1402 – Conheça Mateus Aleluia (BA), voz que une a ancestralidade afro e a identidade cultural da Bahia à música brasileira

#Bahia #África #Candomblé #MúsicaBrasileira #MPB #MúsicaDePonto #Religião #CulturaPopular #Yoruba #Ioruba

As tradicionais audições matinais aqui na redação do Barulho d’água Música, no Solar do Barulho, na Estância Turística de São Roque (SP) começaram neste dia 12 de junho com Olorum, terceiro disco solo do baiano de Cachoeira Mateus Aleluia, disponibilizado apenas em versão digital pelo Selo Sesc no ano passado. O disco, que sucede Cinco Sentidos (2010) e Fogueira Doce (2017), traz em 13 faixas um tributo à divindade Olorum (Dono Além do Céu) que, na mitologia Yorubá e em algumas religiões de matriz africana é o ser supremo, responsável pela existência da humanidade e dos orixás. É o criador de tudo e de todos.

Como é o deus supremo, Olorum significa o Dono do Céu. Foi ele o responsável por criar todos os deuses – ou orixás – e também por dividir o universo sobrenatural, o Orum, do mundo em que os homens vivem – Aiê. Por fim, ele também pode ser reconhecido como Olodumare. .

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1400 – Tavinho Limma (PE/SP) mergulha na obra de Fagner e lança homenagem em treze faixas ao cearense

#MPB #MúsicaBrasileira #Fagner #RaimundoFagner #CulturaPopular #MúsicaNordestina

Com participação de Paulinho Pedra Azul, treze perolas do repertório do controvertido músico nordestino fazem parte do nono álbum do ex-integrante da Banda Pau e Corda

As audições matinais aos sábados aqui no Solar do Barulho, onde fica a redação do Barulho d’água Música, na Estância Turística de São Roque (SP), começaram neste dia 5 de junho com O Mundo de Raimundo, disco lançado em 2020 por Tavinho Limma e disponibilizado em plataformas digitais pela produtora e gravadora Kuarup. O álbum em homenagem ao cantor e compositor cearense que com voz rascante e timbre árabe tanto embalou este jornalista na juventude (e até hoje o admira) traz 13 canções do eclético repertório de Raimundo Fagner. Se hoje muitos na crítica torcem o nariz para Fagner e o riscaram do caderninho por conta de posições artísticas e políticas mais recentes, outros tantos zeram tais observações e, deixando de lado a patrulha ideológica, reconhecem com justiça — como este blogueiro — a inegável qualidade da sua contribuição à música e à cultura populares brasileiras, fazendo dele um dos mais luminosos astros entre os quais podem se citar, ainda, Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e, para ficarmos apenas nas vozes masculinas, já fora deste plano Gonzaguinha, Dominguinhos e Belchior.

Desde 1971 até 2020, Fagner já brindou os inúmeros fãs de ao menos três gerações com cerca de 40 álbuns solo — sem contar aqueles nos quais participa, por exemplo, ao lado de outras referências luminares como Ney Matogrosso, Zé Ramalho, Luiz Gonzaga, Zeca Baleiro e até o craque Zico, entre outros trabalhos que mesclam em uma primeira e inventiva fase desde a poesia e composições de Ferreira Gullar, Garcia Lorca, Pablo Milañes, Antonio Machado, Fernando Pessoa, Patativa do Assaré e Florbela Espanca ao rock rural e ritmos latinos e mouros às raízes nordestinas; duetos icônicos com Mercedes Sosa, Joan Manoel Serrat e Rafael Alberti, por exemplo, antes da bem sucedida guinada na década dos anos 1980, quando, para agradar um público menos intelectual e exigente, plateia pouco afeita a estéticas e linguagens inovadoras, assumiu perfil romântico, até explodir em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo.  Muito mais do que uma borbulha de sabão que o vento dissolve como espuma, continua firme e dentro do seu atual estilo, formando o time daqueles que já emplacaram a casa dos 70 anos de vida nesta estrada que, atualmente, ninguém sabe onde nos levará, seja pela perseguição e pelo esvaziamento da cultura, seja pelo negacionismo da pandemia da Covid-19 em meio a retrocessos  de todas as ordens que, como cebola cortada, tanto nos fazem chorar.   

Nesta esteira que já chega aos 50 anos de história, Fagner perdeu a unanimidade entre quem lá atrás foi bicho-grilo, mas os “bregaldos” os amam e consagrou compositores como Abel Silva, Petrúcio Maia, Manassés, Sueli Costa, Clodo, Climério & Clésio e Fausto Nilo, mostrando que somos um celeiro inesgotável quando o assunto é música. E parte de seus álbuns arrebataram sucessivamente discos de ouro (vendas acima de 100 mil cópias) e platina (acima de 500 mil), superando em 1987, com Romance no Deserto (“eu tenho a boca que arde como sol, o rosto e a cabeça quente”…) mais de 1 milhão!. Joia rara, seu primeiro filho solo, Manera Fru Fru Manera (1973), incluiu em sua primeira versão Canteiros, sucesso baseado no poema A Marcha, de Cecilia Meireles, com música de Fagner, até hoje cantado em rodas de violões depois de ecoar por todo o Brasil — um verdadeiro “balaço” que vem riscando o tempo saído do disco produzido por Roberto Menescal e pelo próprio cantor, com arranjos de Ivan Lins e participações especiais de Nara Leão, Naná Vasconcelos e Bruce Henry. Dois anos depois, Fagner foi eleito por jornalistas paulistas o Cantor do Ano. Em 1990, o Prêmio Sharp de Música Popular o reconheceu como Melhor Cantor, autor do Melhor álbum (O Quinze), da Melhor canção (Amor Escondido, parceria com Abel Silva) e, de quebra, o quarto troféu: Melhor disco regional (Gonzagão e Fagner Vol. 2.)

Tavinho Limma pinçou cuidadosamente deste baú as pedras que resolveu polir e, apesar de um disco sintético/enxuto diante de tão copioso tesouro, conseguiu alinhavar as duas facetas do polêmico Fagner, deixando na boca de quem ouve um gosto de quero mais. Zeca Baleiro, junto com o mineiro Chico Lobo, tornou-se um dos padrinhos de O Mundo de Raimundo: ambos demonstraram que ao mirar, sabiam no que apostavam, que não errariam, que seria mesmo um tiro bem dado. O projeto que Tavinho Limma primeiro concretizou por meio de uma concorrida vaquinha virtual para produção dos discos físicos não deu nem para o cheiro: virou ouro em pó! Por sorte, a Kuarup topou disponibilizá-lo em versão eletrônica, já que as tiragens do cedê se esgotaram rapidamente e acessando ao linque logo abaixo desta linha será possível ouvir o disco na íntegra.

As 13 faixas começam com A canção brasileira, com participação do mineiro Paulinho Pedra Azul, depois rememoram clássicos como Mucuripe, parceria entre Fagner e o conterrâneo Belchior, que Roberto Carlos, Elis Regina e Amelinha também interpretam; Noturno e Pedras que Cantam, temas das novelas Coração Alado (1980) e Pedra Sobre Pedra (1992); Guerreiro Menino, de Gonzaguinha, também tocada em Voltei Pra Você (1983), todas da Rede Globo; mais perolas tais como Espumas ao Vento, Astro Vagabundo, Cebola Cortada, Ave Coração e Revelação.

Natural de Recife (PE), radicado em Ilha Solteira (SP), Tavinho Limma é cantor, compositor e produtor de eventos. Ex-integrante da Banda de Pau e Corda, apresentou-se em vários eventos tradicionais pernambucanos como carnavais (em O Galo da Madrugada) e Festas Juninas de Caruaru e Recife. Sua discografia possui nove discos solos, lançados desde o primeiro elepê em 1989 — Intenções, da Gravadora Continental/Colibri, em cujas faixas Tavinho Limma interpreta canções de Oswaldo Montenegro, Fátima Guedes e Beto Mi. Entre os parceiros musicais e artísticos ao longo da carreira, destacam-se nomes como Jane Duboc, Tetê Espíndola, Antonio Calonni, Martha Medeiros, Paulinho Pedra Azul, Chico Lobo, Oswaldinho do Acordeon e Ivan Vilela. Como produtor de shows, esteve também com Tetê Espíndola, além de Dani Black e Grupo Voz.

Por diversas vezes, Tavinho Limma se apresentou na Capital bandeirante, cidades da Grande São Paulo e do Interior paulista, seja como atração de edições da Virada Cultural, festivais, projetos culturais ou em concertos solo, passando por Osasco, Cunha (Festa do Pinhão), Concurso de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga, Festival de Música de Avaré (Fampop), Festival de Música de Tatuí, Festival de MPB de Ilha Solteira, entre outros eventos. Em 2012, participou da trilha sonora da novela Carrossel, do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), com a canção Malfeito, dele e de Rita Altério, tema do personagem Firmino. Também esteve no palco do Bar Brahma para o Projeto Talento MPB, dirigido por Lenir Boldrin.

1382 – Ema Klabin oferece Mostra Lei Aldir Blanc, com cinco apresentações virtuais*

#CasaMuseuEmCasa #MúsicaBrasileira #MúsicaPopularBrasileira #WorldMusic #CulturaPopular #LeiAldirBlanc

Martha Galdos, Orquestra Mundana Refugi, Liv Moraes, Ricardo Baldacci Trio, Vanessa Moreno & Salomão Soares participarão do evento que será promovido entre 23 e 27 de abril

*Com Cristina Aguilera, Mídia Brazil Comunicação Integrada (cristina.aguilera@midiabrazil.com.br/@midiabrazilcomunicacao)

jornaslistas antifascistasA Casa Museu Ema Klabin, situada na cidade de São Paulo, oferecerá até 27 de abril a Mostra Lei Aldir Blanc, com cinco apresentações virtuais iniciadas na sexta-feira, 23, que serão transmitidas pelo canal YouTube da promotora, permitindo ao público assisti-los sem sair de casa e assim respeitar as restrições sanitárias em vigor por conta da pandemia de Covid-19.

A cantora peruana Martha Galdos abriu a série, com participação de Dante Ozzetti, e será seguida por Dedicado a Você, protagonizado por Liv Moraes (voz) e Cainã Cavalcanti (violão). A programação inclui o primeiro de seis episódios do projeto Foxtrot e a Música Brasileira: 1920 a 1960, interpretado pelo Ricardo Baldacci Trio. Os internautas também poderão passear por diversas vertentes da música brasileira em Chão de Flutuar, com Vanessa Moreno (voz) e Salomão Soares (piano), além de conhecer mais da música étnica que caracteriza o eclético repertório da Orquestra Mundana Refugi, formada por músicos brasileiros, imigrantes e refugiados.

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1367 – Jair Luz e Margareth Menezes gravam single para homenagear José Carlos Capinan

Chão de Pedras, lançado pela Kuarup e pelo selo Samba em Movimento, celebra a obra e os 80 anos completados em fevereiro do músico e compositor tropicalista baiano

Está disponível desde a sexta-feira, 19, nas plataformas digitais, pelo selo Samba em Movimento, Chão de Pedras, que traz Jair Luz em dueto com Margareth Menezes. O single é mais um lançamento da Produtora e Gravadora Kuarup, agora em homenagem ao poeta tropicalista baiano de Esplanada Capinan, a partir de uma ideia do primo dele, o cardiologista e compositor Ary Alves. O médico ligou para Luz dizendo que tinha uma letra para Capinan. Luz a recebeu e se apaixonou pela ideia de cantá-la. “Corri para o violão e, em dez minutos, a música estava pronta”, contou Luz. “Mas a finalização só veio quatro meses depois, com a participação da Margareth, de forma bem espontânea”, emendou. “Eu mandei a canção e ela ficou encantada. Disse no ímpeto que queria cantar e que, pelo fato de ter sido escrita para o Capinan, nada melhor. Margareth Menezes me retornou minutos depois, cantando o refrão, muito melhor que eu e o Dr. Ary Alves”.

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1358 – Maria Pérola (PE/SP) relembra sucessos de Belchior em primeira de seis apresentações temáticas virtuais

#MPB #Recife #MúsicaIndependente #CulturaPopular


Jovem cantora do Recife vai destacar vários grandes compositores brasileiros e fechará o projeto com canções de sua própria autoria patrocinada por iniciativa da Lei Aldir Blanc

A cantora, violonista e compositora pernambucana de Jaboatão dos Guararapes radicada em São Paulo Maria Pérola, festejada com uma promessa na Nova MPB, fará a partir desta sexta-feira, 26, com início marcado para as 20 horas, seis apresentações virtuais (lives) em seu canal @amariaperola, por meio de edital da Lei Aldir Blanc, nas quais prestará homenagens a nomes importantes da MPB. A lista dos tributos começará com Belchior (CE) e contempla, ainda, Caetano Veloso (BA), Alceu Valença (PE), Zé Ramalho (BA) e Cartola (RJ), todos seus influenciadores; ao encerramento do projeto, Pérola mostrará somente composições próprias que amigos e admiradores já conhecem de sua trajetória e certamente estarão no primeiro trabalho da jovem estrela, previsto para o segundo semestre deste ano. Nas seis ocasiões, Pérola estará acompanhada por Jéssica Toniatti (percussão) e Débora Christian (baixo).

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1342 -A famosa treta entre Caetano e Belchior

#MPB #CulturaPopular

Amigos e seguidores:

Em 22 de dezembro, Kerison Lopes, presidente da Casa do Jornalista de Minas Gerais, com sede em Belo Horizonte, e coordenador do Bloco Volta Belchior, que também tem sede naquela Capital, publicou o texto intitulado A famosa treta entre Caetano e Belchior que por ele autorizados reproduziremos abaixo e que revela um interessante aspecto em torno das obras dos cantores e compositores Belchior e Caetano Veloso, dois ícones da cultura popular do país. A íntegra do original, ilustrada pela dúbia efígie formada por parte dos rostos de ambos também utilizada nesta atualização , consta na página do Facebook de Lopes — tribuna para a qual ele redige e compartilha informações e mensagens diversas, dedicando aos amigos e seguidores valiosos conteúdos culturais entre os quais outros artigos que resgatam a genialidade e (por que não?) a geniosidade contida nas músicas do cearense, recentemente, por sinal, percebida e valorizada também pelo rapper Emicida no já aclamadíssimo e imperdível AmarElo.

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1333 – Ana Lee mergulha no melhor da MPB com “Labirinto Azul”, terceiro álbum da carreira*

#MPB #MusicaIndependente #CulturaPopular

#UseMáscara

#ForaBolsonaro

Disco pode ser comparado a um colar cujas perolas são refinadas canções de consagrados e novos autores e cujos temas que tecem o fio abordam a passagem do tempo, o amor e a desorientação dos dias atuais, em delicada, mas vigorosa interpretação 

*Com Sergio Fogaça

A cantora paulistana Ana Lee está de volta trazendo para seu público o álbum Labirinto Azul, o terceiro da carreira, já disponível nas plataformas digitais e também em mídia física, com distribuição confiada à Tratore. Labirinto Azul chega com as bênçãos de músicos como Zeca Baleiro, Swami Jr., Paulo Bira, Lincoln Antonio, Mané Silveira, além de André Magalhães e Itamar Vidal, que participam do disco e coproduziram o trabalho com Ana Lee, entre outros; mescla canções inéditas com outras de autores tradicionais do nosso cancioneiro, trazendo temas diversos, como a passagem do tempo, o amor e a desorientação neste momento histórico que atravessamos em 2020. Cada canção foi escolhida com o acuro que se dedica a extrair do eclético mar da música brasileira pérolas verdadeiras, figurando novos e consagrados autores com refinada poesia, jongo, ciranda, samba, interpretação e arranjos sensíveis e particulares para resultar em um colar de inigualável e de quilate valioso. A beleza da voz e a força interpretativa de Ana Lee conduzem o fio, cuja raridade também resulta da capacidade da intérprete de pensar e de sentir a música na complexa dinâmica da contemporaneidade.

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1332 – Novo álbum da Kuarup celebra seis décadas da carreira de Caçulinha

João Alberto Silveira Freitas, presente!

#VidasNegrasImportam #TodasAsVidasImportam #UseMáscara #EviteAglomerações

#MúsicaBrasileira #MPB #CulturaPopular

#ForaBolsonaro

O garoto que aos oito anos despontou tocando “uma sanfoninha”, hoje aos 80 um dos mais reconhecidos  e queridos músicos populares do país,  é celebrado em disco que registra apresentação dele e vários dos seus inúmeros amigos no Teatro Itália, em São Paulo

O músico Caçulinha, aos 80 anos, está lançando novo disco, pela produtora e gravadora Kuarup. O álbum, em comemoração aos seus 60 anos de carreira, está disponível em todas as plataformas digitais e em edição física. Caçulinha é o carinhoso nome artístico de Rubens Antonio da Silva, compositor, multi-instrumentista nascido em 15 de março de 1940, em São Paulo. Filho do violeiro Mariano e sobrinho do também violeiro Caçula, com quem o pai formou urna das primeiras duplas caipiras a gravar discos, ganhou o apelido de Caçulinha como homenagem do pai ao tio. No ano de 1959, lançou pela primeira vez um disco 78 rpm solo, pela gravadora Todamérica. O primeiro elepê seria gravado em 1963 pela Chantecler com o título Música Dentro da Noite – Caçulinha e seu Conjunto, Ainda na década de 1960, lançou mais cinco álbuns.

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1312 – Bacurau abriga o desbunde tropicalista, o lirismo de Chico e o engajamento de Vandré

#FiqueEmCasa #MáscaraSalva #IsolamentoSocial

#Liberdade #Respeito #Tolerância #Diversidade #Pluralismo #Democracia #ImprensaLivre #JornalistasAntifascistas

#CinemaNacional #MPB #Bacurau #RevistaForum

#ForaBolsonaro

Os seguidores dos tropicalistas achavam os de Vandré caretas e os dois consideravam Chico excessivamente lírico e passadista

Por Julinho Bittencourt

Julinho Bittencourt, músico, jornalista e editor do caderno de Cultura da Revista Fórum, escreveu na segunda-feira, 22, o artigo de opinião que vocês, amigo e seguidor, poderão ler abaixo, na íntegra, sobre um dos mais aclamados filmes nacionais de todos os tempos, lançado e exibido no circuito comercial de cinemas há menos de um ano, após entrar em cartaz no dia 23 de agosto de 2019.

Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, foi indicado ao Oscar 2020 e desde a sua estreia mundial no 72º Festival de Cannes choveram convites para ser atração em mais de 100 outros festivais e mostras mundo afora. Por onde passou, Bacurau arrebatou público e crítica, faturando o Prêmio do Júri do evento francês e vencendo como melhor filme no Festival de Cinema de Munique, entre outras láureas. Em seu texto, cujo linque poderá ser acessado clicando aqui, Julinho aponta possíveis relações entre a trama e os estilos e canções das obras de três dos nossos mais consagrados cantores e compositores: Caetano Veloso, Geraldo Vandré e Chico Buarque.

Em contrapartida à autorização de Julinho Bittencourt e da Revista Fórum para compartilharmos o artigo, pelo que agradecemos, reforçamos aqui a campanha on-line dos produtores da revista para mantê-la ativa e cumprindo seu ofício de bem informar sobre assuntos diversos, com independência, qualidade e seriedade. Saiba como fazer doações ou se tornar um sócio Fórum ou assine um dos planos de apoio disponíveis em https://revistaforum.com.br/socio-forum/financiamento-coletivo-e-recorrente/

Boa leitura a todos!

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1304 – Billynho Blanco (RJ) lança pela Kuarup disco de estreia

Com repertório eclético que vai da bossa nova ao rock, passando pelo folk, disco traz em onze faixas canções inéditas e duas regravações, uma do pai do cantor, compositor e ator: Billy Branco

#FiqueEmCasa #MáscaraSalva

#Fora Bolsonaro

O cantor e compositor carioca Billy Branco Júnior está lançando pela gravadora Kuarup o álbum Billynho Branco, gravado em 2019, na cidade do Rio de Janeiro, com um grupo de jovens talentosos músicos formado por Gustavo Tibi (piano e teclados), Marco Vasconcelos (guitarra), Carlos Jannarelli (baixo) e Pedro Mamede (bateria e percussão). Billynho tocou os violões e alguns pianos no disco que traz onze canções, um apanhado de nove composições dele com seus parceiros Paulinho Mendonça (autor de Sangue Latino, gravada pelos Secos & Molhados); Lucas Sigaud, jovem poeta, doutor em Física que é fã ardoroso de Bob Dylan, John Reed e Leonard Cohen e escreve apenas em inglês, mais Ailan Ross, amigo de longa data e parceiro dos tempos em que Billynho morava em Nova York. Em francês, Mes Arais foi escrita em dueto com a poetisa Paula Padilha e celebra a amizade. Já as duas faixas restantes têm assinaturas de Caetano Veloso (O nome da cidade) e do pai de Billynho, Billy Blanco (Onda/Estrada do Nada). Um exemplar do disco, gentilmente enviado pela Kuarup (a quem agradecemos em nome do diretor artístico do selo, Rodolfo Zanke), abriu as tradicionais audições matinais dos sábados neste dia 23 de maio aqui na redação do Barulho d’água Música, em São Roque, no Interior de São Paulo.

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