764 – Laiza Moraes encerra em Beagá temporada do Elas, projeto que destaca cantoras mineiras

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Laiza Moraes, além de cantora e intérprete, é atriz e incorpora elementos de danças em suas apresentações (Fotos: Divulgação, acima, e Denis Dias, no destaque)

Laiza Moraes, cantora, compositora e instrumentista da nova geração da MPB encerrará o projeto Elas protagonizando show com canções autorais e releituras de sucessos como Conto de Areia, de Paulo César Pinheiro, imortalizada na voz de Clara Nunes; Desenredo, parceria de Dori Caymmi com Paulo César Pinheiro; e Baião Barroco, de Juarez Moreira, dentre outras. A apresentação de Laiza Moraes começará às 19h30 da terça-feira, 15, no Cine Teatro Brasil, situado na Praça Sete de Setembro, bem no Centro de Belo Horizonte, entre as avenidas Afonso Pena e Amazonas.

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712 – Pereira da Viola é atração de mais uma rodada do projeto Canto & Viola em Belo Horizonte (MG)

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Se melhorar vira rapadura, uma alegria astronômica: um dos mais aclamados e queridos violeiros caipiras do Brasil, o mineiro Pereira da Viola, oriundo de São Julião, distrito de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, cantará e tocará nesta quarta-feira, 4, a partir das 19h30, no Cine Teatro Brasil Vallouréc, situado em Belo Horizonte. José Rodrigues Pereira, o Pereira da Viola, é convidado dos produtores culturais Luiz Trópia e Tadeu Martins e animará mais uma rodada do projeto Canto & Viola trazendo ao público canções derivadas das pesquisas que empreende sobre a cultura popular no norte das Alterosas, especialmente o Vale do Jequitinhonha, uma das regiões mais pobres do Brasil, mas ricas em diversos tipos de manifestações artísticas e religiosas, além de sucessos de sua carreira marcada por canções autorais que expressam com delicada poesia a força e a magia da viola brasileira.

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684 – É vez de Bilora Violeiro no Cine Teatro Brasil Vallouréc, palco do projeto Canto e Viola, em Beagá

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O violeiro, cantador e compositor Bilora voltará a se apresentar no projeto Canto & Viola nesta quarta-feira, 14, a partir das 19h30, agora no palco do Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil, situado na praça Sete de Setembro ntre a rua dos Carijós e as avenidas Afonso Pena e Amazonas, no coração de Belo Horizonte (MG). Bilora, que já foi atração da primeira temporada do projeto de Luiz Tropia e Tadeu Martins, promovida em 2011, agora cantará acompanhado pelo também violeiro Cícero Gonçalves. Para saber mais e comprar ingresso há o (31) 2626-1251
e também o linque http://www.compreingressos.com/espetaculos/5125-projeto-canto-e-viola-apresenta-bilora-teatro-da-camara.

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641- No coração de Beagá, Cine Teatro Brasil Vallouréc promove projetos culturais com foco na diversidade e na democratização

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O Cine Theatro Brasil Vallourec, localizado na Praça Sete de Setembro, um dos mais emblemáticos pontos de encontro e de convivência de Belo Horizonte. capital mineira, oferece a quem mora na capital mineira e cidades do entorno ou está de passagem variada programação que no campo musical. Como boas pedidas e exemplos, além dos projetos mensais Canto & Viola e Elas de Minas, ambos coordenados por Luiz Trópia e Tadeu Martins, o público costuma assistir a shows de expoentes como Hermeto Pascoal e Rafael Marcelo, atrações da noite de quinta-feira, 10, pelo projeto Meio de Campo. Antes da apresentação do Bruxo, quem estava no calçadão da rua Carijós pode curtir o animado Trio Lampião, destacado para animar o projeto Quintas Musicais. Os músicos, instalados em uma sacada lateral do prédio, durante mais de uma hora fez a plateia cantar e dançar ao som de forrós consagrados de autores como Luiz Gonzaga e Dominguinhos.   

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Em 2 e 3 de outubro o Cine Teatro Brasil receberá Maria Gadú, em ambas as datas a partir das 21 horas, com apoio e participação do diário Em Tempo.  O prédio ocupa a esquina das avenidas Amazonas e Afonso Pena com a Carijós e possui 8,3 mil m² de área construída, divididos em sete pavimentos. Fundado em 1932, é o primeiro edifício de estilo art-decó de Beagá e em um tempo no qual os filmes ainda eram mudos e em preto e branco, atraiu para as duas sessões de estreia mais de 5.000 pessoas. Até 1999, quando exibiu um filme pela última vez, colocou em cartaz os principais sucessos de bilheterias neste período de atividades. Fechado, só reabriu as portas em 9 de outubro de 2013, após ampla reforma para restauração e readequação de espaços iniciada em 2007 pela Fundação Sidertube e sua patrocinadora, a Vallourec, empresa líder mundial em soluções tubulares premium.

O imóvel atual possui dois teatros, com 1.000 lugares e com 200 lugares, respectivamente; dois andares de espaços museográficos; espaço multiuso para até 500 pessoas, além de um restaurante, uma cafeteria, loja e áreas de convivência. Todos os ambientes receberam isolamento acústico e contam com ar condicionado central. Para quem gosta de cafés, a dica é experimentar a bebida que leva o nome da casa, a opção Café do Cine Teatro, servido com um agradável xarope de macadâmia.

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O Cine Teatro Brasil Vallouréc acolheu com muita simpatia a reportagem do Barulho d’água Música em ambos os eventos que o blogueiro Marcelino Lima acompanhou, o show Pedra de Luz, de Paulo Mourão, com Adriana Lopes e Sal Ribeiro (na quarta-feira, 9, pelo Canto & Viola) e a forrozoaria com o Trio Lampião. E agradece ao diretor Rondinelli Duque e a toda a equipe que apoiaram o trabalho do jornalista, facilitando sua circulação pelos ambients do prédio para registros e fotografias.

A casa de espetáculos adotou como missão promover o resgate histórico e patrimonial de um dos mais conhecidos espaços culturais de Belo Horizonte e em seu cumprimento promove a diversidade cultural por meio da realização de programas voltados às diversas linguagens artísticas. A meta desta visão é transformar o Cine Theatro Brasil Vallourec em um centro de referência em ações de promoção e valorização da diversidade cultural do país, constituindo-se em um espaço multidisciplinar para a convivência e desenvolvimento das atividades artísticas, praticando como valores a ética, a diversidade, e a democratização como formas de obtenção de credibilidade.

Programação de setembro do projeto Quintas Musicais, sempre a partir das 18 horas:

17 – Liz Eulália (MPB) / 24 Desvairados e Choro no Parque

636 – Paulo Mourão e Adriana Lopes apresentam Pedra de Luz, novo show do projeto Canto & Viola, em Belo Horizonte (MG)

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O violeiro, autor e cantor Paulo Mourão junto com a cantora e professora de canto Adriana Lopes,  apresentará seu novo show, Pedra de Luz, na quarta feira, 9, a partir das 19h30, no Cine Teatro Brasil Vallourec, situado em Belo Horizonte (MG), em mais uma rodada do projeto Canto & Viola, coordenado por Luiz Trópia e Tadeu Martins. Pedra de Luz tem direção artística de Regina Milagres e contará, ainda com a percussão de Sal Ribeiro. “Trata-se de um momento de catarse nos meus 18 anos de carreira”, relata o artista, acrescentando que a união com Adriana Lopes fez crescer em muito as interpretações e que a direção de Regina Milagres é fantástica, precisa: “Até o silêncio faz parte do show!”

Com seis álbuns lançados, Paulo Mourão conhece o Brasil na palma da mão. O violeiro destaca que “carrega o mundo no oco da viola” e, intuitivo, viu na junção com Adriana Lopes o caminho para encher de flores sua própria trajetória. Jornalista com 38 anos de atividades, não faz concessões ao mercado, não confunde cultura com entretenimento e prega: alegria não é palhaçada! 

Ao longo de seus 60 anos morou praticamente em todo país. Onde não residiu, trabalhou em reportagens. “Conheço lugares que sequer nomes tinham!”, conta, ciente de que traz na bagagem o aprendizado da solidariedade, do respeito e um compromisso com o sentimento de ser brasileiro. “Canto o Brasil menino, o Brasil da minha infância, da minha lembrança do futuro, pois no meu coração não há sentimento obscuro”, garante com a contundência que o caracteriza. “Canto com jeito, com muito respeito, com uma força bonita que vem do fundo do peito”, prossegue, antes de complementar: “Canto pra saudar os Preto-Veio, os Caboclos, os Juremeiros, os Hoasqueiros; canto o povo brasileiro pra mostrar pro mundo inteiro a Força, a beleza, a bondade e a humildade do Grande Terreiro brasileiro: Saravá meus irmãos, Saravá!”

Também poeta, Paulo Mourão insiste: “Não há poesia sem o sentimento verdadeiro de Humanismo!” Por tais posturas sua trilha no mundo da viola encontra resistências, mas guerreiro velho, acostumado a muitas pressões (algo que é inerente e uma das características mais presentes em sua exigente profissão), segue seu caminho.

Em Pedra de Luz o convidado de Trópia e Martins não contará causos, declamará poemas. Entre eles, há dois, de dois autores baianos, Quito Nonato e Azulão Baiano. “Meu dom quem me deu foi Deus”, observa, taxativo. “Ganhei por merecimento. Eu canto com alegria para trazer bom sentimento. Em meio às estrelas do céu, em meio às estrelas do Mar, tem um segredo bonito, eu vim aqui te contar: tem areia, tem areia, no fundo do mar mora a Sereia.”

O projeto Canto & Viola oferece mensalmente apresentações de expoentes da viola caipira nascidos em Minas Gerais, sempre no Cine Teatro Brasil Vallouréc, com coordenação de Luiz Trópia e Tadeu Martins. O palco das cantorias fica na Avenida Amazonas, 315, Centro de Belo Horizonte. Para saber mais e comprar ingresso há o (31) 2626-1251

Programação do Canto & Viola 2015

9 de setembro – Paulo Mourão ||14 de outubro – Pereira da Viola ||25 de novembro – Bilora Violeiro|| 16 de dezembro – Chico Lobo

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629 – Projeto Elas promove em Beagá segundo show, agora com Déa Trancoso, no Cine Teatro Brasil

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A cantora Déa Trancoso dará prosseguimento nesta terça-feira, 1º de setembro, ao projeto Elas, coordenado por Luiz Trópia e Tadeu Martins, dupla que também coordena o Canto & Viola — que uma vez por mês ocorre em Belo Horizonte com um  violeiro das Alterosas. A apresentação de Déa Trancoso está programada para começar às 19h30, no palco do Teatro de Câmara Cine Brasil. O repertório mesclará músicas que ela gravou em 25 anos de carreira que fazem parte dos álbuns O violeiro e a cantora (2000), com Chico Lobo; Tum Tum Tum (2001), Serendipity (2013) e Flor do Jequi, com Paulo Bellinati (2013), além de canções inéditas que incluirá em novo trabalho, previsto para 2016. 

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621- Ivan Vilela é atração da rodada de agosto do projeto Canto & Viola, em Belo Horizonte (MG)

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O  compositor, professor e pesquisador Ivan Vilela será a próxima atração do projeto Canto & Viola, que oferece mensalmente apresentações de expoentes da viola caipira nascidos em Minas Gerais, sempre no Cine Teatro Brasil Vallouréc, com coordenação de Luiz Trópia e Tadeu Martins. Ivan Vilela estará no palco nesta quarta-feira, 26, a partir das 19h30. O Cine Teatro Brasil fica na Avenida Amazonas, 315, Centro de Belo Horizonte. Para saber mais e comprar ingresso há o  (31) 2626-1251

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613 – Ivan Vilela recebe Tavinho Moura para primeiro concerto de série do Sesc Pinheiros (SP) sobre viola erudita

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O violeiro e músico Ivan Vilela (Itajubá/MG) coordenará como curador, entre agosto e dezembro, a Série Erudita Viola em Concerto, que transcorrerá no Sesc de Pinheiros, bairro paulistano, e oferecerá concertos, palestras e masterclasses com o intuito de desvendar a viola caipira desde os primórdios do instrumento até o contexto contemporâneo. O próprio Ivan Vilela abrirá o projeto, já nesta quarta-feira, 19, a partir das 19 horas, com entrada franca, distribuída com uma hora de antecedência. O curador abordará no Auditório do terceiro andar, durante sessenta minutos, a trajetória da viola desde as origens há aproximadamente 800 anos até alcançar a atualidade, época na qual, além de ter se consolidado como porta-voz da cultura popular de diversas regiões brasileiras, conquista espaço como objeto de estudo e contemplação no meio acadêmico.

Após a palestra ministrada por Ivan Vilela haverá o primeiro concerto da série, com Tavinho Moura (Juiz de Fora/MG), a partir das 20h30, e para o qual o ingresso custará entre R$ 7,50 e R$ 25,00. Tavinho estará de volta ao Sesc Pinheiros no dia seguinte, desta vez para masterclass a partir das 18 horas, com duração de 120 minutos,  na Sala de Múltiplo Uso que fica, também, no terceiro andar.

Sobre os músicos

Ivan Vilela é doutor em Psicologia Social e mestre em Composição Musical, além de músico, pesquisador e professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (USP), onde leciona História da Música Popular Brasileira, Viola Brasileira, Rítmica e Percepção Musical. Como curador da Série Erudita Violas em Concerto planeja promover um mergulho no universo da viola caipira, que surgiu há cerca de oito séculos percorrendo, inicialmente, caminhos diversos pelo mundo lusófono.

Herdeira direta do Oud, instrumento persa do século VI, a viola deriva de um dos maiores berços de instrumentos de cordas dedilhadas do mundo, a Península Ibérica. Com ela nos braços, portugueses atravessaram o mar durante o período das grandes navegações, possibilitando, assim, a inserção do instrumento em outras terras fora da Europa. Ivan Vilela também atua como solista e junto a grupos de câmara no Brasil e no exterior, tem livros sobre o tema e outros assuntos relativos à cultura popular, além de vários álbuns.

Tavinho Moura tem mais de uma dezena de álbuns de canções e instrumentais gravados. Seu primeiro trabalho como compositor foi para o cinema, na trilha sonora do filme O Homem de Corpo Fechado, de Schubert Magalhães. Depois algumas de suas obras ficaram consagradas e estão gravadas por artistas e grupos como Milton Nascimento, Beto Guedes, Almir Sater, Boca Livre, 14 Bis, Flávio Venturini, Simone, Pena Branca e Xavantinho e Engenheiros do Havaí. O mais recente álbum, Minhas Canções Inacabadas, foi finalista do Grammy Latino. É um dos fundadores do Clube da Esquina.

Paralelamente ao trabalho musical, Tavinho Moura dedica-se à composição para cinema e também é fotógrafo, além de escritor. Na área do cinema recebeu prêmios como melhor autor de trilha sonora nos festivais de Gramado (RS) e de Brasília (DF), ambos em três ocasiões; prêmio da crítica de São Paulo e Minas; e Coruja de Ouro. É autor dos livros Maria do Matué – Uma estória do Rio São Francisco e Pássaros Poemas – Aves na Pampulha, com imagens que clicou durante caminhadas junto à Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte (MG). O livro Maria do Matué traz encartado o disco Rua do Cachorro Sentado

Para o concerto de Tavinho a venda estará limitada a quatro ingressos por pessoa e não se admitirá a entrada após o início.

“Tocar viola é a afirmação da virtude; tocar viola se transforma em algo essencial. Quando componho na viola visito seu universo, seu social, o sertão, e experimento a sensação de fazer parte da história”, declara Tavinho Moura, que em sua masterclass (aula sobre técnica, processos de criação e recursos utilizados, sobre o instrumento) compartilhará com o público suas experiências pessoais e profissionais como violonista.

Mais Ivan Vilela

28/08, Sesc Itaquera (SP), 14 horas: História da Viola, grátis ウ 22/08, Sesc Itaquera, 14 horas: Do Corpo à raiz, com a Companhia Dançavidal ウ 26/08, Cine Theatro Brasil Valouréc, Belo Horizonte (MG), 19h30: Canto & Viola ウ 29/08, Sesc Itaquera, 15 horas: NóisCaipira

 Endereços das unidades e mais informações sobre o Sesc disponíveis em http://www.sescsp.org.br

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Letícia Leal e Jefferson Cária lançam Viola Maviosa em nova rodada do projeto Canto&Viola, em Beagá (MG)

 

Os violeiros Letícia Leal e Jefferson Cária são as próximas atrações do projeto Canto & Viola, que Luiz Trópia e Tadeu Martins promovem em Beagá (MG), com shows sempre na última quarta-feira do mês, no Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil Vallourec. Letícia e Jefferson Cária ocuparão o palco a partir das 19h30 neste 29 de julho para lançarem o projeto Viola Maviosa, que une dois músicos de estilos distintos e comprova que a viola pode tanto tocar clássicos do cancioneiro caipira, quanto de outras vertentes. O repertório inclui entre algumas composições consagradas pelo público Cuitelinho, Chora Viola e Trem do Pantanal, além de temas autorais dos convidados de Trópia e Martins.

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Em  um meio predominantemente masculino, Letícia Leal se destaca pelo toque de viola limpo e peculiar que o levou à final de concurso para eleição de Melhor Violeiro realizado pelo programa Terra de Minas, da Rede Globo Minas e a se apresentar em vários outros canais de televisão e palcos por todas Minas Gerais. Já Jefferson Cária, violeiro, cantor e compositor, é divulgador da música caipira de raiz. Começou a carreira em 2012 e seu repertório alterna composições próprias e clássicos da música caipira de raiz. Também já esteve em variados programas de televisão e de rádio, além de concorrer em festivais pelas Alterosas. Em 2013, Jefferson Cária ganhou o prêmio de Melhor Letra no I Festival Mineiro de Viola Caipira, realizado pelo IBVC (Instituto Brasileiro de Viola Caipira),  e entregue a ele no SESC Palladium, em Belo Horizonte.

O projeto Canto & Viola, criado e coordenado desde 2011 por Luiz Trópia e Tadeu Martins, conta com o apoio da Viola Brasil, do violeiro Chico Lobo, e somente neste ano já levou ao público shows com Wilson Dias, Guilherme Faria, e Rubinho do Vale. Depois de Letícia Leal e Jefferson Cária, estão programados Ivan Vilela (26 de agosto); Paulo Mourão (30 de setembro);  Pereira da Viola (14 de outubro), Bilora Violeiro (25 de novembro) e Chico Lobo (16 de dezembro). O endereço do Cine Teatro é rua dos Carijós, 258, Praça Sete, em Belo Horizonte.

 

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Rubinho do Vale é atração de mais uma rodada do Canto & Viola, em Beagá (MG)

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O projeto Canto & Viola terá mais uma rodada nesta quarta-feira, 24, quando a atração será o menestrel Rubinho do Vale, nascido em Rubim, cidade situada no Vale do Jequitinhonha (MG).  O menestrel que é mais conhecido por cantar seus sucessos ao violão, nesta apresentação marcada para começar às 19h30 tocará acompanhado por Maria das Dores, nome que escolheu para batizar sua viola caipira. O repertório terá músicas autorais e canções que marcaram a vida de Rubinho do Vale desde a infância, presentes na discografia de quase 30 álbuns que inclui discos para o público infantil, produzidos ao longo de 35 anos de carreira. O mais recente, Estrada,  tem a participação do filho, Davi Botelho, do violeiro Ivan Vilela, do cantor, compositor e bailarino pernambucano Antônio Nóbrega e da cantora Fernanda Takai.

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