1320 – Negro, destemido e forte, Nelson Sargento, autor de sambas clássicos e até conto erótico, chega aos 96 anos

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A vida do músico carioca, ex-operário de uma fábrica de vidros, confunde-se com a própria história da Estação Primeira da Mangueira

Do original publicado no portal Brasil de Fato, em 2 de agosto, por Luiz Ricardo Leitão

Ilustração: MAM

Quando o menino Nelson Mattos nasceu, na Santa Casa do Rio de Janeiro, em 25 de julho de 1924, os negros já estavam “livres do açoite da senzala”, mas viviam presos “na miséria da favela”, como advertiram os versos [para o samba-enredo da Mangueira] de Hélio Turco, Jurandir e Alvinho no desfile carioca de 1988 (Cem Anos de Liberdade, Realidade ou Ilusão?). Àquela época, lutando contra o preconceito das elites e a repressão do regime oligárquico da Primeira República, o samba, sem renegar seu passado rural, buscava se afirmar como expressão musical dos negros humildes que habitavam os morros e cortiços da cidade.

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1186 – Conheça o autor de “Luar do Sertão”, poeta admirado nos palácios e aclamado nas ruas

Ao apostar na temática popular e cantar a dor de amores contrariados, Catulo da Paixão Cearense levou a música da boemia para os salões da aristocracia carioca, com um toque de regionalismo, consagrando-se como um dos nossos mais criativos autores e compositores

Linques originais das matérias que ajudaram a produzir este texto:

https://www.sescsp.org.br/online/artigo/12103_SERESTAS+AO+LUAR

https://www.sescsp.org.br/online/selo-sesc/608_A+PAIXAO+SEGUNDO+CATULO#/tagcloud=lista

O Barulho d’água Música recorreu mais uma vez às páginas da Revista E, do Sesc de São Paulo, para trazer aos amigos e seguidores esta atualização sobre Catulo da Paixão Cearense, autor de joias memoráveis do nosso cancioneiro — algumas que há mais de cem anos embalam sucessivas gerações, como Luar do Sertão –, rememoradas em álbum do Selo Sesc lançado em 2013 e em matéria publicada na edição de junho de 2018 da Revista E, conforme disposto nos linques acima deste texto.

Hoje, 10 de maio, completam-se 73 anos que o Brasil parou para acompanhar em 1946 os funerais do violonista e seresteiro, poeta e compositor dos mais geniais e que costumava dizer: o violão o conduziu à poesia e sua sensibilidade foi formada pelo contato com a natureza nordestina. Catulo nasceu em 8 de outubro de 1863, mas diferentemente do que sugere o próprio nome, veio ao mundo na cidade de São Luiz, capital do estado do Maranhão, de onde a mudança com a família para o Ceará ocorreu quando ainda era criança. Além de alimentar as lembranças da infância, a região do novo lar entrou em seu repertório por meio da literatura de cordel e de cantadores como Manoel Riachão.

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