1316 – Documentários e acervo de entrevistas com violeiros do Distrito Federal estreiam na internet

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Mosaicos, rosetas, colchas, balaios, picuaios, colagens. Imagens e figuras de linguagem que talvez expressem um pouco da diversidade de culturas que se encontram no Distrito Federal, a “Arca de Noé Cultural” a que se referiu o violeiro Zé Mulato (mineiro residente em Brasília desde 1973). Esta diversidade se expressa no corpo e na voz, nos modos de contar e de cantar. Nos sotaques, gestos, linguagens, olhares, faces, jeitos, trejeitos, sonoridades e tonalidades próprias de cada um. Nas diferentes visões de mundo e horizontes de expectativa. Na multiplicidade de toques e ritmos da viola caipira e na variedade de modalidades da cantoria repentista. 

Sextilha. Moda de viola. Quadrão. Catira. Martelo agalopado. Toada. Matuto do pé rachado. Pagode. Mourão voltado. Cururu. Quadrão perguntado. Cateretê. Voa sabiá. Querumana. Coqueiro da Bahia. Canção rancheira. Martelo alagoano. Chalana. Galope à beira-mar. Rasqueado. Mourão em cinco. Guarânia. Quadrão mineiro. Choro. Gabinete. Me responda cantador. Cada uma destas palavras é uma janela para um universo de saberes, práticas, memórias, modos de ser, de fazer e de lembrar. Cada um destes ritmos e gêneros é arte com regras, métodos, liberdades, métricas, éticas e estéticas próprias e que, por sua riqueza poética, musical, cultural e social, merecem ser cada vez mais reconhecidos e valorizados publicamente.

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Casa do Núcleo (SP) recebe Sahib Pashazadeh e Kyungso Park, atrações do Azerbaijão e da Coréia do Sul

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Sahib Pashazadeh, músico do Azerbaijão  que toca Tar,  um instrumento tradicional da cultura do país asiático, vai fazer uma apresentação especial na Casa do Núcleo nesta terça-feira, 21 de julho, a partir das 21 horas. Sahib Pashazadeh está de no Brasil para participar de uma residência artística que transcorrerá  durante o Festival da  Serrinha- Bragança, que prosseguirá até 26 de julho em Bragança Paulista (SP).

Músico versátil no repertório mugam (a música tradicional local) e em música de câmara e sinfônica, Sahib nasceu em Baku, a capital do Azerbaijão.  Formado em Mestrado pelo Conservatório Nacional de Música, em 2005, é desde então professor naquela instituição. Coleciona importantes  prêmios em competições nacionais e nos Festivais  de Música Fajr, em Teerã (capital do Irã), Caspian-Sea of Friendshipl, em Aktau, Cazaquistão, e Niagara Chamber Music Festival, no Canadá.

O Serrinha apresenta shows nesta 14ª edição em todos os sábados. Tatá Aeroplano e Canções Velhas Para Embrulhar Peixes se apresentaram em 4 de julho, seguidos por Criolina (11/7); Márcia Castro e Mayra Andrade (18/7). Otto será a atração de 25/7 e, uma semana depois, será a vez do Bixiga 70. Além das apresentações músicas, há  workshops e palestras de artes visuais, cinema e fotografia.

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Dois dias depois de receber Sahib Pashazadeh, a Casa do Núcleo terá no palco Kyungso Park, musicista contemporânea de Gayageum, tradicional instrumento da Coréia do Sul. Kyunsgo é compositora e improvisa dinamicamente com sua vasta gama de músicas desde a tradicional local à vanguarda da música experimental. Ela tem dado concertos em todo os Estados Unidos, Europa e Ásia. Atualmente, faz doutorado na Seoul National University.

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Imagens captadas no Festival de Serrinha (Fotos: Marcelo Delduque, Talita Virginia, Walter Costa)

Serviço

Sahib Pashazadeh
Data: 21 de julho, às 21 horas

Kyungso Park
Data: 23 de julho, às 21 horas

Abertura da Casa às 20 horas
Endereço: Rua Padre Cerdá, 25, Alto de Pinheiros (SP)

Capacidade: 70 pessoas
Aceita Cartão de crédito, débito e dinheiro (não tem estacionamento)
Ingresso: R$35

Classificação indicativa: livre
Venda de ingressos: Bilheteria da Casa do Núcleo ( segunda à sexta de 12h às 18h) ou site www.casadonucleo.com.br.

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