.

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1385 – Pela primeira vez online, Festival Suado terá cinco atrações do rock e do reggae potiguares

#Rock #Reggae #Ragga #Música #RN #CulturaPopular #FestivalSuado #LeiAldirBlanc

Neste sábado, 1º de maio, a partir das 17 horas, vai rolar o VII Festival Suado, evento que está completando dez anos e é promovido pela Produtora potiguar Cosmos. A edição 2021, pela primeira vez, será toda virtual, em respeito às restrições sanitárias vigentes para evitar novos contágios pelo coronavírus (Covid-19). As cinco atrações convidadas dedicam-se a vertentes do rock, do reggae e do ragga e poderão ser acompanhadas em suas apresentações pelo canal da Cosmos, cujo linque estará ao final desta atualização.

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1348 – Burro Morto, Zabé da Loca, Jackson Envenenado, Flávio José: conheça, ouça e curta conterrâneos de Genival Lacerda no blogue Música da Paraíba

Álbuns de ritmos e gêneros tradicionalmente nordestinos ou resultantes de fusões aparentemente incongruentes  compõem o  eclético cardápio de músicos e  de grupos conterrâneos de Zé Ramalho, Chico César e Socorro Lira disponíveis para serem baixados na faixa

“Nós somos irmãos por afinidade/já que a humanidade ergueu-se do pó/a mãe Natureza não tem preconceito/nem separa o peito para um filho só…” Otacílio Batista

A Covid-19 levou, recentemente, Genival Lacerda, um dos ícones da nossa cultura popular, que deixou como legado uma copiosa obra de valorização de ritmos nordestinos como o forró, o xote e o coco.

O Rei da Munganga conquistou várias gerações e sua majestade de quase sete décadas se espraiou para além do Nordeste a partir de sua cidade natal, Campina Grande (PB), contagiando o Brasil inteiro. Seu legado, certamente, ainda terá força e representatividade por muitos mais anos; o mercado comercial da música pode, logo menos, até começar a interferir e se mexer para que seja imposto ao gosto popular um novo ídolo, à feição do mainstream, contudo, assim como as contribuições de Luiz Gonzaga e outros nordestinos, será muito difícil, mesmo que a indústria do entretenimento force a barra, desidratar a marca do criador de Severina Xique Xique e todo o conteúdo cultural que seu nome carrega!

Mas, por outro lado, a internet tem amantes e críticos e tanto pode entrar na roda para promover, quanto para denegrir e esvaziar talentos, ajustando seus holofotes para incensar A ou B segundo conveniências de emissoras, mídias e empresas do mercado fonográfico. Vendo pelo lado bom, trata-se uma ferramenta capaz de integrar e ampliar boas ofertas de entretenimento e trabalhos culturais dos mais interessantes, reduzindo por meio do compartilhamento as distâncias e tornando mais democrático o contato entre o artista e os fãs, ajudando a formar novos públicos; fazendo aquilo que o Sr.Brasil, Rolando Brasil, chama de “tirar o Brasil da gaveta”. E os blogues cumprem bem este papel à medida a qual seus idealizadores e mantenedores (geralmente idealistas e um pouco desparafusados) se esforçam para garimpar e trazer à luz obras escondidas ou esquecidas pelo Brasil profundo à dentro.

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1303 – Produtora cultural paulistana promove apresentações virtuais para comemorar 90 anos de Sivuca (PB)

Autor de composições e trabalhos que incluem, dentre outros ritmos, choros, frevos, forrós, jazz, baião, música clássica e até blues, ele ganhará homenagens das mais especiais pelo aniversário durante uma semana inteira, a partir da terça-feira, 19, ancoradas por Thadeu Romano e Marcelo Caldi

#luluculturalinfluencer #redecolaborativalulu #luciapro

#FiqueemCasa

#ForaBolsonaro

Um dos mais queridos multi-instrumentista, maestro, arranjador, compositor, orquestrador e cantor brasileiro, o paraibano Sivuca passou ao Mundo Maior em dezembro de 2006, mas ao lado de outros “bambas” como Luiz Gonzaga e Dominguinhos continua presente no nosso dia a dia, influenciando novos artistas e reverenciado em todos os setores da cultura popular. Natural de Itabaiana (PB), Sivuca era Severino Dias de Oliveira, nascido em 26 de maio de 1930, data que dentro de alguns dias completará 90 anos. Autor de composições e trabalhos que incluem, dentre outros ritmos, choros, frevos, forrós, jazz, baião, música clássica e até blues, ele ganhará homenagens das mais especiais pelo aniversário durante uma semana inteira, a partir da terça-feira, 19, promovidas pela paulistana Rede Colaborativa LuLu. Com rodas de conversas, debates, vídeos, indicações de música e apresentações ao vivo (lives), o projeto terá como âncoras os acordeonistas, pianistas, compositores e arranjadores Thadeu Romano e Marcelo Caldi, que são artistas que têm muita intimidade e interpretam com propriedade o repertório do mestre.

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1300 – Fique em casa com boas músicas ouvindo playlists e lançamentos da gravadora Kuarup

Selo disponibiliza seleções de sucessos de cantores e compositores de seu catálogo e anuncia novos discos de Tuia Lencioni e das irmãs Célia e Celma

#Fiqueemcasa #ForaBolsonaro

Em tempos de pandemia por conta da propagação do novo coronavírus (Covid-19), ouvir boas músicas pode nos ajudar a cumprir a quarentena com mais tranquilidade e aliviar, ao menos, parte dos pesares que possam abalar o espírito. A Kuarup, que recentemente disponibilizou nas plataformas de streaming duas listas com sucessos de artistas que gravaram álbuns pelo selo (As Mais Tocadas e Renato Teixeira e Convidados), mesmo impedida de promover novos lançamentos com a presença de público, realizando, por exemplo, os seus já tradicionais pocket-shows em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, segue anunciando a chegada de novos álbuns às lojas e às plataformas, aumentando a oferta que em seu catálogo já é uma das mais ricas e ecléticas do mercado fonográfico. Dentre estes mais recentes discos, a Kuarup destaca Tuia, Versões de Vitrola 1, com Tuia Lencioni, e 50 anos Duas Vidas Pela Arte Ao Vivo, das irmãs Célia e Celma.

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1292 – Segundo disco da banda potiguar Mamute Sound completa dez anos

O Ilustre Popstar Desconhecido, nome do álbum, é uma ironia à crítica, pois apesar de a banda já ter um trabalho consistente não passava de mera coadjuvante no cenário da música do Rio Grande do Norte. *Com Franco Mathson, da Frika Records

Após o término da banda Antenas do Jardim, nos idos da década dos anos 2000 o guitarrista e compositor Songy decidiu montar um novo grupo de rock autoral, em Natal, Capital do Rio Grande do Norte. Em momento de hiatos culturais na cidade, motivado pela sua inquietude e inspirado no formato do mapa do Rio Grande do Norte, o músico decidiu fundar a banda batizada de Mamute Sound. Em 2005, com sua formação original, a Mamute Sound lançou o primeiro trabalho (o disco 11) e excursionou pelo estado apresentando-o em turnê . O segundo álbum, na sequência, foi chamado ironicamente de O Ilustre Popstar Desconhecido (clique no nome e o ouça). pois apesar de a banda já ter um trabalho consistente, não passava, ainda, de mera coadjuvante no cenário da música potiguar. A Mamute Sound, então, com nova roupagem e nova nova cozinha, passara a tocar com Filipe Marcus (Joseph Little Drop/baixo) e Franco Mathson (bateria) e ainda com os vocais de Nillo Fernandes, agora somando-se às guitarras de Songy.

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1289 – Natural, disco de estreia da cantora Nina Ximenes, chega ao mercado pela Kuarup

Álbum  traz clássicos da MPB, bossa-nova e até do Black Sabbath, com participações especiais de Toquinho, Oswaldinho do Acordeon  e Jane Duboc 

A cantora Nina Ximenes está lançando seu álbum de estreia, pela produtora e gravadora Kuarup, Natural, que surpreende pela diversificação representada por um repertório bastante diferenciado, misturando bossa-nova, balada, música da nova era (new age), pop, baião e samba-canção. A mistura de gêneros se une pela voz ímpar e singular de Nina, que traz, naturalmente, a unidade que faltava nesse calidoscópio sonoro que ela escolheu interpretar; um exemplar de Natural foi enviado à redação do Barulho d’água Música pelo diretor artístico da Kuarup Rodolfo Zanke, ao qual agradecemos, estendendo os cumprimentos à toda a equipe da gravadora.

Nina Ximenes estava escalada para ser atração do projeto Meio-Dia, no Clube Hebraica, na cidade de São Paulo, no domingo, 22 de março. Seguindo orientações das autoridades de saúde e sanitárias no sentido de se evitar a proliferação do coronavírus, causador da pandemia da Covid 19, entretanto, a apresentação está cancelada e nova data ainda não foi divulgada. 

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1275 – Edvaldo Santana, disco homônimo do cantor e compositor paulistano, completa 20 anos

Álbum tem 13 faixas, participações especiais de Titane, Bocato, Swami Júnior, Oswaldinho do Acordeon, entre outros, e parcerias com ou interpretações de poemas de Mauro Paes, Artenio Fonseca, Paulo Leminski, Arnaldo Antunes e Itamar Assumpção, mais projeto gráfico de Elifas Andreato

Um dos melhores discos da carreira do cantor e compositor são-miguel-paulistanês, o bardo mouro tupiauiense Edvaldo Santana (entre os oito que ela já lançou na carreira solo, desde 1993, quem se atreveria a dizer qual deles seria o mais-mais?), batizado simplesmente com o nome do artista (veja o tamanho da responsa, na verdade, a confiança no próprio taco, já que, caçapa, a estocada foi de mestre!) está completando vinte anos de lançamento. Por conta desta importante marca, Edvaldo Santana (o disco) foi o escolhido para abrirmos aqui no boteco do Barulho d’água Música neste dia 11 do apressadinho janeiro (para aonde será que ele quer nos levar assim, passando tão veloz?) mais uma rodada das audições matinais que promovemos aos sábados.

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1260 – Em casa dedicada à cultura caipira, Francis Rosa (SP) encerra roda de violeiros em São José dos Campos (SP)*

Imagem do álbum Caminhada (2007) (Foto: Leonil Júnior)

Apresentação será em primeiro espaço do Brasil dedicado à divulgação da cultura caipira e músico que compartilha nas canções a paixão pela Serra da Mantiqueira lançará Entre Serras e Águas, seu nono álbum

*Com Jefferson Bellodi

O cantor e compositor Francis Rosa será uma das atrações neste sábado, 23 de novembro, da roda de viola que será promovida com entrada gratuita na Casa de Cultura Caipira Zé Mira, situada em São José dos Campos, cidade paulista da porção conhecida por Vale do Paraíba a, aproximadamente, 95 quilômetros da Capital (veja mais detalhes na guia Serviços). Acompanhado por sua banda, Rosa deverá assumir o palco por volta das 22 horas e, a partir de então, apresentará à plateia e aos amigos músicas de sua carreira que já conta com nove álbuns – o mais recente, Entre Serras e Águas, lançado em 21 de maio, dia do aniversário do violeiro, e que ele vem mostrando em sua turnê homônima. O repertório na Casa Caipira Zé Mira, além das faixas deste novo trabalho, deverá reunir outras músicas de sua autoria e de artistas consagrados da música brasileira como Almir Sater, Tonico e Tinoco e Zé Geraldo, entre outros.

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