1080 – Pereira da Viola revisita a África e apresenta novo show, “Brasil Bonito”, em BH

Músico e violeiro apresenta-se ao lado de nova banda, na qual estão três jovens da nova safra  instrumental mineira e que forma o trio que abrirá a apresentação

Marcelino Lima

Com uma nova formação de banda, o cantor e compositor Pereira da Viola vai se apresentar na quinta-feira, 12, no palco da casa A Autêntica, em Belo Horizonte (MG).  A cantoria com abertura do grupo Trivial está marcada para começar às 22 horas e marcará a estreia do show Brasil Bonito, no qual o violeiro subirá ao palco com o baixista Pedro Gomes (que também assina arranjos e direção musical), Paulo Fróis (bateria), Augusto Cordeiro (guitarra e cavaquinho), Dito Rodrigues (violão e vocais), Débora Costa (percussão) e Lucas de Moro (piano).

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1004 – Jair Marcatti recebe Sidnei de Oliveira para mais um bate-papo da série Retratos do Brasil – Prosa e Música, na BMA

Jair Marcatti (Foto: Daniel Kersys)

Dedos de prosa, boa conversa e muita música. Essa é a receita do Projeto Retratos do Brasil – Prosa e Música que será promovido na Biblioteca Mario de Andrade (BMA/São Paulo) uma vez por mês, às quintas-feiras, entre agosto e dezembro, sempre começando às 19 horas. O idealizador Jair Marcatti, historiador e professor do curso de Relações Internacionais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM),  pretende mostrar nos cinco encontros o Brasil que a música de cada convidado reflete; um país mais para dentro, mais regional, dos rincões, escondido, mas muito vivo. A cada nova rodada, Marcatti conversa com músicos que, em comum, apresentam olhar aprofundado sobre o Brasil, somado ao trabalho de pesquisa e de resgate das nossas mais entranhadas tradições, com a vantagem dos bate-papos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos.

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995 – Para além do boto-cor-de-rosa: conheça o Imbaúba, grupo fundado pelo poeta Celdo Braga que canta o universo da Amazônia

“O Brasil não conhece o Brasil”, em uma adaptação do refrão que remete às Querellas do Brasil,  na qual Aldir Blanc e Maurício Tapajós escreveram “O Brazil não conhece o Brasil” para a canção imortalizada por Elis Regina em Transversal do Tempo (1978), é um bordão difícil de contestar em qualquer campo ou assunto artístico-cultural que se ponha em debate na roda. Para ficar apenas no vasto terreiro da música de Pindorama, a se julgar pelas playlists da maioria das emissoras de rádio, ainda vale mais por estes trópicos a frase original de Blanc e Tapajós, aquela com “z”. Em um país que  embora apresente variedade de estilos e de ritmos – que vão do samba ao caipira, do baião ao chamamé, do fandango ao xaxado, do choro ao Clube da Esquina –, tem prevalecido a porcaria movida tanto a jabá, quanto pela preguiça de programadores — se ruins ou sonsos, mesmo, pouca diferença faz. Entretanto, desde que a internet passou a oferecer ferramentas não apenas para divulgar, mas também compartilhar obras e carreiras, os hábitos de consumo e de produção de música vêm mudando, possibilitando a criação de públicos mais críticos, pluralistas e exigentes. E nesta onda blogues e serviços de streaming conseguem democratizar e oferecer (a baixos ou totalmente sem custos) não apenas novidades e lançamentos que a mídia teima em desprezar, sobretudo os alegadamente “independentes”, deixando disponível na rede para serem baixados em tablets, computadores e celulares conteúdos dos mais diversificados, ecléticos e muito, muito bons.

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985 – Magda Pucci ministra “Tramas Culturais”, na Ema Klabin (SP), quatro aulas sobre música indígena brasileira*

* Com Cristina Aguilera, Midia Brazil Comunicação Integrada

A Fundação Ema Klabin promoverá a partir de 3 de agosto, em quatro sessões, sempre às quintas-feiras a partir das 19h30, Tramas Culturais, programa que conta com apoio do edital do ProAC ICMS que traçará panoramas sobre a música no universo indígena brasileiro, orientado pela musicista e pesquisadora Magda Pucci. A inscrição é gratuita, mas somente serão disponibilizadas 30 vagas por meio do portal da entidade, cujo endereço virtual é emaklabin.org.br

A proposta dos encontros será desenvolvida por meio de atividades de escuta, de contextualização e de prática musical, apoiada ainda por vídeos, música  e troca de ideias durante as aulas.  Magda Pucci buscará, assim, estimular o conhecimento e a reflexão sobre as culturas indígenas do Brasil, em âmbito artístico e antropológico, relacionando-as ao repertório musical e buscando compreendê-las em sua diversidade cultural, aproximando os participantes dos universos sonoros de povos como Paiter Suruí (RO), Kaingang (RS), Ikolen-Gavião (RO), Xavante (MT), Kaiowá (MS), Kayapó (PA), Maxacali (MG), Huni-Kuin (AC) e Alto Rio Negro (AM). 

A musicista Magda Pucci é pesquisadora da música de vários povos, formada em Regência pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), Mestre em Antropologia pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e Doutoranda em Creative Arts and Performance pela Universidade de Leiden (Holanda). Diretora musical do grupo Mawaca há 21 anos, a experiência de Magda Pucci com a temática indígena se aprofundou durante o Mestrado em Antropologia, sob orientação de Carmen Junqueira e Betty Mindlin. É autora de diversos livros, entre os quais o guia didático  Outras terras, outros sons (Callis), com Berenice de Almeida, os livros para crianças De todos os cantos do mundo (Companhia das Letrinhas) e Contos Musicais (Leya), com Heloisa Prieto; A Floresta Canta – Uma expedição sonora por terras indígenas do Brasil (Peirópolis) e a Grande Pedra (Saraiva), também em parceria com Berenice de Almeida. Produziu o álbum e o DVD Rupestres Sonoros – O canto dos povos da florestaEm outubro de 2017, Magda e Berenice lançarão o livro Cantos da Floresta acompanhado de um disco e um portal com 150 atividades para professores, projeto que conta com apoio do edital do PROAC-SP e Natura, a ser lançado pela Editora Peirópolis.

 

Casa-Museu Ema Klabin comemora dez anos

A Fundação Ema Gordon Klabin, situada na Rua Portugal, 43, Jardim Europa, na zona Sul paulistana, é uma ótima opção de cultura e de lazer.  A casa-museu reúne mais de 1.500 obras, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, dos modernistas brasileiros Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Portinari e Lasar Segal; talhas do mineiro Mestre Valentim; mobiliário de época, peças arqueológicas e decorativas. Neste ano completa dez anos de atividades ininterruptas, abrindo as portas ao público entre quarta-feira e domingo, das 14 às 17 horas (com permanência tolerada até às 18h), sem agendamento prévio, com entrada entre R$ 5,00 (meia) e R$ 10,00 (inteira). Aos finais de semana e nos feriados não cobra o ingresso. Para mais informações há o telefone  11 3897-3232

 Serviço:

Tramas Culturais: A Música no Universo Indígena

Horário: 19h30, sempre às quintas-feiras

1º encontro – 03/08: 

  • Abertura: Música Krenak Po Hamek– canto e movimento. Saudação.
  • Reflexão sobre história dos Krenak
  • Constituição de 1988. Direitos indígenas
  • Quem são eles?
  • Escuta de diversos exemplos sonoros (Tukano, Huni-Kuin, Bororo, Pakaa Nova, Kayapó)

2º encontro – 17/08:

  • Relação entre mito e música – Cosmologia
  • Akoj´ té– princípio da humanidade – Ikolen-Gavião 
  • Bichos de Palop e Koi txãgareh – Paiter Suruí
  • Reflexões sobre a oralidade como eixo das culturas indígenas.

3º encontro – 31/08:

  • Espiritualidade e a voz
  • Ñamandue seus cantos-rezas – Mbyá Guarani
  • Mamo oymé Tekoha – território-  Guarani Kaiowá 
  • Huni Meka– Huni Kuin

4º encontro – 14/09:

  • Grafismo e música
  • Pinturas rupestres, petróglifos e geoglifos
  • Pintura corporal e seus simbolismos
  • Instrumentos musicais e seus significados

853 – Katya Teixeira (SP) recebe amigos e fãs em teatro lotado e lança Cantariar comemorando 21 anos de trajetória

A cantora, instrumentista e compositora Katya Teixeira (SP) recepcionou no palco e na plateia do teatro do Sesc Belenzinho, em São Pailo, na noite de sábado, 9 de abril, familiares, amigos, fãs e parceiros de estrada para festejar o lançamento de Cantariar, álbum com o qual marca 21 anos de carreira. O espetáculo merece adjetivos como deslumbrante e memorável, mas ambos, além de correr o risco de parecerem reducionistas, soariam com pouca fidelidade ao que foi visto e ouvido. Acompanhada por Cássia Maria (percussão), Ney Couteiro (violão) e Thomas Rohrer (rabeca), Katya Teixeira apresentou o repertório ao seu melhor estilo, costurando a apresentação com histórias sobre sua trajetória artística pelo Brasil afora e alguns países latino-americanas, narradas com bom humor mais acentuado do que o de costume, e interpretando com propriedade e deleite as canções que no disco, cuja distribuição agora cabe a Tratore, teve remasterização de Júlio Santin (SP).

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703 – Orquestra Barroca do Amazonas abre em Juiz de Fora (MG) Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga

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Orquestra Barroca do Amazonas

O Centro Cultural Pró Música da Universidade Federal de Juiz de Fora, cidade do sul de Minas situada na Zona da Mata, promoverá a partir do dia 31 de outubro, ao longo da primeira semana de novembro, o 26º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, composto por concertos, palestras, cursos e oficinas. As atrações e eventos serão oferecidos em ambientes como o Cine-Theatro Central e o Parque Halfed, além das igrejas São Sebastião e do Rosário, de manhã, de tarde e à noite.  De acordo com a programação oficial, entre os dias 31 e 1, a primeira atividade será o curso Música pela Estrada Real (Educação Musical), ministrado das 9 às 12 e das 14 às 18 horas por Cecília Cavalieri França, no Auditório Geraldo Pereira do Instituto de Artes e Design da UFJF.

A série de concertos será aberta pela Orquestra Barroca da Amazonas (OBA) no domingo, 1º de novembro, a partir das 20 horas, no Cine-Theatro Central. A Orquestra Barroca do Amazonas (OBA) foi criada em 2009 com o objetivo de enfatizar o repertório luso-brasileiro do século XVIII ao início do XIX, assim como as suas fontes estilísticas advindas principalmente da Itália, da Espanha e da música dos Períodos Galante e Clássico. O grupo toca instrumentos históricos, com uma abordagem interpretativa que associa fontes coevas e a reflexão musicológica.

A OBA formou-se com músicos que se encontraram na Universidade do Estado do Amazonas na condição de professores e de alunos de graduação e pós-graduação, interessados no imenso patrimônio brasileiro do período colonial, especialmente dos séculos XVIII e começo do XIX. Desde sua criação, a Orquestra mantém intensa atividade, apresentando-se regularmente no Brasil e no exterior (Itália, Espanha e Portugal), seja em festivais, espaços históricos, bem como salas de concerto e teatros modernos. Em 2013, lançou o CD Dei Due Mondi, com obras de autores italianos e ibéricos que influenciaram a formação do contexto lusófono em que se insere o Brasil. Recentemente a Orquestra Barroca do Amazonas gravou o álbum DRAMMA, que traz um repertório de árias e concertos de alguns dos maiores compositores do século XVIII.

A dedicação à preservação e ao restauro de partituras do patrimônio musical do Brasil colônia e a vanguarda na utilização de instrumentos de época para a divulgação deste acervo colonial e barroco deram ao Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga reconhecimento nacional e internacional, além de inúmeras premiações. A ampliação de espaços para a música colonial brasileira e para o movimento da música antiga com instrumentos de época é uma das metas que o evento alcançou. Hoje o mercado brasileiro produz e comercializa um número cada vez maior de produtos do gênero.

Mas foi o festival juiz-forano que abriu caminho para isso, com a pesquisa, a recuperação, o restauro e o registro da música histórica nacional. O evento revolucionou o cenário cultural nacional de música erudita com o vasto acervo produzido de álbuns, livros e DVD e dando a um público diversificado e crescente acesso a um tipo de produção cultural que poderia ficar restrita a iniciados e a acadêmicos. Para Juiz de Fora, o Festival cumpre a missão assumida pelo Centro Cultural Pró-Música de aprofundar o trabalho de formação de gerações de jovens músicos locais, enquanto que, para o Brasil, funciona como um verdadeiro fórum de discussões e intercâmbio entre os maiores conhecedores de diversos instrumentos em temas tão especializados e importantes como a música colonial brasileira e antiga.

A partir de 2011, ano da incorporação do Centro Cultural Pró-Música, a UFJF se une aos patrocinadores do evento e realiza, em 2015, a primeira edição do festival sob sua inteira organização. Nesta oportunidade, a 26ª. edição do Festival apresentará uma grande união de esforços em prol da difusão da cultura musical, num momento em que o país atravessa período conturbado por graves crises financeiras e políticas. Sua realização revela o compromisso da Universidade Federal de Juiz de Fora com a pesquisa, o ensino e a extensão no campo da cultura.

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Trio Musa Brasilis

Órgão suplementar da Reitoria da UFJF, incorporado à universidade em junho de 2011, o Centro Cultural Pró-Música é reconhecido por sua vasta e contínua atuação no campo da cultura. São mais de 40 anos de contribuição, sobretudo para a formação musical e para a pesquisa e a divulgação da música colonial brasileira e da música antiga, trabalho cuja principal vitrine tem sido o tradicional Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga.

Com uma sala de espetáculos de 500 lugares — o Teatro Pró-Música —, e espaço para exposições de artes plásticas e visuais — a Galeria Renato de Almeida —, a instituição se abre para acolher outras manifestações culturais, proporcionando a artistas e produtores locais a oportunidade de apresentarem suas obras em dois espaços amplos e confortáveis em pleno centro, na principal avenida de Juiz de Fora, a Rio Branco.

A incorporação do Pró-Música à UFJF assegurou à instituição o status de órgão suplementar da Reitoria, a exemplo do Cine-Theatro Central, do Museu de Arte Murilo Mendes e do Coral Universitário. A união foi aprovada pelo Conselho Superior da UFJF em março de 2011 e oficializada em solenidade realizada em 9 de junho desse mesmo ano, com a doação do patrimônio material e imaterial do Pró-Música à UFJF. Foram três anos de estudos sobre a viabilidade da proposta feita à universidade pela família Sousa Santos, fundadora da instituição na década de 1970, que viu na incorporação a possibilidade de assegurar a continuidade dos projetos realizados pelo Pró-Música.

Essa união histórica aproximou definitivamente duas instituições que, com trajetórias paralelas, realizaram inúmeras parcerias ao longo de 40 anos, com o apoio fundamental da Reitoria a diversas iniciativas, incluindo auxílio para a aquisição de um piano de cauda alemão e contribuição para a construção da sede na Avenida Rio Branco. A incorporação aconteceu em momento ímpar, como consequência do protagonismo assumido pela cultura na universidade com a criação, em 2006, da Pró-reitoria de Cultura, unidade que centralizou os órgãos culturais da instituição.

O Centro Cultural Pró-Música (CCPM) surgiu em dezembro de 1971 como entidade civil sem fins lucrativos, com a proposta de promover mensalmente um concerto de música erudita, a fim de incentivar a formação de público para o gênero. Em pouco tempo, os fundadores — o casal Maria Isabel e Hermínio de Sousa Santos — não só superaram a meta do concerto mensal, como ampliaram o projeto, firmaram parcerias e conquistaram a sede própria. Acima de tudo, construíram as bases para a consolidação de uma obra pioneira, que cresceu e se diversificou com o apoio da sociedade local, a iniciativa privada, de instituições públicas e leis de incentivo, projetando Juiz de Fora como celeiro de músicos e, uma vez por ano, durante seu tradicional festival, como a capital da música colonial brasileira.

Além de prestigiadas pelo público, as ações desenvolvidas pelo Pró-Música alcançaram reconhecimento nacional, com a outorga de diversos prêmios a realizações como o Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, que em 2000 recebeu o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), na categoria preservação de bens móveis e imóveis. Em 2002, o Pró-Música recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura por sua contribuição na divulgação mundial da cultura brasileira.

Para localizar endereços, obter mais informações como valores de taxas, formas e prazos de inscrição e conferir se não ocorreram mudanças na programação consulte www.festivalmusicaantigajf.com.br

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Coro Acadêmico da UFJF (Fotos: Assessoria de Imprensa do CCPM)

Concertos

01/11 | 20h : Concerto de Abertura: ORQUESTRA BARROCA DO AMAZONAS

Local: Cine-Theatro Central

02/11 | 20 h : ACADEMIA DOS RENASCIDOS (Teatro Pró-Música

03/11 | 20 h :  SOLISTAS DA ORQUESTRA BARROCA DO AMAZONAS (Igreja São Sebastião

04/11 | 20 h: TRIO MUSA BRASILIS (Teatro Pró-Música)

05/11 | 20 h: CORO ACADÊMICO DA UFJF  (Igreja do Rosário)

06/11 | 20 h : MÚSICA FRANCESA DO SÉCULO XVIII (Igreja São Sebastião)

07/11 | 20 h: DAVID CASTELO E ANA Cecília TAVARES (Igreja do Rosário)

08/11 | 20 h: Concerto de encerramento: BRUNO PROCÓPIO (Capela do Colégio Academia)

Concertos Diurnos

I CORO ACADÊMICO DA UFJF

31/10, Escadaria do Cine-Theatro Central, 12 h • 01/11, Shopping Independência, 13 h • 06/11, Shopping Santa Cruz, 12 h • 07/11, Parque Halfeld, 12 h • 08/11, Centro de vivência Campus UFJF, 10 h

Cursos e Oficinas

31/10 e 01/11| 9 h às 12 h – 14 h às 18 h

MÚSICA PELA ESTRADA REAL (EDUCAÇÃO MUSICAL)

Cecília Cavalieri França

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

02/11 a 06/11 | 9h – 12h

Local: Instituto de Artes e Design/UFJF

INSTRUMENTOS HISTÓRICOS DE CORDAS DEDILHADAS

Nicolas de Souza Barros

FLAUTA DOCE

David Castelo

CRAVO E PIANO

Bruno Procópio

VIOLONCELO BARROCO

Edoardo Sbaffi

VIOLINO E VIOLA BARROCOS

Gustavo Medina

CANTO-REPERTÓRIO LUSO-BRASILEIRO

Alberto Pacheco

CANTO- REPERTÓRIO BARROCO

Veruschka Mainhard

TRAVERSO

Márcio Páscoa

MÚSICA DE CÂMARA I 14 h às 15h30

Mário Trilha

DANÇAS BARROCAS

Osny Fonseca

Palestras

02/11 | 16 h: O VIOLONCELO A CINCO CORDAS E OS MODELOS DE BAIXO DE VIOLA NOS

SÉCULOS XVII E XVIII

Professor Doutor Edoardo Sbaffi (UEA)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

03/11 | 16 h: O CANTO DOS CASTRATI: DA ITÁLIA AO BRASIL

Professo Doutor Alberto Pacheco (UFRJ)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

04/11 | 16 h: RETÓRICA MUSICAL

Professor Doutor Márcio Páscoa (UEA)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

05/11 | 16 h: A MÚSICA POPULAR E ERUDITA PIONEIRA DO AFRO-BRASILEIRO LINO JOSÉ NUNES (1789-1847)

Professor Doutor Fausto Borém (UFMG)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

06/11 | 16 h: MUSICOLOGIA HISTÓRICA TRADICIONAL         

Professor Doutor Mário Trilha (UEA)

Local: Auditório Geraldo Pereira – Instituto de Artes e Design/UFJF

Exposição

04/11 | 18 h: ABERTURA DA EXPOSIÇÃO “O QUE VEJO É MÚSICA”

Local: Galeria Renato de Almeida (Teatro Pró-Música)

Terra natal do escritor Murilo Mendes, do ex-presidente Itamar Franco e dos músicos Tavinho Moura e Fabrício Conde, Juiz de Fora fica ao sul de Minas, na região conhecida por Zona da Mata

 

Coreto de praça no Centro de Campinas será palco para Arreuní especial de Natal

Arreuni Natal
Fotos: João Arruda e Katya Teixeira (Marcelino Lima), Levi Ramiro (Nalu Fernandes) e Consuelo de Paula (Divulgação)

Quem pensou que a rodada de outubro do projeto Arreuní teria sido a última do ano e já está contando os dias para que comece a temporada de 2015, comemorará esta boa notícia: o curadoJoão Arruda chamou Consuelo de Paula, Katya Teixeira, Levi Ramiro para serem os convidados da edição extra de Natal. O evento, desta vez, está marcado para o sábado, 20, no coreto da Praça Carlos Gomes, situada no Centro de Campinas (SP), e começará às 20 horas, com participação especial de Tião Mineiro.

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