1302 – Festival Nova Viola Instrumental, totalmente virtual, reúne expoentes que executam o instrumento com abordagens que vão além do universo caipira

Fernando Sodré e Letícia Leal, organizadores do evento, pretendem congregar esforços teórico-metodológicos e experiências dos profissionais que trabalham com a viola instrumental da atualidade., reunindo uma geração  que têm trabalhos inovadores e conceituais; conteúdo ficará disponível  um ano para assinantes que se inscreverem 

#FiqueemCasa #MáscaraSalva #ForaBolsonaro

Em tempos de pandemia do coronavírus nos quais a quarentena para tentar conter a expansão da Covid-19 impõe o isolamento domiciliar e o distanciamento social em todo o mundo, as apresentações virtuais de cantores e músicos para seus públicos se tornaram frequente e, nesta onda, também resolveram surfar os violeiros mineiros Fernando Sodré e Letícia Leal. Entre os dias 15 e 17 de maio, eles estarão à frente do Festival A Nova Viola Brasileira Instrumental, que oferecerá em transmissões pela internet onze workshops, palestras, nove concertos e uma mesa redonda de debate com nomes renomados, entre os quais a francesa Fabienne Magnant, além da participação de um consagrado luthier e um técnico de áudio, ambos especialistas na atuação deste instrumento. Para ter acesso aos conteúdos pelo telefone celular, pelo computador ou pela televisão será necessário fazer inscrição prévia que liberará os sinais para a tela, cuja taxa está cotada em R$ 200, valor que poderá ser dividido em até doze vezes. Quem assinar poderá rever as atrações por até um ano visitando a plataforma que hospedará o evento. O endereço eletrônico para mais informações e providenciar a inscrição é https://www.novaviolabrasileira.com.br/

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1086 – Brasil dá adeus a Amaraí, eternizado por “Saudade de Minha Terra”

Voz que gravou uma das joias do nosso cancioneiro foi parceiro de Belmonte, com quem legou à cultura caipira mais de 20 sucessos de todos os tempos
Marcelino Lima

O corpo de Domingos Sabino da Cunha, o Amaraí, foi sepultado no domingo, 22, em Alfenas, cidade mineira na qual também descansa Índio Cachoeira, que morreu em abril. Amaraí não resistiu a um infarto sofrido na véspera e deixou quatro filhos, entre os quais Francis Júnior, cantor que aparece no vídeo abaixo, compositor, músico, produtor e intérprete atual do antigo parceiro mais afamado do pai, Belmonte — que se chamava Pascoal Zanetti Todarelli e partiu tragicamente bem antes do combinado em 1972, vítima de um acidente automobilístico no interior paulista, prestes a completar 35 anos. Ao lado de Belmonte, Amaraí ganhou fama como um dos intérpretes da canção Saudade da Minha Terra, considerada o hino do meio caipira.

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945 – Cantores populares animam II Feira Nacional da Reforma Agrária, do MST, em São Paulo

Da página do MST e da Agência Brasil

Pereira da Viola, Arnaldo Freitas, Cacique e Pajé, Katya Teixeira, Sapiranga, Osni Ribeiro, Ricardo Vignini Trio, entre outros expoentes da melhor música caipira e regional do país estarão entre as atrações que o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) convidou para cantar e tocar nos palcos da II Feira Nacional da Reforma Agrária, que a exemplo da pioneira (promovida em outubro de 2015) transcorrerá mais uma vez no Parque da Água Branca, situado na zona Oeste de São Paulo, com entrada franca. Neste ano o evento começará na quinta-feira, 4 de maio, e se estenderá até o começo da noite de domingo, 7. Os organizadores contam com a presença de agricultores de acampamentos e assentamentos de todo país e pretendem com a iniciativa abrir diálogos com a sociedade sobre a necessidade de adoção de modos mais equilibrados de se alimentar e de uma transição do atual modelo agrícola, que o MST considera predatório dos recursos naturais, para um que respeite o trabalhador e o meio ambiente. Além dos shows musicais que contarão também com Tulipa Ruiz, Emicida e Chico César, o público encontrará ainda bancas com variada oferta de comidas saudável e típicas, poderá trocar mudas e sementes, ouvir palestras e acompanhar seminários, escolher livros disponíveis em tendas literárias ou curtir apresentações teatrais, entre outras atividades culturais (veja programação ao final da matéria).

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885 – Recém formada, dupla de violeiros paulista vence encontro nacional promovido em Mato Grosso

Anderson Batista e Luciano, irmãos residentes em Sumaré (SP), conquistaram o primeiro prêmio do 14º Encontro Nacional de Violeiros de Poxoréu, cidade situada a 249 quilômetros de Cuiabá, capital do Mato Grosso. O festival é considerado de acordo com os organizadores o maior encontro de violas do país e busca preservar as manifestações inerentes à cultura caipira. As atrações do evento que começou com quatro duplas já atraiu a Poxoréu mais de 50 mil pessoas  para acompanhar a cada nova edição shows e concursos das categorias mirim e adulto. Neste ano, entre 26 e 28 de maio, por exemplo, o público prestigiou além da dupla paulista: Cacique & Pajé, Zé Mulato & Cassiano, Arnaldo Freitas, Mariângela Zan, Juliana Andrade e Lucimara, Divino e Donizete, a Orquestra Municipal de Viola e grupos de catira os Guarás e Diamantes.

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Anderson Batista e Luciano acreditam que primeiro lugar em Poxoréu ajudará a abrir portas para a dupla e impulsionar vendas do disco que lançarão ainda em 2016

O duo de Sumaré começou a carreira há menos de um ano e comemorou bastante o resultado que Anderson Batista classificou como “muito gratificante”. De acordo com Luciano, o título deverá não apenas impulsionar a trajetória da dupla, bem como ajudar a promover o lançamento do primeiro álbum previsto para o segundo semestre. “Estar entre grandes violeiros do país e vencer o Encontro Nacional nos dá ainda mais vontade de gravar e sair pelo Brasil afora divulgando a música caipira”, disse Luciano.

 

 

 

 

Inezita Barroso ganha emocionante tributo em histórica noite na Sala São Paulo (SP)

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A homenagem a Inezita Barroso, assim retratada no painel principal que decorava a Sala São Paulo, reuniu mais de 50 artistas, além de autoridades e familiares da eterna rainha da música caipira, nascida em um domingo de Carnaval e que se tornou imortal em outro, Dia Internacional da Mulher (Fotos Marcelino Lima)
A Sala São Paulo, um dos mais clássicos espaços da música em Sampa, acolheu na noite de segunda-feira, 8 de junho,  homenagem comovente preparada pela TV Cultura, amigos e familiares a Inezita Barroso, folclorista que encantou o país como cantora, atriz de cinema e apresentadora por 34 anos do programa Viola, Minha Viola. A eterna rainha da música caipira, entre outros merecidos títulos que a eternizam, morreu exatos três meses antes, no Dia Internacional da Mulher, quatro dias depois de chegar aos 90 anos. A emissora já pretendia na ocasião promover o tributo, mas Inezita já se encontrava internada no Hospital Sírio Libanês, conforme lembrou Marcos Mendonça,  presidente da Fundação Cultura, detentora dos direitos da emissora.

O especial Inezita – Quanta Saudade Você Me Traz foi apresentado por Adriana Couto, do programa Metrópolis, e reuniu mais de 50 artistas. A intenção era contemplar as diversas facetas do legado de Inezita Barroso, que nasceu Ignez Magdalena Aranha de Lima em um domingo de Carnaval, na rua Lopes Chaves, logradouro do bairro paulistano Barra Funda no qual morou também o modernista Mário de Andrade. Filha de família tradicional paulistana, passou a infância cercada por influências musicais diversas ao crescer em fazendas, nas quais teve contato com o universo caipira em várias rodas de viola.  

Para assumir a paixão pela viola e pelo violão, entretanto, teve de bater de frente com as tradições que impediam mulheres de tocar outro instrumento que não fosse o recatado piano — restrito ao ambiente familiar ou de grandes salas, a salvo do universo profano e boêmio evocado por ambos. Inezita ainda remou contra a maré escolhendo ser porta-bandeira da e valorizar a música caipira quando o Brasil vivia os anos desenvolvimentistas e dava as costas para o secular modelo agrário, em detrimento da industrialização que modificou o perfil da sociedade nacional de rural para urbana.

 
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Bia Góes, acompanhada por Léa Freire (flauta) e Arismar do Espírito Santo (violão) abriu o tributo com Azulão
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Neymar Dias, Ivan Lins e Rafael Altério relembraram A Bandeira do Divino
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Roberto Corrêa, Pereira da Viola, Neymar Dias
 
Inezita, além da carreira musical, formou-se em Biblioteconomia pela Universidade de São Paulo e fez cinema. Como pesquisadora do gênero musical, por conta própria, sua maior identidade, percorreu o Brasil resgatando histórias e canções. Uma destas etapas a fez musa da música folclórica, na década de 1950 e 1960, período no qual ainda precisou atuar como professora de canto e de violão para fazer frente ao ostracismo que a música caipira começou a amargar com a ascensão da bossa nova e da Tropicália. Inezita, entretanto, era daquelas que, antes de tudo,  tem o DNA dos fortes: bancou sua  persistência em gravar a música raiz de todas as regiões brasileiras, sobretudo a do caipira paulista, mas com dedicado olhar, ainda, para os ritmos da dança gaúcha, influenciada pelo amigo Barbosa Lessa, entre outras.

Plateia participativa

Na lista de artistas que a homenagearam na Sala São Paulo (onde a animada plateia parecia se sentir no auditório do Sesc do Bom Retiro, um dos palcos local onde Inezita esteve à frente do Viola, Minha Viola) estiveram Ivan Lins, Renato Teixeira, Renato Borghetti, Rick Sollo, Mococa e Paraíso, Lourenço e Lourival, Irmãs Barbosa, Divino e Donizeti, João Mulato e Douradinho, Léo, Pereira da Viola, Roberto Corrêa, Braz da Viola, Paulo Freire, Neymar Dias, Toninho Ferragutti, Bia Goes, Arismar Espírito Santo, Léa Freire e o CoralUSP, além do regional Viola, Minha Viola, integrado por Joãozinho (violão), Arnaldo Freitas (viola caipira), Leandro Madeira (baixo), Escurinho (percussão). O CoralUSP tinha entre seus membros a cantora Sarah Abreu.

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Paulo Freire, autor da vinheta “eta programa que eu gosto”, que é uma das marcas do Viola, Minha Viola
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Regional Viola, Minha Viola
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Mococa e Paraíso interpretaram O ipê e o prisioneiro

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O tributo, inteiramente gravado pela emissora, irá ao ar em breve, mas a data ainda não foi divulgada. O repertório reflete a vasta obra de Inezita Barroso, canções que ela considerava prediletas ou clássicos do cancioneiro. Ivan Lins, por exemplo,  interpretou com o parceiro Rafael Altério Bandeira do Divino (Ivan Lins/Vitor Martins), usada como referência por Inezita em suas aulas de violão e canto. Renato Teixeira relembrou De Papo Pro Ar (Joubert de Carvalho/Olegário Mariano), enquanto o cantor Rick  João de Barro (Teddy Vieira/Muybo Cury), um clássico gravado pela musa.  A dupla Mococa e Paraíso fizeram emocionada interpretação de O ipê e o prisioneiro (Liu e Léo) e Roberto Corrêa de Luar do Sertão (Catulo da Paixão Cearense). 

As pesquisas para a produção do espetáculo junto ao acervo de Inezita Barroso permitiram recuperar e digitalizar documentos manuscritos por ela mesma para ajuda a contar sua história. O material, animado com recursos de computação gráfica, foi projetado no telão da Sala São Paulo com a narração da voz da neta de Inezita, Paula Maia, ajudando a dar ainda mais brilho à celebração que enfocou um conteúdo que deverá (assim esperamos) tornar-se indispensável, imperecível e sempre acessível para a compreensão da cultura popular do país, uma das espinhas dorsais da música brasileira, folclórica, de raiz e regional. A estrela de Inezita Barroso está mais cintilante do que nunca.

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Neymar Dias e Toninho Ferraguti
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Léo, da dupla com o irmão Liu

Inezita Barroso recebe homenagens de mais de 50 artistas na Sala São Paulo, e de filha de Mario Zan em São Carlos (SP)

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A folclorista Inezita Barroso esteve 34 anos à frente do programa Viola, Minha Viola e por sua contribuição à cultura popular, como rainha da música caipira, vai receber homenagem de mais de 50 artistas em São Paulo (Foto: Cleones Ribeiro-Arquivo-Portal SESCSP-Fotos Públicas)

 

O Barulho d’água Música vai acompanhar nesta segunda-feira, 8, na Sala São Paulo, situada no bairro dos Campos Elíseos, em São Paulo, o tributo a rainha da música caipira e folclorista Inezita Barroso, que morreu em 8 de março, apenas quatro dias após completar 90 anos.  Ivan Lins, Renato Teixeira, Renato Borghetti e o CoralUSP estão entre as mais de 50 atrações confirmadas para o especial Inezita – Quanta Saudade Você Me Traz,  com gravação da TV Cultura, emissora na qual Inezita se destacou como apresentadora do programa Viola Minha Viola, um dos mais admirados do gênero,  do qual esteve à frente por 34 anos, o que faz dele o mais antigo programa de música da TV brasileira. 

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Curta o Especial de Ano Novo do Viola Minha Viola, com doze músicos relembrando clássicos como ‘Chico Mineiro’

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O Viola Minha Viola, exibido pela TV Cultura e comandado por Inezita Barroso todos os domingos, a partir das 9 horas, gravou um programa especial para comemorar a chegada do Ano Novo e que será levado ao ar neste dia 28 de dezembro, com reapresentação em 3 de janeiro, para todo o país.

O palco do Sesc Bom Retiro (SP) parecia pequeno para a empreitada, mas abrigou doze músicos, dentre os quais oito violeiros de renome no cenário nacional: Mococa e Paraíso, Zé Garoto, Levi Ramiro, Bárbara Viola e Sandra Reis e Michele e Karoline. Como o final de ano traz a vontade de reunir parentes e amigos para tocar, ouvir viola e cantarolar esta é a oportunidade ideal. Na roda, os convidados interpretarão algumas das mais belas obras nacionais acompanhados pelo Regional do programa, formado por Joãozinho, Arnaldo, Leandro e Escurinho.

Inezita está de licença em casa, mas gravou uma mensagem especial para a plateia e os telespectadores. O líder do regional, Joãozinho, também terá um recado para brindar o final de 2014 e a chegada de 2015. 

Só para dar mais água na boca, na abertura da cantoria, o regional do Viola, Minha Viola puxará o clássico Chico Mineiro (Teddy Vieira/Biguá), acompanhado por todos os convidados e auditório. Depois cada um deles apresentará uma de suas músicas ou interpretara clássicos de autores como José Fortuna, Fernandes, Cacique e Carreirinho, Caetano Erba, Mário Zan, Arlindo Pinto e Xavantinho. O encerramento, novamente com todos, promete ser um momento de grande devoção ao som de um dos maiores sucessos do cancioneiro caipira e regional, de domínio público, consagrado pela voz de Milton Nascimento. 

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Agenda do Caipirapuru de 2014 traz shows de viola, almoço caipira, feira regional e festa do milho entre 26 e 28 de dezembro

Olhem ai, povos!

Já está definida a agenda de apresentações de violeiros, duplas e grupos, além dos eventos do Caipirapuru,  festival de viola caipira que neste ano ocorrerá entre 26 e 28 de dezembro, na cidade paulista de Irapuru, situada na Alta Paulista, na região de Dracena e Junqueirópolis, e distante 640 quilômetros da Capital. Todas as cantorias e atividades como  Festa do Milho e a Feira Regional Caipira terão entrada franca e serão realizadas na praça Leite Ribeiro, promovidas pela Associação Cultural Caipirapuru com apoio da Prefeitura, da Câmara Municipal, empresas e estabelecimentos do comércio locais. 

Uma das atrações, entre os violeiros, será Júlio Santin, nascido na cidade do festival, atualmente residindo em São Paulo. Autor de Sentimento Matuto e Capim Dourado, Santin vai se apresentar no dia 28, quando os shows começarão mais cedo, às 12 horas, com direito a um almoço caipira. Nomes consagrados como Levi Ramiro, Arnaldo Freitas, Rogério Gulin e Thadeu Romano, entre outros, também estarão em Irapuru. Outro destaque serão os documentários Dona Helena e Gedeão, em homenagem a dama da viola pantaneira Helena Meirelles e ao mestre Gedeão da Viola, responsáveis por duas das escolas mais virtuosas da viola brasileira.

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Júlio Santin (Foto: Marcelino Lima)
Arnaldo Freitas aprendeu a tocar viola aos 8 anos
Arnaldo Freitas (Divulgação)
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Thadeu Romano (Foto: Nalu Fernandes)

 

Levi Ramiro (Foto: Marcelino Lima)

Arnaldo Freitas traz sucessos de “Divisa das águas” ao SESC Osasco

Arnaldo Freitas aprendeu a tocar viola aos 8 anos
Arnaldo Freitas (Foto: Pedro Hummel)

 Arnaldo Freitas, violeiro nascido em Marília, no interior paulista,  um dos músicos integrantes desde 2006  do regional do programa do programa “Viola, Minha Viola”, será a atração do projeto “Caldos com Sons Brasileiros”, que o SESC de Osasco promoverá na quinta-feira, 28 de agosto. A apresentação do autor do álbum “Divisa das águas” (2010) começará às 19 horas no Deck da Cafeteria e poderá ser apreciada enquanto se degusta uma gostosa sopa, vendida ao preço único de R$ 6,50. Em caso de mal tempo, os organizadores costumam transferir o evento para a Tenda 1. O SESC fica na avenida Sport Club Corinthians Paulista, 1.300, no jardim das Flores, ao lado da Unifesp, com estacionamento gratuito.

 Com sua técnica apurada e interpretação emocionante, Arnaldo Freitas é considerado um dos principais violeiros da nova safra da música instrumental brasileira. Foi vencedor da categoria “Melhor instrumentista de viola do festival Voa Viola” . Neste show interpreta clássicos de mestres violeiros de todas as gerações como Tião Carreiro, Tinoco (Tonico e Tinoco), Helena Meirelles, Bambico, Inezita Barroso, Teddy Vieira, Gedeão da viola, Zé do Rancho, Serrinha, Tião do Carro, Goiano, Cacique (Cacique e Pajé), Almir Sater, Roberto Correa, além de comentar sobre as influências de cada um

“Mutirão de Acolher” levantará fundos em prol da Casa dos Cordéis, de Guarulhos

Em prol da cultura, um grupo de renomados artistas realizará um show especial destinado a arrecadar recursos para a reforma do telhado do teatro da “Casa dos Cordéis’, tradicional ambiente que sedia variados eventos artísticos na cidade de Guarulhos, Região Metropolitana de São Paulo. Batizado de “Mutirão de Acolher”, a apresentação ocorrerá em 9 de agosto, a partir das 19 horas.

Socorro Lira (Foto: Aurílio Santos)

 “Atualmente, a cobertura do nosso teatrinho é de lona plastificada. Com a substituição por telhas serão eliminadas as goteiras que tanto prejudicam ou forçam o cancelamento de apresentações em dias de chuva”, afirmou Bosco Maciel, fundador e proprietário da Casa dos Cordéis. “Com a reforma, haverá mais conforto para os artistas e também para o público que sempre prestigia os nossos eventos”.

O ingresso, estipulado em R$ 50,00, dará direito ao show, a um exemplar do livro “Romanceiro” (que aborda o folclore nordestino) e ao “Rubacão” (“Baião de Dois”), prato que será servido durante o evento.

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Amauri Fallabela

O espetáculo contará com apresentações de Kátya Teixeira, Socorro Lira, Amauri Falabella, Vozes Bugras, Anabel Andres, Arnaldo Freitas, Monica Albuquerque, Nani Braun, Giba da Viola, José Ricardo, Oxalá Masal, Ratnabali, Anunciação Rosa e Lucimara Bispo.

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Katya Teixeira (Foto: Marcelino Lima)

A Casa dos Cordéis fica na Avenida Torres Tibagy, 90, Gopouva, Guarulhos, cidade da Região Metropolitana de São Paulo situada na região das rodovias Presidente Dutra e Ayrton Senna. Para mais informações há o número de telefone(11) 9-9780-0958 ou os endereços eletrônicos boscojb@gmail.com e http://www.boscomaciel.com.br/mutirao.html

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