1113 – Adeus a Luhli, compositora que ao lado de Lucina está na história da cultura brasileira por romper padrões

“Sendo a soma de tudo me aceito humana e divina e numa espécie de mágica a música nunca termina” Luhli

 

Ainda mal digerindo a perda neste mundo terreno do “capitão” Antonio Roberto Espinosa, que ocorreu na terça-feira, 25/9, em Osasco — emblemática cidade da Grande São Paulo onde eu o conheci, pelas mãos dele ingressei no Jornalismo e me tornei o profissional que conforme dizem hoje eu seria –, recebi na noite de quarta-feira, 26, e novamente pela voz de minha companheira Andreia Regina Beillo, a notícia de que cantoras e amigas queridas como Consuelo de Paula e Socorro Lira estavam lamentando a morte de Luhli. Um pouco perturbado pela morte do Espina, puxei pela memória, mas não consegui, no ato da conversa com Andreia, recordar quem fora Luhli; momentos depois, entretanto, outro golpe: constatei que perdíamos nada mais, nada menos, que uma das mais inovadoras, revolucionárias e férteis cantoras e compositoras de todos os tempos da música brasileira, que em minha juventude amei tanto quanto os Beatles, os Rolling Stones, o Pink Floyd, o Iron Maiden, a moçada da Vanguarda Paulista, o 14 Bis, o Chico, o Fagner, o Milton, o Belchior, o Ednardo, a Elis, a Rita Lee, a Lucia Turnbull, a Dulce Quental, o Tarancón, as duplas Tião Carreiro e Pardinho e Tonico e Tinoco; artista que cantando em dupla com Lucina, àquela época ainda Luli, embalou meus anos de utopia durante os quais sonhávamos com o país que o Espinosa defendeu quase que com a vida (aos 20 e poucos anos!) e nos impelia a construir (“ousar sonhar, ousar lutar!”).

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1060 – Festival de Música de Barueri (SP), com prêmio de 70 mil pilas, aceita inscrições até 31 de maio

Inscrições para músicos residentes na cidade da Grande São Paulo (categoria Prata da Casa) e Livre (de qualquer cidade do país) serão aceitas até 31 de maio, pela internet ou envio da ficha cadastral pelos Correios

 

Por Marcelino Lima, com Arleno Marques

Barueri, cidade da região metropolitana de São Paulo distante 26 quilômetros da Capital pela rodovia Castello Branco (SP 280) está com inscrições abertas para o Festival de Música Popular (Femupo) que promove desde 1972 e que nesta temporada distribuirá R$ 70 mil em prêmios. Músicos de todo o país poderão concorrer a partir do preenchimento da ficha disponível na Secretaria de Cultura e Turismo da cidade, que, em seguida deverá ser reenviada por Sedex até 31 de maio, habilitando-se para participar das categorias Livre ou Prata da Casa; no mesmo endereço virtual há o regulamento do certame. As eliminatórias e a final do Femupo estão marcadas para o período entre 23 e 25 de agosto.

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666 – Tavinho Moura dá sequência ao projeto Composição Ferroviária e canta com abertura de Raimundo Andrade (MG)

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O projeto Composição Ferroviária, que os músicos Jucilene Buosi e Wolf Borges promovem em Poços de Caldas, oferecerá ao público neste domingo, 4 de outubro, duas atrações, dois dos maiores expoentes da música sul-mineira: Tavinho Moura e Raimundo Andrade, convidado pelo casal para abrir o concerto do cantor e compositor nascido em Juiz de Fora e conhecido nacionalmente por vários sucessos, gravados tanto por ele, quanto por vozes como as dos conterrâneos Milton Nascimento e Pena Branca & Xavantinho. Andrade subirá ao palco, montado no pátio da antiga estação ferroviária, a partir das 10 horas.    

613 – Ivan Vilela recebe Tavinho Moura para primeiro concerto de série do Sesc Pinheiros (SP) sobre viola erudita

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O violeiro e músico Ivan Vilela (Itajubá/MG) coordenará como curador, entre agosto e dezembro, a Série Erudita Viola em Concerto, que transcorrerá no Sesc de Pinheiros, bairro paulistano, e oferecerá concertos, palestras e masterclasses com o intuito de desvendar a viola caipira desde os primórdios do instrumento até o contexto contemporâneo. O próprio Ivan Vilela abrirá o projeto, já nesta quarta-feira, 19, a partir das 19 horas, com entrada franca, distribuída com uma hora de antecedência. O curador abordará no Auditório do terceiro andar, durante sessenta minutos, a trajetória da viola desde as origens há aproximadamente 800 anos até alcançar a atualidade, época na qual, além de ter se consolidado como porta-voz da cultura popular de diversas regiões brasileiras, conquista espaço como objeto de estudo e contemplação no meio acadêmico.

Após a palestra ministrada por Ivan Vilela haverá o primeiro concerto da série, com Tavinho Moura (Juiz de Fora/MG), a partir das 20h30, e para o qual o ingresso custará entre R$ 7,50 e R$ 25,00. Tavinho estará de volta ao Sesc Pinheiros no dia seguinte, desta vez para masterclass a partir das 18 horas, com duração de 120 minutos,  na Sala de Múltiplo Uso que fica, também, no terceiro andar.

Sobre os músicos

Ivan Vilela é doutor em Psicologia Social e mestre em Composição Musical, além de músico, pesquisador e professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP), onde leciona História da Música Popular Brasileira, Viola Brasileira, Rítmica e Percepção Musical. Como curador da Série Erudita Violas em Concerto planeja promover um mergulho no universo da viola caipira, que surgiu há cerca de oito séculos percorrendo, inicialmente, caminhos diversos pelo mundo lusófono.

Herdeira direta do Oud, instrumento persa do século VI, a viola deriva de um dos maiores berços de instrumentos de cordas dedilhadas do mundo, a Península Ibérica. Com ela nos braços, portugueses atravessaram o mar durante o período das grandes navegações, possibilitando, assim, a inserção do instrumento em outras terras fora da Europa. Ivan Vilela também atua como solista e junto a grupos de câmara no Brasil e no exterior, tem livros sobre o tema e outros assuntos relativos à cultura popular, além de vários álbuns.

Tavinho Moura tem mais de uma dezena de álbuns de canções e instrumentais gravados. Seu primeiro trabalho como compositor foi para o cinema, na trilha sonora do filme O Homem de Corpo Fechado, de Schubert Magalhães. Depois algumas de suas obras ficaram consagradas e estão gravadas por artistas e grupos como Milton Nascimento, Beto Guedes, Almir Sater, Boca Livre, 14 Bis, Flávio Venturini, Simone, Pena Branca e Xavantinho e Engenheiros do Havaí. O mais recente álbum, Minhas Canções Inacabadas, foi finalista do Grammy Latino. É um dos fundadores do Clube da Esquina.

Paralelamente ao trabalho musical, Tavinho Moura dedica-se à composição para cinema e também é fotógrafo, além de escritor. Na área do cinema recebeu prêmios como melhor autor de trilha sonora nos festivais de Gramado (RS) e de Brasília (DF), ambos em três ocasiões; prêmio da crítica de São Paulo e Minas; e Coruja de Ouro. É autor dos livros Maria do Matué – Uma estória do Rio São Francisco e Pássaros Poemas – Aves na Pampulha, com imagens que clicou durante caminhadas junto à Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte (MG). O livro Maria do Matué traz encartado o disco Rua do Cachorro Sentado

Para o concerto de Tavinho a venda estará limitada a quatro ingressos por pessoa e não se admitirá a entrada após o início.

“Tocar viola é a afirmação da virtude; tocar viola se transforma em algo essencial. Quando componho na viola visito seu universo, seu social, o sertão, e experimento a sensação de fazer parte da história”, declara Tavinho Moura, que em sua masterclass (aula sobre técnica, processos de criação e recursos utilizados, sobre o instrumento) compartilhará com o público suas experiências pessoais e profissionais como violonista.

Mais Ivan Vilela

28/08, Sesc Itaquera (SP), 14 horas: História da Viola, grátis ウ 22/08, Sesc Itaquera, 14 horas: Do Corpo à raiz, com a Companhia Dançavidal ウ 26/08, Cine Theatro Brasil Valouréc, Belo Horizonte (MG), 19h30: Canto & Viola ウ 29/08, Sesc Itaquera, 15 horas: NóisCaipira

 Endereços das unidades e mais informações sobre o Sesc disponíveis em http://www.sescsp.org.br

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Flávio Venturini, Sá & Guarabyra, 14 Bis: Encontro Marcado em 15/05, em São Paulo, depois ES, RJ, GO e DF

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As apresentações do Encontro Marcado começaram em BH, passaram por várias cidades mineiras antes de chegar a SP e vão nos próximos dias ao ES, ao RJ, a GO e ao DF

 

Flávio Venturini, Sá & Guarabyra e a banda 14 Bis estarão juntos em São Paulo na noite de sexta-feira, 15, para uma única apresentação do show Encontro Marcado, no qual devem recordar sucessos como Espanhola, Dona, Caçador de mim, Sobradinho e Canção da América, entre outras que marcaram a trajetória do cantor, da dupla e do grupo. O local do show fica na Avenida das Nações Unidas (Marginal Pinheiros), 17.955, Vila Almeida. O preço do ingresso varia de R$ 40 a R$ 240,00.

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Luis Perequê ergue a voz e brada em defesa de Paraty e dos caiçaras

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Luís Perequê canta as belezas naturais, incluindo joaninhas, borboletas, peixes, mas abarca com seus poemas e letras reflexões ambientais que estão entre as mais debatidas na atualidade, como a preservação de matas, mares e de rios (Fotos de Marcelino Lima)

O Barulho d’Água Música acompanhou em 1o. de fevereiro a apresentação na sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural Vergueiro de Luís Perequê, ativista cultural, cantor e compositor de Paraty (RJ). Fundador do Instituto Silo Cultural, da Rede Caiçara de Cultura e do movimento Defeso Cultural, Perequê canta as músicas que se referem ao seu lugar e mais do que divulgar a bela ilha do litoral fluminense universaliza-se e espalha sonoridades e versos capazes de sensibilizar o público e levar a todos a uma viagem imagética pela sua cultura.

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Noel Andrade e Katya Teixeira têm em seus repertórios músicas do compositor de Paraty

Durante o show, Luís Perequê cantou músicas dos seus álbuns “Eu, brasileiro…”, “Tô brincando”, “Encanto Caiçara”, o primeiro da carreira, de 1992, e “Luís Perequê ao Vivo”, gravado em 2012 na sede do Projeto Tamar, em Ubatuba (SP). Nesta apresentação em São Paulo pela “Caravana Paraty”, Perequê homenageou o mestre Dércio Marques, falecido em 2012, cantando “Vem comigo”, canção que abre um dos mais recentes trabalhos de Katya Teixeira, “Feito de Cordas e Cantigas”. Katya Teixeira, por sinal, foi uma das convidadas de Perequê para esta passagem pela sala Adoniran Barbosa: ambos cantaram “Joaninha”, letra da qual ele é autor, e que ela gravou no álbum “Lira do Povo”.

O violeiro Noel Andrade, de Patrocínio Paulista, mas radicado na Capital paulista, também foi recebido por Perequê. No álbum “Charrua”, Noel Andrade gravou “Beira de Mar, Beira de Rio”, do anfitrião, com quem cantou em duo. Depois, Andrade e Katya Teixeira dividiram o palco e cantaram, entre outras canções, “N’umbigo da Viola”, faixa da qual ela extraiu dos versos do paratiense o título para “Feito de Cordas e Cantigas”.

Estandarte da Caravana Paraty

Perequê recebeu ainda a dupla Sá e Guarabyra, uma das mais antigas e cultuadas do país, que fundou junto com o já falecido Zé Rodrix lançou um estilo que ficou conhecido como “rock rural”. O carioca e o baiano, no entanto, vêm encantando gerações com canções que falam de amizade, de amor, de sonhos e de desejos, como lembrou Perequê, entre os quais por o pé na estrada e ter uma casa no campo.

No palco, Sá e Guarabyra cantaram com Perequê “O Pó da Estrada”. Depois, nas palavras de Sá, “algumas canções que vocês ainda não conhecem” como “Dona”, que fez parte da trilha sonora da novela “Roque Santeiro”, “Espanhola”, também conhecida na voz de Flávio Venturini. O ponto alto da noite viria a ser a apresentação de “Sobradinho”, do disco “Pirão de peixe com pimenta”, de Sá e Guarabyra, que eles cantaram junto com os demais músicos numa apoteose que levantou a plateia.

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Guarabyra, Perequê e Sá proporcionaram momentos de intensa energia no palco da sala Adoniran Barbosa e juntos, cantaram “Sobradinho”, da dupla convidada, levantando o público

Depois de tanta energia e emoção transbordando pela sala Adoniran Barbosa, Sá e Guarabyra voltaram aos violões para o bis e a despedida. “Caçador de mim”, de Sá e Sérgio Magrão, foi a canção escolhida. Ela faz parte do álbum homônimo de Milton Nascimento (1981) e também está entre os sucessos da carreira de Venturini quando integrava o conjunto 14 Bis.

 A Caravana Paraty promoveu ainda debates, espetáculos de danças, exposição de bonecos e máscaras de Paraty, exibiu vídeos e documentários, utilizando-se também do salão do antigo Cine Olido, na avenida São João. Perequê, no dia primeiro dia de atividades, fez parte da mesa de debates sobre o movimento que discute a cultura e seus atuais desafios nas cidades turísticas (ao lado de Antônio Carlos Diegues, Bruno Tavares e Mauro Munhoz, com mediação de Anna Cecília Cortines). O show no começo de fevereiro, além dos artistas mencionados que ele convidou, teve na plateia as presenças dos cantores, compositores e produtor cultural Carlinhos Antunes e Consuelo de Paula.

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Cantora e compositora, Consuelo de Paula, autografando um disco da blogueira Andreia Beillo, fez parte da plateia que aplaudiu Luís Perequê

Madrugada se levanta, canta galo, tudo canta…
Beira de mar, Mata Atlântica!
Suave canção de aves, cheiro de erva pisada,
Trilha, trabalho, renda de orvalho,
Tramam tratores, novas estradas.
É a mentira do progresso mudando o rumo dos versos
Casa de aves e ervas, virando areia e deserto
Matas mortas, morros calvos e os corvos cuidam do resto
O povo vence o grileiro, mas não vence os projetos
Da mentira dos políticos mascarados, desonestos.
No canto bravo do Sono, vou deixando um manifesto
Adeus, adeus curupira, caipora e insetos
Os guardiões naturais não têm armas pro concreto
Mata Atlântica te levanta, deixo meu peito aberto
Pra te guardar na lembrança, pra te contar pros meus netos
No registrar dos meus olhos vou te cantar nos meus versos
Se pudesse eu te dava as asas do pensamento
Quem sabe te guardaria do jeito que eu te penso
Criando os teus nativos, crescendo no teu silêncio
Bem longe desses projetos de pseudo crescimento
Que prometem melhoria e trazem arrependimento
Porque vem os condomínios com o fascínio do dinheiro
E o pescador troca a rede pela colher de pedreiro
Depois só volta na praia de gari ou faxineiro
A estrada do político não foi feita pro roceiro
Só serve pra o levar no dia de ir limpar o lixo dos forasteiros
E a cultura é esmagada, como se deu tantas vezes
Trocamos trovas da roça por batuques e farofas
Ou silêncio pros burgueses
E assim começa outra história porque é o fim da estrada
Não tem matas, não tem aves, não tem ervas, não tem nada
Tem uma cerca, um portão, um caiçara de farda
E uma placa, atenção: É PROIBIDO A ENTRADA

“Aves e Ervas”,  poema de protesto contra a exploração turística meramente voltada para a exploração comercial e imobiliária de Paraty, declamado por Perequê entre as músicas do show de 1o. de fevereiro

Para pedir bis mais de 14 vezes

Flávio Venturini (Fotos de Marcelino Lima, SESC Itaquera, abril de 2014)

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Sérgio Magrão

A tarde fria de outono, mas com um sol gostoso, de 27 de abril, ficou marcada pela passagem da banda mineira 14 BIS pelo palco do belíssimo SESC Itaquera. Cresci ouvindo este grupo que tem um estilo característico e único de tocar rock e baladas e, até hoje, já rumando para os 51 anos, ainda curto os caras!  A formação atual reúne Cláudio Venturini, Sérgio Magrão, Vermelho e o batera Hely Rodrigues (o Flávio Venturini seguiu para carreira solo há tempos). Era aniversário do Vermelho e ele ganhou um retrato dele de presente, pintado no calor da apresentação, enquanto os músicos faziam arrepiar a pele da galera sentada no barranco ou em pé defronte ao palco relembrando a maioria dos sucessos gravados desde 1979, quando o 14 Bis botou o pé na estrada.

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Vermelho, aniversariante do dia

Vale a pena registrar ainda o show a parte do Cláudio Venturini com magníficos solos, e saltos no ar, de costas, da bateria do Hely! O amigo toca demais e, ao final de Linda Juventude, a música escolhida para o apoteótico encerramento, ele ainda arremessou a guitarra por sobre a cabeça do Magrão. Foi lindo ver o instrumento viajando pelo ar até cair, suave, seguro e bem amparado nas mãos de um dos assistentes do palco!

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Hely Rodrigues

O repertório teve para lá de quinze músicas e começou com Carrossel. Venturini e Magrão cantaram ainda (não nesta ordem) Bandeiras; Canção da América; Caçador de Mim; Planeta Sonho; Velha Canção Rock’n Roll; Nos bailes da vida; Canções de Guerra; Perdidos em Abbey Road; Nave de Prata; Nova Manhã, Mesmo de Brincadeira; Natural; Espanhola; Ainda é cedo; Mais uma vez; Todo azul do mar; O fogo do teu olhar; e até O sal da terra, do Beto Guedes.

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Cláudio Venturini no fantástico solo de Nave de Prata

Depois de tudo, ainda emocionado e tocado por tantas lembranças, chegou a hora da tietagem. Enquanto tirávamos fotos com os dois, o Venturini me informou que dentro de mais ou menos dois meses ele, o mano Flávio Venturini e o Sá & Guarabyra vão lançar um álbum chamado “Encontro Marcado” somente com faixas deles consagradas pelo público.

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O público cantou e dançou com entusiasmo durante o show do 14 BIS (Fotos de Marcelino Lima, SESC Itaquera, abril de 2014)