1139- Aos 81 anos, Miúcha (RJ) é mais uma estrela que se apaga em 2018

Cantora e intérprete carioca, irmã do compositor  Chico Buarque, estreou em disco em 1975 e ao longo de 40 anos gravou e se apresentou ao lado de expoentes como Vinícius de Moraes, Toquinho, Tom Jobim e João Gilberto

Em seu apagar de luzes, 2018 está levando consigo mais uma voz das mais queridas e aclamadas do país e com centenas de admiradores fora dele: a cantora e compositora Heloísa Maria Buarque de Hollanda, popularmente conhecida como Miúcha, uma das estrelas da Bossa Nova, sepultada na tarde de dia 28/12 no Cemitério São João Batista, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde morreu na véspera, aos 81 anos completados no final de novembro, devido a problemas respiratórios decorrentes de um câncer pulmonar. Miúcha era irmã de Chico Buarque e das cantoras Ana de Hollanda e Cristina Buarque e  foi a primeira esposa do cantor e compositor João Gilberto. Filha do historiador Sérgio Buarque de Holanda e da pintora e pianista Maria Amélia Cesário Alvim.

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1120 – Dani Lasalvia, João Omar e Cao Alves lançam álbum em tributo a Dércio Marques

Disco lançado em São Paulo traz 12 composições do mineiro que ajudou a projetar o cantor e compositor  Elomar — que o define como “o último menestrel” –,  é seguido por vozes marcantes da música regional e tem destacada importância para a cultura popular latino-americana 

A cantora Dani Lasalvia e os violonistas Cao Alves e João Omar lançaram na noite de sábado, 20 de outubro, Recantos – ao Apanhador de Cantigas, com o qual reverenciam a memória e a obra do mineiro de Uberaba Dércio Marques, violeiro, cantor, compositor e pesquisador dos mais emblemáticos e representativos da música brasileira. O trio recebeu amigos e admiradores no palco da galeria Itaú Cultural, em São Paulo, para o tributo a Marques, falecido em 2012, em Salvador (BA).

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Almoce no Mercado Municipal de São Paulo ao som da viola do mineiro Wilson Dias (MG)

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O violeiro e compositor Wilson Dias estará nesta quinta-feira, 18, no Mercado Municipal de São Paulo, ponto turístico da Capital paulistana, como convidado do Sesc do Carmo para apresentar entre 13 e 14 horas as músicas do álbum Lume, o sexto de sua carreira. Neste e em outros de seus trabalhos, Wilson Dias  reforça uma característica que historicamente se verifica em Minas Gerais: o de ser um estado fértil e terra inesgotável da qual já brotaram nomes consagrados em vários setores da arte e da cultura.

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Público de São Paulo assistirá “na faixa” três apresentações de Renato Braz

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Renato Braz apresenta-se à frente da Orquestra Filarmônica de Violas interpretando a guarânia Índia, em julho de 2014, em São Paulo (Fotos: Marcelino Lima)

O cantor paulistano Renato Braz é um daqueles que conseguem desfrutar de unanimidade no cenário nacional e ser admirado por praticamente todos os públicos, dos amantes da música camerística à caipira. E, neste caso, que me perdoem os rodriguianos, a admiração generalizada não é burra, muito menos genérica.  Capaz de interpretar magistralmente tanto um samba de Noel Rosa, quanto a guarânia paraguaia Índia, acompanhando a Orquestra Filarmônica de Campinas, Renato Braz já se consolidou como uma das melhores vozes da atualidade, recurso que varia do agudo ao grave por meio de toda gama possível de timbres, sem engasgar ou desafinar.

Por esta virtude, recebe convites para enriquecer trabalhos de diversos músicos e além dos sete álbuns já gravados e o Prêmio Visa de 2002 assina parcerias, por exemplo, com Zé Renato, em Papo de Passarim, com Zé Modesto, em Xiló, com Breno Ruiz (Cantilenas Brasileiras, um trabalho autoral de Ruiz, ao piano, com  a voz de Renato Braz) e Consuelo de Paula. Com Consuelo, nas palavras dela, “fizemos juntos um show que se chamava Vozes e Versos, no lendário Vou Vivendo”, a casa de shows de Eduardo Gudin e Elton Altman, na avenida Pedroso de Morais, em Pinheiros (SP). Era o início da década de 1990, bem antes de ambos gravarem CDs.

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