1424 – Zé Paulo Medeiros (MG/SP) prepara LARAS, álbum com faixas já disponíveis nas plataformas digitais

#MúsicaRegional #MúsicaCaipira #MPB #ViolaCaipira #ViolaBrasileira #CulturaPopular #LimaDuarte(MG) #JuizDeFora

*Com dados informados pelo artista, por Denil Nogueira, extraídos do blogue Em Canto Sagrado da Terra e do Dicionário Cravo Albin da Música Brasileira

As tradicionais audições aos sábados pela manhã aqui no Solar do Barulho, redação do Barulho d’água Música em São Roque (SP), começaram neste dia 14 de agosto com LARAS, título do álbum que está sendo preparado pelo cantor e compositor mineiro Zé Paulo Medeiros. O disco, em cujo título o autor presta homenagem às netas Clara e Lara, terá ao todo 10 faixas, 6 das quais já estão disponíveis em seu canal do Youtube, plataformas digitais e também podem ser ouvidas durante a programação da Rádio Sudeste FM, pilotada por Denil Nogueira, emissora que fica 24 horas no ar via satélite com acessos pelo site e aplicativos gratuitos. Em LARAS, Zé Paulo Medeiros celebra novas parcerias que incluem o produtor e maestro goiano Eliel Carvalho e o radialista Nogueira, ambos respectivamente compositores de Esqueci de te esquecer e Terapia Rural. Carvalho ainda responde pelos arranjos, violões e ukulelê. Outra parceria terá Sergio Turcão, da dupla Jica y Turcão, e uma das faixas na voz de Zé Paulo será Estradeiro, por enquanto gravada apenas por Cláudio Lacerda em seu álbum Cantador

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1420 – Brasil perde José Ramos Tinhorão, crítico musical marxista para quem a Tropicália teria “ritmo de goteira”

#MPB #Bossa Nova #Jazz #Tropicália #Funk #AxéMusic #JovemGuarda #CulturaPopular

Paulista de Santos, jornalista e escritor com passagem pelos principais veículos de imprensa do país e autor de mais de 25 livros morreu na cidade do Rio de Janeiro, aos 93 anos, deixando uma lista de “desafetos”

O Brasil perdeu na terça-feira, 3 de agosto, José Ramos Tinhorão, jornalista, escritor, pesquisador e talvez o mais contundente e mordaz crítico musical do jornalismo brasileiro de todos os tempos. Paulista de Santos, Tinhorão morreu aos 93 anos, na cidade do Rio de Janeiro, onde esteve internado por dois meses combatendo uma pneumonia e com a saúde abalada por um acidente vascular cerebral (AVC) que sofrera há três anos. O corpo veio para a cidade de São Paulo e está sepultado no Cemitério dos Protestantes, desde a quarta-feira, 4 de agosto.

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1400 – Tavinho Limma (PE/SP) mergulha na obra de Fagner e lança homenagem em treze faixas ao cearense

#MPB #MúsicaBrasileira #Fagner #RaimundoFagner #CulturaPopular #MúsicaNordestina

Com participação de Paulinho Pedra Azul, treze perolas do repertório do controvertido músico nordestino fazem parte do nono álbum do ex-integrante da Banda Pau e Corda

As audições matinais aos sábados aqui no Solar do Barulho, onde fica a redação do Barulho d’água Música, na Estância Turística de São Roque (SP), começaram neste dia 5 de junho com O Mundo de Raimundo, disco lançado em 2020 por Tavinho Limma e disponibilizado em plataformas digitais pela produtora e gravadora Kuarup. O álbum em homenagem ao cantor e compositor cearense que com voz rascante e timbre árabe tanto embalou este jornalista na juventude (e até hoje o admira) traz 13 canções do eclético repertório de Raimundo Fagner. Se hoje muitos na crítica torcem o nariz para Fagner e o riscaram do caderninho por conta de posições artísticas e políticas mais recentes, outros tantos zeram tais observações e, deixando de lado a patrulha ideológica, reconhecem com justiça — como este blogueiro — a inegável qualidade da sua contribuição à música e à cultura populares brasileiras, fazendo dele um dos mais luminosos astros entre os quais podem se citar, ainda, Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e, para ficarmos apenas nas vozes masculinas, já fora deste plano Gonzaguinha, Dominguinhos e Belchior.

Desde 1971 até 2020, Fagner já brindou os inúmeros fãs de ao menos três gerações com cerca de 40 álbuns solo — sem contar aqueles nos quais participa, por exemplo, ao lado de outras referências luminares como Ney Matogrosso, Zé Ramalho, Luiz Gonzaga, Zeca Baleiro e até o craque Zico, entre outros trabalhos que mesclam em uma primeira e inventiva fase desde a poesia e composições de Ferreira Gullar, Garcia Lorca, Pablo Milañes, Antonio Machado, Fernando Pessoa, Patativa do Assaré e Florbela Espanca ao rock rural e ritmos latinos e mouros às raízes nordestinas; duetos icônicos com Mercedes Sosa, Joan Manoel Serrat e Rafael Alberti, por exemplo, antes da bem sucedida guinada na década dos anos 1980, quando, para agradar um público menos intelectual e exigente, plateia pouco afeita a estéticas e linguagens inovadoras, assumiu perfil romântico, até explodir em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo.  Muito mais do que uma borbulha de sabão que o vento dissolve como espuma, continua firme e dentro do seu atual estilo, formando o time daqueles que já emplacaram a casa dos 70 anos de vida nesta estrada que, atualmente, ninguém sabe onde nos levará, seja pela perseguição e pelo esvaziamento da cultura, seja pelo negacionismo da pandemia da Covid-19 em meio a retrocessos  de todas as ordens que, como cebola cortada, tanto nos fazem chorar.   

Nesta esteira que já chega aos 50 anos de história, Fagner perdeu a unanimidade entre quem lá atrás foi bicho-grilo, mas os “bregaldos” os amam e consagrou compositores como Abel Silva, Petrúcio Maia, Manassés, Sueli Costa, Clodo, Climério & Clésio e Fausto Nilo, mostrando que somos um celeiro inesgotável quando o assunto é música. E parte de seus álbuns arrebataram sucessivamente discos de ouro (vendas acima de 100 mil cópias) e platina (acima de 500 mil), superando em 1987, com Romance no Deserto (“eu tenho a boca que arde como sol, o rosto e a cabeça quente”…) mais de 1 milhão!. Joia rara, seu primeiro filho solo, Manera Fru Fru Manera (1973), incluiu em sua primeira versão Canteiros, sucesso baseado no poema A Marcha, de Cecilia Meireles, com música de Fagner, até hoje cantado em rodas de violões depois de ecoar por todo o Brasil — um verdadeiro “balaço” que vem riscando o tempo saído do disco produzido por Roberto Menescal e pelo próprio cantor, com arranjos de Ivan Lins e participações especiais de Nara Leão, Naná Vasconcelos e Bruce Henry. Dois anos depois, Fagner foi eleito por jornalistas paulistas o Cantor do Ano. Em 1990, o Prêmio Sharp de Música Popular o reconheceu como Melhor Cantor, autor do Melhor álbum (O Quinze), da Melhor canção (Amor Escondido, parceria com Abel Silva) e, de quebra, o quarto troféu: Melhor disco regional (Gonzagão e Fagner Vol. 2.)

Tavinho Limma pinçou cuidadosamente deste baú as pedras que resolveu polir e, apesar de um disco sintético/enxuto diante de tão copioso tesouro, conseguiu alinhavar as duas facetas do polêmico Fagner, deixando na boca de quem ouve um gosto de quero mais. Zeca Baleiro, junto com o mineiro Chico Lobo, tornou-se um dos padrinhos de O Mundo de Raimundo: ambos demonstraram que ao mirar, sabiam no que apostavam, que não errariam, que seria mesmo um tiro bem dado. O projeto que Tavinho Limma primeiro concretizou por meio de uma concorrida vaquinha virtual para produção dos discos físicos não deu nem para o cheiro: virou ouro em pó! Por sorte, a Kuarup topou disponibilizá-lo em versão eletrônica, já que as tiragens do cedê se esgotaram rapidamente e acessando ao linque logo abaixo desta linha será possível ouvir o disco na íntegra.

As 13 faixas começam com A canção brasileira, com participação do mineiro Paulinho Pedra Azul, depois rememoram clássicos como Mucuripe, parceria entre Fagner e o conterrâneo Belchior, que Roberto Carlos, Elis Regina e Amelinha também interpretam; Noturno e Pedras que Cantam, temas das novelas Coração Alado (1980) e Pedra Sobre Pedra (1992); Guerreiro Menino, de Gonzaguinha, também tocada em Voltei Pra Você (1983), todas da Rede Globo; mais perolas tais como Espumas ao Vento, Astro Vagabundo, Cebola Cortada, Ave Coração e Revelação.

Natural de Recife (PE), radicado em Ilha Solteira (SP), Tavinho Limma é cantor, compositor e produtor de eventos. Ex-integrante da Banda de Pau e Corda, apresentou-se em vários eventos tradicionais pernambucanos como carnavais (em O Galo da Madrugada) e Festas Juninas de Caruaru e Recife. Sua discografia possui nove discos solos, lançados desde o primeiro elepê em 1989 — Intenções, da Gravadora Continental/Colibri, em cujas faixas Tavinho Limma interpreta canções de Oswaldo Montenegro, Fátima Guedes e Beto Mi. Entre os parceiros musicais e artísticos ao longo da carreira, destacam-se nomes como Jane Duboc, Tetê Espíndola, Antonio Calonni, Martha Medeiros, Paulinho Pedra Azul, Chico Lobo, Oswaldinho do Acordeon e Ivan Vilela. Como produtor de shows, esteve também com Tetê Espíndola, além de Dani Black e Grupo Voz.

Por diversas vezes, Tavinho Limma se apresentou na Capital bandeirante, cidades da Grande São Paulo e do Interior paulista, seja como atração de edições da Virada Cultural, festivais, projetos culturais ou em concertos solo, passando por Osasco, Cunha (Festa do Pinhão), Concurso de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga, Festival de Música de Avaré (Fampop), Festival de Música de Tatuí, Festival de MPB de Ilha Solteira, entre outros eventos. Em 2012, participou da trilha sonora da novela Carrossel, do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), com a canção Malfeito, dele e de Rita Altério, tema do personagem Firmino. Também esteve no palco do Bar Brahma para o Projeto Talento MPB, dirigido por Lenir Boldrin.

1382 – Ema Klabin oferece Mostra Lei Aldir Blanc, com cinco apresentações virtuais*

#CasaMuseuEmCasa #MúsicaBrasileira #MúsicaPopularBrasileira #WorldMusic #CulturaPopular #LeiAldirBlanc

Martha Galdos, Orquestra Mundana Refugi, Liv Moraes, Ricardo Baldacci Trio, Vanessa Moreno & Salomão Soares participarão do evento que será promovido entre 23 e 27 de abril

*Com Cristina Aguilera, Mídia Brazil Comunicação Integrada (cristina.aguilera@midiabrazil.com.br/@midiabrazilcomunicacao)

jornaslistas antifascistasA Casa Museu Ema Klabin, situada na cidade de São Paulo, oferecerá até 27 de abril a Mostra Lei Aldir Blanc, com cinco apresentações virtuais iniciadas na sexta-feira, 23, que serão transmitidas pelo canal YouTube da promotora, permitindo ao público assisti-los sem sair de casa e assim respeitar as restrições sanitárias em vigor por conta da pandemia de Covid-19.

A cantora peruana Martha Galdos abriu a série, com participação de Dante Ozzetti, e será seguida por Dedicado a Você, protagonizado por Liv Moraes (voz) e Cainã Cavalcanti (violão). A programação inclui o primeiro de seis episódios do projeto Foxtrot e a Música Brasileira: 1920 a 1960, interpretado pelo Ricardo Baldacci Trio. Os internautas também poderão passear por diversas vertentes da música brasileira em Chão de Flutuar, com Vanessa Moreno (voz) e Salomão Soares (piano), além de conhecer mais da música étnica que caracteriza o eclético repertório da Orquestra Mundana Refugi, formada por músicos brasileiros, imigrantes e refugiados.

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1362 – Cibele Codonho e Silvia Goes apresentarão Música é Feminino em 8 de março*

#MPB #CulturaPopular #DiaInternacionaldaMulher

Cantora e a pianista paulistanas homenageiam as mulheres em apresentação virtual, no Dia Internacional da Mulher

*Com Lúcia  Rodrigues (Lúcia Produções)

As tradicionais audições aos sábados pela manhã aqui no cafofo do Barulho d’água Música, no Solar do Barulho (São Roque/SP) começaram com Afinidade, álbum que a cantora paulistana Cibele Codonho lançou em 2016. Cibele vem pilotando, às segundas-feiras, a série de apresentações virtuais ao vivo (lives) Música é Feminino, nas quais conversa com amigas da estrada. Ela já recebeu, por exemplo, Léa Freire, Bárbara Barcellos, Wanessa Dourado, Débora Gurgel, Roberta Valente e Alana Alberg e, agora, para celebrar o Dia Internacional da Mulher, dividirá a tela com a pianista Silvia Goes, com direção e produção musical de Felipe Senna, da produtora Ninho do Corvo. Embora já tenham trabalhado em parceria, esta será a primeira vez que ambas se juntarão para um concerto de voz e piano, marcado para começar às 20 horas e que poderá ser acompanhado pelo canal Youtube da anfitriã.

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1360 – Cantador e compositor Cláudio Lacerda (SP) apresenta projeto virtual Canções para acordar o Sol*

#MPB #MúsicaCaipira #CulturaPopular #ViolaCaipira

Dono de uma das vozes mais marcantes dessa geração da nova música caipira, cantador e compositor se une a parceiros de estrada consagrados em projeto virtual inédito

* Com Luciana Gandelini e Carretel Music

As tradicionais audições aos sábados pela manhã aqui na redação do Barulho d’água Música, no Solar do Barulho, em São Roque (SP), começaram ontem, 27/2, com Canções para acordar o Sol, o mais recente álbum do cantador, compositor, instrumentista e pesquisador paulistano Cláudio Lacerda. Quinto da discografia de Lacerda, o álbum, que tem  participações de Mônica Salmaso e Rolando Boldrin, dá nome à série de apresentações virtuais (“lives”) que ele protagonizará às quintas-feiras entre 4 de março e 8 de abril, sempre a partir das 20 horas, pelos canais digitais Youtube e Facebook. O projeto, inédito, produzido pelo próprio artista, será coadjuvado por parceiros de estrada como Neymar Dias, Toninho Ferragutti, Rodrigo Zanc, Sérgio Turcão e Thadeu Romano. As apresentações fazem parte do projeto contemplado no edital ProAC Expresso Lei Aldir Blanc 39/2020.

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1344- Disco do trombonista Vittor Santos com Orquestra de Mato Grosso celebra obra de Milton Nascimento

#MusicaInstrumental #MPB #MiltonNascimento #ClubeDaEsquina

Álbum Flores, Janelas e Quintas que recebe a regência do maestro Leandro Carvalho ganha edição exclusiva nas plataformas digitais

O lançamento do álbum Flores, Janelas e Quintais pela Produtora e Gravadora Kuarup convida o público para um inesquecível passeio pela música de Milton Nascimento e pelo célebre Clube da Esquina. O disco disponível com exclusividade nas plataformas digitais reúne canções rearranjadas para orquestra por Vittor Santos e seu infalível arcabouço criativo, embora o trabalho não tenha sido uma tarefa fácil, a começar pela escolha do repertório: oito peças especialmente selecionadas em um acervo tão extenso quanto primoroso.

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1341- Cida Moreira lança novo álbum com músicas do programa que estrela no Canal Brasil

#MPB  #CulturaPopular

Com produção da Kuarup, Um Copo De Veneno propõe reflexão, crítica poética e política a partir de canções consagradas por Eduardo Dussek, Tulipa Ruiz, Itamar Assumpção, Mamonas Assassinas e até a diva Tina Turner 

Um Copo de Veneno é o novo álbum de Cida Moreira e traz a trilha sonora de um programa de dez capítulos veiculado pelo Canal Brasil dirigido por Murilo Alvesso e uma grande e jovem equipe estrelada pela cantora e atriz paulistana. A trilha musical quase completa masterizada por José Pedro Selistre ganha versão no formato final pela produtora e gravadora Kuarup. Cida Moreira a aguarda o momento de estrear como concerto, com todo o requinte do projeto original. Um copo de veneno, uma reflexão, uma crítica poética com forte viés político e artístico, uma criação libertária, uma ousadia assumida nos tempos atuais. Um copo de veneno para beber num longo gole até o fundo do mesmo copo”, declarou neste momento pandêmico.

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1339-Chico Teixeira lança álbum gravado ao vivo na turnê de Ciranda de Destinos

#MPB #MúsicaCaipira #CulturaPopular

Disco produzido pela Kuarup ganha edição exclusiva nas plataformas digitais, extraída de registros de espetáculo do mais recente trabalho do cantor filho de Renato Teixeira 

O cantor, compositor, violonista e pesquisador de cultura popular Chico Teixeira está lançando versão ao vivo do álbum Ciranda de Destinos, o sexto e mais recente da carreira, trabalho da gravadora e produtora Kuarup de 2019 e que atingiu mais de 1 milhão de acessos em aplicativos de música. No projeto atual, que tem distribuição exclusiva em plataformas digitais, Chico Teixeira reúne regravações de clássicos nacionais de diversos sotaques e épocas captadas durante uma apresentação ao vivo, bem como canções de domínio público resgatadas por grupos folclóricos das regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Desta forma, ele conta mais uma vez em disco histórias de um povo unido por diferentes costumes e lutas.

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