1166 – Álbum de Vitoria Maldonado e Ron Carter reúne obras pessoais e clássicos dos Gershwin, Cole Porter, Tom e Vinicius

Brasil L.I.K.E. conta com participações de Roberto Menescal, Nailor Proveta e Toninho Ferragutti e foi gravado com orquestra regida por sobrinho do tropicalista Rogério Duprat, mais trio que acompanha o norte-americano 

Há pouco mais de um ano, a cantora, compositora e pianista paulistana Vitoria Maldonado gravou com o baixista, compositor e arranjador norte-americano, pela gravadora Summit Records (com distribuição a cargo da Tratore), o álbum Brasil L.I.K.E. (Love, Inspiration, Knowledge, Energy) enviado gentilmente à redação pelos amigos Moisés Santana e Beto Priviero, da Tambores Comunicações, aos quais mais uma vez agradecemos. Em tradução livre, Love corresponde a Amor, I a Inspiração, K a Conhecimento, e e a Energia.

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1129 – Trompetista Guilherme Dias Gomes lança sétimo disco, Trips, com homenagem a Janete Clair

Músico atuou em discos e em shows de Ivan Lins, Fagner, Leila Pinheiro e Kid Abelha, e produziu trilhas sonoras para novelas e séries da TV Globo, som que une música brasileira e jazz

Para manter a  tradição de todo sábado começar o dia ouvindo um álbum novo aqui na redação do Barulho d’água Música ,  botamos para tocar na vitrolinha Trips, novidade da discografia do trompetista carioca Guilherme Dias Gomes, que recebemos enviado pelo colega Beto Previero, da Tambores Comunicações, ao qual somos gratos.  Para quem está achando o nome do músico familiar, sim: Guilherme é filho de Dias Gomes (1922-1999) e de Janete Clair (1925-1983), que formaram o casal de autores de novela mais bem sucedido da dramaturgia brasileira.  E foram os próprios pais que incentivaram Guilherme à música, como ele contou, observando que Dias Gomes adorava música erudita. O escritor e Janete  tinham vários amigos músicos, como os maestros Claudio Santoro, Alceu Bochinno e Guerra Peixe, por exemplo, e incentivaram o filho a estudar música ainda criança. No princípio eu não gostava muito, mas hoje eu agradeço”, afirmou Guilherme. “O trompete veio aos 12 anos, quando quis entrar na banda do colégio e só tinha vaga para esse instrumento”

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960 – Após seis anos afastado da música, Alexandre Grooves volta a gravar e aos palcos com álbum Multi

O paulistano Alexandre Grooves está com álbum novo, que lançou em maio, com direito a concorrida apresentação em uma das mais badaladas casas de espetáculos de São Paulo. Multi, nome que ele escolheu para o disco independente, é o segundo da carreira e chega mesclando influências do rock, do folk e do blues, mas sem perder a identidade pop e as referências da MPB em dez faixas das quais nove são autorais. A lista é completada pela releitura de Ska, do Paralamas do Sucesso, que ganhou versão vibrante e surpreendente.

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941 – Primeiro do Brasil a receber cobiçado prêmio na Suíça, Cristian Budu encerra projeto Forte Piano (SP)

Brasileiro de origem romena, o jovem pianista Cristian Budu  encerrará no domingo, 30 de abril, as apresentações do Forte Piano, encontro de diversos escolas e gerações de pianistas que a unidade Ipiranga do Sesc da cidade de São Paulo vem promovendo, sempre a partir das 18 horas. Cristian Budu é dotado de uma musicalidade genuína e de calorosa força de comunicação, traços da personalidade artística internacionalmente reconhecida e que possibilitou alcançar, precocemente, os postos mais altos em concursos nacionais como o Nelson Freire (2010) e o Programa Prelúdio da TV Cultura (2007). Em 2013, aos 25 anos, com direito a dois troféus extras, incluindo o outorgado pelo público, tornou-se o primeiro brasileiro a vencer o Grande Prêmio do Concurso Internacional Clara Haskil, na Suíça, um dos mais importantes e prestigiados do cenário mundial, que elege apenas um campeão por edição e por vezes nenhum; entre os laureados, destacam-se, por exemplo, Richard Goode, Christoph Eschenbach, Mitsuko Uchida e Evgeni Korolyov. Além do grande prêmio principal, também arrebatou o prêmio do público e o prêmio Children’s Corner. No mesmo ano venceu o concurso Wild Card Ensemble Honors Competition, do New England Consevatory, situado em Boston, Estados Unidos.

Cristian Budu tem em sua coleção, ainda, o Premio 2013 (Categoria Jovem Talento) da Revista Concerto, que posteriormente o convidou para gravar, em 2015, o álbum distribuído apenas aos anunciantes. Um segundo convite, no mesmo ano, possibilitou outro álbum solo, este do selo suíço Claves. Budu participou de festivais concorridos, tais quais o J. S. Bach, na Suíça; estrelou, na Alemanha, a série Rising Stars do Festival Frankische Musiktage; o Festival da Radio France; o de Delft, na Holanda; o Rockport Music Festival, dos Estados Unidos; em Campos do Jordão (SP) abrilhantou o Festival Internacional, no qual também fez parte do corpo docente; na série da OSESP, em 2015 e 2016, integrou o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo; a Orquestra Sinfônica de Lucerne e a Orquestra Sinfônica de Jerusalém, entre outros. Já atuou como solista em salas como Jordan Hall, Liederhalle, Ateneu de Bucareste, Sala São Paulo e à frente de orquestras como Orquestre de la Suisse Romande (Suíça), Orquestra Sinfônica da Rádio de Stuttgart (Alemanha), Orquestra Emil Nichifor (Romênia), Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Filarmônica de Montevidéu, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Petrobrás Sinfônica, Orquestra Sinfônica do Paraná, entre tantas outras. 

 

Reconhecido também pela sensibilidade camerística, Budu já dividiu o palco com artistas como Christian Poltera, Jennifer Stumm, Rick Stotijn, Alexandra Soumm, Giovanni Gnocchi, Joseph Conyers e Semion Gavrikov e foi spalla dos segundos violinos da Orquestra Filarmônica de Israel. Atualmente, forma um duo com a violinista suíça Esther Hoppe, vencedora do Concurso Internacional Mozart, professora do Mozarteum, situado em Salzburg, Áustria. 

Quando se mudou para Boston, em 2010, Cristian Budu passou  a hospedar saraus que inspiraram, posteriormente, a criação do projeto Groupmuse (www.groupmuse.com), que alcançou considerável impacto na mídia e ganhou a parceria da Boston Symphony Orchestra. No Brasil, criou o Pianosofia (www.pianosofia.com) com o intuito de promover concertos clássicos em domicílio, protagonizados por amantes da música que frequentemente se encontram e ensaiam; este projeto, que valoriza formações de câmara com piano, planejado para “acordar” pianos que estão “mudos”, logo de início ganhou apoio da Sociedade Cultura Artística. O Pianosofia também prevê a expansão da comunidade por parte do público: todos os membros são conhecidos pessoalmente em saraus que podem ser requeridos por meio de contatos com o portal.

Cristian Budu é Mestre em Performance Pianística pelo New England Conservatory, onde foi bolsista de 2010 a 2012, na classe de Wha Kyung Byun, com quem estuda até hoje. É bacharel em Música pela Universidade de São Paulo (USP) na classe de Eduardo Monteiro e antes disso estudou com Elsa Klebanovsky (pupila de Wilhelm Kempff), Marina Brandão e Cláudio Tegg.

Participou de masterclasses com artistas como Russell Sherman, Menahem Pressler, Maria João Pires, Leif Ove Andsnes, Gilberto Tinetti, Marisa Lacorte, Flavio Augusto, entre outros. Cresceu em Diadema, cidade da Grande São Paulo, à medida que procurava caminhos próprios incentivado pelo brincante Antônio Nóbrega, mestre que o introduziu no universo das músicas e danças tradicionais brasileiras; durante quatro anos, o aplicado aluno do Instituto Brincante se aperfeiçoou com Rosane Almeida e diversos artistas populares, lapidando o talento que rendeu participações especiais em espetáculos do próprio Nóbrega; mais tarde, também em Boston, integrou um quarteto especializado em música brasileira vencedor em 2013 do Honors Competition do New England Conservatory (categoria Improvisação Contemporânea).

Budu tornou-se nos Estados Unidos Mestre em performance pianística, sob tutela de Wha-Kyung Byun e Em Boston é integrante de um quarteto especializado em Choro

Este título abriu portas para diversas apresentações nos Estados Unidos e a gravação de um álbum. Neste mesmo país, tornou-se mestre em performance pianística sob tutela de Wha-Kyung Byun e recebeu bolsa de estudos especial concedida pelo New England Conservatory de Boston. Em 2014, a mesma escola o aceitou para o Artist Diploma — programa de maior prestígio dos conservatórios norte-americanos, que oferece, além de bolsa integral e patrocínio, diversos concertos solo, de câmara e com orquestras.

Recentemente, o CD de estreia no selo suíço Claves (Prelúdios de Chopin e Bagatelas de Beethoven) foi reconhecido com o Editor’s Choice da revista inglesa Grammophone e com o selo 5 Diapasom da revista francesa Diapasom. Gravou também um disco com os Prelúdios de Chopin e as Kreislerianas de Schumann por encomenda da Revista Concerto e o Concerto nº 1 de Tchaikovsky com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, sob regência de Cláudio Cruz.

O pianista desenvolve carreira intensa como solista e camerista, apresentando-se na América do Sul, Europa, Estados Unidos e Israel em salas como Jordan Hall (Boston), Ateneu de Bucareste, Teatro Municipal de São Paulo, Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Fundação Maria Luísa e Oscar Americano, Museu da Casa Brasileira, entre outras. É  parceiro frequente de Antonio Meneses, com quem se apresentou no Festival Vermelhos (Ilhabela/SP), e na Sala Cecília Meireles (Rio de Janeiro/RJ).

Apresentou recital no Rockport Music Festival (Estados Unidos), ministrou masterclass na University of Massachusetts (Estados Unidos), e participou de diversos concertos em Boston pelo projeto Community Performances and Partnerships.

Com patrocínio do programa Young at Arts, apresentou-se na Romênia como solista junto a Orquestra Emil Nichifor e em recital no Museu George Enescu. Em Israel, apresentou recitais solo e em duo com o violinista Semion Gavrikov a convite da Organização Zfunot Tarbut e participou na Argentina do I Encontro de Pianistas do Mercosul, organizado por Dario Ntaca. Apresenta-se regularmente em festivais como o Klavier-Festival Ruhr, Festival da Radio France e em concertos com orquestras como a Sinfônica da Rádio de Stuttgart, Orquestra Sinfônica de Jerusalém, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), OPES Filarmônica de Montevidéu, entre outros. Em Boston é integrante de um quarteto especializado em Choro.

O projeto  Forte Piano  propõe inéditos encontros entre representantes das diversas escolas brasileiras de piano, sempre aos domingos. Já recebeu o duo Bailado, composto pelo pianista Daniel Grajew e Marcos Paiva, Laércio de Freitas e o duo Hércules Gomes e Rodrigo y Castro. É conduzido por Glauce Passeri.

 

896 – Diogo Oliveira e Cesar Pereira preparam álbum clássico com obras autorais e de compositores brasileiros como Liduíno Pitombeira

O Barulho d’água Música apresenta aos amigos e seguidores o jovem violonista Diogo Oliveira, fluminense nascido em 1987 no município de Barra Mansa e atualmente residente em São José dos Campos (SP).  Em parceria com o flautista Cesar Augusto Pereira da Silva, de São Roque (SP), Diogo Oliveira está trabalhando para lançar ao final deste ano o primeiro álbum, ainda sem título, mas com um belo repertório já definido no qual ambos gravarão obras autorais mescladas a dos compositores brasileiros Heitor Villa-Lobos, Radamés Gnattali, Sérgio Assad e Liduíno Pitombeira. A paixão pelo instrumento despertou em Oliveira ainda durante a adolescência e quem disparou a “flecha” certeira foi a mãe, que no Natal de 2001 presentou o filho com um violão.

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874 – Mauri de Noronha (PE) grava programa Sr.Brasil em edição que homenageia Cornélio Pires e recebe trombonista Raul de Souza

O apresentador Rolando Boldrin recebeu no palco do Sesc Pompeia para novas gravações do Sr. Brasil o cantador e poeta Mauri de Noronha (PE), que lançou em outubro com participação de Chico Pedro o álbum acústico De Repente, Cantador, o terceiro da carreira. Mauri de Noronha atualmente reside em Aracaju (SE), mas vem edificando sua trajetória com sessões musicais e declamações ao violão das mais aplaudidas em São Paulo junto ao flautista chileno integrante do grupo de música latino-americana Raíces de América. Na noite de 11 de maio, quando Boldrin o apresentou ao público brasileiro que sintoniza a TV Cultura, Mauri de Noronha ganhou de imediato a aprovação e a simpatia da plateia cantando a cappela Sereia de Aruanda, com marcante acompanhamento do percussionista Afonsinho Menino. Depois, com Chico Pedro, cantou Gameleira, seguida pela declamação de Face e por Proezas, cujas letras e versos carregam fortes mensagens de protesto contra a exploração do homem pelo homem.

raul de souza

Antes de receber Mauri de Noronha, Rolando Boldrin gravara com o trombonista Raul de Souza. O músico carioca que atualmente reside no sudoeste da França (“em uma cidade medieval próxima de Toulouse, numa casa que data de 1628 e está intacta”) tocara na véspera em Salvador (BA), durante festival de música instrumental. Tem 60 anos de carreira e 81 de idade, mas se chama de pia batismal João José Pereira de Souza. 

“Raul” é escolha de Ary Barroso, ocorrida durante programa de calouros da Rádio Nacional, na década dos anos 1940. O apresentador queria homenagear Raulzão, o então consagrado mestre do trombone Raul de Barros. E ainda acrescentou ao garoto que obtinha as notas máximas do juri: “João José não é nome para artista!” Como talento independe do nome… Raul de Souza virou referência do instrumento nos melhores palcos do jazz puro malte, incluindo temporadas das mais concorridas em Boston (Estados Unidos) onde morou e estudou na Berklee Music College, depois de um período de residência entre tacos e tequilas. E até no castelo do Principado Soberano de Mônaco, em festa de aniversário da princesa Greice Kelly, ele deixou nobres, súditos e plebeus de queixos caídos!

Entre seus muitos parceiros a biografia menciona Frank Rosolino, lenda do trombone nascida em Detroit, mais Johnson, Cannonball Adderley, Airto Moreira, Flora Purim e João Donato — um time no qual não haveria reservas, que não se resume a apenas 11 camisas e para ninguém botar defeito já que jamais pisaria na bola ou judiaria da donzela como compraz aos beques de fazenda. Ao lado de Glauco Solter (contrabaixo acústico) e Sandro Haick (violão), Raul de Souza, por sinal, elogiou com uma das composições que tocou no Sesc Pompeia o amigo Rosolino, Saudades do Frank. Em determinado ponto da gravação, didático, passou a explicar e a mencionar minúcias sobre os vários tipos de trombones que existem, explanação que concluiu antes de  Rio Novo com a seguinte exclamação: “Para falar a verdade, para mim, não importa muito de que tipo é um trombone, mas sim a sonoridade que ele toca. O meu, por exemplo, tem sonoridade azul. E não é um azul escuro, carregado, não! É um azul de céu, bem mais calmo!”.

pedromassa

Pamonha na conversa

A dupla de Tietê (SP) formada pelo violeiro Pedro Massa e Fábio Tomazela também se sentou no banco no qual está pousado o canário da terra de Boldrin para, tendo como porta-voz o primeiro, falar sobre a vida e a inestimável obra de Cornélio Pires, conterrâneo de ambos os convidados da região de Piracicaba.

Cornélio Pires é considerado o “Pai da Música Caipira” por ter aberto portas para os primeiros artistas do campo dedicados à viola, ainda na década de 1920, chegando ao primor de fundar um selo próprio (vermelho, para se diferenciar das demais gravadoras) e a pagar repetidas prensagens de discos que ele mesmo saia a vender pelo Estado, ajudando desta forma a consagrar o gênero. É de Cornélio Pires, por exemplo, Jorginho do Sertão, a primeira música caipira sulcada em 78 rpms no país, em maio de 1929, na voz de Mariano e Caçula, este pai do músico Caçulinha. Massa e Tomazela relembraram a pérola do empreendedor pioneiro que Boldrin trata por “guru” e ao qual sempre se refere com destacada reverência.  

chico santeiro

A gravação do Sr.Brasil da noite de 11 de maio abriu espaço, ainda, para a participação do artesão Chico Santeiro (Barbalha/CE), atualmente residindo em Votorantim, município da região de Sorocaba. Chico Santeiro é Francisco Vieira dos Santos, já esculpiu de acordo com os próprios cálculos mais de 1.600 imagens e trabalha também com decoração e restauração de artes sacras. Após a entrevista, entregou ao Sr. Brasil escultura de São Joaquim, em alusão à terra natal de Boldrin, São Joaquim da Barra (SP).  

As gravações com Raul de Souza, Mauri de Noronha, Paulo Massa e acompanhantes para o Sr. Brasil, além da entrevista de Boldrin com Chico Santeiro, ainda não têm datas definidas para serem levadas ao ar pela TV Cultura e, necessariamente, serão apresentadas em um único programa, acopladas como na noite que foram captadas. Enquanto aguardamos, quem quiser curtir um pouco mais ou conhecer a obra do cantador de Garanhuns poderá comparecer em 20 de maio ao Espaço da Rosa Latino-Americana (ERLA), situado na rua Santo Antônio,  1025-A, Bixiga, tradicional bairro paulistano. Mauri de Noronha assumirá o microfone a partir das 20 horas novamente em companhia de Afonsinho Menino e Chico Pedro, com o reforço de Narcirio Pinheiro à guitarra. Para mais informações há o telefone 11 3129-4374.

ninguém está vendo

Filó e Felipe Machado, avó e neto, são atrações da terceira rodada do projeto Composição Ferroviária, em Poços de Caldas (MG)

 

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Filó Machado e o neto Felipe tocam e cantam juntos desde 2014 e já se apresentaram nas cidades japonesas de Toquio, Nagoya e Yokohama (Foto: Jo Takahashi | Jojoscope)

O público de Poços de Caldas e cidades vizinhas do Sul da Minas Gerais poderá assistir gratuitamente a partir das 10 horas desde domingo, 3 de maio, mais uma rodada do projeto Composição Ferroviária, coordenado pelos músicos Wolf Borges e Jucilene Buosi. A atração no pátio da antiga estação ferroviária desta vez será Filó Machado, que subirá ao palco com o neto, Felipe Machado, também ao violão, e o pianista Fábio Leandro. A abertura caberá à dupla Lorinho Fonseca e Pedro Bertozzi, dois dos mais populares músicos da história da cidade.

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