Barulho d'Água Música

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1067 – Canção do amor demais, disco que funda a Bossa Nova, é o novo tema da série “Clássico do Mês”

Projeto que envolvia dois jovens compositores ainda pouco conhecidos, um violonista “tímido” e uma cantora que não estava entre as queridinhas do público decolou como disco canônico e até hoje é cultuado

Marcelino Lima, com Correio Braziliense e O Globo

O disco considerado historicamente como o primeiro da Bossa Nova, gravado em apenas dois dias para não deixar seus produtores no vermelho e sem grandes pretensões de venda, já há 60 anos é considerado uma joia da discografia nacional, com diversas regravações e vários shows nele baseados ao longo deste período. Canção do amor demais, por estas características, é o escolhido do Barulho d’água Música para ser comentando em mais esta atualização como Clássico do Mês, série que desde dezembro de 2017 publicamos a cada mês, resgatando informações sobre discos que marcam a música brasileira. Integralmente interpretado pela “Divina” Elizeth Cardoso, inicialmente, o LP era para a voz de outra diva, Dolores Duran. Em entrevista que concedeu recentemente ao colega da redação do Correio Braziliense Irlam Rocha Lima, entretanto, o jornalista mineiro e escritor autor de Chega de Saudade — livro canônico que trata justamente da Bossa Nova – Ruy Castro contou que Dolores Duran não botou fé no projeto — que tinha um orçamento modesto — e, descrente que o bolachão vingaria, pediu cachê baludo, mangando assim do convite lançado por um dos dois jovens compositores e arranjadores das 13 faixas, que era amigo íntimo dela.

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1066 – Pereira da Viola convida Nádia Campos para mais uma rodada do projeto Viola de Feira, em BH

Evento da Picuá Promoções é promovido sempre no último domingo de cada mês durante a Feira Coberta, no Centro Cultural Padre Eustáquio

Marcelino Lima, com Nilce Gomes e Lilian Macedo

A Picuá Produções Artísticas, estabelecida em Belo Horizonte (MG), promoverá em 27 de maio a quarta rodada do projeto Viola de Feira, por meio do qual pretende fomentar e difundir a música de viola caipira oferecendo concertos mensais que transcorrerão no Centro Cultural Padre Eustáquio. Durante as apresentações, ponteado por dois ases do estado, o instrumento de dez cordas será a maior atração, sempre no último domingo de cada mês, a partir das 11 horas. Um violeiro anfitrião receberá outro, convidado, de forma que se possa estabelecer entre ambos e a plateia vínculos culturais, fomentando, ainda, diálogos com a música brasileira. A vez , agora, é de Pereira da Viola, que compartilhará a honra com Nádia Campos.

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1065 – Conhecido por apresentações na avenida Paulista, The Leprechaun atinge marca de 15 mil discos vendidos

Letras criativas sobre temas de cunho social e arranjos que passeiam pela música celta, forró, country e punk rock distribuídos em três álbuns já renderam ao sexteto o título de uma das três maiores bandas de Folk do país

Marcelino Lima, com Bruno Souza (Assessoria de Imprensa Tudo em Pauta)

A banda paulistana The Leprechaun, que elegeu a pulsante avenida Paulista, em São Paulo, como palco para apresentações cada vez mais concorridas – geralmente iniciadas às 14 horas e sempre aos domingos –, está comemorando a marca de 15 mil unidades vendidas dos álbuns que formam a trilogia composta por The Years are Just Packed (2012), Long Road (2014) e o mais recente, Isósceles, lançado em 2017. Os três discos do sexteto agradaram como sopa na qual caiu mel pela ousada alquimia das faixas, que levam ao mesmo caldeirão pitadas de músicas celta, da Europa oriental e de folk, misturadas a temperos invocados que dão sabor à cultura brazuca — entre os quais ritmos nordestinos que incluem o forró –, e raízes fortes como punk rock, bluegrass e country.

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1064 – Andreia Preta, com Thiago Ligouri, apresenta Intuição, no Teatro da Rotina (SP)

Intuição, show que levará Andreia Preta à cidade de São Paulo, será a atração do Teatro da Rotina na quarta-feira, 23 de maio. A partir das 21 horas, a cantora  e compositora nascida e residente em Campinas (SP) e que já emplacou 18 anos de carreira ocupará o palco acompanhada pelo músico Thiago Liguori, produtor do álbum Doce de Salgar, que ela lançou em 2016. A apresentação tem formato acústico e mostra a força das palavras presente nas canções que Andreia compõe, fazendo uso da oralidade aprendida com a avó materna. Além de músicas do disco de estreia, o repertório para o Teatro da Rotina inclui inéditas, todas autorais, entre as quais a parceria com Consuelo de Paula, de quem  foi uma das convidadas em março, quando, naquele espaço da rua Augusta, a mineira de Pratápolis conduziu Bibianas, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.

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1063 – Pedro Vaz (SP/GO) comemora quinze anos de carreira com álbum de viola instrumental

Paulistano que adotou Goiânia e marca presença em Brasília como músico, maestro e professor profissionalizante explora diversas sonoridades em álbum com 12 faixas com participações de Pedro Macedo, Thomas Roher, André Rass e Milla Tuli

Marcelino Lima

Pedro Vazvioleiro e compositor paulistano, goiano de coração e músico dos mais destacados na atual cena cultural de Brasília (DF) e do Planalto Central, está comemorando 15 anos de carreira com o lançamento do primeiro álbum solo, Dê Espaço ao Tempo. Com 12 faixas instrumentais nas quais dá seu recado com a viola caipira – companheira de estrada já há dez anos -, o disco produzido por Ricardo Vignini no estúdio Bojo Elétrico (SP) é uma síntese de belos arranjos e composições do músico que já foi pupilo dos mestres Roberto Corrêa e Marcos Mesquita, graduou-se em Música pela Universidade de Brasília (UnB), tocou guitarra e percussão e, atualmente, é professor  do CEP/EMB – Escola de Música de Brasília, além de maestro da Orquestra Roda de Viola — entre outros projetos e participações em grupos de referência como Cega Machado, Caboclo Roxos, Banda Judas e Encontro Violado.

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1062 – Cantor e compositor João Triska (PR) participa de ritual indígena em videoclipe de Iguassul

Já está disponível no canal Youtube, na página virtual e nas mídias sociais do cantor e compositor João Triska o videoclipe de Iguassul, que o paranaense gravou com a tribo Fulni-ô durante um ritual de pintura corporal. Triska é um dos mais novos talentos do Estado da região Sul e ao perceber a necessidade de compartilhar seu orgulho pela força do povo indígena sintetizou seus sentimentos em uma canção. Iguassul, nome também do seu segundo álbum, promove um reencontro com a cultura e alma indígenas, afirmou, complementando que o processo de criação deriva de pesquisas e leituras sobre a história do Paraná.

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1061 – Orquestra de refugiados é atração especial do MCB (SP) para Dia das Mães

Grupo que tem liderança de Carlinhos Antunes reúne músicos de vários países e apresenta repertório próprio e de canções tradicionais com instrumentos típicos como kanun, cítara chinesa e bouzouki, dentre outros

Marcelino Lima

O Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, receberá o músico Carlinhos Antunes e a Orquestra Mundana Refugi para uma apresentação especial do projeto Música no MCB que celebrará o Dia das Mães neste domingo, 13, a partir das 11 horas. O grupo reúne músicos refugiados de diversos países e tem repertório formado por composições próprias e temas tradicionais da Palestina, do Irã, da Guiné, do Congo e do Brasil, além de cantos árabes e persas. Os integrantes utilizam instrumentos como kanun, acordeom, piano, violino, cítara chinesa e bouzouki, dentre outros.

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