1050 – Nova temporada de “Concertos para Pixinguinha” volta ao Sesc Bom Retiro (SP), ponto de partida do sucesso que já dura cinco anos

O espetáculo, que uniu no palco pela primeira vez a cantora Vânia Bastos e o baixista Marcos Paiva, ajudou a atualizar a obra do carioca Alfredo da Rocha Vianna Filho

Marcelino Lima, com Petterson Mello

O espetáculo que há cinco anos lota espaços, teatros e casas por onde passa abrirá sua sexta temporada na sexta-feira, 20 de abril, retornando ao local onde estreou e começou a fazer sucesso, em 2013. Concerto para Pixinguinha, aclamado por público e crítica e premiado em 2017, será novamente atração da unidade paulistana Bom Retiro, do Sesc, a partir das 21 horas — apenas três dias antes dos 121 anos de nascimento de Pixinguinha na cidade do Rio de Janeiro (RJ), data na qual também se comemora o Dia Nacional do Choro, conforme consta no calendário oficial do país. No palco, Vânia Bastos, a dona da impecável voz que tem emocionado a plateia com interpretações marcantes de sucessos do maestro, compositor e arranjador carioca, desta vez, excepcionalmente, estará acompanhada pelo baixista Gustavo Sato — que substituirá o  maestro, arranjador e diretor artístico Marcos Paiva que está em viagem fora do país  Jônatas Sansão (bateria), César Roversi (sopros) e Nelton Essi (vibrafone).

Continue Lendo “1050 – Nova temporada de “Concertos para Pixinguinha” volta ao Sesc Bom Retiro (SP), ponto de partida do sucesso que já dura cinco anos”

Anúncios

1025 – Centenário de Jacob do Bandolim reúne ases do instrumento no Teatro Paulo Autran*

*Com o Portal Vermelho, por Julinho Bittencourt (Revista Fórum)

Plêiade de bandolinistas formada por Hamilton de Holanda, Danilo Brito, Fábio Peron, Milton Mori e Izaías Almeida vai se encontrar ao lado de Gian Correa (violão de 7 cordas), Roberta Valente (pandeiro), Rafael Toledo (percussão) e Carmen Queiroz (voz) no palco do Teatro Paulo Autran da unidade Pinheiros do Sesc de São Paulo neste sábado, 17, e no domingo, 18 (leia Serviço). Reunidos pela produtora cultural Lu Lopes (Rubra Rosa), os músicos tocarão juntos pela primeira vez em homenagem ao carioca Jacob do Bandolim, até hoje um dos maiores nomes do Choro do país, que na quarta-feira, 14, completaria 100 anos.

Continue Lendo “1025 – Centenário de Jacob do Bandolim reúne ases do instrumento no Teatro Paulo Autran*”

962 – Concerto para Pixinguinha, melhor disco de choro de 2016, será atração no Teatro Itália (SP)

O premiado Concerto para Pixinguinha, que põe em cena Vânia Bastos, uma das mais importantes intérpretes da música brasileira, chega ao palco do teatro Itália, situado em um dos mais majestosos e emblemáticos cartões postais de São Paulo, o Edifício Itália, situado no Centro paulistano. O tributo ao consagrado maestro carioca em apresentação única que a paulista de Ourinhos protagonizará será atração do projeto Terças Musicadas na noite de 20 de junho, a partir das 21 horas. A cantora que entre outras também já gravou marcantes releituras de sucessos de Caetano Veloso, Edu Lobo, Tom Jobim e do Clube da Esquina ao longo da carreira que despontou no áureo período da Vanguarda Paulistana estará acompanhada pelo quarteto do maestro, arranjador e diretor musical do espetáculo Marcos Paiva, formado por ele, Jônatas Sansão (bateria), César Roversi (sopros) e Nelton Essi (vibrafone).

Concerto para Pixinguinha foi idealizado em 2013 pelos produtores culturais Fran Carlo e Petterson Mello, hoje sócios do selo Conexão Musical. A morte do homenageado completava 40 anos quando eles vislumbraram a possibilidade de resgatar a grandeza da obra pixinguiniana e conseguiram o que se chama de “tiro na moeda”, tamanho foi o sucesso da ideia. Os shows foram se sucedendo em várias cidades brasileiras, sempre com lotações máximas, até chegar ao formato de álbum, em agosto de 2016, quando ocorreu o lançamento no teatro J.Safra, em São Paulo. Ao final do ano passado, o disco já era apontado entre os melhores da temporada por críticos variados, tanto na imprensa especializada, quanto na blogosfera, e em abril deste ano provou que os elogios eram merecidos: arrebatou em Brasília  (DF) o troféu de melhor álbum da categoria Choro do Prêmio Profissionais da Música, em festa celebrada no Cota Iate Clube.    

Vânia Bastos e o quarteto de Marcos Paiva envolvem a plateia ao relembrarem entre outras joias do repertório de Pixinguinha a valsa Rosa, o samba Urubu Malandro e o clássico Carinhoso  — chorinho que completa um século neste ano e faz parte da memória afetiva de diversas gerações. O público ainda tem a oportunidade de ouvir Mundo Melhor, Isso é que é Viver e Fala Baixinho, que embora menos conhecidas que aquelas, carregam a genialidade do músico cujo nome de batismo era Alfredo da Rocha Viana Filho.

“Ele é tratado popularmente como gênio, além de ser tema de estudos acadêmicos, mas tem mais valor hoje que no final de sua vida”, observou Marcos Paiva sobre Pixinguinha. “Apesar do grande prestígio, na década dos anos 1930 e e 1940, quando o entretenimento começou a ser mais valorizado, houve um ‘embranquecimento’ do mercado”, complementou o baixista. “E por fatores históricos, Pixinguinha e sua turma se tornaram ‘tradição da cultura nacional’, que necessitava se modernizar.”

“O Pixinguinha, musicalmente, é uma imensidão sonora que ganhei de presente”, disse Vânia Bastos ao O Estado de S. Paulo. A estrela acredita que, para interpretá-lo, seguiu o que Pixinguinha teria pensado. “Ele não fez nada em vão, então, se colocou certas notas ali, é para fazer isso, não é para ficar inventando muito”. E completou: “Acho legal ter esse respeito aos compositores, em geral. No mais, é se deliciar mesmo!”

Com produção impecável, da iluminação ao elegante figurino dos músicos, tudo no espetáculo é marcado pelo bom gosto e perfeito entrosamento dos músicos. “Os arranjos de Marcos Paiva são de uma delicadeza que, de fato, se encaixam com perfeição com a interpretação aveludada – e versátil – de Vânia Bastos ”, escreveu Adriana Del Ré, do O Estado de S. Paulo. Mauro Ferreira reforçou a declaração da jornalista: “Com o toque refinado do Marcos Paiva Quarteto, Vânia Bastos dá voz com segurança a Gavião Calçudo, Rosa e Fala baixinho. (…) A abordagem resulta classuda e jamais trai a obra de Pixinguinha”, afirmou o produtor do sítio G1/Música.

Sobre os artistas

Vânia Bastos decolou como estrela da banda Sabor de Veneno, de Arrigo Barnabé, com quem gravou discos importantes como Tubarões Voadores (1984). Em 30 anos de carreira, firmou-se como uma das mais competentes vozes em âmbito nacional, como comprova a discografia que reúne títulos antológicos dedicados, entre outras, às obras de Tom Jobim, Caetano Veloso e ao Clube da Esquina. Na Boca do Lobo, um dos mais recentes, é dedicado à singular produção de Edu Lobo. Uma das referências da Vanguarda Paulistana, Vânia Bastos lançou também três discos no Japão e quatro na Europa.

Baixista, compositor e arranjador de Viçosa (MG), Marcos Paiva é referência em música instrumental e assina vários discos autorais, entre eles Meu Samba no Prato – Tributo a Edison Machado (2012). A homenagem ao carioca Edison Machado (1934 – 1990) rendeu críticas positivas na Folha de S. Paulo, n’O Globo e na Rolling Stone por destacar essa ‘lenda’ da bateria brasileira. Paiva atua também ao lado de artistas como Bibi Ferreira e Zizi Possi, além do cubano Fernando Ferrer e da portuguesa Teresa Salgueiro, com quem viajou pela América e Europa.

“Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas se dispõe apenas do espaço de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: Pixinguinha.” A frase do crítico e historiador Ari Vasconcelos (1926-2003) sintetiza de forma clara e direta a importância de Alfredo da Rocha Viana Filho para a música brasileira.

Pixinguinha deu vida a clássicos que guardam lugar na memória afetiva e de qualquer gosto musical brasileiro e embalam sucessivas gerações, obra que completou com consagradas orquestrações para cinema e teatro e arranjos para intérpretes contemporâneos à época, como Carmem Miranda

Gênio incontestável, Pixinguinha é considerado um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos e um dos grandes músicos de choro – a música instrumental brasileira.

Flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro, Pixinguinha fez parte do grupo Caxangá, cujos integrantes eram, também, Donga e João Pernambuco. Depois, o músico formou o conjunto Oito Batutas, na década dos anos 1920. Já na década seguinte, foi arranjador pela gravadora RCA Victor, e nos anos 1940, integrou o regional de Benedito Lacerda, tocando saxofone tenor. Algumas de suas principais obras foram feitas nessa época, quando deu vida a clássicos que guardam lugar na memória afetiva e de qualquer gosto musical brasileiro e embalam sucessivas gerações, obra que completou com consagradas orquestrações para cinema e teatro e arranjos para intérpretes contemporâneos à época, como Carmem Miranda.

Pixinguinha celebrizou parcerias ao lado de Braguinha, Vinícius de Moraes e Hermínio Bello de Carvalho. O grupo Oito Batutas tornou-se o primeiro regional brasileiro a excursionar para fora do país: a turnê pela Europa agradou tanto às plateias que se prolongou por seis meses, contra os inicialmente planejados 30 dias. Alguns biógrafos apontam que o apelido com o qual o músico ganhou o mundo derivaria do modo carinhoso como a avó Eurídice o tratava na infância, chamando-o de Pizindim (cujo significado seria “menino bom”). Pixinguinha pode ainda, ser a resultante de Pizindim com Bexiguinha, pois ainda na infância Alfredinho teve a face marcada pela varíola, doença popularmente conhecida como “bexiga”.

O Teatro Itália fica na rua Ipiranga, 344, subsolo, há poucos metros da estação República das linhas 3/Vermelha e 4/Amarela do Metrô de São Paulo. O telefone para mais informações e contatos tem os números 2122-2474. O ingresso do Concerto para Pixinguinha está cotado em R$ 50,00. Estudantes que apresentarem carteirinha e idosos acima de 60 anos pagam meia, R$ 25,00.

904 – Carol Saboya lança Carolina, álbum que considera o trabalho que mais mostra suas influências  

O nome Carolina tem origem alemã e significa “mulher forte, cuidadosa e amorosa”. A cantora Carol Saboya nem sabia disso quando resolveu escolher esse título, o próprio nome de batismo, para o 12º álbum da carreira. Mas gostou da coincidência, pois além do nome afirmar o quanto há de pessoal nesse disco, também ela se sente uma mulher assim depois dessas duas décadas de estrada: “De todos os meus discos, Carolina é o que mais demonstra minhas influências. Só fui perceber isso depois de escolher as músicas. Aí, vi que não existia nome mais apropriado para denominá-lo”.

Continue Lendo “904 – Carol Saboya lança Carolina, álbum que considera o trabalho que mais mostra suas influências  “

900 – Álbum em tributo a Pixinguinha, com Vânia Bastos e Marcos Paiva, ganha show de lançamento no J.Safra

Concerto para Pixinguinha, show que já há três anos lota teatros e casas de espetáculos prestando tributo a um dos mais admirados compositores e arranjadores brasileiros, ganhou versão em álbum que pode ser classificada com dois adjetivos pinçados da letra de Rosa, valsa cuja composição em todo o planeta é um dos mais conhecidos sucessos do mestre homenageado: deslumbrante e bela. O disco marca a estreia do selo Conexão Musical, dos produtores culturais Fran Carlo e Peterson Mello, e reúne 13 faixas, entre as quais Seu Lourenço no Vinho — uma das quatro instrumentais do valioso repertório elaborado para os palcos quando a morte de Pixinguinha atingiu 40 anos. Seu Lourenço..., parceria com Benedito Lacerda e Irmãos Vitale, é a terceira trilha do cedê e se parasse por ai já estaria muito, muito bom: a banda atiça quem a ouve tocando de forma provocante em ritmo que faz o quadril requebrar, espontaneamente, sem saber se dança chorinho, maxixe, jazz ou tudo deliciosamente junto e misturado. A obra inteira, entretanto, arrebata do começo ao fim ao ser impecavelmente interpretada por ninguém menos que Vânia Bastos em afinada harmonia com o quarteto de Marcos Paiva — contrabaixista responsável pela direção musical e os arranjos executados por um timaço que Paiva comanda e reúne Cesar Roversi (saxofone tenor e soprano, clarinete e flauta), Jônatas Sansão (bateria), e Nelton Essi (vibrafone).

Vânia Bastos canta como nunca em Concerto para Pixinguinha, de acordo com um dos críticos que já comentaram sobre o álbum a ser lançado em noite de gala no sábado, 13 de agosto, para a qual está reservado o teatro paulistano J. Safra, a partir das 21h30. O colega jornalista, claro, de um jeito ou de outro, acaba tendo razão. Mas acreditamos que ele quis afirmar o contrário: estrela despontada há mais de 30 anos no âmbito da constelação Vanguarda Paulista, Vânia Bastos desde então já interpretou Tom Jobim, Caetano Veloso e o Clube da Esquina entre outros memoráveis trabalhos e segue cantando como sempre, empregando a voz de timbre cristalino, segura e que modula com rara sensibilidade aqui ou acolá para interpretar, além da citada valsa Rosa, jóias do cancioneiro de Alfredo da Rocha Vianna Filho (1897 – 1973). São músicas que guardam lugar na memória afetiva e de qualquer gosto musical brasileiro há gerações tais como Carinhoso e Lamentos (que simbolizam o perfil mais dolente e amoroso de Pixinguinha) mescladas a  Gavião Calçudo e Urubu Malandro  estas representativas do humor e da picardia que na certa compuseram a personalidade do carioca. Ele, ainda garoto, já pisava em cabarés do boêmio bairro carioca da Lapa e neste ambiente absorveu muitas de suas influências.

Vânia Bastos SAndré

O álbum é, assim, um retrato fiel da genialidade de Pixinguinha. Os dois produtores culturais são exigentes e até perfeccionistas, não fazem concessão e nem se guiam pelas manias do mercado (aguardem as novidades de ambos que estão a caminho!). Fran Carlo e Peterson escolheram a dedo e ao confiaram no taco de dois artistas amadurecidos acertaram milimetricamente no alvo: Vânia Bastos e Marcos Paiva corresponderam à confiança e apenas procuraram imprimir ao trabalho o máximo de fidelidade ao autor. Ao jornal o Estado de S. Paulo, Vânia Bastos declarou que para interpretá-lo seguiu o que, acredita, Pixinguinha teria pensado. “Ele não fez nada em vão, então, se colocou certas notas ali, é para fazer isso, não é para ficar inventando muito”, afirmou. “Acho legal ter esse respeito aos compositores, em geral. No mais, é se deliciar mesmo”, emendou. “O Pixinguinha, musicalmente, é uma imensidão sonora que ganhei de presente.”

quarteto

Marcos Paiva também falou ao veículo paulistano sobre a experiência e responsa de ter contato tão íntimo com o universo do “ícone” Pixinguinha. Para “não perder a mão” ao decidir conceber a formação mais jazzística que embala as faixas, o contrabaixista destacou que preservou nos arranjos a sofisticação tanto melódica, quanto harmônica do maestro chorão, mantendo-se atento, ainda, ao estilo vocal de Vânia Bastos. Para se ter uma ideia do quanto a receita deu certo, basta citar que a releitura de Carinhoso em menos de uma semana depois de ser disponibilizada, em 15 de julho, tornou-se uma das cem músicas mais baixadas de uma das maiores plataformas digitais com acesso globalizado.

O disco Concerto para Pixinguinha, que tem parceria com a Atração Fonográfica, logo é candidato certo a figurar  em várias listas dos melhores do ano. Já a festa de lançamento enseja um espetáculo que merece ter o nome brilhando em painel luminoso na fachada central do J. Safra, com direito àquela típica e concorrida movimentação de fãs e admiradores às portas de entrada da casa que se acotovelam em estreias de grandes produções artísticas. É para atrair gente de todas as partes, que chegará de carro, a pé, de trem. Fica, então, uma dica àqueles que ocuparem os lugares mais próximos do palco: mantenham olhos atentos buscando enxergar para além dos músicos e da cantora quando os protagonistas estiverem em cena; pensem na possibilidade de um enfatiotado e distinto cavalheiro dar o ar da graça, ser visto entre eles ou a um canto, sentado confortavelmente em uma cadeira de balanço, com um saxofone ao colo, afinal, a alma dele está inteira em cada música do repertório.    

 

SERVIÇO
Vânia Bastos e Marcos Paiva – Concerto para Pixinguinha
Local: Teatro J Safra – São Paulo (SP)
Endereço: Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda
Horário: 21h30
Preço do ingresso: R$ 30,00 a R$ 100,00
Vendas online: http://www.compreingressos.com/teatros/497-Teatro-J+-Safra  

879 – Está saindo do forno álbum com Vânia Bastos e Marcos Paiva em homenagem à Pixinguinha

O álbum Concerto para Pixinguinha, um dos mais bonitos tributos dos últimos tempos ao carioca mestre do choro, está previsto para chegar em junho. O trabalho é resultado das apresentações que a cantora Vânia Bastos e o contrabaixista Marcos Paiva fazem há mais de três anos pelo Brasil e  marca a estreia do selo Conexão Musical, do paulista Fran Carlo. O produtor cultural trabalha com Vânia Bastos, há vinte anos, é responsável pela direção artística do projeto que por onde passa lota teatros e casas de espetáculos e em formato digital trará temas consagrados e canções de Pixinguinha pouco divulgadas, nem por isso menos marcantes, tais quais Lamento, Rosa,  Samba de Fato e Isso é que é Viver. Marcos Paiva responde pela direção musical, divide-se entre vários instrumentos e também participa com vocais. O designer da capa é de Luciano Murina, a foto de Vinícius Campos.

Continue Lendo “879 – Está saindo do forno álbum com Vânia Bastos e Marcos Paiva em homenagem à Pixinguinha”

788 – Vânia Bastos e Maria Alcina protagonizam Chorinho Bom- Tributo ao Mestre Pixinguinha, em Sampa

Maria Alcina e Vânia Bastos por Petterson Mello (1)
Maria Alcina (de azul) e Vânia Bastos atuam nos dois blocos finais do tributo ao mestre do choro Pixinguinha, que terá três sessões com entrada franca em Sampa (Foto: Petterson Mello)

Duas das mais marcantes intérpretes de todos os tempos, Vânia Bastos e Maria Alcina, estarão entre os dias 15 e 17 de janeiro no palco do teatro da Caixa Cultural, em São Paulo, como estrelas do projeto Chorinho Bom- Tributo ao Mestre Pixinguinha, que contará ainda com participações do diretor musical e baixista Marcos Paiva e do trio formado por Nelton Essi (vibrafone), César Roversi (sopros) e Jônatas Sansão (bateria). As apresentações fazem parte da programação que marca os 155 anos de fundação da Caixa e têm direção artística de Fran Carlo, que montou o repertório ressaltando as várias faces de Pixinguinha e a grande diversidade musical do chorão, apoiado em recursos cênicos e de iluminação que contribuem ainda mais para que o público curta um espetáculo impecável e memorável.

Continue Lendo “788 – Vânia Bastos e Maria Alcina protagonizam Chorinho Bom- Tributo ao Mestre Pixinguinha, em Sampa”

Dia Nacional do Choro, em homenagem a Pixinguinha, completa 15 anos

A0715p09
Pixinguinha, compositor e arranjador, flautista e saxofonista, deixou obras primas do choro como Carinhoso, 1×0 e Lamento

 

Hoje, 23 de abril, comemora-se o 15º ano da introdução no Brasil do Dia Nacional do Choro, data escolhida em 2.000 por ser o dia de nascimento de Alfredo da Rocha Vianna Filho, que ficou conhecido por Pixinguinha (Rio de Janeiro, 1897, Rio de Janeiro, 1973), flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro, criador entre outros do célebre Carinhoso.

Continue Lendo “Dia Nacional do Choro, em homenagem a Pixinguinha, completa 15 anos”