1233 -Violeiro Paulo de Lins (SP) lança “Paisagens da Alma”, na Escola Waldorf Francisco de Assis

Disco com direção musical de Zeca Collares traz 10 faixas, todas compostas pelo cantor – que cresceu ouvindo Zé Bettio e Clube da Esquina –, em parcerias com Tânia Baptista, Alcides Bernardi e Eduardo Américo.

O violeiro e cantador da música brasileira Paulo de Lins vai ser atração no sábado, 21 de setembro, na Escola Waldorf Francisco de Assis (EWFA), estabelecida na cidade de São Paulo. Na ocasião, Paulo de Lins promoverá o lançamento do seu primeiro disco autoral, Paisagens da Alma, em concerto previsto para começar às 19 horas e que integra a agenda de eventos em comemoração aos cem,anos da Pedagogia Waldorf. O público poderá acompanhar, ainda, apresentações especiais do coral de pais, coral de alunos e orquestra da EWFA. Paulo de Lins tocará acompanhado pelo grupo Cantares, que reúne Aninha Freire (contrabaixo), Cláudio Torezan (violão) e Eduardo Gianesella (percussão). O valor da entrada para prestigiar a cantoria está estabelecido em R$20 e toda a renda do evento será revertida para os projetos pedagógicos da EWFA. Crianças até 7 anos não pagarão.

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1174 Socorro Lira lança “Cantos à Beira-mar”, 12º álbum da carreira, inspirado em primeira romancista brasileira

 Apresentação no Auditório do Ibirapuera terá participação da escritora Maria Valéria Rezende, da acordeonista Cimara Fróis e da cantora Fabiana Cozza. Maria Firmina dos Reis (MA) é contemporânea de Castro Alves, mas destacou-se antes dele por escrever obra abolicionista*

A cantora, compositora  e poetisa de Brejo do Cruz (PB) Socorro Lira lançará Cantos à Beira-mar, 12º álbum da carreira, que reúne dez composições autorais a partir de poemas da escritora e poeta, professora e abolicionista negra maranhense Maria Firmina dos Reis. O nome do álbum da paraibana radicada na cidade de São Paulo é uma referência ao título do livro de poesia Cantos à Beira-mar, de Maria Firmina, lançado em 1871 pela autora que é considerada a primeira romancista brasileira, antecedendo em dez anos Castro Alves, baiano que escreveu Navio Negreiro (1869) com o romance antiescravagista Úrsula (1859), cuja temática é abolicionista.

A apresentação de estreia de Cantos à Beira-mar está prevista para começar às 19 horas do domingo, 14 de abril, no Auditório Oscar Niemeyer do Complexo do Ibirapuera, em São Paulo (ver guia Serviços).

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1167 – Trio que Chora lança Onze, segundo álbum do grupo paulistano, no Atelier Paulista

Novo disco segue a linha do álbum de estreia, Setembro,  destacando a diversidade rítmica brasileira por meio da fusão do choro com o baião, frevo, samba, marabaixo, boi e arrasta-pé entre outros gêneros

O Trio que Chora, formado por Martha Ozzetti (flauta), Rosana Bergamasco (violão sete cordas) e Cássia Maria (percussão e voz) lançará na quarta-feira, 20 de março, o segundo álbum de sua trajetória, Onze, que renovará a discografia aberta com Setembro (2012). A apresentação, com entrada franca, deverá começar a partir das 20h20 horas, no Atelier Paulista, situado na rua rua Amália de Noronha, 301,  Sumarezinho, bairro da região de Pinheiros, em São Paulo.

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1145 – Colabore com “Além da expansão dos desertos”, primeiro álbum solo de Anabel Andrés (SP)

Campanha aceitará contribuições até 3 de março e de acordo com o cronograma da integrante do Vozes Bugras disco deverá ser lançado em julho

A cantora, bailarina e compositora Anabel Andrés, uma das integrantes do grupo paulistano Vozes Bugras, está promovendo campanha pela plataforma de vaquinha virtual Catarse para arrecadar contribuições entre amigos e fãs e custear o lançamento, que ela planeja para julho, de Além da Expansão dos Desertos, álbum solo que reunirá composições próprias e parcerias para celebrar e cartografar parte da jornada artística dela. Os depósitos partem de R$ 25,00 e poderão ser efetuados até às 23h59 de 3 de março. As recompensas vão da divulgação do nome do contribuinte nas redes sociais e em blogue até um pacote que incluirá 10 discos, oficina de 120 minutos de canto e dança para curar ou de percussão corporal para até 25 pessoas, a colocação de logomarca entre os patrocinadores do disco e uma apresentação em São Paulo ou cidades até 200 quilômetros da Capital do estado de São Paulo.

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972 – Com “Cores do Atlântico”, Socorro Lira concorre a mais um Prêmio da Música Brasileira

A cantora, compositora e escritora Socorro Lira é uma das finalistas do 28º Prêmio da Música Brasileira, que será entregue aos vencedores de 2017 em 19 de julho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A paraibana de Brejo do Cruz radicada em São Paulo concorre ao troféu de Melhor Cantora Regional com a catarinense de Joinville Ana Paula da Silva (Raiz Forte) e a paraense Dona Onete (Banzeiro) com o livro-álbum Cores do Atlântico —  lançado pelo selo Pai Música para Espanha e Portugal em 2010 e com edição brasileira em 2016 pela Latus Editora (UEPB) –, obra que apresenta uma nova perspectiva sobre as cantigas de amigo a partir de uma dupla dimensão, a teórica e a musical. No primeiro caso, Cores do Atlântico oferece inédita argumentação sobre a origem de uma tradição oral, sustentada por mulheres, conforme tese defendida pela holandesa radicada na França Ria Lemaire. Do ponto de vista musical, consegue-se moderna abordagem da melodia das cantigas por meio da integração de sonoridades galegas, portuguesas, africanas com ritmos brasileiros como ciranda, samba, batuque, baião, congo, aboio e toada nordestina, revelando um rico patrimônio comum a três continentes banhados pelo oceano. 

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889 – Jean e Joana Garfunkel cantam e interpretam poemas de Mário de Andrade no Imagens do Brasil Profundo (SP)

Em nova rodada da terceira temporada do  Imagens do Brasil Profundo, o curador Jair Marcatti receberá nesta quarta-feira, 15 de junho, a partir das 20 horas, Jean e Joana Garfunkel. Pai e filha conduzirão a plateia por uma viagem pela obra do patrono do projeto, o poeta e escritor Mário de Andrade a partir do palco do auditório Rubens Borba de Moraes da da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A ida pelo universo do modernista se dará por meio da declamação e interpretação de poemas como Eu sou trezentos e outros textos  consagrados do autor de Paulicéia Desvairada.

 

Jean e Joana Garfunkel juntos coordenam o projeto Canto Livro desde 2006. Ele é poeta, escritor. letrista e compositor com obras gravadas por intérpretes como Elis Regina, Zizi Possi, Margareth Menezes e Maria Rita – foi convidado a cantar num projeto dedicado a Guimarães Rosa por conta de sua pesquisa e visitas à cidade Morro da Garça, próxima à terra natal do escritor, Cordisburgo (MG). Paralelamente ao trabalho com o Canto Livro, Jean Garfunkel tem quatro discos gravados em dupla com o irmão Paul, mais 13 Pares e Um Fado Solitário, no qual homenageia treze parceiros com os quais vem traçando sua trajetória musical.  Joana Garfunkel é narradora de histórias e psicóloga, autora de uma pesquisa acadêmica premiada sobre a obra Grande Sertão: Veredas. Trabalha desde 2005 com música e literatura, apresentando-se ao lado de artistas como Tavinho Moura, Natan Marques, Grupo Miguilins e Emiliano Castro.

Mergulho no Brasil de dentro

Dedos de prosa, boa conversa, música, imagens, artesanato e cultura popular. Essa é a receita de Imagens do Brasil Profundo projeto que desde 2014 oferece ao público da Biblioteca Mário de Andrade shows, debates, bate papos musicais e ações para crianças sempre às quartas-feiras, com entrada franca sob a batuta do historiador e sociólogo Jair Marcatti. A ideia é mostrar e trazer à luz manifestações populares e objetos que revelam o Brasil por dentro, aquele país que nas palavras do mestre Ariano Suassuna vive escondido em rincões considerados profundos, mas é muito vivo. Ao invés de promover abordagens tradicionais, Marcatti prefere convidar músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo de olhar aprofundado e amplo sobre o país e trabalhos de pesquisa e resgate das nossas mais entranhadas tradições.

Com cada um dos participantes, Marcatti aborda aspectos do universo cultural e musical  brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas; daquilo que, sem nenhuma pretensão definidora, poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural.

A Biblioteca Mário de Andrade fica na Rua da Consolação, 94, entre as estações República e Anhangabaú da linha 3 Vermelha do Metrô e para mais informações disponibiliza o número de telefone 11 3775-0002.

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853 – Katya Teixeira (SP) recebe amigos e fãs em teatro lotado e lança Cantariar comemorando 21 anos de trajetória

A cantora, instrumentista e compositora Katya Teixeira (SP) recepcionou no palco e na plateia do teatro do Sesc Belenzinho, em São Pailo, na noite de sábado, 9 de abril, familiares, amigos, fãs e parceiros de estrada para festejar o lançamento de Cantariar, álbum com o qual marca 21 anos de carreira. O espetáculo merece adjetivos como deslumbrante e memorável, mas ambos, além de correr o risco de parecerem reducionistas, soariam com pouca fidelidade ao que foi visto e ouvido. Acompanhada por Cássia Maria (percussão), Ney Couteiro (violão) e Thomas Rohrer (rabeca), Katya Teixeira apresentou o repertório ao seu melhor estilo, costurando a apresentação com histórias sobre sua trajetória artística pelo Brasil afora e alguns países latino-americanas, narradas com bom humor mais acentuado do que o de costume, e interpretando com propriedade e deleite as canções que no disco, cuja distribuição agora cabe a Tratore, teve remasterização de Júlio Santin (SP).

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750 – Hoje é aniversário de Cássia Maria, percussionista que tocará no dia 19 com o Vozes Bugras, em Sampa

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Hoje, 4 de dezembro, está comemorando aniversário uma das mais versáteis percussionista paulistanas, Cássia Maria, integrante do Vozes Bugras, conjunto formado por ela e mais seis amigas, de São Paulo, e também  integrante do Trio que Chora, junto com Marta Ozzetti (flauta) e Rosana Bergamasco (violão sete cordas)Os vários instrumentos de percussão que Cássia Maria toca é justamente o que diferencia o trio de outros chorões, pois obtém-se mais diversidade rítmica por meio deles.

No Vozes Bugras, Cássia alterna a função com Lucimara Bispo, além de conceber a maioria dos arranjos das belas lapinhas, pastoris, folias de reis, cantigas e outros ritmos que o septeto compõe ou recolhe com o intuito de  preservar e divulgar lendas e festejos atemporais e que transcendem várias épocas. Por falar em Vozes Bugras, o período é dos mais propícios para conhecer o trabalho do grupo, sobretudo o repertório do álbum Folia. O Vozes Bugras tem show marcado para 19 de dezembro, a partir das 21 horas, no Espaço de Cultura Bela Vista, situado na rua Conselheiro Carrão, 374, no Bixiga, tradicional bairro do Centro paulistano. O ingresso custará R$ 20,00 e para quem for fica a dica: compre o disco e neste Natal presenteie com ele alguém que você curte!

Parabéns, Cássia Maria, muita paz e sucesso sempre!

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701 -Embarque na Biblioteca Mário de Andrade (SP) e viaje com o Canto Livro para o mundo de Riobaldo e Diadorim

 

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Foto de Guimarães Rosa no destaque: Acervo Fundo João Guimarães Rosa – IEB/USP

Em nova rodada do projeto Imagens do Brasil Profundo, o curador Jair Marcatti receberá nesta quarta-feira, 28, a partir das 20 horas, Jean e Joana Garfunkel. Pai e filha conduzirão a plateia por uma viagem pelo sertão de Guimarães Rosa a partir do palco do auditório da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. A ida pelo universo roseano se dará por meio dos atalhos da oralidade e da canção brasileira, conforme a proposta do grupo Canto Livro, protagonista do show O Sertão na Canção, baseado no romance Grande Sertão:Veredas, do escritor mineiro de Cordisburgo.

Idealizado pelos  Garfunkel, o Canto Livro propõe aproximar literatura e música para encurtar a distância entre o livro e o público, promovendo num contraponto dinâmico e divertido. Os convidados de Marcatti estarão acompanhados por Pratinha Saraiva (flautas e bandolim) e tocarão canções como Avenida São João, Cotumaz, Primeiro Encontro, São Gregório, Mar de Cavalos, Batalha Final, todas compostas por Jean (violão) em parceria com o irmão, Paul Garfunkel, com arranjos de Natan Marques e permeadas por narração de trechos da obra que apresenta Riobaldo e Diadorim.

O projeto Canto Livro existe desde 2006, quando Jean Garfunkel – poeta, escritor e compositor com obras gravadas por intérpretes como Elis Regina, Zizi Possi, Margareth Menezes e Maria Rita – foi convidado a cantar num projeto dedicado a Guimarães Rosa por conta de sua pesquisa e visitas à cidade Morro da Garça, próxima à terra natal do escritor. Joana também já nutria grande admiração pela obra do autor mineiro: em 2002, escrevera pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo a tese Sentido e Significado em Grande Sertão Veredas. Juntos, ambos teceram a ponte entre a saga do jagunço Riobaldo e canções compostas pelos irmãos, transportando a joia da nossa literatura para o palco. Hoje, o Canto Livro oferece cerca de 30 espetáculos que enfocam as obras de Manuel Bandeira, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Cora Coralina, Vinícius de Moraes, Manoel de Barros, Fernando Pessoa e Mia Couto, entre outros.

Paralelamente ao trabalho com o Canto Livro, Jean Garfunkel tem quatro discos gravados em dupla com Paul, mais 13 Pares e Um Fado Solitário, no qual homenageia treze parceiros com os quais vem traçando sua trajetória musical.  É poeta, ator, cantor, compositor e publicitário e durante mais de dez anos trabalhou como assistente de direção da atriz e diretora Myriam Muniz, além de compor trilhas para teatro. Integrante o grupo de estudos sobre a obra de Guimarães Rosa do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (USP) e realiza oficinas e palestras sobre música e literatura em bibliotecas, livrarias e espaços culturais. Como letrista tem parceiros ilustres como, Léa Freire, Sizão Machado, Mozart Terra, maestro Moacyr Santos, maestro Júlio Medáglia e o violonista Yamandú Costa.

Joana Garfunkel é narradora de histórias e psicóloga, autora de uma pesquisa acadêmica premiada sobre a obra Grande Sertão: Veredas. Trabalha desde 2005 com música e literatura, apresentando-se ao lado de artistas como Tavinho Moura, Natan Marques, Grupo Miguilins e Emiliano Castro.

Mergulho no Brasil de dentro

Dedos de prosa, boa conversa, música, imagens, artesanato e cultura popular. Essa é a receita de Imagens do Brasil Profundo – Um Olhar sobre a Diversidade Brasileira, projeto que envolve shows, debates, bate papos musicais e ações para crianças iniciado em abril e que se estenderá até dezembro, acolhido pela Biblioteca Mário de Andrade,  que ocorre quinzenalmente, sempre às quartas-feiras, sob a batuta do historiador e sociólogo Jair Marcatti, professor de Relações Internacionais e de Sociologia.

A ideia é mostrar e discutir por meio de músicas, filmes, manifestações populares e objetos o Brasil por dentro, aquele país que nas palavras do mestre Ariano Suassuna, escondido em rincões considerados profundos, é muito vivo. Ao invés de promover abordagens tradicionais, entretanto, Marcatti prefere convidar músicos, documentaristas, diretores de cinema, ativistas culturais e pesquisadores da cultura popular que em comum nutrem um modo de olhar aprofundado e amplo sobre o Brasil e trabalhos de pesquisa e resgate das nossas mais entranhadas tradições.

Com cada um dos participantes, Marcatti aborda aspectos do universo cultural e musical  brasileiro, de nossas trajetórias, continuidades e rupturas; daquilo que, sem nenhuma pretensão definidora, poderíamos chamar de identidades brasileiras, no plural, com a vantagem dos exemplos serem pontuados no calor da prosa, ao vivo, pelo som dos instrumentos, muitos artesanais, e pela apresentação de outras formas de expressão cultural.

As rodadas do Brasil Profundo começam sempre às 20 horas e não há cobrança de ingressos. Marcatti já recebeu neste ano Renata Mattar, da Companhia Cabelos de Maria, Magda Pucci, do grupo musical  e de pesquisas étnicas Mawaca, Cláudio Lacerda, Katya Teixeira e Cássia Maria, Benjamin Taubkin, Luiz Salgado, Paulo Dias, Galileu Garcia Júnior, Ivan Vilela, José Miguel Wisnick e João Arruda. Até dezembro haverá ainda sessões com Sidnei de Oliveira, em 4 de novembro, Consuelo de Paula, Trio José, Antônio Nóbrega e Conversa Ribeira.

A Biblioteca Mário de Andrade fica na Rua da Consolação, 94, e para mais informações disponibiliza o número de telefone 3775-0002.

 

679 – Sr. Brasil terá Socorro Lira, Lenine e Céu de Lamparina após Boldrin recitar “Eu e Bebú”

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A cantora, compositora e poetisa Socorro Lira (PB) é uma das atrações do programa Sr. Brasil deste domingo, 11, previsto para ir ao ar a partir das 10 horas na TV Cultura. O bloco no qual Socorro Lira aparecerá foi levado ao ar m 2009 por Rolando Boldrin,  que o resgatou para o quadro em que “tira da gaveta” sucessos como Sede de Amor, composição de Carlos Olympio e Antônio Costa que a convidada cantou acompanhada de Cássia Maria e de Valquíria Rosa, ambas como percussionistas, de Thadeu Romano (sanfona) e de Júlio Caldas (violão e viola).

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