1387 – Já está disponível nas plataformas virtuais o álbum Viola Paulista II, com as 20 canções

jornaslistas antifascistas

#MúsicadeViola #ViolaPaulista #ViolaInstrumental #ViolaBrasileira #CulturaPopular

As tradicionais audições matinais aos sábados aqui no Solar do Barulho, onde fica o boteco do Barulho d’água em São Roque, Interior de São Paulo, começaram neste dia 1 de maio com Viola Paulista II, agora disponibilizado na integra desde meados de março nas plataformas virtuais do selo Sesc Digital com os cinco epês que formam a coletânea, totalizando 20 canções. O mapeamento do instrumento no estado bandeirante, portanto, agora está completo e mereceu, inclusive, o programa levado ar em 15 de abril no Revoredo, da USF FM, com apresentação do maestro José Gustavo Julião Camargo e cujo linque para ser ouvido e baixado estará ao final desta atualização.

O projeto Viola Paulista tem a curadoria do violeiro, compositor, professor universitário e pesquisador Ivan Vilela, que convidou inclusive violeiras tais quais Adriana Farias e Juliana Andrade, representantes de um crescente protagonismo feminino no mundo da viola.  

Continuar lendo

Adriana Farias encerra o festival São Chico das Violas, em São Francisco Xavier (SP)

Adriana Violeira

Adriana Farias é natural de São Paulo e desde os 8 anos está ligada à música, uma herança da família

A cantora Adriana Farias, também conhecida por Adriana Violeira, vai encerrar neste sábado, 31, o festival São Chico das Violas, que começou em 3 de janeiro no acolhedor distrito de São Francisco Xavier, em São José dos Campos (SP). Para ver a apresentação a partir das 21h30, no Largo São Sebastião, 105, o ingresso custará quinze paus. Promotora do festival, a Photozofia Cozinha e Arte abriu o São Chico das Violas com o casal Oswaldinho e Marisa Viana. Na sequência, sempre aos sábados, recebeu Ricardo Vignini, João Lucas & Léo e Zeca Collares.

Adriana Farias, além da carreira solo, toca viola e violão. Com as amigas Adriana Sanchez e Dede Soares, forma o trio Barra da Saia. Paulista do bairro Ipiranga, despertou para a música por volta dos 8 anos quando ganhou um violão. Na família havia a dupla Leonardo e Chiquinho e de um tio que compunha o duo herdou a primeira viola.

O disco de estreia, gravado aos 11 anos de idade, mescla influências de polcas, guarânias e chamamés, todas composições próprias assinadas com o nome artístico Hanayna, “a garota do coração sertanejo”. Quatro anos depois, Adriana produziu saiu o segundo álbum, ainda com o nome artístico, mantido até completar 20 anos. Nesta época já era atração em circos, festivais, canais de TV e festas populares.

2

Adriana Farias, Adriana Sanchez e Dede Soares, trio que compõe o Barra da Saia (Foto: Divulgação)

Com Maria Guilhermina e Cláudia Mocchi ela estudou canto lírico e, para aprimorar-se em viola, instrumento que aprendeu a tocar sozinha, teve aulas com Ricardo Vignini  e João Vilarim, entre outros. Como vocalista subiu ao palco até com a banda Raimundos, além de  Leandro e Leonardo, Fábio Júnior, e Vanessa Camargo. Adriana representou o Brasil no Festival de Chamamé, em Corrientes (Argentina), e da Prefeitura de São Paulo recebeu homenagem como defensora da cultura caipira, por meio de uma placa entregue em cerimônia solene na Câmara Municipal, em 11 de setembro de 2013, Dia da Música de Raiz. Outros prêmios dos quais tem orgulho são o Excelência de Viola Caipira e Tião Carreiro.

minha casaw