1310 – Samba ganha selo exclusivo com parceria entre a Kuarup e radialista Humberto Miranda

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Há 43 anos contribuindo para divulgar a música brasileira de qualidade, a produtora e gravadora anunciou a união com o prestigiado produtor e radialista, responsável pelo projeto Samba Dá Samba, no Bar Avenida, e criação do Carioca Club

A Kuarup anunciou a criação do selo Samba Em Movimento em parceria com o produtor e radialista Humberto Miranda como parte da estratégia de acelerar o crescimento do prestigiado catálogo da produtora e gravadora, que em 2020 está completando 43 anos de contribuição à divulgação da música de brasileira de qualidade. A Kuarup, que já possui em sua galeria títulos importantes de artistas do samba tais quais Monarco, Cartola e Adoniran Barbosa, que sempre se manteve atenta aos novos projetos e a publicar álbuns e obras esquecidas ou sem oportunidade de lançamento por várias razões, abraça agora a iniciativa de Miranda, profissional respeitado em São Paulo e no Brasil, disposto a trazer músicas e álbuns de artistas novos e consagrados do samba para o catálogo da Kuarup e para o novo selo.

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1304 – Billynho Blanco (RJ) lança pela Kuarup disco de estreia

Com repertório eclético que vai da bossa nova ao rock, passando pelo folk, disco traz em onze faixas canções inéditas e duas regravações, uma do pai do cantor, compositor e ator: Billy Branco

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O cantor e compositor carioca Billy Branco Júnior está lançando pela gravadora Kuarup o álbum Billynho Branco, gravado em 2019, na cidade do Rio de Janeiro, com um grupo de jovens talentosos músicos formado por Gustavo Tibi (piano e teclados), Marco Vasconcelos (guitarra), Carlos Jannarelli (baixo) e Pedro Mamede (bateria e percussão). Billynho tocou os violões e alguns pianos no disco que traz onze canções, um apanhado de nove composições dele com seus parceiros Paulinho Mendonça (autor de Sangue Latino, gravada pelos Secos & Molhados); Lucas Sigaud, jovem poeta, doutor em Física que é fã ardoroso de Bob Dylan, John Reed e Leonard Cohen e escreve apenas em inglês, mais Ailan Ross, amigo de longa data e parceiro dos tempos em que Billynho morava em Nova York. Em francês, Mes Arais foi escrita em dueto com a poetisa Paula Padilha e celebra a amizade. Já as duas faixas restantes têm assinaturas de Caetano Veloso (O nome da cidade) e do pai de Billynho, Billy Blanco (Onda/Estrada do Nada). Um exemplar do disco, gentilmente enviado pela Kuarup (a quem agradecemos em nome do diretor artístico do selo, Rodolfo Zanke), abriu as tradicionais audições matinais dos sábados neste dia 23 de maio aqui na redação do Barulho d’água Música, em São Roque, no Interior de São Paulo.

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1301 – Daniela Spielmann e Sheila Zagury lançam pela Kuarup tributo a Jacob do Bandolim

Com participações de Soraya Ravenle, Almir Côrtes, Catherine Bent, Clarice Magalhães e Roberta Valente , dentre outros, saxofonista e pianista lançam Entre mil…Você! em formato de físico e digital, provendo eruditismo e liberdade jazzística à riqueza harmônica do choro

Por certo, este CD nos traz um Jacob arejado, de janelas abertas, assim como ele estaria fazendo hoje.” Sérgio Prata (cavaquinista e diretor do Instituto Jacob do Bandolim)

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Amigas de longa data e parceiras musicais há 20 anos, a saxofonista Daniela Spielmann e a pianista Sheila Zagury se debruçaram sobre a extensa obra de Jacob do Bandolim, juntas a um invejável time de músicos, imprimindo frescor e contemporaneidade à obra jacobiana e lançaram pela gravadora Kuarup Entre mil…Você!, já disponível em formato tanto físico, quanto digital (desde 24 de abril, um dia após o Dia Nacional do Choro). O álbum traz as participações especiais de Almir Côrtes (bandolim), Soraya Ravenle (voz), Catherine Bent (violoncelo), Clarice Magalhães (pandeiro, caixa de fósforo), Roberta Valence (pandeiro), Rodrigo Villa (baixo acústico e elétrico) e Xande Figueiredo (bateria). Um exemplar do disco nos foi enviado pela Kuarup, a quem agradecemos em nome do diretor artístico Rodolfo Zanke; no mesmo pacote entregue pelos Correios, vieram os álbuns das irmãs Celia e Celma e de Tuia, temas da atualização 1300 do Barulho d’água Música. Clique na palavra destacada abaixa e ouça o álbum.  

Entre mil… Você! 

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1300 – Fique em casa com boas músicas ouvindo playlists e lançamentos da gravadora Kuarup

Selo disponibiliza seleções de sucessos de cantores e compositores de seu catálogo e anuncia novos discos de Tuia Lencioni e das irmãs Célia e Celma

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Em tempos de pandemia por conta da propagação do novo coronavírus (Covid-19), ouvir boas músicas pode nos ajudar a cumprir a quarentena com mais tranquilidade e aliviar, ao menos, parte dos pesares que possam abalar o espírito. A Kuarup, que recentemente disponibilizou nas plataformas de streaming duas listas com sucessos de artistas que gravaram álbuns pelo selo (As Mais Tocadas e Renato Teixeira e Convidados), mesmo impedida de promover novos lançamentos com a presença de público, realizando, por exemplo, os seus já tradicionais pocket-shows em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, segue anunciando a chegada de novos álbuns às lojas e às plataformas, aumentando a oferta que em seu catálogo já é uma das mais ricas e ecléticas do mercado fonográfico. Dentre estes mais recentes discos, a Kuarup destaca Tuia, Versões de Vitrola 1, com Tuia Lencioni, e 50 anos Duas Vidas Pela Arte Ao Vivo, das irmãs Célia e Celma.

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1285- Duo Aduar (MG) lança primeiro álbum em selo de Chico Lobo em parceria com a Kuarup

O Duo Aduar, formado pelos músicos Gabriel Guedez e Thobias Jacó, estará na cidade de São Paulo na sexta-feira, 13 de março, como atração da Livraria Cultura do Conjunto Nacional, local escolhido para lançamento no Piso Deck do álbum Riachinho das Pedras. Primeiro disco da dupla, Riachinho das Pedras tem oito faixas e está sendo lançado pelo selo Lobo Kuarup, do violeiro Chico Lobo que inicia seu projeto fonográfico de curadoria de artistas para gravar e lançar novos talentos da música regional e brasileira em parceria com a produtora e gravadora Kuarup. Um exemplar do cedê nos foi gentilmente enviado pelo diretor artístico da Kuarup, Rodolfo Zanke, ao qual agradecemos, e abriu as audições matinais dos sábados neste dia 7 de março aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque, no Interior de São Paulo.

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1282 – Do concreto armado ao horário nobre: como, após ser apresentado a Elis, Tunai ganhou notoriedade na MPB

Cantor e compositor que emplacou vários sucessos em trilhas de telenovelas e a exemplo de Belchior morreu dormindo, resolveu trocar o diploma de Engenheiro Civil pelo microfone e pelo violão depois de a Pimentinha gravar As aparências enganam, uma das mais de 200 criações da obra do autor de Frisson. E o projeto de um DVD, com algumas inéditas, pode, em breve, chegar para amenizar a dor dos amigos e fãs

O feeling de Elis Regina para sacar músicas de outros autores que ela podia interpretar com a graça e o talento que possuía se não ajudaram Belchior, Renato Teixeira, Adoniran Barbosa e Ivan Lins a chegarem aonde chegaram após ela dar voz a Como Nossos Pais, Romaria, Tiro ao Álvaro e Madalena, entre outros compositores e canções, no mínimo, deu um empurrãozinho. Entre eles os que por ventura já não estavam depois caíram no gosto do público, e pelos próprios méritos se tornaram ícones incontestáveis da MPB, construindo trajetórias de tamanha grandeza que as canções deles interpretadas pela Pimentinha hoje são “apenas” uma das pulsantes estrelas das próprias constelações que iluminam as respectivas carreiras. Para o mineiro Tunai, a influência de Elis Regina não foi menor; na verdade talvez, conforme ele mesmo chegara a declarar aos dar os primeiros passos rumo á fama, tenha sido decisiva, levando-o a trocar sem pestanejar projetos de engenharia civil pelos palcos, microfones e seu violão.

Para tristeza dos que gostam do perfil da música do qual estamos tratando aqui, na manhã do domingo, 26, Tunai foi encontrado pela esposa, morto, em sua casa, no bairro carioca de Santa Tereza. O atestado de óbito indica que ele sofreu parada cardíaca enquanto dormia — assim como Belchior em abril de 2016, entretanto no caso do cearense autor de Como Nossos Pais devido ao rompimento de uma parede da artéria aorta, conforme foi confirmado mais tarde pela autópsia. Tunai era José Antônio de Freitas Mucci, e estava com 69 anos, foi cremado na tarde da segunda-feira, 27, depois do velório no Memorial do Carmo, no bairro carioca do Caju, situado na zona portuária do Rio de Janeiro, para onde acorreram à despedida amigos, admiradores e familiares, dentre os quais o irmão, o sambista João Bosco, também natural de Ponte Nova, município da Zona da Mata mineira, mas quatro anos mais velho.

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1276 – Gil Jardim rege OCAM e grava clássicos nacionais com gaitista Gianluca Littera

|| tambores comunicações || assessoria de comunicação

Repertório traz releituras de Chico Buarque, Milton Nascimento, Cartola, Djavan, Paulo Bellinati, Cesar Camargo Mariano , com participação de Léa Freire, Ari Colares e Neymar Dias, entre outros

O gaitista italiano Gianluca Littera descobriu a música brasileira na adolescência. Como conta, ‘foi amor à primeira escutada’. Na década dos anos 1970, um amigo apresentou para Luca um disco do violonista Baden Powell (1937-2000) e “com aquela música diferente, num equilíbrio perfeito entre ritmo e melodia”, relembrou, observando que naquele tempo ainda não havia as facilidades das redes sociais, e conseguir LPs brasileiros, na Itália, não era tarefa fácilGianluca não desistiu. Teve acesso a outros LPs, viu shows de músicos brasileiros em Roma, ficou amigo de alguns deles e se envolveu tanto, que, em 2003, foi convidado a tocar no Brasil, com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo Paulo (Osesp). Foi quando conheceu Gil Jardim, diretor artístico da Orquestra de Câmara da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), maestro que, por coincidência, tinha sido chamado pela Osesp para dirigir o concerto.

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1270 – Celsinho Silva (RJ) tira da gaveta sambas que desde criança planejava gravar

Integrante do Conjunto Época de Ouro e Nó Em Pingo D’Água, músico carioca mostra projeto solo, de estreia pela gravadora Kuarup, como intérprete de sambas e clássicos da música brasileira

O percussionista Celsinho Silva faz sua estreia pela gravadora Kuarup com o disco Nas Ondas da Noite, seu primeiro trabalho solo. Integrante do grupo Nó Em Pingo D’Água e do Conjunto Época de Ouro, Celsinho se lança como intérprete em projeto sonhado desde sua adolescência, com músicas que ficaram guardadas, à espera que, um dia, o seu sonho pudesse se realizarNo álbum financiado coletivamente por amigos, fãs e colegas músicos, também mostra seu lado compositor, com alguns sambas em parceria com Paulo Cesar Pinheiro, Délcio Carvalho e Agenor de Oliveira. Além das composições próprias o repertório passeia por canções de grandes mestres da música brasileira como Cartola, Dona Ivone Lara, Paulinho da Viola, Noel Rosa, Pedro Caetano, Zé Keti e do seu mestre de vida, o pai Jorginho do Pandeiro, um dos mais veteranos integrantes do grupo Época de Ouro, fundado por Jacob do Bandolim. 

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1268 – “Vendedor de Sonhos”, com canções escolhidas por Fernando Brant, chega ao mercado

Disco já em todas as plataformas digitais contém 20 canções cujos intérpretes o mineiro de Caldas escolheu para dar alma ao projeto idealizado pelo sobrinho, Robertinho

Antes de desencarnar em junho de 2015, vítima de complicações cirúrgicas decorrentes de um transplante de fígado, o compositor mineiro Fernando Brant estava desenvolvendo com o sobrinho, Robertinho, um projeto para gravar Vendedor de sonhos e, pessoalmente, escolhia, um a um, quem deveria interpretar vinte dos seus principais sucessos, parte do rico repertório de 320 composições que assinou, 110 das quais em duo com Milton Nascimento. A travessia de Fernando interrompeu os planos por algum tempo, mas para a sorte de quem gosta de boa música, agora como homenagem póstuma, as canções foram gravadas e o disco já se encontra nas principais plataformas digitais, lançado pelo selo carioca Biscoito Fino.

Para quem está brincando de “amigo secreto” ou pretende presentear alguém no Natal, tai uma bela dica para surpreender e agradar em cheio, sem medo de dar bola fora; eu, por exemplo, farei aniversário dia 26 e ficaria trifeliz se recebesse o regalo de alguém.

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1261 – Baiano por afeição, Walter Lajes é mais uma joia da ditosa galeria dos cantores e compositores da Boa Terra

Paranaense de berço, depois de passar pela cidade do Rio de Janeiro e também morar em Pernambuco, músico  que já lançou oito álbuns fixou-se em Vitória da Conquista, município onde um dos vereadores acaba de homenageá-lo por mais uma exitosa participação em festival, na cidade paulista de Barueri

A Bahia é generosa com o país e a cultura popular quando o assunto é a contribuição para a boa música e o enriquecimento do nosso cancioneiro. Partindo de Dorival Caymmi e toda a sua família, passando por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa, Pepeu Gomes — para ficar apenas em algumas consagradas joias do estilo popular –, passamos por Elomar, Xangai, Roque Ferreira, Gereba e seu parceiro Capinam — mais dedicados ao que o mercado gosta de classificar como “regional” — entre tantos outros exemplos, chega-se sem surpresas à conclusão que o estado de Castro Alves nada deixa a dever aos que consideram como referencial apenas o Sudeste maravilha — premissa que, por sinal, vale ainda para outros da região Nordeste, sem exceção de nenhuma de suas unidades federativas.

E colocando mais dendê na conversa, ainda que paranaense de nascimento “por um acidente de percurso”, conforme ele mesmo declarou ao Barulho d’água Música, o compositor, poeta, cordelista e como o próprio também se define, cantador Walter Lajes, joga fácil nesta seleção de baianos e tem feito por merecer que holofotes e emissoras, produtores e agentes de espetáculos e programas, bem como a indústria fonográfica, sejam mais generosos e o escalem sem medo de caneladas e de tomar gols contra.

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