1501 – Júlio Santin (SP) lança livro de partituras dos dois primeiros álbuns e anuncia: o terceiro vem ai… i

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Com Capim Dourado chiando na agulha da vitrola, disco do compositor paulista Júlio Santin, composto por onze faixas instrumentais de viola caipira e gravado em 2013, abrimos mais uma audição matinal aos sábados, neste dia 29 de janeiro, aqui no Solar do Barulho, onde fica a redação do Barulho dágua Música, em São Roque (SP). Capim Dourado é o segundo álbum de Santin, que estreara em 2006 com Sentimento Matuto. Os dois discos têm distribuição pela Tratore, estão disponíveis para audição em www.juliosantin.com e nas principais plataformas digitais, além de poderem ser encomendados diretamente com o autor em sua página social.

Capim Dourado e Sentimento Matuto também podem ser ouvidos por meio dos selos (QR Codes) disponíveis nas páginas 10 e 70 do luxuoso livro A viola e um caipira: Júlio Santin Partituras e Tablaturas, que ele lançou ao final de 2021. Um timaço com violeiros e artistas o ajudou na confecção do volume de 140 páginas, cujo projeto e editoração gráfica couberam ser realizados pelo selo Onde Mora a Viola, a partir de textos do próprio Santin e de Domingos de Salvi e fotografias de Adriano Rosa.

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768 – 15º Caipirapuru (SP) está confirmado e terá rodas de viola, brincadeiras e oficinas de bonecas no final de dezembro

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Júlio Santin (imagem maior) será anfitrião no Caipirapuru entre outras atrações de Cláudio Lacerda, Zeca Collares, Luciano Queiroz, Minerim, Guê e Thadeu Romano (Fotos, exceto Luciano Queiroz: Marcelino Lima/Arquivo Barulho d’água Música; Luciano Queiroz: Divulgação)

O tradicional festival de música caipira que anualmente mobiliza Irapuru (SP) e cidades da Alta Paulista vizinhas esteve ameaçado de não sair do papel neste ano por falta de verbas e de apoios, mas um dos promotores, o violeiro Júlio Santin, mobilizou-se, lançou vaquinha virtual, tirou grana do bolso e, com os demais membros da Associação Cultural Caipirapuru, após dar seus pulos, conseguiu condições para oferecer o Caipirapuru ao menos em duas datas entre as quatro que planejava. A programação já está definida e nesta edição, que será a 15ª, o público curtirá as atrações em 28 e 29 de dezembro, sempre na Praça Leite Ribeiro, com entrada franca. Natural de Irapuru, o próprio Júlio Santin estará em uma das rodas, no primeiro dia de cantorias, ao lado de Zeca Collares (Sorocaba/SP) e Luciano Queiroz (Assis/SP).

Segunda-feira, 28 de dezembro

Roda de viola com Jordão e Rio Sereno, Tião Viola e Zezinho
Guê e Minerim
Abertura oficial
Thadeu Romano
Roda de viola com Júlio Santin, Luciano Queiroz e Zeca Collares
Cláudio Lacerda
Edson Esteves e Fernando
Baile com Thadeu Romano e Eujácio Rocha, Marcos Azevedo, Paulinho do Pandeiro e Donisete Juvino

Terça-feira,  29 de dezembro

Brincadeiras Infantis e Oficina de Bonecas
Palco Aberto
Nardi e Narciso
Donisete Juvino
Jesus de Burarama
Grupo Toque de Viola/Irapuru, com participação especial de Mauro Silva e Oliveira
Trio Tamoyo
Zé Milson e Vicente Reinaldo (repentistas)
Juliana Andrade e Jucimara
Baile caipira com o Grupo Sol Nascente

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667 – Colabore com a Associação Cultural promotora para a realização em dezembro do 15º Caipirapuru (SP)

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O violeiro Júlio Santin e outros membros da Associação Cultural Caipirapuru e comissão organizadora formada por membros da comunidade já deram largada à organização do festival Caipirapuru, que promovem anualmente em Irapuru (SP) e que neste ano completará uma quinzena, o que dá a esta edição um caráter ainda mais especial.  A meta de Santin, que é natural da cidade situada na região da Alta Paulista, e dos demais gestores é realizá-la entre 26 e 28 de dezembro, período que já virou tradição. Mais do que um palco para apresentação de expoentes de todo o país da música que enriquece este universo, o Caipirapuru preserva a cultura caipira em todas as suas vertentes, da culinária ao artesanato, embalado pela viola de dez cordas.  O Caipirapuru também serve de vitrine para artistas anônimos ligados ao instrumento, entre os quais duplas, trios e artesões.

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Vila Mariana recebe Viola dos 5 Cantos, projeto que enfoca a diversidade e a beleza da viola caipira

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O mineiro Zeca Collares é o idealizador do projeto que o Sesc abraçou e que mostrará ao público que for à unidade da Vila Mariana as belezas e particularidades da viola caipira nas cinco regiões brasileiras ; além dele vão se apresentar Júlio Santin, Adelmo Arcoverde, Daniel de Paula e o Grupo de Catira Botas de Ouro (Foto: Marcelino Lima)

Quatro dos mais conceituados violeiros do Brasil e o grupo de catira Botas de Ouro (Guarulhos/SP) vão se apresentar no mês de junho no SESC da Vila Mariana (SP) como atrações do Projeto Viola dos 5 Cantos, idealizado por um deles, o mineiro radicado em Sorocaba (SP) Zeca Collares. Autor de obras do gênero antológicas tais como Feito em Rendas, Primavera Mineira, Pés descalços e o mais recente Estação, Collares afirma que todo povo se faz caracterizar pela sua cultura autêntica e toda autenticidade se distingue nas raízes. “O exemplo disso é a nossa música popular que pode se orgulhar (e muito) por também ser gerada no bojo de uma viola caipira/brasileira”, aponta.

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