1075 – Ceumar, Lui Coimbra e Paulo Freire lançam álbum em homenagem a Inezita Barroso no Ibirapuera (SP)

Trio forma o projeto Viola Perfumosa, trabalho que procura resgatar e reciclar a genialidade e a sofisticação das melodias e da poesia da música que se convencionou chamar “caipira”

Marcelino Lima, com assessoria de imprensa do projeto Viola Perfumosa

O coletivo Viola Perfumosa, formado por Ceumar (MG), Lui Coimbra (RJ) e Paulo Freire (SP), três dos mais expressivos cantautores contemporâneos da música brasileira, estarão no palco do auditório Oscar Niemeyer do Ibirapuera, em São Paulo, no domingo, 24, para lançamento do primeiro álbum do trio. A casa de espetáculos que está entre os espaços culturais mais consagrados não apenas da Capital paulista deverá receber lotação máxima para a apresentação prevista para começar às 19 horas, pois os músicos prestarão tributo à rainha da música caipira, Inezita Barroso, lançando o primeiro álbum do grupo e recordando sucessos como Luar do Sertão; Tamba-TajáÍndia e Marvada Pinga, eternizados por ela e que ganharam releitura camerística unindo viola caipira e violoncelo, rabeca e alfaias e se mesclam a Villa-Lobos e a canções do repertório autoral do trio. O resultado é um show sutil, reverente e surpreendente como Inezita gostaria, com participações especiais de Guello (percussão) e Bruno Migliari (contrabaixo).

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1071 – “Café, Causo e Viola”, do Sesc São José dos Campos (SP), presta tributo a Inezita Barroso

Cantoria em homenagem à rainha da música caipira é uma das atrações de junho, mês que terá ainda naquela unidade apresentações de Victor Batista, Duo Purunga e Acordais, sem cobranças de entradas

Marcelino Lima

Oficinas, vivências, passeios, cinema e apresentações musicais compõem as atividades que o Sesc São José dos Campos promove a cada nova edição do projeto Café, Causo e Viola, que tem por meta integrar elementos marcantes da cultura regional e das tradições caipiras. Os concertos e cantorias são oferecidos ao som de violas e procuram tanto abrir espaços para músicos que estão começando suas trajetórias, como se verá no lançamento do álbum Viola Paulista (objeto de matéria na atualização anterior), quanto prestar tributos a expoentes nacionais que contribuem ou contribuíram para a divulgação, preservação e afirmação das modas de viola e seus gêneros correlatos. Dentro deste propósito, o mês de junho naquela unidade do Sesc do estado de São Paulo estará repleto de boas atrações, entre as quais um dos destaques é o tributo à rainha da música caipira Inezita Barroso, programado para o sábado, 9, e que porá a partir das 20 horas, no palco do Ginásio, Marcelo Jeneci, As Galvão, Maria Alcina, Consuelo de Paula e Claudio Lacerda. Em Canta, Inezita!, eles relembrarão sucessos consagrados pela ex-apresentadora do programa Viola, Minha Viola,  acompanhados por Ana Rodrigues (piano / acordeão), Zafe Costa (clarinete), Davi Martin (contrabaixo), Rafael Mota (bateria/percussão), Samuel Lopes (violoncelo) e Paulo Henrique Serau (violão/viola caipira/direção musical e arranjos).

O Ginásio do Sesc de São José dos Campos comporta público de até 650 pessoas. O ingresso para maiores de 16 anos está à venda nas bilheterias da unidade a preços que variam de R$9,00 e R$30,00.

Maria Alcina, Cláudio Lacerda, As Galvão, Marcelo Jeneci e Consuelo de Paula protagonizarão a homenagem a Inezita Barroso

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1032 – Thamires Tannous apresenta músicas do novo álbum e interpreta canções de parceiros no Teatro da Rotina (SP)

Casa de espetáculos situada na região central de São Paulo está promovendo vários shows protagonizados por cantoras em homenagem ao mês da Mulher

Marcelino Lima

O Teatro da Rotina, situado em São Paulo, reservou as apresentações de março às comemorações do mês – que no dia 8 tem seu ponto alto, o Dia Internacional da Mulher — dedicado às lutas femininas e, para dar continuidade à programação especial, convidou Thamires Tannous. Cantora e compositora natural de Campo Grande (MS), Thamires Tannous estará no palco a partir das 21 horas da quarta-feira, 21, quando deverá mostrar canções inéditas que incluiu no segundo álbum da carreira, já em fase de produção. Além de suas composições, promoverá releituras de sucessos de outros compositores e parceiros, passeando por ritmos como o ijexá, o xote, a milonga e o chamamé.  Irá acompanhá-la o violonista gaúcho Mateus Porto e os convidados para participações especiais Michi (Michael) Ruzitschka, Peter Mesquita  e a cantora Tatiana Parra. Uma as novidades que fará parte do novo disco, Desaviso, já está disponível em clipe no canal Youtube. O single foi produzido por Ruzitschka, violonista austríaco residente no Brasil e acompanha uma fina mistura de percussão afro-brasileira com instrumentos acústicos como o violão e o violino.

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1029 – Luedji Luna (BA/SP) esgota ingressos para lançar Um Corpo No Mundo, no Sesc Belenzinho*

*Com o blogue Todos os Negros do Mundo

A cantora e compositora Luedji Luna (já tinha ouvido falar dela?) passou por São Paulo na noite de sexta-feira, 2 de março, para uma apresentação única que esgotou a carga de ingresso posta à venda pela unidade Belenzinho do Sesc. O Barulho d’água Música bem que tentou, mas não conseguiu se colocar entre os felizardos da plateia para conferir a apresentação desta baiana radicada em Sampa durante a qual ela lançou seu primeiro disco, Um Corpo No Mundo (2017). Trabalho predominantemente autoral que a tornou ganhadora do Prêmio Caymmi de Música (categoria  Show/Revelação), o álbum reúne onze faixas, entre inéditas e já conhecidas pelos fãs. As composições abordam tanto a herança negra ancestral, quanto temas mais universais, como a urgência do tempo presente, perfil que a própria Luedji classifica  como “sem fronteiras”.

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996 – Juliana e João Paulo Amaral apresentam “Açoite” como atração do Composição Ferroviária em Poços de Caldas (MG)

A voz marcante de Juliana Amaral e a viola vigorosa de João Paulo Amaral serão atrações neste domingo, 10 de setembro, em Poços de Caldas, cidade do Sul de Minas Gerais. Os irmãos levarão ao público que prestigia o projeto Composição Ferroviária o espetáculo Açoite, baseado no nome do quarto álbum de Juliana (selo Circus) disco de 2016 cuja direção musical e arranjos couberam a João Paulo. Marca registrada em todas as edições do projeto Composição Ferroviária, o show de abertura sempre é reservado a músicos locais e começa às 10 horas, no pátio da estação da antiga rede Mogyana. Para esta nova rodada, os produtores Wolf Borges e Jucilene Buosi convidaram Jesuane Salvador, intérprete que  oferecerá à plateia um repertório que contempla da MPB ao Jazz.

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979- Jucilene Buosi recorda sucessos de Elis e de Mercedes Sosa como atração do Julho Fest, em Poços de Caldas (MG)

Cantora e atriz, Jucilene Buosiexpoente dos mais representativos da música sul mineira e do Estado, protagonizará neste domingo, 23, apresentação em Poços de Caldas durante a qual o público poderá matar saudades de Elis Regina e de Mercedes Sosa — duas consagradas expressões latinoamericanas. O show previsto para começar às 20 horas, na Casa de Cultura do Instituto Moreira Salles (IMS), intregra a programação do JulhoFest e brindará o público com canções imortalizadas tanto pela gaúcha Elis Regina, quanto pela argentina Mercedes Sosa, cujas vivências, atitudes e histórias construíram as biografias de duas mulheres que direcionaram fundamentais conquistas femininas em seus países, utilizando o canto como instrumento. Acompanhada por Albano Sales (piano) e Eduardo Sueitt (percussões), Jucilene Buosi interpretará com sua performance vocal sempre expressiva Volver a los 17, Gracias a la vida, Casa no campo, O bêbado e a equilibrista e Yo vengo a oferecer mi corazón, entre algumas das mais aclamadas músicas do repertório tanto da Pimentinha, quanto da La Negra, como carinhosamente os fãs e admiradores tratavam as homenageadas.

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953 – Fernanda de Paula e Zé Modesto se encontram em Sampa e promovem show para espalhar belezas e cantar a vida

A cantora Fernanda de Paula (MG) protagonizará o Home Concert Experience programado pelo Spiritual Mindstyle Sohá para começar a partir das 18 horas e se estender até às 21 horas do domingo, 21. Fernanda de Paula tocará violão e percussão e aos que comparecem prepara histórias pessoais e músicas inéditas, destacando que terá a companhia do cantor e compositor paulistano Zé Modesto. O Duo Lume abrirá a apresentação planejada para transcorrer em clima de roda de fogueira, em ambiente acolhedor envolto em luzes, estampas, cores e cheiros de flores, bebidas e comidas saudáveis. “Venha ajudar a gente a espalhar belezas e cantar a vida”, convida Fernanda. “O espaço é pequeno, mas nele cabe o universo todo”, emenda. “Tenho certeza que todos sairemos melhores de lá”.

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898 – Composição Ferroviária está de volta com shows gratuitos do Cobra Coral e do Tarumã em Poços de Caldas (MG)

Neste domingo, 17 de julho, o público de Poços de Caldas e dos municípios  vizinhos deste aprazível cantinho sul mineiro voltará a curtir no pátio da antiga estação de trens da Mogyana as apresentações musicais do Composição Ferroviária. Coordenado pelos músicos e produtores culturais Wolf Borges e Jucilene Buosi, o projeto que já faz parte do calendário cultural da cidade nesta primeira rodada da temporada 2016 será oferecido como parte da programação do Julhofest.  E como a retomada será mais do que especial, eles prepararam uma Edição Vocal que brindará a plateia com dois shows, ambos sem cobrança de ingressos, levando ao palco a partir das 10 horas o Quarteto Cobra Coral (BH) e o Grupo Tarumã (SP).

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843 – Em turnê pelo Brasil, Aline Frazão canta “Insular” com Ceumar, Socorro Lira e Susana Travassos, no Bixiga

A cantora, compositora, guitarrista e produtora Aline Frazão (Luanda/Angola) percorrerá cinco cidades do Brasil durante abril para divulgação do álbum três de sua carreira, Insular, que apresenta novas parcerias — com a poetisa conterrânea Ana Paula Tavares, , e a rapper portuguesa Capicua–  além de uma versão  para Susana, de Rosita Palma, com a participação especial de Toty Sa’Med. Aline Frazão vem se firmando desde o lançamento do primeiro disco Clave Bentu (2011) como um dos nomes sonantes da nova geração de músicos angolanos. Embora atualmente viva em Lisboa, simultaneamente ao trabalho musical integra o painel de cronistas do jornal Rede Angola, para qual assina uma crônica por semana.

Clave Bantu oferece repertório autoral gravado em Santiago de Compostela e conta com duas parcerias inéditas com os escritores angolanos José Eduardo Agualusa e Ondjaki. Depois deste primeiro trabalho, Aline Frazão trouxe a amigos e fãs Movimento, em 2013. Com este vieram as turnês internacionais que a conduziram a Cabo Verde, Quênia, Etiópia, Tanzânia, Alemanha, Brasil, Portugal, Suíça, Noruega e Áustria. Já Insular a levou a Jura, uma pequena ilha da Escócia, e contou com a produção do britânico Giles Perring, mais a considerada decisiva participação do guitarrista Pedro Geraldes (Linda Martini). Luanda acolheu o primeiro concerto, a 31 de outubro do ano passado.

Críticos têm apontado que o mais recente compacto como “um manifesto de economia poética” feito “da mesma matéria dos grandes discos de Paul Simon e Caetano Veloso, porque respira da mesma universalidade e sabedoria”.  Ao tecer os elogios, eles ainda observam: “É um caso sério esta rapariga de 27 anos, que finta as suas origens e as baralha com iguais doses de profundidade e simplicidade, tarefa a que muitos autores se dedicam, mas poucos conseguem”.

A primeira escala neste retorno ao Brasil de Aline Frazão será em Belo Horizonte (MG), conforme cronograma abaixo. Em São Paulo ela cantará a 13 de abril, na casa Mundo Pensante, situada no tradicional bairro do Bixiga. Irão acompanha-la a portuguesa Susana Travassos, Socorro Lira (Brejo do Cruz/PB) e Ceumar (Itanhandu/MG). 

Apresentações de Aline Frazão no Brasil

insular

8 de abril, 20h
Sesc Palladium, Belo Horizonte (MG)
Participações de João Pires e da Nath Rodrigues
Ingressos: R$ 25,00 (inteira) e R$ 12,50 (meia)

10 de abril, 18h
Santander Cultural, Porto Alegre (RS)
Ingressos: R$ 12,00

13 de abril, 20h
Mundo Pensante, São Paulo
Participações: Ceumar, Socorro Lira e Susana Travassos
Rua Treze de Maio, 825, Bela Vista (Bixiga), 11 5082-2657
Ingressos: R$ 15,00

11 de abril, 20h
Teatro Esperança, Jaguarão (RS)
Ingressos: R$ 20,00

15 de abril, 22h
Participação: Natasha Llerena
Bar Semente, Rio de Janeiro (RJ)
Ingressos: R$ 30,00

842- Jucilene Buosi lança “Falsete”, álbum com trilha de longa metragem homônimo que revela a música e a beleza sul-mineira

“Falsete é cantar fino sem fazer força, é aquilo que engana o que seria para acontecer e dá um chapéu na canção, Falsete é o que acontece na vida, demais da conta” 

Dinho Caninana

Vamos dar um pulo rápido à aprazível Poços de Caldas (MG)  para deixar registrado que hoje, 1º de abril,  é dia de lançamento do álbum Falsete, de Jucilene Buosi, em evento que está marcado para transcorrer no Instituto Moreira Sales (IMS), com a participação de Wolf Borges.

O álbum traz a trilha sonora do filme Falsete – o que é de Naturetat, negare pot!., primeiro documentário de longa metragem que proporciona uma imersão no cenário musical do Sul de Minas Gerais contendo paisagens e personagens que fazem a história desta rica vertente reconhecida mundialmente e que tem como expoentes, entre outros, Ivan Vilela, Gildes Bezerra, Fernando Brant, Ceumar, Raimundo Andrade, Sérgio Santos, Casquídeo, Chorões da Pedra Branca e Grupo 13 de Maio.

O filme apresenta Jucilene Buosi, cantora e atriz que conduz os encontros e interpreta as canções do filme. Tem a direção de Rodrigo Infante, produção artística de Wolf Borges e som direto e arranjos de Deivid Santos. Deverá deve ser lançado em breve em Poços de Caldas e em todo o Sul de Minas.

“O sul-mineiro tem uma percepção da natureza muito mais forte, pois vive num lugar bonito que o obriga a percebê-la. Assim, de uma maneira geral, o sul-mineiro é um pouco mais abrandado, tem o coração mais suave, pois o mundo onde vive é lírico, quase onírico”, segundo Ivan Vilela, nascido em Itajubá. Hoje, no show de lançamento do CD, Jucilene Buosi (voz) e Deivid Santos (arranjos e violão) interpretam as canções contidas no trabalho que reforçam esta visão do violeiro por meio de composições, boa parte inéditas, e de rara beleza.

jucilene na janela
Em Falsete, tanto no álbum quanto no documentário, Jucilene Buosi nos abre a janela que dá para o interior de sul de Minas e como anfitriã do passeio por uma região das mais belas revela as riquezas e as particularidades desta peculiar cultura do Brasil profundo

 

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