1444-Violeiro Chico Lobo é atração da edição virtual da Cantoria de São Gabriel (BA)

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Público ouvira canções que fazem parte do repertório do mineiro de São João Del Rei, há 40 anos um dos mais destacados artistas caipiras do Brasil

O cantor, violeiro e compositor Chico Lobo está comemorando 40 anos de carreira e será atração da XXIX Cantoria de São Gabriel (BA) nesta sexta-feira, dia 25. No concerto Chico Lobo relembrará à plateia online repertório que passa por suas cantigas mais conhecidas em transmissão ao vivo pelas redes sociais da Fundação Culturarte de São Gabriel. O acesso às atividades será totalmente gratuito. Para Lobo, esta será uma oportunidade para “matar a saudade” da Cantoria de São Gabriel e reencontrar, mesmo que virtualmente, o público, sempre ávido pela boa música brasileira e que sempre o recebeu com muito carinho. O violeiro já esteve em várias edições do evento, em participações memoráveis, seja solo ou ao lado de Pena Branca em Encontro de Raízes, e mais recentemente, com o grupo Violas De Minas. No repertório preparado para a sexta-feira, 25, figuram canções como No Braço Dessa Viola, Zóio Preto Matador e uma releitura de Disparada.

A Cantoria de São Gabriel é um movimento cultural promovido no sertão baiano desde o início da década dos anos 1990 e nestes e 30 anos de trajetória manteve firme seu propósito e essência; As apresentações com atividades de formação, vídeos históricos, bate-papos, shows e intervenções culturais que se iniciaram em maio são próprias para praça pública, pois promovem a diversidade da produção musical e cultural local, do estado da Bahia e do país, com a participação de artistas, mestres da cultura, trabalhadores da economia criativa e produtores culturais. Destinada ao povo sertanejo e aos interessados na cultura popular brasileira, entretanto, nesta edição devido à pandemia da Covid-19 será realizada nas plataformas virtuais, em duas etapas, nos dias 24 e 25 de setembro e nos dias 22 e 23 de outubro. Além de Chico Lobo, contará com artistas e grupos da cultura popular tais quais Socorro Lira, Banda de Pau Corda, Sabah Moraes, Alisson Menezes, Geovana Costa, Luiza Audaz, Paulo Araújo e Morão di Privintina, Babalé, Sacha Arcanjo, Os Hozzanas, Cleber Eduão, Jurandir do Acordeon, Gerri Cunha, Grupo Barlavento, Ana Barroso, Reisado de São Gabriel Roda de São Gonçalo, Reginaldo Manso e os Querubins de São Gabriel, e Filarmônica 25 de Fevereiro

Confira a programação e curiosidades sobre o eventohttps://xxixcantoria.wixsite.com/saogabriel

Chico Lobo é reconhecido como um dos mais ativos violeiros brasileiros. Há mais de 30 anos desempenha papel de “ponte” entre o som do interior de MG; do Brasil e o som contemporâneo. Seu carisma o levou a inúmeros palcos nacionais e internacionais no Canadá, Itália, Portugal, Argentina, Bogotá, Chile e China. Fundou em sua cidade natal, São João Del Rei, o Instituto Chico Lobo, que atende escolas da zona rural com aulas de viola. E, desde 2018, também, está presente na cidade de Santa Cruz de Minas (MG).

Percorrer o mapa mundi da carreira de Chico Lobo é conhecer o Brasil Profundo. O violeiro também idealizou e apresenta os programas de televisão Viola Brasil e de rádio O Canto da Viola. É finalista, mais uma vez, em duas categorias, do Prêmio Profissionais da Música, no qual já foi premiado três vezes como Melhor Artista Raiz Regional (2017, 2016 e 2015). A Viola Brasil Produções também concorre ao prêmio como Produtora Executiva. Já lançou mais de 20 álbuns; dois DVDs e um livro. Maria Bethânia gravou dele Criação no DVD e disco no qual ela festeja de 50 anos, Abraçar e Agradecer. O mineiro retribuiu em Viola de Mutirão – do Sertão Ao Mundo cantando Maria, composta em homenagem à cantora baiana

A Cantoria de São Gabriel é organizada pela Fundação Culturarte, entidade civil sem fins lucrativos constituída em 29 de novembro de 1992 que promove diversos trabalhos de fomento ao desenvolvimento cultural e promoção da inclusão social. Os realizadores do evento são voluntários autônomos, comerciantes, professores, servidores públicos, estudantes, entre outras profissões.

Saibam mais sobre Chico Lobo e leia conteúdos a ele relacionados aqui no Barulho d’água Música clicando no linque abaixo!

https://barulhodeagua.com/tag/chico-lobo/

1425 -Tavinho Limma (PE/SP) celebra ritmos brasileiros em segundo álbum pela Kuarup

#Frevo #Maracatu #Baião #Ciranda #Recife #Pernambuco #MPB #CulturaPopular #IlhaSolteira #KuarupMúsica

O Canto dos Arrecifes traz canções autorais, parcerias e as participações especiais de Zé Alexanddre, Eudes Fraga e Veridiana Nascimento

O cantor e compositor pernambucano Tavinho Limma lançou em todas as plataformas digitais pela produtora e gravadora Kuarup no começo de agosto O Canto dos Arrecifes, seu segundo projeto lançado pela gravadora, que em 2020 disponibilizou O Mundo de Raimundo Homenagem a Fagner. O Canto dos Arrecifes é uma obra autoral composta por 11 faixas e traz em sua essência ritmos brasileiros como frevo, maracatu, baião e ciranda. O álbum tem direção musical de Elton Ribeiro e arranjos de Omar Campos, Oswaldinho do Acordeon e Walmir Gil, da Banda Mantiqueira.

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1403 – Carlinhos Ferreira (MG) lança Fragmentos e Trilhas, álbum concebido em retiro espiritual no Caparaó capixaba

#MúsicaInstrumental #MúsicaBrasileira #CulturaPopular #Caparaó #ParqueNacionaldoCaparaó 

Disco que sai pela Quae Música é o quarto da carreira do compositor e percussionista e foi produzido durante seu recolhimento em uma das regiões mais marcantes do Brasil, entre o ES e MG 

O percussionista e compositor mineiro Carlinhos Ferreira acaba de disponibilizar neste domingo, 20, em todas as plataformas digitais, Fragmentos e Trilhas, seu quarto álbum de carreira e o segundo solo, pela Quae Música. As nove faixas, todas instrumentais, foram geradas aproveitando os rigores da pandemia da Covid-19 durante retiro espiritual e artístico de cinco meses do músico na porção capixaba da Serra do Caparaó — uma extensão da Mata Atlântica cercada por belezas naturais e que abriga o Parque Nacional do Caparaó, área que se tornou famosa no final da década dos anos 1960 por concentrar atividades de um dos primeiros grupos guerrilheiros de enfrentamento ao nefasto regime militar que se manteve no país até 1985. A utilização nos arranjos de diversos instrumentos musicais presentes no Brasil e em outros países (de cordas, de sopro e de percussão, alguns artesanais, por exemplo) que buscaram captar esta atmosfera mágica, de resistência e de transcendência resultou em um álbum definido pela cantora, escritora e compositora Consuelo Maryákoré de Paula como um “grito de vida”, um trabalho em tempos de isolamento e de pandemia “pra se ouvir com urgência”.

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1400 – Tavinho Limma (PE/SP) mergulha na obra de Fagner e lança homenagem em treze faixas ao cearense

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Com participação de Paulinho Pedra Azul, treze perolas do repertório do controvertido músico nordestino fazem parte do nono álbum do ex-integrante da Banda Pau e Corda

As audições matinais aos sábados aqui no Solar do Barulho, onde fica a redação do Barulho d’água Música, na Estância Turística de São Roque (SP), começaram neste dia 5 de junho com O Mundo de Raimundo, disco lançado em 2020 por Tavinho Limma e disponibilizado em plataformas digitais pela produtora e gravadora Kuarup. O álbum em homenagem ao cantor e compositor cearense que com voz rascante e timbre árabe tanto embalou este jornalista na juventude (e até hoje o admira) traz 13 canções do eclético repertório de Raimundo Fagner. Se hoje muitos na crítica torcem o nariz para Fagner e o riscaram do caderninho por conta de posições artísticas e políticas mais recentes, outros tantos zeram tais observações e, deixando de lado a patrulha ideológica, reconhecem com justiça — como este blogueiro — a inegável qualidade da sua contribuição à música e à cultura populares brasileiras, fazendo dele um dos mais luminosos astros entre os quais podem se citar, ainda, Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Alceu Valença, Geraldo Azevedo e, para ficarmos apenas nas vozes masculinas, já fora deste plano Gonzaguinha, Dominguinhos e Belchior.

Desde 1971 até 2020, Fagner já brindou os inúmeros fãs de ao menos três gerações com cerca de 40 álbuns solo — sem contar aqueles nos quais participa, por exemplo, ao lado de outras referências luminares como Ney Matogrosso, Zé Ramalho, Luiz Gonzaga, Zeca Baleiro e até o craque Zico, entre outros trabalhos que mesclam em uma primeira e inventiva fase desde a poesia e composições de Ferreira Gullar, Garcia Lorca, Pablo Milañes, Antonio Machado, Fernando Pessoa, Patativa do Assaré e Florbela Espanca ao rock rural e ritmos latinos e mouros às raízes nordestinas; duetos icônicos com Mercedes Sosa, Joan Manoel Serrat e Rafael Alberti, por exemplo, antes da bem sucedida guinada na década dos anos 1980, quando, para agradar um público menos intelectual e exigente, plateia pouco afeita a estéticas e linguagens inovadoras, assumiu perfil romântico, até explodir em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo.  Muito mais do que uma borbulha de sabão que o vento dissolve como espuma, continua firme e dentro do seu atual estilo, formando o time daqueles que já emplacaram a casa dos 70 anos de vida nesta estrada que, atualmente, ninguém sabe onde nos levará, seja pela perseguição e pelo esvaziamento da cultura, seja pelo negacionismo da pandemia da Covid-19 em meio a retrocessos  de todas as ordens que, como cebola cortada, tanto nos fazem chorar.   

Nesta esteira que já chega aos 50 anos de história, Fagner perdeu a unanimidade entre quem lá atrás foi bicho-grilo, mas os “bregaldos” os amam e consagrou compositores como Abel Silva, Petrúcio Maia, Manassés, Sueli Costa, Clodo, Climério & Clésio e Fausto Nilo, mostrando que somos um celeiro inesgotável quando o assunto é música. E parte de seus álbuns arrebataram sucessivamente discos de ouro (vendas acima de 100 mil cópias) e platina (acima de 500 mil), superando em 1987, com Romance no Deserto (“eu tenho a boca que arde como sol, o rosto e a cabeça quente”…) mais de 1 milhão!. Joia rara, seu primeiro filho solo, Manera Fru Fru Manera (1973), incluiu em sua primeira versão Canteiros, sucesso baseado no poema A Marcha, de Cecilia Meireles, com música de Fagner, até hoje cantado em rodas de violões depois de ecoar por todo o Brasil — um verdadeiro “balaço” que vem riscando o tempo saído do disco produzido por Roberto Menescal e pelo próprio cantor, com arranjos de Ivan Lins e participações especiais de Nara Leão, Naná Vasconcelos e Bruce Henry. Dois anos depois, Fagner foi eleito por jornalistas paulistas o Cantor do Ano. Em 1990, o Prêmio Sharp de Música Popular o reconheceu como Melhor Cantor, autor do Melhor álbum (O Quinze), da Melhor canção (Amor Escondido, parceria com Abel Silva) e, de quebra, o quarto troféu: Melhor disco regional (Gonzagão e Fagner Vol. 2.)

Tavinho Limma pinçou cuidadosamente deste baú as pedras que resolveu polir e, apesar de um disco sintético/enxuto diante de tão copioso tesouro, conseguiu alinhavar as duas facetas do polêmico Fagner, deixando na boca de quem ouve um gosto de quero mais. Zeca Baleiro, junto com o mineiro Chico Lobo, tornou-se um dos padrinhos de O Mundo de Raimundo: ambos demonstraram que ao mirar, sabiam no que apostavam, que não errariam, que seria mesmo um tiro bem dado. O projeto que Tavinho Limma primeiro concretizou por meio de uma concorrida vaquinha virtual para produção dos discos físicos não deu nem para o cheiro: virou ouro em pó! Por sorte, a Kuarup topou disponibilizá-lo em versão eletrônica, já que as tiragens do cedê se esgotaram rapidamente e acessando ao linque logo abaixo desta linha será possível ouvir o disco na íntegra.

As 13 faixas começam com A canção brasileira, com participação do mineiro Paulinho Pedra Azul, depois rememoram clássicos como Mucuripe, parceria entre Fagner e o conterrâneo Belchior, que Roberto Carlos, Elis Regina e Amelinha também interpretam; Noturno e Pedras que Cantam, temas das novelas Coração Alado (1980) e Pedra Sobre Pedra (1992); Guerreiro Menino, de Gonzaguinha, também tocada em Voltei Pra Você (1983), todas da Rede Globo; mais perolas tais como Espumas ao Vento, Astro Vagabundo, Cebola Cortada, Ave Coração e Revelação.

Natural de Recife (PE), radicado em Ilha Solteira (SP), Tavinho Limma é cantor, compositor e produtor de eventos. Ex-integrante da Banda de Pau e Corda, apresentou-se em vários eventos tradicionais pernambucanos como carnavais (em O Galo da Madrugada) e Festas Juninas de Caruaru e Recife. Sua discografia possui nove discos solos, lançados desde o primeiro elepê em 1989 — Intenções, da Gravadora Continental/Colibri, em cujas faixas Tavinho Limma interpreta canções de Oswaldo Montenegro, Fátima Guedes e Beto Mi. Entre os parceiros musicais e artísticos ao longo da carreira, destacam-se nomes como Jane Duboc, Tetê Espíndola, Antonio Calonni, Martha Medeiros, Paulinho Pedra Azul, Chico Lobo, Oswaldinho do Acordeon e Ivan Vilela. Como produtor de shows, esteve também com Tetê Espíndola, além de Dani Black e Grupo Voz.

Por diversas vezes, Tavinho Limma se apresentou na Capital bandeirante, cidades da Grande São Paulo e do Interior paulista, seja como atração de edições da Virada Cultural, festivais, projetos culturais ou em concertos solo, passando por Osasco, Cunha (Festa do Pinhão), Concurso de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga, Festival de Música de Avaré (Fampop), Festival de Música de Tatuí, Festival de MPB de Ilha Solteira, entre outros eventos. Em 2012, participou da trilha sonora da novela Carrossel, do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), com a canção Malfeito, dele e de Rita Altério, tema do personagem Firmino. Também esteve no palco do Bar Brahma para o Projeto Talento MPB, dirigido por Lenir Boldrin.

1397 -Disco de estreia da dupla Élcio Dias & Amorim celebra a obra de Pena Branca & Xavantinho

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Álbum que recebe as participações especiais de Elisa Dias e grupo Folia de Reis do Lajedão ganha edição exclusiva nas plataformas digitais

Já está disponível nas plataformas digitais, lançado pela produtora e gravadora Kuarup, a versão digital de Élcio Dias & Amorim Cantam Pena Branca e Xavantinho. A dupla reside em Embu das Artes, cidade da Região Metropolitana Oeste da Grande São Paulo e nesta homenagem aos irmãos José Ramiro Sobrinho (Pena Branca, de Igarapava/SP) e Ranulfo Ramiro da Silva (Xavantinho, nascido em Uberlândia/MG) realizou um trabalho apaixonado, interpretando entre grandes sucessos consagrados nas vozes dos “manos véio” Ramiro pérolas como O Cio da Terra, Vaca Estrela e Boi Fubá, Cuitelinho e Cálix Bento. Gravado no estúdio Don Produções e Estúdio de Gravações, em Itapecerica da Serra (SP), o álbum demandou oito meses de trabalho e dedicação. O projeto tem produção e direção musical assinada pelo duo embuense e arte gráfica da concidadã artista plástica Silvia Maia.

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1389 – Picuá Produções reúne em Violas de Minas três dos mais importantes violeiros do Brasil

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Neste domingo, 9 de maio, a Picuá Produções promoverá por meio do canal cujo linque estará ao final desta atualização Violas de Minas, uma produção realizada com recursos do Fundo Estadual de Cultura do Estado de MG (projeto nº 2019.1904.0067) que celebrará o encontro de Chico Lobo, Pereira da Viola e Wilson Dias e revelará mais uma vez a amigos do trio e público em geral a riqueza e a diversidade da viola caipira do estado de Minas Gerais. Os protagonistas, juntos, desfilarão a partir das 11 horas cantigas, todas de seus repertórios, que nos fazem viajar pelas folias, batuques, modas, cateretês, catiras e toadas.

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1380 – Mais cinco atrações encerram o 4º Viola de Feira, da Picuá Produções

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A hora do almoço com música de raiz e com ambiente de feira de eventos, o que unirá boa comida e ótima companhia.

A Picuá Produções Artísticas promoverá neste domingo, 25, a rodada de encerramento do 4º Viola de Feira, que teve início em 4 de abril, com apoio do Ministério do Turismo e do Governo do Estado de Minas Gerais, agora contemplado pelo Edital da Lei Aldir Blanc (Edital Nº 16/2020  processo nº 1397)l. Violeiros consagrados vem se revezando a cada domingo deste período a partir das 11 horas e suas apresentações podem ser acompanhadas pelo canal https://m.youtube.com/user/picuaproducoes, sem a necessidade, portanto, de sair de casa e promover aglomerações neste grave momento da pandemia de Covid-19 em todo o país.

O projeto Viola de Feira é idealizado por Wilson Dias com o apoio da esposa Nilce Gomes à frente da Picuá Produções. O casal entende do riscado e convidou conterrâneos mineiros e de outros estados para embalarem a hora do almoço com música de raiz e com ambiente de feira de eventos, o que unirá boa comida e ótima companhia. Os concertos do projeto Viola de Feira sempre lotaram o Centro Cultural Padre Eustáquio, em Belo Horizonte (MG), formato agora inviável devido à expansão do coronavírus. Em 2021, apesar de hoje o palco ser virtual, não faltará a qualidade que já popularizou o evento.

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1376 – Viola de Feira traz Josino Medina entre as atrações da terceira rodada de 2021

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A hora do almoço com música de raiz e com ambiente de feira de eventos, o que unirá boa comida e ótima companhia.

jornaslistas antifascistas

A Picuá Produções Artísticas promoverá neste domingo, 18, a terceira rodada da quarta edição do projeto Viola de Feira, que teve início em 4 de abril e terá concertos virtuais até 25 de abril, com apoio do Ministério do Turismo e do Governo do Estado de Minas Gerais, agora contemplado pelo Edital da Lei Aldir Blanc (Edital Nº 16/2020 – processo nº 1397)l. Violeiros consagrados se revezarão a cada domingo deste período a partir das 11 horas e suas apresentações poderão ser acompanhadas pelo canal https://m.youtube.com/user/picuaproducoes, sem a necessidade, portanto, de sair de casa e promover aglomerações neste grave momento da pandemia de Covid-19 em todo o país.

O projeto Viola de Feira é idealizado por Wilson Dias com o apoio da esposa Nilce Gomes à frente da Picuá Produções. O casal entende do riscado e convidou conterrâneos mineiros e de outros estados para embalarem a hora do almoço com música de raiz e com ambiente de feira de eventos, o que unirá boa comida e ótima companhia.

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1369 – Wilson Dias e Picuá Produções promovem 4º Viola de Feira, com 20 concertos virtuais

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Projeto resgata a tradição da viola caipira em suas diversas óticas e arranjos e propõe nova formatação com apresentações on-line, com canções autorais e peças da cultura popular brasileira

jornaslistas antifascistasA Picuá Produções Artísticas apresentará a quarta edição do projeto Viola de Feira por meio de concertos virtuais entre 4 e 25 de abril, com apoio do Ministério do Turismo e do Governo do Estado de Minas Gerais, agora contemplado pelo Edital da Lei Aldir Blanc (Edital Nº 16/2020 – processo nº 1397)l. Violeiros consagrados se revezarão a cada nova rodada sempre a partir das 11 horas e suas apresentações poderão ser acompanhadas pelo canal https://m.youtube.com/user/picuaproducoes, sem a necessidade, portanto, de sair de casa e promover aglomerações neste grave momento da pandemia de Covid-19 em todo o país. O projeto Viola de Feira é idealizado por Wilson Dias com o apoio da esposa Nilce Gomes à frente da Picuá Produções. O casal entende do riscado e convidou conterrâneos mineiros e de outros estados para embalarem a hora do almoço com música de raiz e com ambiente de feira de eventos, o que unirá boa comida e ótima companhia.

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1368 – III Mostra Internacional Violas D’Arame reúne brasileiros e portugueses

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Chico Lobo será idealizador do evento e curador do festival virtual que terá três dias de duração, concertos, oficinas e palestras 

Com recursos da Lei Emergencial Aldir Blanc, em edital aprovado pela Secretaria de Cultura de Minas Gerais (MG) e com a realização da Viola Brasil Produções, será promovida entre os dias 25 e 27 de março a III Mostra Internacional de Violas D’Arame do Brasil Edição Especial MG/Portugal , com transmissões das atrações pelo canal de YouTube do violeiro Chico Lobo, em http://youtube.com/chicolobooficial. A abertura, na quinta-feira, 25, está programada para as 19h30, com a presença de Leônidas Oliveira, secretário de Governo da Cultura e Turismo de Minas Gerais. Depois, na sexta-feira, 26, os violeiros convidados vão se revezar em cantorias a partir das 18 horas. O encerramento, no sábado, 27, a partir das 17 horas, prevê palestras e oficinas dos violeiros.

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