1586- Regina Machado convida Mário Manga, grava Enquanto o Tempo Para e faz três apresentações em São Paulo

#MPB #CulturaPopular

Disco  gravado “ao vivo” no estúdio, com a autora munida do seu violão e cantando simultaneamente enquanto tocava, traz parcerias com as mineiras Consuelo de Paula e Déa Trancoso. Shows serão em três domingos de novembro, todos no Teatro Maria Dudé, situado no Itaim Bibi

A cantora, compositora e violonista Regina Machado gravou e já lançou nas plataformas digitais Enquanto o Tempo Para (Canto Discos e plataformas digitais), álbum com distribuição pela Tratore para o qual convidou o multi-instrumentista Mário Manga. De modo diferente do seu trabalho anterior, Regina Machado entrou no estúdio e, com o violão e a voz, gravou, na hora, algumas de suas parcerias com as mineiras Consuelo de Paula e Déa Trancoso. Um detalhe é que o violão, sempre presente em sua trajetória, dessa vez protagonizou o processo. A partir do resultado, Manga entrou com violoncelo, guitarra e violão de aço e deu singularidade ao álbum, de cinco faixas.

A cooperação entre Regina e Manga é antiga e se apoia em ideias que se complementam. Ele propõe soluções originais para arranjos das composições dela – que, observa ele, já vêm bem prontas. Por sua vez, Regina enfatizou que entre ambos “há aquela química que funciona” e gera “musicalidade e diversão”. E ainda destacou que “trabalhar com Manga é um acontecimento sempre alimentado pela alegria, e isso é necessário, principalmente no momento que estamos vivendo no Brasil. E preciso graça e coragem para transformar, com nossa força criativa, o estado de coisas.

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1585- Mário Sève lança Ouvindo Paulinho da Viola, dedicado aos 80 anos do sambista

#MPB #Samba #Choro #MúsicaInstrumental #CulturaPopular #RiodeJaneiro

Disco com capa de Elifas Andreato traz entre as faixas duas composições inéditas mescladas a composições consagradas do homenageado. E terá concerto para lançamento no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Em 12 de novembro Paulinho da Viola, consagrado personagem de nossa história musical, completará 80 anos de idade e para marcar a data a produtora e gravadora Kuarup já disponibilizou (exclusivamente nas plataformas digitais) Ouvindo Paulinho da Viola, disco com 12 choros que traz temas consagrados como Choro Negro e Sarau Para Radamés, apresenta obras com parceiros e duas inéditas, o choro Chuva Grossa Molha Mesmo e a valsa Carinhosa, compostas com Mário Sève, autor do álbum. Flautista, saxofonista e integrante do seleto grupo de Paulinho da Viola, Sève é também coautor do choro Vou-me Embora Pra Roça, lançado no álbum Sempre se Pode Sonhar, do compositor e sambista. O lançamento do álbum Ouvindo Paulinho da Viola terá direito a um concerto de Sève, programado para duas rodadas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (sala Mário Tavares) em 16 de novembro, às 17 e às 19 horas.

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1584 – Contrabaixista premiado na cena do choro, Marcos Paiva (SP) inova com Slamousike, que une hip-hop a samba e jazz

#MPB #Hiphop #Bebop #Rap #Slam #Samba #Jazz #PPM #Choro #Maracatu #Jongo #Maracatu #CulturaPopular

O contrabaixista, compositor, maestro, autor, educador, produtor musical e arranjador Marcos Paiva, nome de ponta da cena da música instrumental brasileira, lançou recentemente Slamousike, álbum de oito faixas inéditas no qual ele trabalhava desde 2017 e que une ritmos do hip hop como o rap ao samba e ao jazz, com pitadas de saborosas improvisações e letras de cunho social e político. Slamousike chegou às plataformas digitais em agosto, está disponível no sítio Cenaindie para ser baixado na íntegra em formato MP3 e conta com as participações do MP6, o sexteto do maestro, além dos rappers Max B.O., Kivitz, Killa Bi e com a slammer e performer Juliana Jesus.

Slamousike abriu neste dia 22 de outubro as audições matinais que promovemos no Solar do Barulho aos sábados, aqui na Estância Turística de São Roque, no Interior paulista, onde fica a redação do Barulho d’água Música. O álbum é o sétimo disco de Paiva, paulista de Tupã, e valoriza ainda mais o troféu que o contrabaixista arrebatou em 2017: naquele ano, Paiva conquistou o Prêmio Profissionais da Música (PPM) de melhor álbum com Concerto para Pixinguinha, que gravou ao lado da cantora Vânia Bastos, mais César Roversi (sopros), Nelton Esse (vibrafone) e Jônatas Sansão (bateria). Concerto para Pixinguinha deriva de projeto concebido em 2013 e que, antes do disco, estreara na cidade de São Paulo como show em 2016, com produção impecável de Fran Carlo e Petterson Mello, depois virou atração em turnês das mais concorridas em vários teatros pelo Brasil por cinco anos.

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1583 – Amigos do poeta e compositor homenageiam Spiga (SP) com lançamento de Noturno Coração, em Araraquara

#MPB #Literatura #Poesia #SESCAraraquara #Araraquara #MoradadoSol #CulturaPopular

Disco encartado em segunda edição do livro homônimo reúne em 13 faixas sambas escritos por Pedro Paulo Zavagli, boêmio paulista e percussionista que agora batiza lei de apoio aos músicos da cidade conhecida por Morada do Sol

O Barulho d’água Música acompanhou na noite de sábado, 15 de outubro, o lançamento no teatro do SESC de Araraquara (SP) de Noturno Coração, álbum encartado à segunda edição do livro homônimo de poemas, de autoria de Pedro Paulo Zavagli, o Spiga. Noturno Coração apresenta 13 faixas do cancioneiro do sambista e poeta araraquarense, personalidade marcante do bairro local Vila Xavier e figura proeminente na vida boêmia e cultural da cidade, situada a 270 quilômetros da Capital, São Paulo. Ao longo de sua carreira, Spiga compôs mais de 80 obras e suas poesias foram musicados por diversos artistas, vários deles presentes ao palco para apresentarem Amigos Cantam Pedro Paulo Zavagli — entre os quais o parceiro Rogério Noia da Cruz, além de outros mais íntimos de Spiga tais quais Kris Pires, Ibys Maceióh, Sergio Turcão, Rodolfo Sotratti, Vinha Haddad, Elói Brito e membros do Grupo Seresteiros.

O evento teve direção musical de Noia e Sotratti, com realização da Secretaria Municipal de Cultura de Araraquara (Fundart) e SESC Araraquara, em parceria com a Câmara Municipal de Araraquara e encerrou a Iª Semana Municipal de Valorização dos Compositores Locais Pedro Paulo Zavagli Spiga, iniciada em 10 de outubro em atendimento à lei nº 10.438/2022. A lei é de autoria da vereadora Fabi Virgílio (PT) e deverá ser realizada anualmente ao longo da segunda semana dos meses de outubro com o objetivo de fomentar e valorizar o trabalho dos compositores araraquarenses; apoiar, incentivar e difundir o trabalho artístico de Araraquara e atuar na formação de público para as produções locais.

Spiga faleceu em 13 de janeiro deste ano. Além de poeta e compositor com passagem pelo programa Senhor Brasil (gravado em 3 de maio de 2012 e apresentado por Rolando Boldrin), Spiga era percussionista, com predileção pelo tamborim. Residiu em São Paulo e na Capital recebeu o título de Cidadão Paulistano antes de, em 2007, voltar a morar em Araraquara.

Parceiros de música e amigos de boemia, Spiga e Noia (centro) estiveram no palco do Sr.Brasil, programa da TV Cultura apresentado por Rolando Boldrin (Foto: frame capturado de vídeo disponível na internet)

Em sua trajetória, Spiga dividiu palcos com Jorge Costa, Nelson Cavaquinho, Zé Kéti e Paulo Vanzolini entre outros bambas, alternando-se entre tamborins e timbas e sem nunca tirar da cabeça seu chapéu branco. Cantava com firmeza e maestria como demonstrou diante da plateia comandada por Boldrin ao cantar com Noia o samba Seu Norberto, presente em Noturno Coração; Verso/Reverso, faixa 8 no disco, foi gravada por Renato Teixeira e a anterior, Realidade, por Carmem Queiroz.

Pedro Paulo Zavagli integrou a diretoria do Grupo Artístico e Cultural Vinícius de Moraes, do qual foi um dos fundadores. Sua vasta obra está condensada nas páginas do livro Noturno Coração, cuja primeira edição é de 1986, reeditado com nova capa e acrescido com letras de alguns dos seus sambas.

Além de poeta e compositor, Spiga era percussionista notável e costumava se apresentar como  tamborinista (Foto: Tetê Viviane)

CORAÇÃO MAIOR QUE MONTANHA, por Luis Carlos Guimarães Brondi*

*Texto extraído das orelhas da segunda edição do livro Noturno Coração

Coube-me esse mister – ou seria um mistério? escrever ou desvendar os caminhos ocultos desse poeta e compositor, e nosso grande amigo, Pedro Paulo Zavagli, mais conhecido como Spiga.

Ora, escrever sim, desvendar jamais, pois nenhum poeta tem caminhos ocultos a serem desvendados, mesmo porque ele próprio se revela através de seus contos, de seus causos, de seus versos, de seus poemas e de suas músicas. Assim sendo, o que podemos falar de nosso poetinha? Que ele viveu entre “exus e querubins”? Que ele foi um eterno apaixonado e que “levava a vida sem vaidade”? Isso todos já sabíamos, já que vivia um amor sem fim e sempre “morrendo de saudade”.

Spiga foi eclético e escreveu sobre tudo e sobre todas as coisas que lhe bateram à porta de sua inteligência. Nada lhe escapou, nada lhe passou despercebido e ileso. Sempre quieto e reservado foi colhendo ideias e catando versos em suas andanças, onde adquiriu o mestrado na boemia, em mesas de bares e botecos da pauliceia desvairada; o doutorado veio na sequência, ouvindo sempre atentamente as figuras fantasmagóricas de filósofos e psicólogos de ocasião que surgiam do nada, sempre na madrugada, arrastados ali pela solidão, pela “sofrência”, e, alguns outros, pela decadência moral e financeira. São as loucas surpresas que a escuridão da noite nos apresenta e nos obriga, prazerosamente, a suportar.

E foi exatamente nesse ambiente que Spiga obteve a sua formação de autodidata, pois, nos botecos, a livre docência é realmente livre e nunca pede licença, eis que o ensino e a aprendizagem surgem de forma espontânea e natural.

E o nosso poeta ali se encontrou, sobreviveu e se realizou, arregimentando a si toda cultura necessária para transcrevê-la em seus versos. Pedro Paulo, cuja tradução é uma “Pedra Pequena-. transformou-se nessa imensa montanha de letras, de causos, de contos, de escritas, de versos, de estrofes, de poesias, de poemas, de músicas e de composições. Porém, aqui para nós, seus amigos, ele será sempre o nosso querido Spiguinha, baixinho, sisudo, cantando e batendo seu tamborim, com aquele humor um tanto quanto esquisito, mas, com um coração bem maior que aquela montanha que construiu através do tempo!

A partir da direita, no sentido horário, de braços abertos Rodolfo Sotratti e Rogério Noia da Cruz; no segundo bloco estão Sergio Turcão, Kris Pires, Flávio Costa, Guga Pires; no terceiro quadro Vinha Haddad, Ibys Maceióh, e Mauricio Pires, Mônica e Luciana Pires durante a apresentação em Araraquara, que contou, ainda, com Elói Brito (Fotos: Nalu Fernandes/Araraquara)

Eloi Brito tocou cavaquinho e outros instrumentos entre os amigos de Pedro Paulo Zavagli na noite de lançamento do álbum e da segunda edição do livro Noturno Coração (Foto: Arquivo pessoal)

1582 – Jackson Ricarte (CE) apresenta Fé Sincera Devoção, primeira música do novo disco que gravará para resgate de valores como caridade e partilha

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O cantor e compositor violeiro Jackson Ricarte (CE) agendou para 14 de outubro o lançamento de Fé Sincera Devoção, primeira das músicas que ele gravará em seu novo álbum. Inspirado pela fé cristã de seus antepassados e sem levantar bandeiras que tremulam em discurso esvaziado, prática muito em moda em setores retrógrados, Ricarte dará ênfase à reflexão sincera sobre a importância do resgate de valores tais como a importância da família; da vida do homem no campo ao cultivar a terra; da fé sincera e da devoção religiosa manifestada pela caridade e partilha do pão; das tradições populares (como das Folias de Reis), entre outros.

O propósito é levantar contrapontos ao mundo atual, agitado por divisões ideológicas e guerras baseadas nas ambições. Para tanto, ele seguiu o espírito do “compartilhar” e de “se arreuni” herdado dos irmãos cantores e compositores Dércio e Doroty Marques: convidou Bruno Sanches (@brunosanchesmusico), paulista de Regente Feijó; Rodrigo Zanc (@rodrigozanc), nascido em Araraquara e radicado em São Carlos, no Interior do estado de São Paulo; e Luiz Salgado (@luizsalgadooficial), mineiro de Patos de Minas que mora na vizinha Araguari, para a cantoria de Fé Sincera Devoção, todos convidados que ele considera “prá lá de especiais, amigos e manos de caminhada”. A direção musical será do próprio Jackson Ricarte em dupla com  Ricardo Vignini, a quem caberá, ainda, a mixagem e a masterização em seu estúdio, Bojo Elétrico.

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1581 – Cantos sagrados entoados por Mestre Sapopemba (AL) evocam forças ancestrais dos povos pretos e suas contribuições que enriquecem a cultura e a fé brasileiras

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A energia dos terreiros de Candomblé e a vibração dos atabaques em Gbó, disco do Selo SESC, convidam a um mergulho nas raízes espirituais que unem o Brasil à África das nações Angola, Ketu, Jêje e Ijexá, em 15 faixas que incluem clássico de Dorival Caymmi

Hoje, 8 de outubro, abrimos as tradicionais audições matinais dos sábados aqui na redação do Barulho d’água Música, no Solar do Barulho, na Estância Turística de São Roque (SP), com Gbó, palavra em yorubá que o autor escolheu para dar nome ao seu primeiro álbum solo. Ele é Sapopemba, cantor, compositor e percussionista e selecionou como repertório a musicalidade das tradições culturais afro-brasileiras. Lançado em 2020 pelo Selo Sesc, Gbó conta com a produção musical de André Magalhães, especialista na gravação audiovisual das culturas populares. Ari Colares, Leo Mendes, João Taubkin, Lula Alencar e Waldemar Pereira acompanham Sapopemba em 13 das 15 faixas do álbum que ainda tem a participação especial de Benjamin Taubkin, da cantora amapaense Patrícia Bastos e do cantor e violonista baiano Roberto Mendes

É impossível compreender a música popular brasileira sem passar pelo terreiro.” Ao abrir o encarte de Gbọ́ – termo em yorubá que significa ouça, logo de cara será possível dar com os olhos nessa frase, informa o texto de apresentação que consta na página virtual do Selo Sesc, que assim prossegue: “É nas batidas do candomblé que somos herdeiros de múltiplas áfricas, reelaboradas pelas pessoas escravizadas em solo nacional.” 

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1580 – João Ormond (MT/SP) grava novo projeto, em audiovisual e em álbum, contemplado pelo ProAc LAB

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Eu Nasci com Asas – Violas do Brasil – Sotaques e Sonoridades da Viola traz um pouco da trajetória do compositor e violeiro que partiu de Cuiabá para Jundiaí e hoje já tem 12 discos gravados

O compositor violeiro João Ormond (MT) lançou em 23 de setembro o audiovisual e álbum Eu Nasci com Asas – Violas do Brasil Sotaques e Sonoridades da Viola, resultado do Prêmio Musical ProAcLAB (Lei Aldir Blanc)/SP de 2021. Neste novo projeto, Ormond revela uma síntese da sua trajetória musical desde 1999, quando saiu de Cuiabá rumo a Jundiaí (SP), onde permanece e mora. A meta de pôr o pé na estrada era levar sua cantoria Brasil afora, assim como expressa a canção com um dos seus parceiros, Zé Geraldo: “…eu nasci com asas e precisava voar…Tô saindo de casa/porque quem tem asas/precisa voar”.

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1579 – FAAP (SP) terá a partir de 6 de outubro temporada de musical em homenagem a Dominguinhos

#MPB #MúsicaNordestina #Garanhuns #Recife #Pernambuco #FAAP #Faap #ViolaNordestina #ViolaDinâmica #CulturaPopular

A entrada estará bem salgada para os padrões socioeconômicos e financeiros da maioria, hoje, aqui destes tristes trópicos e, vamos combinar? mesmo para um espetáculo que, indubitavelmente, deverá ter muita qualidade – a julgar pela competência dos idealizadores e diretores e dos envolvidos com a produção, ou seja, a galera que a fará acontecer no palco, em homenagem ao ícone da nossa cultura popular que a inspirou. Então se você, amigo e seguidor, tiver 120 mangos disponíveis na carteira ou no banco, não pense duas vezes, e, se der, abstraia as demais despesas como, por exemplo, estacionamento, transporte etc: invista-os na entrada para assistir ao menos uma das sessões de Dominguinhos: Isso Aqui Tá Bom Demais. Muito mais do que contar de forma linear e cronológica a história de Dominguinhos, a montagem dramatúrgica explora a combinação entre o documental e o poético. A temporada vai começar em 6 de outubro e seguirá em cartaz até 27 de novembro, no Teatro da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), que fica em Higienópolis, bairro da capital paulistana.

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1578 – Carlos Cardozo (PE) lança Meu Mundo, primeiro álbum solo, disponível nas plataformas digitais*

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*Com Dulce Reis

O multi-instrumentista, cantor e compositor pernambucano Carlos Cardozo disponibilizou em 16 de setembro nas plataformas digitais as 10 faixas do seu primeiro álbum, Meu Mundo, lançado dois dias depois em Toronto, no Canadá, país no qual reside. O disco, independente, retrata por meio de baião, ciranda, xote, samba, choro, ijexá, bossa nova, maracatu e coco experiências musicais que Cardozo acumulou em mais de 20 anos de carreira. O disco saiu acompanhado pelos videoclipes Amor ao meu Sertão e Uma volta na Veneza Brasileira, que podem ser curtidos em youtube.com/CarlosCardozoMusic.

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1577 – Antonio Adolfo (RJ) retoma repertório autoral em novo álbum, com releituras instrumentais de Sá Marina e Teletema, e seu octeto

Com Tambores Comunicações – Assessoria de Comunicação

#MPB #Jazz #Baião #Boogie

Álbum, que está sendo lançado no Brasil e nos Estados Unidos da América, também em formato físico, chega depois do pianista dedicar discos anteriores às obras de Milton Nascimento e de Tom Jobim

O pianista, compositor e arranjador carioca Antonio Adolfo, com mais de cinco décadas de carreira, reconhecido internacionalmente como uma personalidade do jazz latino, está lançando digitalmente e em formato físico Octet and Originais (selo AAM Music), no qual retoma o repertório próprio. Entre inéditas como Boogie Baião e Toada Moderna, o disco revisita as consagradas Teletema e Pretty World, que é a versão em inglês de Sá Marina, sucesso internacional gravado, entre outros, por Wilson Simonal e Stevie Wonder.

Octet and Originais, destaca não apenas composições autorais, mas também a banda estelar do carioca. Para Adolfo, hão há nada melhor do que poder contar “com músicos maravilhosos, que gravaram nos meus projetos recentes”. É aos parceiros que o pianista dedico esse novo trabalho: Ricardo Silveira (guitarra), Rafael Barata (bateria), Jorge Helder (baixo), Jessé Sadoc (trompete/flugelhom), Rafael Rocha (trombone), Danilo Sinna (sax alto) e Marcelo Martins (sax-tenor/ flauta).

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