1106 – Ocupação Dandô, na Unibes (SP), marca cinco anos de premiado projeto itinerante

Vários eventos em torno da música independente que vem motivando a promoção do circuito cultural em homenagem a Dércio Marques serão oferecidos entre quarta-feira e domingo, na estação Sumaré do Metrô SP

Para celebrar cinco anos de estrada do Circuito Dandô de Música Dércio Marques, a União Brasileiro-Israelita de Bem Estar Social (Unibes) Cultural acolherá entre 12 e 16 de setembro a Ocupação Dandô. O evento, entre a quarta-feira, dia da abertura, e o domingo, oferecerá palestras, rodas de conversa, sarau, a exposição fotográfica Olhar da Utopia, oficinas de música e de dança latino-americanas, contações de histórias, mostras regionais e shows já confirmados com João Bá e João Arruda (12/9), Ceumar (13/9), Zé Geraldo (14/9), Alzira E. (15/9), José Delgado, Cecilia Concha Laborde e Analia Garcetti (16/9), além do lançamento da segunda coletânea do projeto, produzida em parceria com a Tratore, e que tem repertório apresentando 27 artistas do Brasil, do Chile, da Argentina e da Venezuela.  Paralelamente à Ocupação, será realizado o 2º Encontro Latino-americano do Dandô com representantes de circuitos parceiros do Chile, da Venezuela e da Argentina, que terá abertura na terça-feira, 11. 

Para ingressos e mais informações visite www.facebook.com/circuitodando e veja abaixo a guia Serviços.

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910 – Músicos da Argentina, do Brasil e do Chile protagonizam show de encerramento do III Encontro Nacional do Circuito Dandô

Katya Teixeira, João Arruda, Rodrigo Zanc e o Duo Flor de Maracujá (SP)*; Sol Bueno, Erick Castanho, Marcelo Taynara, André Salomão, Nádia Campos, Ana F., Ricardo Rodrigues, Adriano Bianchini, Letícia Leal, João Mendes Rio (MG); Giancarlo Borba, Cardo Peixoto, Cristiano Nunes, Mara Muniz, Roberto Pohlmann (RS); Isabela Rovo, Victor Batista, Cabocla Inez, Pedro Vaz, Milla, Franklin Borges, Rosa Barros (GO); Oswaldo Rios (PR); e Maryta de Humauaca, Marina Luppi, Anália Garcetti (Argentina) e Cecilia Concha-Laborde (Chile) vão subir ao palco do Teatro Experimental de Uberaba (MG) neste sábado, 18, a partir das 20 horas, para protagonizarem o espetáculo de encerramento do III Encontro Nacional do Dandô Circuito de Música Dércio Marques e I Encontro Latino Americano. Os dois eventos simultâneos estão transcorrendo desde a quarta-feira, 15, na Casa do Folclore, situada na mesma cidade do Triângulo Mineiro, onde os músicos, acolhidos pelo anfitrião, o empresário Gilberto Rezende, planejam a temporada do quinto ano consecutivo do projeto concebido por Katya Teixeira.

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819 – Edu Sereno, revelação da nova música paulistana, toca e canta na Penha (SP) repertório que prepara para o primeiro álbum*

O Centro Cultural da Penha, um dos bairros mais populosos e tradicionais da zona Leste paulistana, receberá neste domingo, 28, um cantor jovem, da nova safra da cidade, Edu Sereno, que nasceu e cresceu naquele reduto cercado por diversidade musical e cultural das mais significativas. Em pouco tempo de estrada, Edu Sereno já conquistou admiradores em mais de sete capitais e vem ganhando notoriedade cada vez maior. O que impulsiona são letras  provocativas para arranjos urbanos do repertório que fará parte de O pão que o Diabo ama sou, cujas composições, mescladas a outras de Esquinas, Janelas e Canções (2013), comporão a apresentação de 60 minutos prevista para começar às 19 horas, com entrada franca, no Teatro Martins Penna.

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770 – Erick Castanho (MG) lança “Elemental”, primeiro disco da carreira, no Teatro Rondon Pacheco, em Uberlândia

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Erick Castanho também é um dos embaixadores do projeto Dandô Circuito de Música Dércio Marques, idealizado pela compositora e cantora Katya Teixeira (SP), e recentemente visitou cidades gaúchas promovendo novas rodadas deste mutirão nacional

O violeiro e cantador mineiro Erick Castanho receberá amigos e admiradores nesta quarta-feira, 23, para promover em sua terra natal, Uberlândia (MG), o lançamento do álbum Elemental, o primeiro da carreira. O disco que o público conhecerá a partir das 20 horas no Teatro Rondon Pacheco é um registro da trajetória autoral de Erick Castanho, que apesar de ter começado há pouco tempo já rendeu prêmios em diversos festivais de âmbito nacional e regional, como o Finca 2011 e 2012, promovido pela Universidade de Brasília e o Circuito Integração de Viola.

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756 – Erick Castanho (MG) faz giro pelo RS e RJ e na volta para casa lança Elemental, primeiro disco da carreira

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O violeiro e cantador mineiro Erick Castanho está começando hoje, 9 de dezembro, giro pelo país que encerrará apenas dia 23, já às vésperas de dividir peru e champanha com amigos e familiares, quando lançará na cidade natal, Uberlândia, o álbum Elemental, o primeiro da carreira. Erick Castanho será atração logo mais em Caxias do Sul (RS) de nova rodada do Dandô Circuito de Música Dércio Marques, onde terá como anfitrião no palco da Sala de Cinema Ulisses Geremia, a partir das 20 horas, o Rota Lunar. Depois de passar também por Soledade e Terra de Areia, fechando o compromisso pelo Dandô em solo gaúcho, Erick Castanho visitará Angra dos Reis (RJ), última parada antes de receber no Teatro Rondon Pacheco, a partir das 20 horas, amigos e admiradores para a festa de apresentação do “primeiro filho”.

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728 – André Salomão (MG) e Pareia Baião de Dois: ótimas receitas para encarar tempestades e escuridão!

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Noite de sexta-feira, 13 (atentem para a data!). Centro Cultural Casarão de Barão Geraldo (Campinas/SP), um local que conforme o Barulho d’água Música tem testemunhado, parece imerso em magia, onde a cada show ou espetáculo situações inusitadas e marcantes se repetem, beirando o fantástico! Os céus despejando lá fora uma tempestade que parece ter vindo do nada, que começou quando a principal atração daquela edição do  Dandô – Circuito de Música Dércio Marques dedilhou as primeiras notas em seu violão, quase abafadas pela ruidosa e violenta ventania que fazia portas e janelas baterem, abrirem e se fecharem, árvores ao redor caírem como se fossem raquíticos galhos; o alarme de um carro dispara: tudo começa a conspirar para que não haja apresentação alguma. O palco, aos poucos, formando pequenas poças, um louva-deus busca abrigo em um holofote. Providência desnecessária: para que o inseto não morresse torrado, o “técnico” de iluminação e da mesa de som, gentilmente, com o aval simpático do músico, desliga a lâmpada, mas mal o cantor conclui aquela primeira música do repertório tudo cai em total escuridão!

André Salomão, paulista que se fixou em Araguari (MG), mas atualmente estuda e mora em Barbacena, era o cantor convidado. Recém chegado de Guarulhos, onde na noite anterior iniciara seu giro por São Paulo fazendo rodar a caravana do circuito idealizado há dois anos por Katya Teixeira, ele, em Barão Geraldo, cumpria a escala que fecharia hoje, 15, em Caldas (MG). Com o súbito temporal que deixou o bairro imerso no breu, Salomão compreensível e confortavelmente poderia ter recolhido trens e tralhas, pedido desculpas e cancelado a cantoria, só que não: levou adiante o compromisso, alheio à fúria de São Pedro, com alegria e contagiante descontração. Fez valer o lema todo artista tem de ir onde o povo está (sem se importar para quantos gatos pingados irá cantar) e cumpriu seu ofício, sob bateria das mais assustadoras de raios e de trovões!

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Enquanto todo o interior do salão clareava a cada novo estalo, seguido por sinistros trovões, André Salomão desafiava o tempo lá fora à medida que desfiava (tranquilo como um louva-deus meditando) obras do repertório próprio e do álbum Planos e Muros entremeadas a sucessos do Clube da Esquina – primeiro iluminado por uma minilanterna que acoplou ao pedestal do microfone, depois por fachos de celulares, e por fim, apenas por chamas de velas. Assim, música a música, conquistou a plateia, fazendo-a interagir em animados esquetes e coros e ignorar o dilúvio. Só ele e o violão. Ou melhor: só ele, o violão e a viola caipira, já que vem gradativamente se tornando bamba também neste instrumento e com um que ganhou em Brasília (DF) ofereceu ao público canções dos álbuns Brasileirinho e Meus Quintais, de Maria Bethânia (Cigarro de Paia, de Armando Cavalcante/Klecius Caldas, e Imbelezô eu), além de Calma, do seu primeiro disco

(Calma /agora que tudo passou /não tem porque correr/ Calma/ agora que tudo passou/já nem tem mais porquê/Junte os cacos / junte os trapos / juntos / Ouça / pois quem não ouve / o outro pode não ouvir você / Ouça /pois quem não se ouve /pode não se ver/Junte os pontos/junte os laços/juntos/Juntos, somos muito/quando fracos são os sós/que são por si e só. Não parece letra feita para aquela noite, tirada do bolso do colete para amenizar a situação?)

No final das contas valeu mais que pelo dobro do “ingresso” a noite na apagada Campinas — que por horas ficou tempestuosa enquanto, simultaneamente, na Cidade Luz, começava a transcorrer tenebrosa — ao menos dentro da sala de Barão Geraldo; onde a apresentação de Salomão se consumou correu das mais agradáveis, em ambiente de intimidade e de bom humor. Agora, corta! Mudemos de plano para observar que gosto não se discute, segundo reza uma máxima popular, mas desinformação pode custar caro quando o assunto for diversão e a chance para desfrutar acesso a ótimas oportunidades de entretenimento.

Tem muita gente protestando contra os salgados preços dos ingressos para ver em um majestoso estádio David Gilmour (que, diga-se de passagem, é estrela incontestável do rock progressivo e este blogueiro adora!). Pessoas vociferam “assim não dá!” (pois estaria sendo promovido um atentado contra o bolso do público que cativa o Pink Floyd) enquanto artistas independentes como André Salomão (no caso de Barão Geraldo diante de escasso número de amigos e fãs que foram prestigia-lo) batalham por uma pataca de reconhecimento! E cantando e tocando de graça, em espetáculos sem cobrança de ingresso ao final do qual se passa um chapéu! Se existe o lado escuro da lua, é gente sideral como André Salomão que faz o sol brilhar mesmo em ocasiões das mais improváveis. É gente que além de talento, banhada por luz própria, consegue protagonizar shows memoráveis diante de poucas cadeiras ocupadas (o que poderia ser frustrante e brochar) e de dois bravos tocos de parafina e pavio. Se gente assim não acalma tempestades, ao menos abranda escuridões!

Quem sabendo ou não que os céus desabariam dirigiu-se na sexta-feira, 13 (será que a tempestade teve correlação com a data?) ao Casarão não voltou para casa satisfeito apenas pelo que André Salomão ofereceu. Antes dele, como anfitrião do convidado desta rodada do Dandô, o casal Mirna Rolim e Bruno Dutra estrearam a Pareia Baião de Dois, dupla que formaram para cantar, tocar, declamar e encenar trechos de obras literárias brasileiras. Ao violão, acompanhada por Dutra tocando flauta, Mirna Rolim interpretou Bêradero, de Chico César, A Lua Girou, de Milton Nascimento, declamou um poema de autoria própria e dramatizou com estilo a narrativa em terceira pessoa do conto Sequência, extraído de Primeiras Estórias, de Guimarães Rosa.  

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Sequência é o desenrolar de uma busca, a princípio, material, na qual um rapaz sai à procura de uma vaca desgarrada (Pitanga) do rebanho, mas que no decorrer da trama transforma-se numa busca espiritual — o animal se converte em ponte entre os dois mundos. Volta-se aqui a se deparar com a força que teria o destino — um elemento recorrente à concepção roseana de como a existência transcorreria: o vaqueiro, saindo à procura de um animal extraviado, termina por ir ao encontro, sem saber, da pessoa amada. “É como se, na vida, o próprio acaso, tecido de erros e de enganos, de repente, sem razão aparente, iluminasse o caminho certo entre os muitos descaminhos da vida”, aponta um texto sobre a obra em um portal preparatório para vestibulares. “A narrativa do conto retoma a crença na predestinação e na recompensa que advém da resistência ao sofrimento: o rapaz e a vaquinha superam obstáculos, enfrentam sérios perigos e são recompensados, pois o moço encontra o verdadeiro amor, a vaquinha, a liberdade”.  

“Baião de dois é um prato aparentemente simples, composto basicamente por dois ingredientes apenas, mas que pode ser oferecido com muitos outros, tornando-o ainda mais saboroso”, disse Mirna, que além de cantora e atriz trabalha como palhaço juntamente com Bruno Dutra.

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720 – André Salomão canta e toca pelo Dandô Circuito de Música Dércio Marques em cidades de SP e MG

O cantor e compositor André Salomão estará de volta a São Paulo, estado de origem dele, para duas apresentações pelo Dandô Circuito de Música Dércio Marques. Em Guarulhos, primeira escala da viagem, André Salomão tocará com entrada franca a partir das 20 horas na Biblioteca Monteiro Lobato, onde terá por anfitrião Kaique Falabella. No dia seguinte, no mesmo horário, será a vez de o público de Campinas prestigiá-lo, agora no Centro Cultural Casarão, em Barão Geraldo. A honra de recebê-lo no palco caberá ao Pareia Baião de Dois, formado por Mirna Rolim e Bruno Dutra.  A turnê pelo Dandô Dércio Marques ainda levará o musico e educador a Caldas (MG). Lá, o bacurau cantante João Bá vai fazer a abertura da cantoria programada para começar às 17 horas do domingo, 15, no Barracão de Artes e Criatividade.

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Amigos e admiradores cumprimentam (alguns com cornetadas!) André Salomão por mais um aniversário

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Cantor, compositor e educador, André Salomão, hoje, 7 de maio, está de cabeça inchada pelas cornetadas de amigos e admiradores que já estão classificando o time dele como o pangaré paraguaio da atual temporada da Copa Libertadores da América, mas perdoará os mais exaltados (mesmo os mais empertigados tricolores!) quando de todos eles receber apertados abraços por comemorar, ainda que com enxaqueca, mais um aniversário! O Barulho d’água Música, com meio time solidário a ele na dor, mas com toda equipe unida e em uníssono, junta-se ao coro de parabéns à você desejando ao paulistano de alma mineira melhor sorte e mais sucesso nos gramados da música, no qual, sem sombra de dúvidas, é craque que não pipoca feito goleiro mão de alface!

A festa pela data, claro, vai rolar! Mas será dentro de alguns dias, neste sábado, 9, quando André Salomão lançará na Casa de Cultura de Araguari (MG) a partir das 19h30 seu primeiro trabalho autoral, o álbum Planos e Muros. Apareça por lá você que é morador da cidade e das vizinhanças para ganhar um pedaço do bolo (quem sabe o primeiro a ser cortado) e o agrade levando para casa um exemplar do belo trabalho gravado com a participação de muita gente boa: o presente, o autógrafo e uma dedicatória dele, no fundo, será seu!

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Araguari (MG) terá show de lançamento de Planos e Muros, estreia em disco de André Salomão

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André Salomão é ator, cantor, e educador paulistano atualmente cursando Música na Bituca Universidade de Música Popular, em Barbacena (MG)

 

André Salomão, músico, ator e educador paulistano,  lançará Planos e Muros no sábado, 9, em Araguari, cidade mineira onde cresceu e na qual residia até recentemente antes de ir para Barbacena, onde cursa Música na Bituca – Universidade de Música Popular. Com experiência de mais sete anos trabalhando como artista, André Salomão já produziu o DVD Lançado ao Mar e participou de outras gravações e montagens de espetáculo em grupos como Todo-Um (Uberaba-MG) e EMCANTAR (Araguari-MG), neste por cinco anos promovendo turnês nacionais e oficinas para crianças e adolescentes.

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André Salomão planeja Planos e Muros pronto em abril e disponibiliza faixa Coração Bobo para amigos e fãs

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André Salomão, mineiro de Araguari, vai lançar o primeiro álbum com participação do amigo e conterrâneo Luiz Salgado (Foto: Marcelino Lima)

 

O cantor e compositor André Salomão, de Araguari (MG), está finalizando a produção do primeiro álbum, que se chamará Planos e Muros, com perspectiva de lança-lo já em abril. Para antecipar a divulgação do trabalho, a partir de 2 de março, André Salomão disponibilizará aos amigos e aos admiradores a música Coração Bobo, por meio de um single. Interessados devem digitar  ‪#‎querocoraçãobobo, informando o WhatsApp inbox por meio do endereço virtual facebook.com/andresalomaooficial. A faixa chegará “na faixa”, a partir das 17 horas.   

10995855_852145918179464_6325084750528063778_nPlanos e Muros terá a participação do conterrâneo cantor e compositor Luiz Salgado, que reside na mesma cidade e gravou com o autor Vida Rica Simples. Esta canção, por sinal, André Salomão apresentou no dia 7 de fevereiro,no teatro do Sesi de Uberaba, onde ocorreu o show de encerramento do I Encontro Dandô Circuito de Música Dércio Marques, projeto idealizado pela cantora  compositora Katya Teixeira (SP), contemplado em dezembro de 2014 com o Prêmio Brasil Criativo, e do qual ele é um dos protagonistas nas Alterosas ao lado do próprio Salgado, Lilian Fulô, Marcelo Taynará, Erick Castanho, Nádia Campos e Cacá Sankari.

 

 

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