858 – Fica pronto segundo DVD da Orquestra de Violeiros Terra da Uva (SP), com participações de Rodrigo Delage e João Araújo (MG)

O Barulho d’água Música recebeu  na noite de sexta-feira, 15 de abril, quando havia récem saído do forno e ainda queimava nas mãos, o DVD e o álbum que a Orquestra de Violeiros Terra da Uva (OVTU), de Jundiaí, gravou em 15 de agosto de 2015, no tradicional Teatro Polytheama e contou com as participações dos músicos de Minas Gerais Rodrigo Delage e João Araújo. O repertório das obras, como frisou o regente da OVTU e professor de viola  Daniel Franciscão no início da gravação, permite um passeio por vários estados brasileiros por meio de composições consagradas pelo público de autores como Almir Sater, José Gomes e Paulo Simões; Xavantinho; Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil, Patativa do Assaré; Milton Nascimento e Chico Buarque; Ivan Lins e Vitor Martins; Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle; Sirlan e Paulo César Pinheiro; Dory Caymmi; Tião Carreiro, Piraci e Lourival dos Santos

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610 – Orquestra de Violeiros Terra da Uva (SP) convida Rodrigo Delage e João Araújo e grava clássicos regionais, com pitada italiana, para novo DVD

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A Orquestra de Violeiros Terra da Uva (OVTU), de Jundiaí, cidade do Interior de São Paulo, gravou na noite de 15 de agosto dezesseis músicas do cancioneiro regional brasileiro para um DVD que o regente e violeiro Daniel Franciscão pretende ter pronto para distribuição em dezembro. O Barulho d’água Música acompanhou o evento.

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Daniel Franciscão, violeiro, professor e regente comemora aniversário em Jundiaí (SP)

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Daniel Franciscão nasceu e atua em Jundiaí, cidade do interior paulista na qual ajudou a fundar e rege a Orquestra de Violeiros Terra da Uva, além de acompanhar Cláudio Lacerda e outros cantadores da música de raiz e caipira (Fotos: Marcelino Lima)

 

Violeiro de profissão, professor de viola e regente, desde 2011 à frente da Orquestra de Violeiros Terra da Uva, hoje é aniversário do também compositor Daniel Franciscão.

Natural de Jundiaí, onde exerce suas atividades e está a sede da OVTU, autor entre outros trabalhos do álbum Violeiro de Profissão, tem também se destacado acompanhando vários parceiros de estrada em projetos do circuito Sesc e programas como o Sr. Brasil, entre os quais Cláudio Lacerda e Lucas Ventania e como estes tornou-se um dos amigos e entusiastas do projeto do Barulho d’água Música. E é tanto por este imprescindível apoio, quanto pelo seu inestimável talento que a equipe do blog transmite votos de sucesso, paz e alegria, não apenas hoje e na carreira, mas ao longo da vida e no seio da família, que costuma juntar-se em quatro gerações para ver de perto o filho talentoso.

Há três anos representando Jundiaí, cidade do Interior paulista, e trabalhando pela preservação, memória e divulgação de tradições da cultura popular, a OVTU é composta por 29 integrantes. Das cordas dos integrantes em seus concertos costumam soar consagrados sucessos da música regional e popular brasileira, além da introdução de Stairway to haven (do Led Zeppelin, para abrir Cio da Terra, de Milton Nascimento e Chico Buarque) e da Tarantela Napolitana, dedicada por Franciscão aos imigrantes de Itália que ajudaram a fundar e a desenvolver Jundiaí.

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Daniel Franciscão à frente da OVTU, em 18 de dezembro de 2014, durante apresentação do Tribunal de Justiça de São Paulo

 

O eclético repertório do concerto, de acordo com Franciscão, é derivado em maior parte de uma pesquisa das composições nacionais de variados tipos e ritmos. As músicas permitem passear por todas as regiões do país e por épocas distintas, apresentando a genialidade dos nossos compositores, consagrados ou não, mas todos dotados de elementos que ajudam a esboçar uma identidade que define o conceito de brasilidade.

O apuro do regente e dos violeiros também se verifica na escolha de peças clássicas que possam ser adaptadas às cordas da viola caipira, tais quais o Hino da Vitória que tantos domingos marcou pra o povo brasileiro utilizado como tema para as vitórias do tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna. Sem modificar a linguagem do instrumento, a OVTU comprova que a viola de dez cordas, embora seja quase que exclusivamente vinculada ao universo de raiz e das modas populares, pode ainda frequentar as salas de concertos clássicos, tabelando perfeitamente e sem distorções com outras formas de manifestações musico-culturais. 

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