Barulho d'Água Música

Veículo de divulgação de cantores, duplas, grupos, compositores, projetos, produtores culturais e apresentadores de música independente e de qualidade dos gêneros popular e de raiz. Colabore com nossas atividades: leia, compartilhe e anuncie!


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1004 – Jair Marcatti recebe Sidnei de Oliveira para mais um bate-papo da série Retratos do Brasil – Prosa e Música, na BMA

Jair Marcatti (Foto: Daniel Kersys)

Dedos de prosa, boa conversa e muita música. Essa é a receita do Projeto Retratos do Brasil – Prosa e Música que será promovido na Biblioteca Mario de Andrade (BMA/São Paulo) uma vez por mês, às quintas-feiras, entre agosto e dezembro, sempre começando às 19 horas. O idealizador Jair Marcatti, historiador e professor do curso de Relações Internacionais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM),  pretende mostrar nos cinco encontros o Brasil que a música de cada convidado reflete; um país mais para dentro, mais regional, dos rincões, escondido, mas muito vivo. A cada nova rodada, Marcatti conversa com músicos que, em comum, apresentam olhar aprofundado sobre o Brasil, somado ao trabalho de pesquisa e de resgate das nossas mais entranhadas tradições, com a vantagem dos bate-papos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos.

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995 – Para além do boto-cor-de-rosa: conheça o Imbaúba, grupo fundado pelo poeta Celdo Braga que canta o universo da Amazônia

“O Brasil não conhece o Brasil”, em uma adaptação do refrão que remete às Querellas do Brasil,  na qual Aldir Blanc e Maurício Tapajós escreveram “O Brazil não conhece o Brasil” para a canção imortalizada por Elis Regina em Transversal do Tempo (1978), é um bordão difícil de contestar em qualquer campo ou assunto artístico-cultural que se ponha em debate na roda. Para ficar apenas no vasto terreiro da música de Pindorama, a se julgar pelas playlists da maioria das emissoras de rádio, ainda vale mais por estes trópicos a frase original de Blanc e Tapajós, aquela com “z”. Em um país que  embora apresente variedade de estilos e de ritmos – que vão do samba ao caipira, do baião ao chamamé, do fandango ao xaxado, do choro ao Clube da Esquina –, tem prevalecido a porcaria movida tanto a jabá, quanto pela preguiça de programadores — se ruins ou sonsos, mesmo, pouca diferença faz. Entretanto, desde que a internet passou a oferecer ferramentas não apenas para divulgar, mas também compartilhar obras e carreiras, os hábitos de consumo e de produção de música vêm mudando, possibilitando a criação de públicos mais críticos, pluralistas e exigentes. E nesta onda blogues e serviços de streaming conseguem democratizar e oferecer (a baixos ou totalmente sem custos) não apenas novidades e lançamentos que a mídia teima em desprezar, sobretudo os alegadamente “independentes”, deixando disponível na rede para serem baixados em tablets, computadores e celulares conteúdos dos mais diversificados, ecléticos e muito, muito bons.

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985 – Magda Pucci ministra “Tramas Culturais”, na Ema Klabin (SP), quatro aulas sobre música indígena brasileira*

* Com Cristina Aguilera, Midia Brazil Comunicação Integrada

A Fundação Ema Klabin promoverá a partir de 3 de agosto, em quatro sessões, sempre às quintas-feiras a partir das 19h30, Tramas Culturais, programa que conta com apoio do edital do ProAC ICMS que traçará panoramas sobre a música no universo indígena brasileiro, orientado pela musicista e pesquisadora Magda Pucci. A inscrição é gratuita, mas somente serão disponibilizadas 30 vagas por meio do portal da entidade, cujo endereço virtual é emaklabin.org.br

A proposta dos encontros será desenvolvida por meio de atividades de escuta, de contextualização e de prática musical, apoiada ainda por vídeos, música  e troca de ideias durante as aulas.  Magda Pucci buscará, assim, estimular o conhecimento e a reflexão sobre as culturas indígenas do Brasil, em âmbito artístico e antropológico, relacionando-as ao repertório musical e buscando compreendê-las em sua diversidade cultural, aproximando os participantes dos universos sonoros de povos como Paiter Suruí (RO), Kaingang (RS), Ikolen-Gavião (RO), Xavante (MT), Kaiowá (MS), Kayapó (PA), Maxacali (MG), Huni-Kuin (AC) e Alto Rio Negro (AM). 

A musicista Magda Pucci é pesquisadora da música de vários povos, formada em Regência pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), Mestre em Antropologia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e Doutoranda em Creative Arts and Performance pela Universidade de Leiden (Holanda). Diretora musical do grupo Mawaca há 21 anos, a experiência de Magda Pucci com a temática indígena se aprofundou durante o Mestrado em Antropologia, sob orientação de Carmen Junqueira e Betty Mindlin. É autora de diversos livros, entre os quais o guia didático  Outras terras, outros sons (Callis), com Berenice de Almeida, os livros para crianças De todos os cantos do mundo (Companhia das Letrinhas) e Contos Musicais (Leya), com Heloisa Prieto; A Floresta Canta – Uma expedição sonora por terras indígenas do Brasil (Peirópolis) e a Grande Pedra (Saraiva), também em parceria com Berenice de Almeida. Produziu o álbum e o DVD Rupestres Sonoros – O canto dos povos da florestaEm outubro de 2017, Magda e Berenice lançarão o livro Cantos da Floresta acompanhado de um disco e um portal com 150 atividades para professores, projeto que conta com apoio do edital do PROAC-SP e Natura, a ser lançado pela Editora Peirópolis.

 

Casa-Museu Ema Klabin comemora dez anos

A Fundação Ema Gordon Klabin, situada na Rua Portugal, 43, Jardim Europa, na zona Sul paulistana, é uma ótima opção de cultura e de lazer.  A casa-museu reúne mais de 1.500 obras, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, dos modernistas brasileiros Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari e Lasar Segal; talhas do mineiro Mestre Valentim; mobiliário de época, peças arqueológicas e decorativas. Neste ano completa dez anos de atividades ininterruptas, abrindo as portas ao público entre quarta-feira e domingo, das 14 às 17 horas (com permanência tolerada até às 18h), sem agendamento prévio, com entrada entre R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira). Aos finais de semana e nos feriados não cobra o ingresso. Para mais informações há o telefone  11 3897-3232

 Serviço:

Tramas Culturais: A Música no Universo Indígena

Horário: 19h30, sempre às quintas-feiras

1º encontro – 03/08: 

  • Abertura: Música Krenak Po Hamek– canto e movimento. Saudação.
  • Reflexão sobre história dos Krenak
  • Constituição de 1988. Direitos indígenas
  • Quem são eles?
  • Escuta de diversos exemplos sonoros (Tukano, Huni-Kuin, Bororo, Pakaa Nova, Kayapó)

2º encontro – 17/08:

  • Relação entre mito e música – Cosmologia
  • Akoj´ té– princípio da humanidade – Ikolen-Gavião 
  • Bichos de Palop e Koi txãgareh – Paiter Suruí
  • Reflexões sobre a oralidade como eixo das culturas indígenas.

3º encontro – 31/08:

  • Espiritualidade e a voz
  • Ñamandue seus cantos-rezas – Mbyá Guarani
  • Mamo oymé Tekoha – território-  Guarani Kaiowá 
  • Huni Meka– Huni Kuin

4º encontro – 14/09:

  • Grafismo e música
  • Pinturas rupestres, petróglifos e geoglifos
  • Pintura corporal e seus simbolismos
  • Instrumentos musicais e seus significados


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853 – Katya Teixeira (SP) recebe amigos e fãs em teatro lotado e lança Cantariar comemorando 21 anos de trajetória

A cantora, instrumentista e compositora Katya Teixeira (SP) recepcionou no palco e na plateia do teatro do Sesc Belenzinho, em São Pailo, na noite de sábado, 9 de abril, familiares, amigos, fãs e parceiros de estrada para festejar o lançamento de Cantariar, álbum com o qual marca 21 anos de carreira. O espetáculo merece adjetivos como deslumbrante e memorável, mas ambos, além de correr o risco de parecerem reducionistas, soariam com pouca fidelidade ao que foi visto e ouvido. Acompanhada por Cássia Maria (percussão), Ney Couteiro (violão) e Thomas Rohrer (rabeca), Katya Teixeira apresentou o repertório ao seu melhor estilo, costurando a apresentação com histórias sobre sua trajetória artística pelo Brasil afora e alguns países latino-americanas, narradas com bom humor mais acentuado do que o de costume, e interpretando com propriedade e deleite as canções que no disco, cuja distribuição agora cabe a Tratore, teve remasterização de Júlio Santin (SP).

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703 – Orquestra Barroca do Amazonas abre em Juiz de Fora (MG) Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga

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Orquestra Barroca do Amazonas

O Centro Cultural Pró Música da Universidade Federal de Juiz de Fora, cidade do sul de Minas situada na Zona da Mata, promoverá a partir do dia 31 de outubro, ao longo da primeira semana de novembro, o 26º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, composto por concertos, palestras, cursos e oficinas. As atrações e eventos serão oferecidos em ambientes como o Cine-Theatro Central e o Parque Halfed, além das igrejas São Sebastião e do Rosário, de manhã, de tarde e à noite.  De acordo com a programação oficial, entre os dias 31 e 1, a primeira atividade será o curso Música pela Estrada Real (Educação Musical), ministrado das 9 às 12 e das 14 às 18 horas por Cecília Cavalieri França, no Auditório Geraldo Pereira do Instituto de Artes e Design da UFJF.

A série de concertos será aberta pela Orquestra Barroca da Amazonas (OBA) no domingo, 1º de novembro, a partir das 20 horas, no Cine-Theatro Central. A Orquestra Barroca do Amazonas (OBA) foi criada em 2009 com o objetivo de enfatizar o repertório luso-brasileiro do século XVIII ao início do XIX, assim como as suas fontes estilísticas advindas principalmente da Itália, da Espanha e da música dos Períodos Galante e Clássico. O grupo toca instrumentos históricos, com uma abordagem interpretativa que associa fontes coevas e a reflexão musicológica.

A OBA formou-se com músicos que se encontraram na Universidade do Estado do Amazonas na condição de professores e de alunos de graduação e pós-graduação, interessados no imenso patrimônio brasileiro do período colonial, especialmente dos séculos XVIII e começo do XIX. Desde sua criação, a Orquestra mantém intensa atividade, apresentando-se regularmente no Brasil e no exterior (Itália, Espanha e Portugal), seja em festivais, espaços históricos, bem como salas de concerto e teatros modernos. Em 2013, lançou o CD Dei Due Mondi, com obras de autores italianos e ibéricos que influenciaram a formação do contexto lusófono em que se insere o Brasil. Recentemente a Orquestra Barroca do Amazonas gravou o álbum DRAMMA, que traz um repertório de árias e concertos de alguns dos maiores compositores do século XVIII.

A dedicação à preservação e ao restauro de partituras do patrimônio musical do Brasil colônia e a vanguarda na utilização de instrumentos de época para a divulgação deste acervo colonial e barroco deram ao Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga reconhecimento nacional e internacional, além de inúmeras premiações. A ampliação de espaços para a música colonial brasileira e para o movimento da música antiga com instrumentos de época é uma das metas que o evento alcançou. Hoje o mercado brasileiro produz e comercializa um número cada vez maior de produtos do gênero.

Mas foi o festival juiz-forano que abriu caminho para isso, com a pesquisa, a recuperação, o restauro e o registro da música histórica nacional. O evento revolucionou o cenário cultural nacional de música erudita com o vasto acervo produzido de álbuns, livros e DVD e dando a um público diversificado e crescente acesso a um tipo de produção cultural que poderia ficar restrita a iniciados e a acadêmicos. Para Juiz de Fora, o Festival cumpre a missão assumida pelo Centro Cultural Pró-Música de aprofundar o trabalho de formação de gerações de jovens músicos locais, enquanto que, para o Brasil, funciona como um verdadeiro fórum de discussões e intercâmbio entre os maiores conhecedores de diversos instrumentos em temas tão especializados e importantes como a música colonial brasileira e antiga.

A partir de 2011, ano da incorporação do Centro Cultural Pró-Música, a UFJF se une aos patrocinadores do evento e realiza, em 2015, a primeira edição do festival sob sua inteira organização. Nesta oportunidade, a 26ª. edição do Festival apresentará uma grande união de esforços em prol da difusão da cultura musical, num momento em que o país atravessa período conturbado por graves crises financeiras e políticas. Sua realização revela o compromisso da Universidade Federal de Juiz de Fora com a pesquisa, o ensino e a extensão no campo da cultura.

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Trio Musa Brasilis

Órgão suplementar da Reitoria da UFJF, incorporado à universidade em junho de 2011, o Centro Cultural Pró-Música é reconhecido por sua vasta e contínua atuação no campo da cultura. São mais de 40 anos de contribuição, sobretudo para a formação musical e para a pesquisa e a divulgação da música colonial brasileira e da música antiga, trabalho cuja principal vitrine tem sido o tradicional Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga.

Com uma sala de espetáculos de 500 lugares — o Teatro Pró-Música —, e espaço para exposições de artes plásticas e visuais — a Galeria Renato de Almeida —, a instituição se abre para acolher outras manifestações culturais, proporcionando a artistas e produtores locais a oportunidade de apresentarem suas obras em dois espaços amplos e confortáveis em pleno centro, na principal avenida de Juiz de Fora, a Rio Branco.

A incorporação do Pró-Música à UFJF assegurou à instituição o status de órgão suplementar da Reitoria, a exemplo do Cine-Theatro Central, do Museu de Arte Murilo Mendes e do Coral Universitário. A união foi aprovada pelo Conselho Superior da UFJF em março de 2011 e oficializada em solenidade realizada em 9 de junho desse mesmo ano, com a doação do patrimônio material e imaterial do Pró-Música à UFJF. Foram três anos de estudos sobre a viabilidade da proposta feita à universidade pela família Sousa Santos, fundadora da instituição na década de 1970, que viu na incorporação a possibilidade de assegurar a continuidade dos projetos realizados pelo Pró-Música.

Essa união histórica aproximou definitivamente duas instituições que, com trajetórias paralelas, realizaram inúmeras parcerias ao longo de 40 anos, com o apoio fundamental da Reitoria a diversas iniciativas, incluindo auxílio para a aquisição de um piano de cauda alemão e contribuição para a construção da sede na Avenida Rio Branco. A incorporação aconteceu em momento ímpar, como consequência do protagonismo assumido pela cultura na universidade com a criação, em 2006, da Pró-reitoria de Cultura, unidade que centralizou os órgãos culturais da instituição.

O Centro Cultural Pró-Música (CCPM) surgiu em dezembro de 1971 como entidade civil sem fins lucrativos, com a proposta de promover mensalmente um concerto de música erudita, a fim de incentivar a formação de público para o gênero. Em pouco tempo, os fundadores — o casal Maria Isabel e Hermínio de Sousa Santos — não só superaram a meta do concerto mensal, como ampliaram o projeto, firmaram parcerias e conquistaram a sede própria. Acima de tudo, construíram as bases para a consolidação de uma obra pioneira, que cresceu e se diversificou com o apoio da sociedade local, a iniciativa privada, de instituições públicas e leis de incentivo, projetando Juiz de Fora como celeiro de músicos e, uma vez por ano, durante seu tradicional festival, como a capital da música colonial brasileira.

Além de prestigiadas pelo público, as ações desenvolvidas pelo Pró-Música alcançaram reconhecimento nacional, com a outorga de diversos prêmios a realizações como o Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, que em 2000 recebeu o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), na categoria preservação de bens móveis e imóveis. Em 2002, o Pró-Música recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura por sua contribuição na divulgação mundial da cultura brasileira.

Para localizar endereços, obter mais informações como valores de taxas, formas e prazos de inscrição e conferir se não ocorreram mudanças na programação consulte www.festivalmusicaantigajf.com.br

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Coro Acadêmico da UFJF (Fotos: Assessoria de Imprensa do CCPM)

Concertos

01/11 | 20h : Concerto de Abertura: ORQUESTRA BARROCA DO AMAZONAS

Local: Cine-Theatro Central

02/11 | 20 h : ACADEMIA DOS RENASCIDOS (Teatro Pró-Música

03/11 | 20 h :  SOLISTAS DA ORQUESTRA BARROCA DO AMAZONAS (Igreja São Sebastião

04/11 | 20 h: TRIO MUSA BRASILIS (Teatro Pró-Música)

05/11 | 20 h: CORO ACADÊMICO DA UFJF  (Igreja do Rosário)

06/11 | 20 h : MÚSICA FRANCESA DO SÉCULO XVIII (Igreja São Sebastião)

07/11 | 20 h: DAVID CASTELO E ANA Cecília TAVARES (Igreja do Rosário)

08/11 | 20 h: Concerto de encerramento: BRUNO PROCÓPIO (Capela do Colégio Academia)

Concertos Diurnos

I CORO ACADÊMICO DA UFJF

31/10, Escadaria do Cine-Theatro Central, 12 h • 01/11, Shopping Independência, 13 h • 06/11, Shopping Santa Cruz, 12 h • 07/11, Parque Halfeld, 12 h • 08/11, Centro de vivência Campus UFJF, 10 h

Cursos e Oficinas

31/10 e 01/11| 9 h às 12 h – 14 h às 18 h

MÚSICA PELA ESTRADA REAL (EDUCAÇÃO MUSICAL)

Cecília Cavalieri França

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

02/11 a 06/11 | 9h – 12h

Local: Instituto de Artes e Design/UFJF

INSTRUMENTOS HISTÓRICOS DE CORDAS DEDILHADAS

Nicolas de Souza Barros

FLAUTA DOCE

David Castelo

CRAVO E PIANO

Bruno Procópio

VIOLONCELO BARROCO

Edoardo Sbaffi

VIOLINO E VIOLA BARROCOS

Gustavo Medina

CANTO-REPERTÓRIO LUSO-BRASILEIRO

Alberto Pacheco

CANTO- REPERTÓRIO BARROCO

Veruschka Mainhard

TRAVERSO

Márcio Páscoa

MÚSICA DE CÂMARA I 14 h às 15h30

Mário Trilha

DANÇAS BARROCAS

Osny Fonseca

Palestras

02/11 | 16 h: O VIOLONCELO A CINCO CORDAS E OS MODELOS DE BAIXO DE VIOLA NOS

SÉCULOS XVII E XVIII

Professor Doutor Edoardo Sbaffi (UEA)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

03/11 | 16 h: O CANTO DOS CASTRATI: DA ITÁLIA AO BRASIL

Professo Doutor Alberto Pacheco (UFRJ)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

04/11 | 16 h: RETÓRICA MUSICAL

Professor Doutor Márcio Páscoa (UEA)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

05/11 | 16 h: A MÚSICA POPULAR E ERUDITA PIONEIRA DO AFRO-BRASILEIRO LINO JOSÉ NUNES (1789-1847)

Professor Doutor Fausto Borém (UFMG)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

06/11 | 16 h: MUSICOLOGIA HISTÓRICA TRADICIONAL         

Professor Doutor Mário Trilha (UEA)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

Exposição

04/11 | 18 h: ABERTURA DA EXPOSIÇÃO “O QUE VEJO É MÚSICA”

Local: Galeria Renato de Almeida (Teatro Pró-Música)

Terra natal do escritor Murilo Mendes, do ex-presidente Itamar Franco e dos músicos Tavinho Moura e Fabrício Conde, Juiz de Fora fica ao sul de Minas, na região conhecida por Zona da Mata

 


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Coreto de praça no Centro de Campinas será palco para Arreuní especial de Natal

Arreuni Natal

Fotos: João Arruda e Katya Teixeira (Marcelino Lima), Levi Ramiro (Nalu Fernandes) e Consuelo de Paula (Divulgação)

Quem pensou que a rodada de outubro do projeto Arreuní teria sido a última do ano e já está contando os dias para que comece a temporada de 2015, comemorará esta boa notícia: o curadoJoão Arruda chamou Consuelo de Paula, Katya Teixeira, Levi Ramiro para serem os convidados da edição extra de Natal. O evento, desta vez, está marcado para o sábado, 20, no coreto da Praça Carlos Gomes, situada no Centro de Campinas (SP), e começará às 20 horas, com participação especial de Tião Mineiro.

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