1090- Disco de estreia do Quinteto Violado, de 1972, é tema do retorno da série Clássico do Mês

Extraindo das mais simples manifestações populares a sua essência rítmica e melódica, o  grupo pernambucano criou uma nova concepção musical, cujo traço fundamental é a interação entre o erudito e o popular, sem desfiguração, reafirmando a ideia de que toda arte é sempre a universalização do popular.
Marcelino Lima, com Quadrada dos Canturis, Criatura de Sebo, e Apólogo 11

O Barulho d’água Música, devido ao entrave de renovação do seu domínio junto ao provedor do canal, deixou de publicar em junho a matéria da série Clássico do Mês, que, agora, retomada, enfocará o álbum de estreia de um dos grupos mais longevos e admirados do país, o Quinteto Violado. O álbum, que originalmente tem o nome do grupo, é de 1972, lançado pouco tempo depois de o Quinteto Violado dar início à sua trajetória, ainda em 1971, em Pernambuco, propondo-se a traçar um novo caminho para a MPB. Diante da indecisão no cenário da música nacional, após a irrupção do movimento tropicalista, o Quinteto Violado apresentava uma proposta fundamentada nos elementos musicais da cultura regional, promovendo trabalhos de pesquisa e da própria vivência de cada um dos seus integrantes, originários da região Nordeste do Brasil.

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697 – Flávia Bittencourt lança em Sampa DVD que traz Florbela Espanca, Alcione, Ednardo, João do Vale…

 

A cantora e compositora maranhense Flávia Bittencourt fará show para lançamento do DVD Leve neste sábado, 24 de outubro, no Sesc Belenzinho. O espetáculo começará às 21 horas e contará com participação especial do multiartista potiguar Antúlio Madureira, que contribuiu com a composição Assum Preto para o DVD.

O novo trabalho marca os 10 anos de carreira de Flávia Bittencourt. Gravado em setembro de 2014, no Teatro Arthur Azevedo, localizado em São Luís, cidade natal da artista, o DVD tem ainda outros convidados como Alcione e Bloco Tradicional Os Feras (em O Surdo), Luiz Melodia (em Congênito), as coreiras Josélia Santos e Ivone Barros (em Franqueza) e a bailarina Ana Botafogo (em Rèconfort)​. Os arranjos são coletivos e a direção musical é assinada pelo guitarrista e produtor Aquiles Faneco. Entre as faixas há composições inéditas tais quais Rèconfort (versão em francês de Clélia Morali para De Volta Pro Aconchego, de Dominguinhos e Nando Cordel), Maracá Curumim (Carlinhos Veloz),Um Teu Segundo e Leve (Flávia Bittencourt) e Solidão (Sérgio Habibe).

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673 – Rhayfer Ferreira, pernambucano de Paulista, é novidade no acervo do Barulho d’água

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Em vários dos textos aqui publicados temos afirmado que a água mineira deve ser abençoada com algum elemento que não se verifica ou “batiza” com tamanha generosidade também o precioso líquido em outros estados quando o assunto é inspiração para compor, escrever, tocar, cantar, jogar bola. Guardada as devidas considerações, naturalmente, queremos dizer que Minas Gerais é o tal Estado — geográfico e na concepção roseana — que provoca uma tal “inveja branca” nos demais, embora, claro, não seja primazia das Alterosas fazer brotar genialidades em todos os campos de manifestação. Pernambuco e pernambucanos, que o digam, pois podem bater no peito e, altivos, dizerem que em Recife, cidades metropolitanas, litoral e sertão ninguém fica devendo nada ao resto da nação. Afinal, é terra de Luiz Gonzaga, de Antônio Nóbrega, de Paulo Matricó, de Lenine, de Chico Science, de Josué de Castro, de Gilvan Lemos, de Gilberto Freyre, de Virgulino Ferreira, do Santa Cruz, do Sport Recife, do Náutico, do Ibes…

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