1580 – João Ormond (MT/SP) grava novo projeto, em audiovisual e em álbum, contemplado pelo ProAc LAB

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Eu Nasci com Asas – Violas do Brasil – Sotaques e Sonoridades da Viola traz um pouco da trajetória do compositor e violeiro que partiu de Cuiabá para Jundiaí e hoje já tem 12 discos gravados

O compositor violeiro João Ormond (MT) lançou em 23 de setembro o audiovisual e álbum Eu Nasci com Asas – Violas do Brasil Sotaques e Sonoridades da Viola, resultado do Prêmio Musical ProAcLAB (Lei Aldir Blanc)/SP de 2021. Neste novo projeto, Ormond revela uma síntese da sua trajetória musical desde 1999, quando saiu de Cuiabá rumo a Jundiaí (SP), onde permanece e mora. A meta de pôr o pé na estrada era levar sua cantoria Brasil afora, assim como expressa a canção com um dos seus parceiros, Zé Geraldo: “…eu nasci com asas e precisava voar…Tô saindo de casa/porque quem tem asas/precisa voar”.

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1576 – Em mais um concerto para marcar seus 20 anos, Orquestra Filarmônica de Violas (SP) recebe em Jundiaí Toninho Ferragutti

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A Orquestra Filarmônica de Violas (OFV), estabelecida em Campinas (SP), já com 21 anos de atuação e três álbuns gravados, foi contemplada pelo Programa de Ação Cultural (ProAc) da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo para promover três concertos comemorativos às duas primeiras décadas de contribuições à cultura popular. A série de apresentações passou por Campinas em 24 de agosto, quando contou com a participação do compositor, pesquisador, professor e violeiro Ivan Vilela, idealizador da OFV; em 26 de agosto, em Piracicaba, a convidada para a segunda rodada foi Ana Luiza, poeta, cantora e compositora. Para a noite de 30 de setembro, a atração que estará ao lado dos 14 músicos atualmente regidos por João Paulo Amaral será o acordeonista Toninho Ferragutti, no palco do Teatro Polytheama, em Jundiaí.

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1575 – Disco de estreia do Quarteto Caipira Paulista, Origens, ganha cantoria no Centro Cultural Casarão, em Campinas (SP)

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Composições reúnem clássicos da música caipira que revisitam Angelino de Oliveira, Tonico e Tinoco, Cascatinha & Inhana, Arlindo Pinto e Mario Zan, Josino Medina, Doroty Marques, mais canções autorais dos dois mais recentes anos

Ritmos tradicionais como cururu, toada e chamamé vestem a poesia brejeira de Origens, álbum autoral que o Quarteto Caipira Paulista lançará com entrada franca neste domingo, 18 de setembro, a partir das 11 horas, no Centro Cultural Casarão de Barão Geraldo, situado em Campinas (SP). Formado por Daísa Munhoz (voz), Levi Ramiro (viola caipira), Manu Saggioro (violão e voz) e Rogério Plaza (sanfona), o Quarteto Caipira Paulista surgiu em 2020 e interpreta clássicos da música caipira com a proposta de resgatar e preservar a história raiz do Interior de São Paulo. Contemplado pelo ProAc Editais 2021, Origens já está disponível nas plataformas digitais.

O repertório inclui clássicos caipiras que marcaram as décadas entre 1940 e 1970 como Tristeza do Jeca (composta em 1918 por Angelino de Oliveira, da cidade de Botucatu); Chico Mineiro (famosa composição de Tonico e Tinoco, nascidos nas cidades de Pratânia e São Manuel); Chalana (obra conjunta de  Arlindo Pinto com Mário Zan, crescido em Catanduva); e o trio clássico das lendas  paraguaias: Índia, Meu Primeiro Amor e Anahí (recolhido por José Fortuna, cidadão de Itápolis, e eternizado por Cascatinha & Inhana, dupla das cidades de Araraquara e de Araras, respectivamente).

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1541 – Mário Negrão Borgonovi (SP) lança álbum dedicado à bateria, seu instrumento de devoção

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Xeque Mate. segundo trabalho do baterista e músico paulista Mário Negrão Borgonovi, comemora os 50 anos de carreira do músico. À época do primeiro, Madeira Em Pé (1980), o autor ainda assinava apenas Mário Negrão e trouxe a público um álbum autoral considerado como um dos pioneiros da música instrumental brasileira, revelando um olhar musical sobre o meio ambiente, Conhecido como músico de estúdio, passou boa parte de sua carreira tocando com astros da música popular brasileira como Baden Powell, Antonio Adolfo, Paulo Moura, Raphael Rabello, Carlos Lyra, Claudete Soares, Clara Nunes, Chico Buarque, Egberto Gismonti, Leila Pinheiro, MPB-4, Paulinho Nogueira, Quarteto em Cy, Rosinha de Valença, Sérgio Ricardo, Toquinho, Vinícius de Moraes e Orquestra Sinfônica Brasileira, entre tantos outros. Agora, fez questão de observar que Mário Negrão foi uma marca que o acompanhou durante toda a carreira, pois Negrão é o sobrenome de sua mãe, mas neste segundo resolveu  homenagear o pai, já falecido, motivo pelo qual o sobrenome dele, Borgonovi, é usado no álbum e na assinatura.

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1527 -Dia do Jazz: Hot Club (SP) apresenta canções de Django Reinhardt e Noel Rosa em início de turnê paulista*

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Contemplado pelo ProAc, o espetáculo 111 anos de Django e Noel, do Hot Clube Piracicaba reúne músicas que compõem álbum recém lançado pelo grupo

*Com Rafael Bitencourt e Claudia Assencio, Tempo D Comunicação e Cultura

Com o objetivo de apresentar releituras de canções de dois importantes compositores do início do século passado que até hoje são cultuados em seus segmentos musicais, o Hot Club de Piracicaba (HCP), fará circular por sete cidades do Estado de São Paulo o espetáculo 111 anos de Django e Noel, promovendo apresentações com entrada franca entre abril e agosto. A iniciativa foi aprovada no ProAC Direto e conta com realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, com produção da Empório Produções. E para marcar o Dia Internacional do Jazz neste sábado, 30 de abril, a estreia deste projeto inédito, que conecta a música de Noel Rosa à de Django Reinhardt, não poderia ser em um ponto melhor: o Coreto Elpídio dos Santos, espaço popular que respira música e fica na Praça Doutor Oswaldo Cruz, em São Luiz do Paraitinga, onde as primeiras notas subirão ao ar a partir das 15 horas. Depois, serão contempladas Sorocaba (21/5), Campinas (3/6), Bauru (18/6), Ilha Bela (9/7), Piracicaba (23/7) e, finalmente, Campos do Jordão (6/8).

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1507- Compositor e violeiro Paulo Freire leva canções e causos de Selva, seu mais recente livro, a Londrina (PR)

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Alô amigos e seguidores de Londrina, Bela Vista do Paraíso, Cambé, Sertanópolis, Alvorada do Sul, Ibiporã, Apucarana e cidades paranaenses próximas, vão ouvindo, vão ouvindo: na quinta-feira, 3 de março, o compositor e escritor Paulo Freire promoverá o lançamento do seu mais recente livro, Selva, no restaurante situado na Rua Espírito Santo, 655, no centro de Londrina. A cantoria, como sempre entremeada pelos causos recolhidos dos sertões brasileiros que apenas o violeiro de Campinas (SP) sabe como contar, está marcada para começar às 20h30 e terá a participação especial do multi instrumentista André Siqueira. As reservas deverão ser efetuadas por meio do número de telefone 43 99151-3587 com o máximo de antecipação, pois o estabelecimento limitou o número de mesas à disposição devido às restrições sanitárias de prevenção e combate ao coronavírus (Covid-19). “Tô muito feliz e animado em voltar à Londrina, encontrar os amigos queridos, e poder sapecar na violinha a trilha sonora e contar os causos do novo romance”, disse Freire.

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1506 – Juntos em Sesc paulistano, Zeca Collares (MG) e Renato Teixeira (SP) recordam sucessos das carreiras

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Os cantores e compositores Renato Teixeira e Zeca Collares voltarão a se apresentar, juntos, nos dias 26 e 27 de fevereiro, agora no palco da unidade Bom Retiro do SESC paulistano — ambos já estiveram lado a lado no SESC de Bauru (SP), no final de semana anterior, e em julho de 2019, antes, portanto, da pandemia de Covid-19, quando o projeto em parceria decolou. Os protagonistas estarão coadjuvados por Natan Marques (violão) e Cião (baixo) cantando e tocando sucessos dos repertórios próprios a partir das 20 horas do sábado e das 18 do domingo, com ingresso limitado a quatro por pessoa, em um único CPF, em ambas as rodadas.

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1466 – Marília Corrêa (SP) lança Em Mim, produção autoral independente e de conteúdo crítico social*

#MPB #MúsicaIndependente #SoulMusic #Campinas #CulturaPopular

*Com Agência Social de Notícias, de Campinas (SP)

Álbum de sete faixas que também remete à soul music já está disponível em todas as plataformas digitais nas redes sociais e no sítio virtual da artista

Já está disponível em todas as plataformas digitais e nas páginas sociais de Marília Corrêa o álbum Em Mim, que a cantora e compositora e instrumentista de Campinas (SP) produziu e gravou, reunindo composições autorais e acompanhados de videoclipes. Marília é um dos atuais destaques na rica cena musical campineira por apresentar um repertório autoral com letras fortes e conteúdo crítico social, além de interpretações singulares de clássicos da MPB, da música pop e da black music nacional. Sempre presente em eventos e espaços culturais, Marília também é atração nos bares da cidade nos quais a música ao vivo tem retornado com a redução dos contágios pelo coronavírus.

Marília alia qualidade vocal e um timbre de voz únicos a uma seleção de músicas impecável, o que cativa o público com apresentações calorosas e cheias de energia. O repertório de Em Mim reúne composições autorais que ela escreve desde 2012, produzidas com o apoio de amigos, parceiros e músicos entre os quais o contrabaixista Marcelo Cruz e o guitarrista e produtor musical Maurício Cajueiro. “Em Mim é uma junção de sentimentos, vivências, situações e tudo o que vem acontecendo de dentro pra fora em minha vida”, declarou Marília.É início e o encerramento de um ciclo de quase dez anos”, emendou. “É seguir em frente com esse objetivo de tornar realidade um sonho”.

Das sete músicas do álbum, três já foram lançadas como vídeos clipes: Josias (com a participação da cantora Morena Roas), Mãe e Sinais; o vídeo clipe de Meia Luz está em fase de edição para ser lançado concomitantemente. Além destas, o álbum inclui as canções Pra Você, Onde Está o Amor? e Quem Diria.

A direção e a produção musical do disco são de Maurício Cajueiro, Gustavo Miller cuidou da produção executiva e Pedro Florio atuou como técnico de gravação em algumas faixas. Marcelo Cruz esteve na criação e arranjos em todas as canções, ao lado de Cajueiro e da própria Marília Corrêa. Em Mim conta com as participações de Maurício Cajueiro (nas guitarras), Daniel Gohn, Lazinho Batuck e Turquinho (baterias), Gê Ribeiro (trompete), Marcelo Cruz (contrabaixo), Vinícius Corilow (saxofone), Ding Dong (percussão) Cleberson Abade (piano e teclados), Ruan Spinola (percussão), Carol Blummer (backing vocals) e outros convidados que fizeram participações especiais nas gravações do CD, nos videoclipes, lives e concertos ao vivo.

1410 – Violeira Fabiola Beni (SP) abre 4º Festival Som na Faixa de Música Instrumental

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https://violeirasdobrasil.wordpress.com/

Evento com apresentação de Adriana Farias traz oficinas gratuitas e atrações como Ricardo Vignini, Arnaldo Freitas, Marina Ebbecke, Duo Osni Ribeiro, Neymar Dias e Toninho Ferragutti 

Entre 9 e 18 de julho, a Muda Cultural promoverá o 4º Som na Faixa de Música Instrumental, festival que em edições anteriores impactou mais de 2 milhões de pessoas, segundo os organizadores. As apresentações, com a violeira Adriana Farias, começarão sempre a partir das 19 horas e serão transmitidas pelos canais da realizadora do evento com o propósito de levar entretenimento, arte e cultura ao público em quarentena e incentivar e apoiar talentos da música brasileira, uma das categorias artísticas mais atingidas por conta da pandemia da Covid-19. O Som Na Faixa também contará com oficinas nos dias 10 e 18 de julho.

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1399 – João Paulo Amaral (SP) comemora 20 anos de carreira com álbum que une sonoridade contemporânea às raízes*

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Aço da Terra já está disponível nas principais plataformas digitais com faixas que unem sonoridade contemporânea e inventiva sem abrir mão das raízes tradicionais

*Com Rafael Bittencourt, Tempo D Comunicação e Cultura

Como forma de celebrar seus 20 anos de carreira dedicados à viola caipira e na busca por ampliar seus horizontes sonoros, o músico e compositor João Paulo Amaral, que mora em Campinas (SP), lança hoje, 4 de junho, nas principais plataformas digitais, Aço da Terra. O álbum sintetiza a proposta de buscar uma sonoridade contemporânea e inventiva (Aço), mas sem abrir mão das raízes tradicionais (Terra). O projeto foi financiado com recursos do ProAC Edital (SP) e conta com participação de Alberto Luccas (contrabaixo), Ana Luiza (voz), Cleber Almeida (bateria), Ricardo Herz (violino) e Valdo Amaral, pai de João Paulo, que tem 82 anos. Aço da Terra traz em seu repertório composições instrumentais do violeiro e seus arranjos para canções como Clube da Esquina no 2 (Milton Nascimento, Lô e Márcio Borges) e Cuitelinho (Domínio Público).

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