Barulho d'Água Música

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977 – Comemore mais um aniversário de Consuelo de Paula cantando com ela Os Movimentos do Amor e da Luta

“Consuelo de Paula é danada, por isso escolhi sua música para encerrar o meu CD Encanteria”  Maria Bethânia

A cantora, compositora e escritora Consuelo de Paula comemorará na sexta-feira, 21, mais um aniversário e pretende celebrar a data ao lado de amigos e admiradores durante mais uma apresentação do show Os Movimentos do Amor e da Luta a partir das 21 horas, na casa Mora Mundo, situada no bairro paulistano da Barra Funda. A mineira de Pratápolis radicada em São Paulo estreou o novo projeto em abril, no Teatro da Rotina, também em Sampa. Ela contou que ao ser convidada para protagonizá-lo “sentiu no peito a visita de um sentimento amoroso e, ao mesmo tempo, guerreiro”. Prontamente, então, dedicou-se a escrever e conceber o espetáculo, priorizando canções do repertório autoral e de parceiros de estrada que enfocam amor e luta. A espera, a chegada, a partida, o luto, a morte, a vida, o bailado, a necessidade de resistir e como sempre, a forte presença de elementos da natureza fluem no decorrer de Os Movimentos do Amor e da Luta, possibilitando momentos, imagens e gestos poéticos .

“São expressões e maneiras de cantar que recebem influência da respiração de todos nós neste tempo em que vivemos”, acentua Consuelo, que em cena utiliza para entoar seu canto pleno, personalizado e profundo, em apoio à voz, violão e caixa do Divino . “É uma maneira de nos encontrarmos durante a oferta de uma sinfonia popular cheia de contrastes e entre meu silêncio e meu grito”, prosseguiu. “Espero que você esteja presente ao nosso canto coletivo, neste show que acontecerá em um ambiente aconchegante, juntinho e acolhedor como na sala de casa. Que eu tenha essa sorte, esse presente!”

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975 – Viola Quebrada (PR) vai à final do 28º PMB com “Meus Retalhos”; concorrentes são de Jundiaí (SP) e de São Leopoldo (RS).

O disco Meus Retalhos poderá render ao grupo de Curitiba (PR) Viola Quebrada o troféu de melhor da categoria Regional do 28º Prêmio da Música Brasileira (PMB), que será entregue no Rio de Janeiro, em 19 de julho. O álbum lançado em 2015 concorre com Trilhando o Rio Grande (Grupo Rodeio) e Forró por aí (Serelepe), conta com 13 faixas e é o sexto da trajetória do Viola Quebrada — referência não apenas no Sul do país de boa música caipira e de raiz que entremeia às composições próprias clássicos como Flor do Cafezal e Queria, ambas de Luiz Carlos Paraná. O mais recente trabalho apresenta composições e arranjos inéditos para ritmos variados em temas contemporâneos como a defesa da natureza; êxodo rural; fé e festejos populares; e amor, além de outros comuns ao cotidiano do sertanejo conforme leituras de Oswaldo Rios (voz e violão) e Rogério Gulin (violão e viola caipira); ambos formam o grupo com Rubens Pires (acordeon), Sandro Guaraná (contrabaixo) e Marco Saldanha (percussão), além da voz de Mari Amatti. Traz, ainda, parcerias com Consuelo de Paula, Paulo Freire, Rubens Pires, Etel Frota, Chico Lobo, João Evangelista Rodrigues e Roberto Prado. Katya Teixeira, em Flor de Algodão, Álvaro e Daniel, e Daniel Vicentini (viola caipira) em Linda Flor do Paraná, também participam.

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974 – Cole no Sesc Pompeia (SP) e conheça Rebento, novo álbum instrumental do violeiro Ricardo Vignini!

Um dos violeiros mais atuantes do país, Ricardo Vignini, é o convidado do projeto Plataforma para a apresentação da quinta-feira, 20, no palco do teatro da unidade Pompeia do Sesc de Sampa. A partir das 21 horas, o cantor e compositor lançará o mais novo álbum da carreira solo, Rebento, que reúne 13 músicas instrumentais, das quais 10 de autoria própria. Para o show de lançamento, o violeiro chamará para a roda André Rass (percussão), Ricardo Carneiro (violão e guitarra), Sergio Duarte (gaita), Ari Borger (piano) e Bruno Serroni (violoncelo).

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973 – Especial Madredeus: para além do fado, conheça o grupo que há 32 anos encanta Portugal e tem fãs até no Ártico*

* Com o blogue Brasil de Dentro  

O Barulho d’água Música traz por meio desta nova atualização matéria especial sobre os Madredeus, grupo português de grande projeção mundial que se tornou amado por composições que combinam influências da música tradicional portuguesa com a música erudita e com a música popular contemporânea, desde os primórdios erroneamente tratado como uma formação dedicada ao Fado, sobretudo pela imprensa fora de Portugal — ainda que seus membros nunca tenham se apresentado com este perfil e declarem que carregam “uma aproximação ao espírito musical do fado”. Em 32 anos, os Madredeus lançaram 16 álbuns e estiveram em turnê em mais de 50 países – incluindo a Coreia do Norte e um festival de música na Noruega, dentro do Círculo Polar Ártico.

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972 – Com “Cores do Atlântico”, Socorro Lira concorre a mais um Prêmio da Música Brasileira

A cantora, compositora e escritora Socorro Lira é uma das finalistas do 28º Prêmio da Música Brasileira, que será entregue aos vencedores de 2017 em 19 de julho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A paraibana de Brejo do Cruz radicada em São Paulo concorre ao troféu de Melhor Cantora Regional com a catarinense de Joinville Ana Paula da Silva (Raiz Forte) e a paraense Dona Onete (Banzeiro) com o livro-álbum Cores do Atlântico —  lançado pelo selo Pai Música para Espanha e Portugal em 2010 e com edição brasileira em 2016 pela Latus Editora (UEPB) –, obra que apresenta uma nova perspectiva sobre as cantigas de amigo a partir de uma dupla dimensão, a teórica e a musical. No primeiro caso, Cores do Atlântico oferece inédita argumentação sobre a origem de uma tradição oral, sustentada por mulheres, conforme tese defendida pela holandesa radicada na França Ria Lemaire. Do ponto de vista musical, consegue-se moderna abordagem da melodia das cantigas por meio da integração de sonoridades galegas, portuguesas, africanas com ritmos brasileiros como ciranda, samba, batuque, baião, congo, aboio e toada nordestina, revelando um rico patrimônio comum a três continentes banhados pelo oceano. 

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971 – Gaita, violão de nylon e viola: confira em Sampa como Betto Ponciano (RJ) explora nuances entre rock rural e folk

O cantor, compositor e instrumentista Betto Ponciano (RJ) será atração na quinta-feira, 13, da casa situada na rua Rua Clélia 285, localizada na Lapa, bairro da zona Oeste paulistana.  A partir das 21 horas, Ponciano protagonizará Do Folk ao Caipira, acompanhado pelo percursionista Valmir Quinto, apresentação no qual mescla música caipira de raiz com textos autorais cujos temas versam sobre ecologia, relação do ser humano com a Natureza e as consequências desta interação, repercutindo sonoridades marcantes que ocorrem no Vale do Paraíba (SP), canções de trabalho da Zona da Mata (MG), nuances de folk music e de rock rural, estilo regional consagrado por expoentes como o trio que reunia Sá, Rodrix e Guarabyra, e Zé Geraldo.

Músico independente e autodidata em viola, violão de naylon e gaita com mais de 25 anos de estrada, Betto Ponciano é carioca criado no Morro do Pé Sujo, comunidade situada na cidade serrana fluminense de Petrópolis, caminho para as Minas Gerais cujas características e belezas muito o influenciaram. Manifestações populares como romarias e costumes observados durante o vaivém de viajantes por estas trilhas, por exemplo, também moldaram o repertório que já faz parte de um álbum e traz um convite para embarcar em agradável passeio pelo interior da nossa terra, abraçando valores e gente que se harmonizam com um entorno de matas e de cachoeiras.


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970 – Patrícia Lopes leva ao Jazz B show inspirado em poemas de amor e dedicados ao universo feminino, de Fernando Pessoa

A pianista e compositora Patrícia Lopes protagoniza O Feminino em Pessoa, espetáculo que aborda a paixão amorosa por meio de músicas inspiradas em poemas do consagrado português Fernando Pessoa que poderá ser apreciado em 11 de julho, a partir das 21 horas, no palco do Jazz B, em São Paulo. Sem contar os próprios textos de um dos mais admirados poetas de todos os tempos, o autor que viveu entre 1888 e 1935 destaca-se na literatura universal pela construção de heterônimos aos quais deu vida tal qual o trio Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, dotados de personalidades e estilos distintos. A síntese da obra do lisboeta e deste conjunto de notáveis múltiplos dele é qualificada por rara sensibilidade e faz soarem vozes e modos diversos de percepção do mundo que trazem à tona o que pode haver de mais recôndito na alma humana — sentimentos, desejos, emoções e temas entre os quais o amor e as peculiaridades femininas são dos mais recorrentes. No show, Patrícia Lopes também mostrará composições inéditas, feitas especialmente para esta apresentação e contará com as participações da portuguesa Sofia Vitória (que vem ao Brasil para breve temporada, recitando poemas), de Ana Luiza (vocais), de Paula Pires (clarinete) e de Sebastian Ruiz (viola de arco).

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