Barulho d'Água Música

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1015 – Contribua para a volta do “Oscar da Viola Caipira”, prêmio nacional de incentivo à cadeia produtiva da viola

Ficará aberta somente até 27 de janeiro a campanha que por meio de uma das plataformas nacionais de crowdfunding visa a arrecadar contribuições para a realização de nova edição do Prêmio Nacional de Excelência da Viola, que os organizadores divulgam como sendo “O Oscar da Viola Brasileira”. A meta é atingir ao menos R$30 mil, montante que permitiria promover, ainda neste ano, a quarta edição do evento, nos moldes das anteriores, e acolher inscrições para mais de 20 categorias — das quais, cinco de cada, receberão certificados e troféus que serão entregues aos indicados n“A Noite de Gala da Viola”. Aos contribuintes estão previstas recompensas que variam de acordo com o valor cedido e que incluem, por exemplo, o direito de chancelar o evento com suas marcas, obtendo, assim, destaque em todas as divulgações diárias em mídias sociais como Facebook, Instagram, Twitter e mídia espontânea, além de outros benefícios a serem negociados.

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855 – Noel Andrade e Blues Etílicos homenageiam Tião Carreiro, Rei do Pagode, no palco do Sesc Belenzinho (SP)

A Charrua Produções Artísticas convocou um dos mais premiados e conceituados violeiros da atual safra paulista, Noel Andrade, e a banda com mais anos de estrada do blues nacional, a Blues Etílicos, para um tributo ao ícone da música brasileira e da cultura popular, Tião Carreiro. A homenagem ao Rei do Pagode, por meio do blues, do rock, e da música caipira, está programada para começar às 21h30 deste sábado, 16 de abril, na Comedoria da unidade Belenzinho do Sesc de São Paulo. O ingresso já está à venda e custa entre R$ 6 e R$ 20. O endereço é rua Padre Adelino, 1.000, a uma caminhada leve da estação Belenzinho da linha 3 Vermelha do Metrô.

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848 – Violeiro Anderson Baptista não resiste à gripe H1N1 e morre em Campinas (SP)

O Barulho d’água Música lamenta informar que ocorreu na manhã de hoje, 8 de abril, a morte do músico e violeiro Anderson Baptista de Jezus, que ao lado de Rodrigo Nali formava o Duo Catrumano, de Campinas, além da dupla Anderson e Rodrigo Nali.

Ainda jovem, Anderson completaria 28 anos em 7 de junho, mas após uma semana internando no hospital da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (Pucc) perdeu a batalha que travava para resistir às complicações da Influenza H1N1, a temida gripe suína, conforme notícia confirmada pelo produtor cultural José Carlos da Silva, da Juá Cultural Produção e Eventos. O velório começará às 16h30 no Cemitério Parque das Flores, situado na avenida Deputado Luis Eduardo Magalhães, 1505, que fica no bairro de Campinas Cidade Satélite Íris. O sepultamento do corpo ocorrerá amanhã, durante a manhã.

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699 – Violeiros Fábio Porte (SP) e Lucas Ventania (MG) apresentam canções autorais e da tradição caipira no Campo Limpo e no Bixiga, em Sampa

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O Sesc do Campo Limpo, situado no bairro homônimo na zona Sul paulistana, reservou o palco para o cantor e compositor Fábio Porte apresentar neste domingo, 25, músicas do seu mais recente álbum, Trilhos da Vida e do anterior, o instrumental Jacarandá do Brasil, mescladas a canções consagradas do cancioneiro caipira e regional tais quais Caboclo na cidade (Dino Franco), Merceditas (Ramoncistos Gomes) e Menino da porteira (Teddy Vieira e Luizinho). Não haverá cobrança de ingresso para curtir a cantoria, prevista para começar às 13 horas. 

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627 – Fábio Porte (SP) se afirma como um dos melhores da nova safra de violeiros paulistas com “Trilhos da Vida”

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O cantor e compositor Fábio Porte, jovem violeiro paulistano, acaba de lançar o álbum Trilhos da Vida, trabalho que vem ganhando sucessivos elogios no meio regional e motivou entre outros convites sua ida ao programa de rádio Siga bem Caminhoneiro, durante o qual foi entrevistado por Sergio Reis e que em breve irá ao ar. Trilhos da Vida também mereceu um programa exclusivo, no dia 19, em um emissora de Amparo (SP), e mostra bem as dimensões que a viola caipira possui: além de folclore e sertão, o instrumento contem MPB em seu DNA.

Ritmos como Guarânia, Xote, Toada e Rasqueado Paulista estão presentes nas dez faixas deste que é o terceiro trabalho de Fábio Porte e dão forma a inspiradas canções e melodias que retratam o Centro-Oeste do Brasil, o Pantanal mato-grossense, os casarões antigos da Avenida Paulista e as riquezas da literatura mineira, além da história do Tropeirismo — movimento dos Bandeirantes que viajavam com seus muares de Viamão a Sorocaba, no interior de São Paulo, trilhando e desbravando o caminho do ouro. Com a tessitura da viola caipira mesclada com flauta transversal, gaita, ukulele, violoncelo e acordeon, entre outros instrumentos, Fábio Porte também recorre à linguagem da música nordestina para reverenciar o poeta cearense Patativa do Assaré, em linda homenagem, com Patativa e os olhos da Alma. E arremata a obra com Oração do Sertanejo, dele e de Pedro Campos.

O álbum ainda soa como um brado em defesa do meio-ambiente, bandeira que os artistas regionais vêm empunhando com afinco, repercutindo mensagens como a da preservação dos nossos mananciais, posto que as águas são nossa maior fonte da vida, mas se tornaram recurso cada vez mais escasso. Recanto das Águas, por exemplo, retratando a Serra do Japi (considerada o “Castelo das Águas”, na região sudeste de São Paulo) acentua poeticamente este recado, enquanto descreve particularidades como a fauna e a flora do bioma. 

Trilhos da Vida  marca a afirmação de Fábio Porte como violeiro e cantor da atual safra da música regional, e, em síntese, é amor à poesia em parceria com a Natureza — que é inspiração divina, observa o autor, músico e compositor nascido em São Paulo  e que desde criança alimenta raízes sertanejas.  Ainda menino, Fábio Porte pode conviver com consagrados violeiros durante noites de cantorias das quais participava levado pela sua grande inspiração, com a qual aprendeu os primeiros acordes e o caminho para o universo musical: o pai. Também violeiro e luthier, o artesão Luís Porte conviveu, entre outros, com o mestre Bambico. Foi o senhor Porte quem fez a primeira viola em que o filho começou a “arranhar” as cordas. A medida que crescia, Fábio Porte também recebeu influências de elementos das culturas dos estados de origem dos seus pais, Minas Gerais e Paraná.

trilhos da vida

Já experiente no trato das dez cordas, Fabio Porte passou a se dedicar entre outros instrumentos ao violão e ao cavaquinho, tornando-se cantador não apenas de músicas caipira, mas também de MPB e de choros. Lecionando em conservatórios de São Paulo e de Jundiaí, cidade onde atualmente reside, desenvolveu métodos musicais de sua própria autoria e se tornou criador de jingles e de trilhas para programas de televisão, com arranjos e produção. Participou como baixista e guitarrista convidado para projeto Tem Viola no Forró, do violeiro João Ormond, nascido da reunião de amigos e cantadores que em suas apresentações relembram clássicos do autêntico forró de raiz. Fábio Porte também toca violão, bandolim e guitarrinha baiana no álbum de Ormond Tem Viola no Forró.

A trajetória solo de Fábio Porte começou em 2012, com o disco que marcou sua inserção como cantor de música regional e de raiz. Caboclo Folgado contém músicas inéditas e releituras de aclamados sucessos da MPB, com destaque para a faixa título, de Luiz Porte e Gedeão da Viola. O segundo trabalho, Jacarandá do Brasil, completamente instrumental, destaca a intimidade que Fábio Porte desenvolveu com a viola caipira após dar os primeiros passos em suas incursões com o pai e a evolução obtida após anos de estudos, hábito que jamais abandonou e o levou, inclusive, a buscar aprimoramento com João Paulo Amaral, regente da Orquestra Filarmônica de Violas (Campinas) e pupilo de Ivan Vilela.

As faixas de Jacarandá do Brasil são homenagens ao país e à pluralidade da nossa cultura. Como a riqueza rítmica do Brasil é diferente de um estado para outro, para mostrar com fidelidade estas particularidades presentes em cada região, às composições ganham cuidadosa maneira de serem interpretadas por Fabio Porte.

Saiba mais e obtenha o álbum Trilhos da Vida por meio dos telefones 11 973518503 e 11 965700980, e em http://www.fabioporte.com.br

No Sr.Brasil, com Pedro Boi

O talento de Fábio Porte poderá ser conferido neste domingo, 30 de agosto, durante a exibição do Sr. Brasil, a partir das 10 horas. O programa apresentado por Rolando Boldrin terá nos três primeiros blocos a presença de Pedro Boi, cantor e compositor de Ibiracatu (MG) que gravou sua participação acompanhado no palco do teatro do Sesc Pompeia, em São Paulo, pelo violeiro e o percussionista Bré.

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Almir Côrtes e João Paulo Amaral apresentam Cordal e promovem oficina Cordas Dedilhadas em Sampa

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Há um filme da carreira de Clint Eastwood na qual ele transforma-se em “outlaw”, Josey Wales, que abandona um sítio perdido do bucólico meio-oeste norte americano, logo após o final da Guerra Civil, e sai caçando os assassinos de sua mulher e do seu filho, gente muito má que acabou com a vida frugal que eles levavam. Um dos que estão na lista do agora implacável pistoleiro é um traíra que, em determinado momento da trama, participa de uma conversa durante a qual alguém do bando afirma ter ouvido falarem que Wales estaria morto. O agora desafeto marcado para morrer, antes amigo, então, saca ligeiro. E dispara: “Não quero ouvir falar que Josey Wales está morto: quero é vê-lo morto!”

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Violeiro Fábio Porte animará mais uma rodada do projeto Viola e Café, em Campinas (SP)

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Fabio Porte despertou interesses pela música caipira ainda menino, levado a rodas de violas pelo pai, Luis Porte, nas quais conviveu, por exemplo, com Bambico. Hoje além de estudioso e professor que toca também cavaquinho e violão, já gravou dois álbuns. Ainda neste semestre, pretende lançar o terceiro, que se chamara Trilhos da Vida.

O cantor e compositor Fábio Porte vai se apresentar no domingo, 19, como atração do projeto Viola e Café, do Sesc Campinas. Natural de São Paulo, atualmente residente em Jundiaí (SP), Fábio Porte estará no palco da área de convivência a partir das 10 horas acompanhado por Luccas Martins (percussão) e Marcelo Eduardo (violão e cavaquinho). O repertório mesclará  ritmos como rasqueado, chamamé, polca paraguaia, valsa, baião e xote, tanto por meio de composições próprias, quanto releituras de clássicos de Sivuca, Ramoncito Gomes, Renato Teixeira e Goiá.

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