1444-Violeiro Chico Lobo é atração da edição virtual da Cantoria de São Gabriel (BA)

#MPB #ViolaCaipira #ViolaInstrumental #CulturaPopular #CantoriadeSãoGabriel #Bahia

Público ouvira canções que fazem parte do repertório do mineiro de São João Del Rei, há 40 anos um dos mais destacados artistas caipiras do Brasil

O cantor, violeiro e compositor Chico Lobo está comemorando 40 anos de carreira e será atração da XXIX Cantoria de São Gabriel (BA) nesta sexta-feira, dia 25. No concerto Chico Lobo relembrará à plateia online repertório que passa por suas cantigas mais conhecidas em transmissão ao vivo pelas redes sociais da Fundação Culturarte de São Gabriel. O acesso às atividades será totalmente gratuito. Para Lobo, esta será uma oportunidade para “matar a saudade” da Cantoria de São Gabriel e reencontrar, mesmo que virtualmente, o público, sempre ávido pela boa música brasileira e que sempre o recebeu com muito carinho. O violeiro já esteve em várias edições do evento, em participações memoráveis, seja solo ou ao lado de Pena Branca em Encontro de Raízes, e mais recentemente, com o grupo Violas De Minas. No repertório preparado para a sexta-feira, 25, figuram canções como No Braço Dessa Viola, Zóio Preto Matador e uma releitura de Disparada.

A Cantoria de São Gabriel é um movimento cultural promovido no sertão baiano desde o início da década dos anos 1990 e nestes e 30 anos de trajetória manteve firme seu propósito e essência; As apresentações com atividades de formação, vídeos históricos, bate-papos, shows e intervenções culturais que se iniciaram em maio são próprias para praça pública, pois promovem a diversidade da produção musical e cultural local, do estado da Bahia e do país, com a participação de artistas, mestres da cultura, trabalhadores da economia criativa e produtores culturais. Destinada ao povo sertanejo e aos interessados na cultura popular brasileira, entretanto, nesta edição devido à pandemia da Covid-19 será realizada nas plataformas virtuais, em duas etapas, nos dias 24 e 25 de setembro e nos dias 22 e 23 de outubro. Além de Chico Lobo, contará com artistas e grupos da cultura popular tais quais Socorro Lira, Banda de Pau Corda, Sabah Moraes, Alisson Menezes, Geovana Costa, Luiza Audaz, Paulo Araújo e Morão di Privintina, Babalé, Sacha Arcanjo, Os Hozzanas, Cleber Eduão, Jurandir do Acordeon, Gerri Cunha, Grupo Barlavento, Ana Barroso, Reisado de São Gabriel Roda de São Gonçalo, Reginaldo Manso e os Querubins de São Gabriel, e Filarmônica 25 de Fevereiro

Confira a programação e curiosidades sobre o eventohttps://xxixcantoria.wixsite.com/saogabriel

Chico Lobo é reconhecido como um dos mais ativos violeiros brasileiros. Há mais de 30 anos desempenha papel de “ponte” entre o som do interior de MG; do Brasil e o som contemporâneo. Seu carisma o levou a inúmeros palcos nacionais e internacionais no Canadá, Itália, Portugal, Argentina, Bogotá, Chile e China. Fundou em sua cidade natal, São João Del Rei, o Instituto Chico Lobo, que atende escolas da zona rural com aulas de viola. E, desde 2018, também, está presente na cidade de Santa Cruz de Minas (MG).

Percorrer o mapa mundi da carreira de Chico Lobo é conhecer o Brasil Profundo. O violeiro também idealizou e apresenta os programas de televisão Viola Brasil e de rádio O Canto da Viola. É finalista, mais uma vez, em duas categorias, do Prêmio Profissionais da Música, no qual já foi premiado três vezes como Melhor Artista Raiz Regional (2017, 2016 e 2015). A Viola Brasil Produções também concorre ao prêmio como Produtora Executiva. Já lançou mais de 20 álbuns; dois DVDs e um livro. Maria Bethânia gravou dele Criação no DVD e disco no qual ela festeja de 50 anos, Abraçar e Agradecer. O mineiro retribuiu em Viola de Mutirão – do Sertão Ao Mundo cantando Maria, composta em homenagem à cantora baiana

A Cantoria de São Gabriel é organizada pela Fundação Culturarte, entidade civil sem fins lucrativos constituída em 29 de novembro de 1992 que promove diversos trabalhos de fomento ao desenvolvimento cultural e promoção da inclusão social. Os realizadores do evento são voluntários autônomos, comerciantes, professores, servidores públicos, estudantes, entre outras profissões.

Saibam mais sobre Chico Lobo e leia conteúdos a ele relacionados aqui no Barulho d’água Música clicando no linque abaixo!

https://barulhodeagua.com/tag/chico-lobo/

1428 – Série de quatro apresentações em Belo Horizonte (MG) homenageia centenário do compositor carioca Zé Kéti

#Samba # Bossa Nova #Carnaval #MúsicaBrasileira #CulturaPopular

Renomados artistas nacionais vão se revezar no palco do CCBBB em shows presenciais que serão simultaneamente transmitidos por canal virtual nos mesmos dias do evento

O Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBBBH) apresentará entre 19 e 22 de agosto, sempre a partir das 20 horas, Zé Kéti – 100 Anos da Voz do Morro, realizado pela Duo Produções com idealização e curadoria da publicitária Stella Lima e patrocínio do Banco do Brasil . As quatro rodadas reunirão atrações de diferentes gerações, com o objetivo de enaltecer e perpetuar o legado do cantor e entre os convidados para interpretar as obras do saudoso carioca nascido José Flores de Jesus no bairro Inhaúma estão  João Cavalcanti, Zé Renato, Cristóvão Bastos, Sururu na Roda, Casuarina, Fabiana Cozza, Moacyr Luz e Nilze Carvalho. O projeto integra a programação do mês do aniversário do CCBBBH, que completará em 17 de agosto oito anos de atividade. Simultaneamente, haverá sessões com transmissões virtuais grátis, programadas para os mesmos dias e horários das sessões presenciais pelo canal do Youtube do Banco do Brasil ( www.youtube.com/bancodobrasil)

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1405 – Dupla com 74 anos de histórias de sucessos e mais de 30 prêmios, As Galvão (SP) anunciam final da carreira

#MúsicaCaipira #CulturaPopular #Palmital #Ourinhos #ParaguaçuPaulista

Marilene, a mais nova das irmãs que são joias do universo caipira, tem Alzheimer e devido à doença não consegue mais se lembrar das letras de quase trezentas músicas 

Após 74 anos de carreira e uma trajetória que as consagrou como um dos tesouros da vertente caipira da música brasileira, As Galvão estão deixando o palco e, para tristeza do seu numeroso séquito, vão parar de cantar e de se apresentarem em público. Se já não bastassem a pandemia de coronavírus (Covid-19) e suas múltiplas variantes que vinham impedindo as cantorias das admiradas irmãs, juntas na estrada desde 1947, Marilene (a mais nova, que toca viola) está acometida por mal de Alzheimer, conforme anunciou Mary (Meire, sanfoneira) ao blogue do jornalista André Piunti.

Marilene, aos 79 anos, já não consegue se lembrar das letras das canções do repertório da dupla que soma cerca de 300 letras –muitas das quais ambas ajudaram a imortalizar, como Beijinho Doce, de Nhô Pai, e que encheram mais de 30 álbuns, entre os quais Canta Inezita, que o selo da produtora e gravadora paulistana Kuarup lançou em 2019, com produção e direção de Thiago Marques Luiz em homenagem a Inezita Barroso, com as participações de Maria Alcina, Consuelo de Paula e Cláudio Lacerda. Antes de o disco sair, foi promovida uma concorrida turnê de shows que percorreu várias cidades paulistas.

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1389 – Picuá Produções reúne em Violas de Minas três dos mais importantes violeiros do Brasil

#Viola #ViolaCaipira #ViolaSertaneja #ViolaDe10Cordas #ViolaBrasileira #ViolaInstrumental #MinasGerais #CulturaPopular #FoliadeReis #Batuque #ModadeViola, #Cateretê, #Catira #Toada #Cururu #Congado #PagodeDeViola

Neste domingo, 9 de maio, a Picuá Produções promoverá por meio do canal cujo linque estará ao final desta atualização Violas de Minas, uma produção realizada com recursos do Fundo Estadual de Cultura do Estado de MG (projeto nº 2019.1904.0067) que celebrará o encontro de Chico Lobo, Pereira da Viola e Wilson Dias e revelará mais uma vez a amigos do trio e público em geral a riqueza e a diversidade da viola caipira do estado de Minas Gerais. Os protagonistas, juntos, desfilarão a partir das 11 horas cantigas, todas de seus repertórios, que nos fazem viajar pelas folias, batuques, modas, cateretês, catiras e toadas.

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1386 – Livro de partituras Filó Machado 60/70 Songbook ganha lançamento grátis nas plataformas digitais*

#Chorinho #Choro #MPB #Jazz #CulturaPopular

Integrando o Festival SP Choro in Jazz, a obra tem evento de lançamento no Instagram com Filó Machado e participação de Carlos Badia e Léa Freire. 

*Com Verbena Assessoria

Como parte do projeto do Festival SP Choro in Jazz, que foi promovido entre 15 e 18 de abril, reunindo 22 instrumentistas de destaque na cena paulista, a Belic Arte.Cultura lança Filó Machado 60/70 Songbook nas plataformas digitais, integrando ainda as comemorações dos 60 anos de carreira e 70 de vida do compositor. O evento será hoje, 30 de abril, às 19 horas, em apresentação transmitida pelo Instagram – @festivalspchoroinjazz, com participação de Filó Machado e dos músicos Carlos Badia e Léa Freire. Filó Machado 60/70 Songbook é formado por quinze composições selecionadas pelo próprio compositor, entre sua extensa obra musical jazzística.

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1368 – III Mostra Internacional Violas D’Arame reúne brasileiros e portugueses

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Chico Lobo será idealizador do evento e curador do festival virtual que terá três dias de duração, concertos, oficinas e palestras 

Com recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc, em edital aprovado pela Secretaria de Cultura de Minas Gerais (MG) e com a realização da Viola Brasil Produções, será promovida entre os dias 25 e 27 de março a III Mostra Internacional de Violas D’Arame do Brasil Edição Especial MG/Portugal , com transmissões das atrações pelo canal de YouTube do violeiro Chico Lobo, em http://youtube.com/chicolobooficial. A abertura, na quinta-feira, 25, está programada para as 19h30, com a presença de Leônidas Oliveira, secretário de Governo da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Depois, na sexta-feira, 26, os violeiros convidados vão se revezar em cantorias a partir das 18 horas. O encerramento, no sábado, 27, a partir das 17 horas, prevê palestras e oficinas dos violeiros.

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1338 – Kleztival ganha álbum com 50 gravações de diversos expoentes da música judaica*

Disco que marca 10 anos do festival revela o melhor do estilo klezmer ao redor do globo e artistas como The Klezmatics (Estados Unidos), Polina Shepherd (Inglaterra), Daniel Kahn (Alemanha), Yair Dalal (Israel), e os brasileiros  Nicole Borger, Zemer e Claudio Levitan

* Com Tambores Comunicações

O Kleztival, Festival Internacional da Música Judaica, realizado em São Paulo há 11 anos, colocou o Brasil na rota dos grandes festivais do gênero e é considerado, atualmente, o maior da América do Sul. O evento se equipara em organização, atrações e grandeza aos correlatos promovidos em Israel, Canadá, Polônia, Inglaterra e Estados Unidos; neste ano, por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), a edição precisou ser online, entre os dias 17 e 25 de outubro, mas mesmo no novo formato as audiências não frustraram as expectativas do Instituto da Música Judaica Brasil (IMJ-Brasil). A entidade, que tem mesmo muito a comemorar, para celebrar uma década dos concertos, lançara em 2019 o disco triplo Kleztival 10 Anos, que reúne 50 artistas de diversas partes do mundo e revela que a música é feita com raiz na cultura judaica, às vezes de forma tradicional, em outras, mixando-a a gêneros distintos como bossa ou o hip hop, por exemplo.

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1330 – Chico Lobo lança Alma e Coração, disco criado na pandemia, pela Kuarup

#ViolaCaipira #MinasGerais # CulturaPopular #MúsicaInpendente

O 26º álbum do violeiro mais atuante da cena brasileira chega às plataformas digitais nesta sexta-feira, 13 de novembro, com as participações especiais de Roberta Campos, Luiz Carlos Sá, Drigo Ribeiro e Tatá Sympa

Alma e Coração é o título do 26º disco de Chico Lobo, violeiro natural de São João Del Rei, em Minas Gerais. Com mais de 35 anos dedicados à viola caipira, o artista estreou no mercado fonográfico em 1996, com No Braço Dessa Viola. De lá para, Chico Lobo lançou inúmeros trabalhos, criados a partir de sua inconfundível regionalidade musical, entre os quais há álbuns premiados e elogiados pela crítica. Nesse novo projeto, ele parte de suas raízes, suas convicções, para um encontro com o folk, a balada e o rock rural, mas sem perder a sua essência. Em 13 faixas, ele flerta mais com a modernidade e une a sua viola à instrumentos da cultura pop, como bateria, baixo, violões de aço e teclado.

Com o início do isolamento social em função da pandemia da Covid-19, Chico Lobo sentiu necessidade de compor, de rever conceitos, de se entender mais, reconhecer-se e, sobretudo, reinventar-se, por estar privado de sua lida estradeira de cantoria. Por força do isolamento social, ao ficar privado das viagens e dos palcos, expressou o desejo de uma postura positiva diante das dificuldades que a quarentena impôs a todos; de cantar a esperança de novos tempos. Daí veio a vontade de levar às pessoas, por meio da música, os próprios alma e coração, sentimentos de esperança.

A inquietação e o desejo de Chico Lobo de construir suas pontes, a partir de sua raiz fincada no solo da tradição musical de um Brasil profundo, para dialogar com a contemporaneidade e os grandes centros urbanos, fez surgirem várias canções e assim nascer o projeto do álbum abraçado pela gravadora e produtora Kuarup e  que poderá ser ouvido nas plataformas digitais já nesta sexta-feira, 13, preparando a chegada do álbum físico. O novo disco deste artista sempre inquieto e sempre adepto de parcerias e experimentações conta com as participações especiais de Roberta Campos, Luiz Carlos Sá, Drigo Ribeiro e Tatá Sympa em projeto produzido em cooperativa com os músicos: eles gravaram em seus estúdios, sem precisarem sair de casa, inclusive as vozes nas participações especiais.

A produção de Alma e Coração é do músico mineiro Ricardo Gomes, profissional primordial na concepção do trabalho, que toca também os baixos, os teclados e o violão de nylon. O disco recebeu, ainda, a participação dos músicos de base Léo Pires na bateria, Marcello Sylva nos violões de aço e vocais de Ruly Ballmant, além dos convidados Sérgio Saraiva e Joaollama Miranda.

Chico Lobo canta aquilo em que acredita, o que vive, o que é “sagrado em seu olhar”, os sertões de Guimarães Rosa, os sentimentos de amizade, esperança, e sobretudo canta mais o amor neste trabalho do que em álbuns passados — afinal ele completou 25 anos de casamento com Angela Lopes, que há 26 é sua produtora cultural e manager. Sertão e amor juntos, nesse novo trabalho do artista que também reafirma seu lado compositor. Sua viola, que é pontual na relação com os outros instrumentos, sem a pretensão de ser virtuose, mas necessária para o instrumentista, tece diálogos lindos com os outros músicos. Um sertão que está dentro dele é metáfora de seus valores de vida e outro sertão é espaço físico que se torna recorrente e necessário em suas letras.

Faixa a faixa do novo álbum

1- Sertão: “A mão que se estende ao outro, fortalece nosso viver” abre o álbum com uma sonoridade fortemente rural na qual se destacam os violões de Marcello Sylva e a bela viola de Chico Lobo.

2- Sagrado Em Meu Olhar: apresenta a participação do paulista de Jundiaí, Drigo Ribeiro, que empresta nesta faixa sua musicalidade folk regional. Além de um grande dueto nas vozes, a viola caipira de Chico Lobo se junta à modernidade do instrumento weissenborn executado pelo próprio Drigo Ribeiro.

 3- Caminhos de João: parceria de Chico Lobo com o poeta do norte do Brasil Joãozinho Gomes.  Uma toada emocionante, que faz um caminho pelo grande sertão veredas, por onde andou Guimarães Rosa, referência muito presente na obra musical do artista.

4- Povos da América: Música composta quando Lobo, ao ver a imagem do Papa Francisco na TV, percebeu um “olhar luz de cristal” no pontífice. Tendo já se apresentado em países como Argentina, Chile, Colômbia, o violeiro sempre considerou aa música latina uma forte influência, assim como um espirito de união e esperança nasce a melodia. Destaque para a participação do músico Joaollama Miranda nas quenilla, zampoñas e charango.

5- Sim: música que nasce em pleno isolamento social, em seu terreiro, numa madrugada de insônia, em cuja letra Chico Lobo lembra o início de seu relacionamento com a esposa, o sim dito há 25 anos. Tem uma pegada folk, ponte para a modernidade de sua obra.

6Nós: balada belíssima de Chico Lobo, que se reinventa a cada trabalho lançado. Conta com a presença emocionante de Roberta Campos, num encontro mágico dos dois.

7Desafio: é quase um baião. O violeiro flerta com a música nordestina, que tanto ouviu na juventude. A letra relembra os cordéis, trazendo uma dualidade.

8- Na Toada Dessa Prece: parceria com os poetas Carlos de Jaguarão e Lysias Ênio, a composição traz uma dramaticidade existencial, mística, em tom menor. E destaca o belo acordeom do músico convidado Sérgio Saraiva. O resultado é uma sonoridade única.

9- Alma e Coração: a melodia ressalta o valor do sagrado movimento da alma e do coração e revela mais uma incursão de Chico Lobo pela musicalidade folk, com caprichada levada de viola.

10- Sonhos: Desde sua juventude Chico Lobo curte rock rural, o rock mineiro e aqui ele faz uma junção da sua viola, sua raiz, com esse gênero de rock para cantar o que sempre acreditou. A música tem participação mais do que especial de Luiz Carlos Sá, da dupla Sá & Guarabyra, referência musical para Chico Lobo. Um emocionante encontro musical que destaca a bateria pulsante de Leo Pires.

11- Roda da Vida: vigorosa parceria de Chico Lobo com o pernambucano Tavinho Limma revela a força da tradição de um Brasil profundo, que Chico Lobo canta há tantos anos. É o reafirmar de suas raízes. Como se diz o caminho de casa, “meu pai me ensinou a coragem, vencer as pedras do chão”.

12- Própria História: parceria do violeiro com o poeta e educador mineiro Jorge Nelson. A força e o timbre de arame da viola dinâmica nordestina, nas mãos do violeiro Chico Lobo, remete-nos ao movimento armorial e o canto exuberante de Tata Sympa, parceiro de 30 anos de amizade, dá força a essa faixa. Lobo assume aqui o “ser violeiro”.

13- Quadras: a bela toada fecha o disco, uma parceria de Chico Lobo com Simone Guimarães. A viola dolente de Chico Lobo num dueto com o acordeom brejeiro de Sérgio Saraiva e as bases dos violões de Marcello Sylva entregam uma atmosfera acústica e vintage, quase uma seresta. Parece que Chico Lobo volta no tempo e está a acompanhar o pai seresteiro Aldo Lobo e a mãe Nieta, já falecidos, pelos becos e ruelas de São João Del Rei.

Natural de São João Del Rei, o violeiro Chico Lobo tem mais de 30 anos de carreira e é considerado pela crítica como um dos artistas mais atuantes no cenário nacional na divulgação e valorização da cultura de raiz brasileira. Com mais de 20 discos lançados, dois DVDs, livro e apresentações por todo o Brasil e diversos países como Portugal, Itália, China, Canadá, Argentina, Chile, Colômbia, o músico canta suas raízes e as conecta com nossa contemporaneidade. Folias, catiras, modas, batuques, causos e toques de viola, desfilam com alegria em seus concertos. Venceu por três vezes consecutivas (2015, 2016 e 2017) o Prêmio Profissionais da Música como Melhor Artista Regional, em Brasília (DF). O artista mantém em sua cidade natal o projeto Ensino de Viola nas Escolas Rurais parceria do seu Instituto Chico Lobo, com a administração pública da cidade mineira de São João Del Rei. Em 2015 a cantora Maria Bethânia escolheu sua cantiga Criação, para compor o repertório de seu show e DVD Abraçar e Agradecer, comemorando os 50 anos de carreira. Depois Bethânia, gravou participação no álbum Viola de Mutirão, cantando a moda de viola Maria, que Chico Lobo fez em sua homenagem. Apresentador de TV, de rádio, produtor musical, escritor, cantor, o violeiro inquieto faz com que sua obra torne a aldeia global mais caipira.

Especializada em música brasileira de alta qualidade, o acervo da produtora e gravadora Kuarup concentra a maior coleção de Villa-Lobos em catálogo no país, além dos principais e mais importantes trabalhos de choro, música nordestina, caipira e sertaneja, MPB, samba e música instrumental em geral, com artistas como Baden Powell, Renato Teixeira, Ney Matogrosso, Wagner Tiso, Rolando Boldrin, Paulo Moura, Raphael Rabello, Geraldo Azevedo, Vital Farias, Elomar, Pena Branca & Xavantinho e Arthur Moreira Lima, entre outros.

Além desta eclética galeria de cantores e duplas cujos trabalhos já lançados formam o acervo de álbuns, também é possível ao internauta que visita o portal da Kuarup, entre outras atividades no campo da produção cultural, saber pela guia Notícias as novidades que estão chegando para reforçar este precioso catálogo e, ainda, ouvir seleções de músicas disponíveis na plataforma Spotify (playlists) apresentadas por temas e recortes dos mais diversificados, revelando a riqueza de sonoridades e de gêneros que a empresa guarda. Uma das preferidas aqui na redação do Barulho d’água é a Pé No Sertão Kuarup (clique no nome da lista para ouvi-la). O endereço eletrônico que leva ao botão que abre as playlists é http://www.kuarup.com.br/spotify/  

 

Kuarup Música/Rádio e TV www.kuarup.com.br:

Telefones: (11) 2389-8920 e (11) 99136-0577    

Rodolfo Zanke rodolfo@kuarup.com.br

1273 – Sesc Belenzinho recebe Zé Geraldo e banda para lançamento de Hey Zé!, pela Kuarup

Álbum de onze faixas, uma das quais uma versão de clássico cantado por Hendrix, traz participações especiais da filha  do cantor e compositor mineiro, Nô Stopa, Chico Teixeira, João Carreiro e Duofel

O ano de 2020 começará com um presente para os admiradores e amigos do cantor e compositor mineiro Zé Geraldo: três dias seguidos de shows na unidade Belenzinho do Sesc paulistano, entre 3 e 5 de janeiro, para lançamento de Hey Zé! 17º álbum da carreira do consagrado autor de Cidadão, Milho aos Pombos e Senhorita, entre outros sucessos. Hey Zé! é uma parceria do selo Sol do Meio Dia com distribuição da produtora e gravadora Kuarup e um exemplar do álbum nos foi gentilmente enviado pela Kuarup, à qual agradecemos a toda equipe em nome de seu diretor artístico Rodolfo Zanke, enviando nossos votos de um feliz Ano Novo.

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1252 – Ouça clássicos brasileiros, de Violeta Parra e dos Beatles em disco de Ulisses Rocha com cello, baixo elétrico, trompete e viola caipira

Destacado violonista e compositor carioca que integrou o D’Alma é um dos mais influentes da atual geração brasileira, admirado por um estilo inconfundível que transita entre os mundos da música brasileira,da música erudita e do jazz 

O Quinteto, álbum instrumental de Ulisses Rocha, lançado em 2017, abriu as audições matinais que promovemos todos os sábados aqui no boteco do Barulho d’água Música, em São Roque (SP), neste dia 26 de outubro. Gravado com 10 faixas que são releituras de clássicos universais de músicos de diversos estilos — de João do Valle e Luiz Vieira a John Lennon e Paul McCartney, passando por Violeta Parra, Heitor Villa Lobos, Luizinho e Teddy Vieira e chegando a Milton Nascimento — O Quinteto reúne, além de Ulisses Rocha: Raïff Dantas Barreto (cello), Vitor Loureiro (baixo elétrico), Walmir de Almeida Gil (trompete) e Ivan Vilela (viola caipira), oferecendo um mini-concerto que poderá ser apreciado tanto no portal eletrônico do autor, quanto em várias plataformas digitais nas quais estão disponíveis, ainda, várias outras joias da discografia de Ulisses Rocha, trabalho que totaliza 16 discos e inclui os produzido ainda como integrante do extinto grupo D’Alma, fora as participações em álbuns de amigos e parceiros de estrada.

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