1258 – Chico Teixeira (SP) dedica sexto álbum a temas de diversos sotaques da música nacional

Ciranda De Destinos é o segundo disco que o cantor e compositor lança pela Kuarup e traz canções de domínio público resgatadas de três das cinco regiões do país, com capa do prestigiado artista plástico Elifas Andreato

O cantor, compositor e violonista Chico Teixeira está lançando Ciranda De Destinos, sexto álbum da carreira e o segundo pela Kuarup Produtora  — cujo exemplar que ouvimos no boteco do Barulho d’água Música nos foi gentilmente enviado pelo diretor artístico Rodolfo Zanke, ao qual agradecemos, estendendo os cumprimentos à equipe toda. Neste novo projeto, Chico Teixeira traz clássicos da música brasileira de diversos sotaques, bem como canções de domínio público resgatadas por grupos folclóricos das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, contando desta forma, histórias de um povo unido por diferentes costumes e lutas. 

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1185 – Renato Teixeira faz apresentação única em teatro de Osasco (SP) de “Um poeta e um violão”

Consagrado cantor e compositor santista, inclusive de premiado jingle, rememora maiores sucessos da carreira em espetáculo minimalista que valoriza a poesia das letras do repertório, permeado por causos que ele conta entre as músicas, registradas em mais de 20 álbuns

O cantor e compositor Renato Teixeira será atração na sexta-feira, 24 de maio, do Teatro Municipal Glória Giglio, situado em Osasco, cidade da região Oeste Metropolitana de São Paulo a 18 quilômetros da Capital, com acessos pelas rodovias Castello Branco e Raposo Tavares e pelo Rodoanel Mário Covas. O consagrado autor de Romaria cantará a partir das 21h30 este e outros sucessos da carreira que já chega aos 50 anos de estrada e está registrada em mais de 20 álbuns solo ou em parceria (ver guia Serviços e o quadro Discografia ao final desta atualização).

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1132 – Chico Maranhão (MA): símbolo musical da década de 1960 lança CD duplo

Autor do frevo Gabriela, destaque em um dos festivais da TV Record,  apresenta Contradições, álbum de canções inéditas e autorais, pela Kuarup

A tradicional audição matutina dos sábados aqui na redação do Barulho d’água Música excepcionalmente a fizemos no domingo, 2, colocando para rodar na vitrolinha Contradições, álbum duplo do maranhense Chico Maranhão, gentilmente cedido ao blogue pela gravadora Kuarup, a quem, em nome do amigo Rodolfo Zanke, agradecemos. Compositor, violonista, tocador de tambor de crioula, escritor e arquiteto nascido em São Luís, Chico Maranhão (Francisco Fuzzetti de Viveiros Filho) emplacou a canção Gabriela no festival de 1967, defendida pelo grupo MPB-4, e agora está estreando na Kuarup com o projeto que resgata canções inéditas compostas nos últimos anos, reunindo 22 faixas gravadas na cidade natal, pela Sonora Estúdio. Os arranjos, produção e direção musical foram comandados pelo violonista Luiz Júnior. Na capa do disco destaca-se a arte que desmembra a palavra contradições recriando outros significados em um jogo de letras com a criação gráfica e artística do pintor e desenhista Cláudio Tozzi.

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921 – Saturno, novo álbum de Chico Teixeira, chega às plataformas digitais com homenagens a João Lavraz e Geraldo Roca*

Saturno, nome do terceiro álbum de Chico Teixeira, já pode ser ouvido e pré-comprado na íntegra em várias das mais acessadas plataformas digitais. A novidade que antecede o lançamento do disco físico estreou em 17 de março com dez músicas para fãs e amigos do cantor e compositor paulistano, entre as quais a faixa-título — singela e poética homenagem ao irmão, João Lavraz, que morreu em 1 de novembro de 2014. Song Swan, outro tributo póstumo, é dedicado a Geraldo Roca (parceiro de Paulo Simões em Trem do Pantanal), encontrado morto, em casa, no Natal de 2015. A audição prossegue com A cara da gente, na qual Chico Teixeira e o coautor, Rodrigo Hid, buscaram imprimir características que assinalam como referências o lugar, a identidade e a noção de pertencimento. Continue Lendo “921 – Saturno, novo álbum de Chico Teixeira, chega às plataformas digitais com homenagens a João Lavraz e Geraldo Roca*”

774 – Música brasileira perde Geraldo Roca (RJ), autor de um dos ícones do cancioneiro nacional, Trem do Pantanal

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Cantores como Almir Sater, Rodrigo Sater, Chico Teixeira e Guilherme Rondon gravaram composições de Geraldo Roca; Trem do Pantanal, a mais famosa, em parceria com Paulo Simões, também foi gravada por Diana Pequeno (Foto acima: Reprodução de vídeo do Youtube/ Foto do destaque: Laura Toledo)

Este 25 de dezembro, que em alguns minutos se esgotará encerrando mais um Natal, ficará marcado para a música brasileira como um dia de luto e tristeza pela morte de Geraldo Roca, cujo corpo foi encontrado com um tiro na cabeça por volta das 11 horas na casa onde ele morava com a família, em Campo Grande (MS). Após a confirmação e divulgação do fato pela Polícia Civil, o caso passou a ser tratado como restrito aos mais próximos e a investigação correrá em regime de segredo de justiça.

Geraldo Roca é um dos compositores de Trem do Pantanal, feita em parceria com Paulo Simões, canção que se tornou clássico nacional na voz de Almir Sater, interpretada ainda por Diana Pequeno, e considerada oficiosamente um hino de Mato Grosso do Sul. Apesar de morar naquele estado, o músico nascera no Rio de Janeiro  (9/6/1954). São dele também, entre outras, Mochileira, Polca Outra Vez, Japonês Tem Três Filhas e Uma pra Estrada, gravadas também por Almir Sater, Chico Teixeira, Guilherme Rondon e Rodrigo Sater.

O Barulho d’água Música lamenta ter de divulgar tão triste nota e envia orações e votos de pesar aos parentes, amigos e admiradores de Geraldo Roca!

N.R., em 27 de dezembro:

Que  triste ironia. Geraldo Roca era autor desta canção abaixo, que Almir Sater gravou em Terra de Sonhos

713 – Nô Stopa (SP) recebe Zé Geraldo e amigos para lançar “Manifesto Poesia” em teatro da Moóca (SP)

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A paulistana Nô Stopa está com disco novo na praça, Manifesto Poesia, o terceiro da carreira que já contava com Camomila e Distorção e Novo Prático Coração, este com composições dela e de parceiros como Fernando Anitelli, Roberta Campos,Tata Fernandes, Alexandre Lima e Kleber Albuquerque; Fernando Anitelli também é o produtor do álbum cheirando a tinta. A festa de estreia que Nô Stopa protagonizou no sábado, 31 de outubro, com lotação máxima das poltronas do Teatro Arthur de Azevedo (situado na Moóca, em São Paulo) teve encerramento de gala: amigos e fãs que estavam na plateia formaram um cordão que desceu do palco puxado por ela ao som de Canto do Povo do Mar de Minas, de Kleber Albuquerque, e arrebanhou pelo caminho mais vozes, em coro, rumo ao saguão da casa. Ali, Nô Stopa recebeu abraços, os devidos cumprimentos e autografou exemplares.

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Zé Geraldo recitou o poema Obra e cantou Voar, Voar durante o show de Nô Stopa (Foto: Daniel Kersys). A foto de Nô Stopa sorrindo, no destaque, é de Rita Araújo

Mais do que um número de música, o show conferido pelo Barulho d’água Música produzido pela própria Nô Stopa e pela produtora e cenógrafa Sandra Miyaza para a noite de lançamento de Manifesto Poesia teve momentos circenses. Antes de Nô Stopa entrar em cena tocando caxixi em Do que é feito o poema, a banda tomou lugar e surgiu no palco ainda em silêncio, pedalando uma pequena bicicleta, o garoto Gael, para ler “Manifesto é um grupo de muitas pessoas falando a mesma coisa”. Ainda durante a execução desta faixa, ao fundo surgiu Zé Geraldo e recitou o poema incidental Obra, de Marco Aurélio Cremasco. Além do consagrado pai — que regressou para cantar em duo com ela Voar, Voar –, Nô Stopa recebeu os convidados Chico Teixeira, Roberta Campos e os integrantes do Folk na Kombi Bezão e Felipe Câmara, além dos atores Ricardo e Sandra Miyazawa. Os músicos Zeca Loureiro (guitarra), Henrique Alves, Rogério Rochlitz e Gustavo Souza acompanharam a estrela da noite.

O poema não é feito de argamassa aço cimento
O poema é feito de vórtice caos tormento
O poema é feito
De firula dança pouco de vento
O poema não é… Caso desfeito
Brotam carne osso sentimento

Obra, poema de Marco Aurélio Cremasco

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619 – Chico Teixeira canta repertório de “Canções que Aprendi” no Campo Limpo (SP), de graça

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O cantor e compositor Chico Teixeira vai se apresentar neste sábado, 22, no Sesc do Campo Limpo, na zona Sul paulistana, onde protagonizará o show Canções que Aprendi e durante o qual destacará o repertório de seu mais recente álbum, com arranjos personalizados inspirado no folclore brasileiro e suas raízes. A entrada para o público é franca. Chico Teixeira tocará violão, a partir das 20 horas, acompanhado por Daniel Doctors (baixo), Eric Silver (violino) e Camilo Zorilla (bateria). Quem comparecer ouvirá canções como São João do Gonzaga (Luiz Gonzaga), Encruzilhada (Peão Carreiro e Zé Paulo), Caçada (Chico Buarque), Jardim da Fantasia (Paulinho Pedra Azul), Eu Apenas Queria (Gonzaguinha), Trem do Pantanal (Paulo Simões  e Geraldo Roca) e Mochileira (Geraldo Roca), mescladas a Pai e Filho (versão em parceria com Renato Teixeira de Father and son, de Cat Stevens), Mais que o Viajante e Mãe da Lua (com Jayme Monjardim), entre outras.

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Voltem as objetivas e os flashes para Rita Araujo, aniversariante de hoje

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Hoje, 27 de julho, a galera paulistana das lentes volta suas objetivas e flashes em busca dos melhores instantâneos da aniversariante Rita Araujo, competente fotógrafa que com seu talento vem registrando shows de vários expoentes de nossa música e colaborado com o Barulho d’água Música. Rita Araujo, residente em São Paulo, entre outros projetos, assina as imagens do segundo álbum do violeiro Wilson Teixeira, o Casa Aberta, e coordena o grupo de apoio e de divulgação do cantor e compositor Chico Teixeira (que não é irmão do Wilson, mas é filho do Renato e parceiro de estrada do moço de Avaré).

Em nome dos amigos, seguidores e demais colaboradores do blog receba nosso abraço e votos de sucesso, sempre! Agora, por favor: olha o passarinho!

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O violeiro de Avaré Wilson Teixeira está preparando o álbum Casa Aberta, cuja produção visual trará fotos de Rita Araújo, autora deste clique durante apresentação do músico de Avaré (SP), em novembro, no bar do Julinho, na Vila Madalena, em São Paulo. Na ocasião era celebrado o aniversário de Elisa Espíndola, também fotógrafa parceira deste blog
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Chico Teixeira,  em foto de Rita Araujo, que ela considera “doce poeta que trata a música e o povo brasileiro com o respeito e dignidade” e em cujas composições “reconheço a harmonia e delicadeza que me fazem acreditar numa geração de músicos com talento, bom senso e caráter necessários para perpetuar a cultura do povo brasileiro”. Assinamos em baixo!

 

Renato Teixeira divulga agenda até setembro de shows pelo país; dia 26 a entrada é franca em Uberlândia (MG).

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Renato Teixeira, cantando ao lado do filho Chico Teixeira, será atração gratuita em Uberlândia/MG (Foto: Marcelino Lima/set 2013/Barueri-SP)

 

O cantor e compositor Renato Teixeira divulgou a relação de cidades pelas quais passará promovendo shows até pelo menos setembro deste ano. A agenda inclui, inclusive, a apresentação programada para daqui a um ano, no dia 26 de março de 2016, em Curitiba. Fãs do autor de Romaria, Tocando em Frente, Amanheceu, Peguei a Viola, Frete e Amora e amigos e seguidores do Barulho d’água Música em vários dos estados brasileiros já podem anotar as datas no calendário, a começar pelo dia 26 próximo, quando a partir das 19h30 Renato Teixeira será atração na praça de alimentação do shopping local, convidado pelos organizadores do Uberlândia Cultural, projeto vanguardista na região, que busca promover cultura democrática naquele município do Triângulo Mineiro. Não haverá cobrança de ingresso para vê-lo tocar seus grandes sucessos ao lado do filho Chico Teixeira (violão e voz), mais dois músicos.

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O álbum Amizade Sincera – Volume 2, com Renato Teixeira e Sérgio Reis, já pode ser curtido em várias plataformas onlines. As vozes desses grandes nomes da nossa música apresentam neste trabalho um retrato intimista da música caipira e fazem uma grande homenagem aos grandes compositores e intérpretes das letras e melodias que marcaram diferentes públicos do país.

Spotify:http://som.li/19rnl7h|Deezer: http://som.li/1x843hP|Rdio: http://som.li/1xrLhwg|Google Play: http://som.li/1EpYxXb

 

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Renato Teixeira, filho e banda relembram seus clássicos em Barueri

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Em sua passagem por Barueri, Renato Teixeira apresentou composições consagradas, entre as quais “Romaria” (Fotos de Marcelino Lima)

Texto recuperado do Facebook, de outubro de 2013

O cantor e compositor Renato Teixeira, acompanhado de uma banda que entre outros reunia o filho Chico Teixeira e Natan Marques, esteve em Barueri, cidade da região Oeste da Grande São Paulo na tarde de 27 de outubro, domingo frio e de garoa. Um público dos mais ecléticos prestigiou no Parque Municipal Dom José a apresentação do autor da consagrada “Romaria”, sucesso do começo dos anos 1.980 que projetou Renato Teixeira de vez no cenário nacional, sempre transitando entre a MPB e a música de raiz. Talvez por saber que seria emocionante demais, Teixeira deixou-a para o final do show. Mal começou a tocar os primeiros acordes, assim que a plateia identificou que a canção em homenagem à Padroeira soaria das cordas e na voz do astro, os aplausos irromperam. Ninguém mais ficou sentado.

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Renato Teixeira também contou causos ao público, revezando-os com a cantoria
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A alça do violão de Renato Teixeira tem um trecho da letra de “Tocando em Frente”

O que não faltou na passagem de Renato Teixeira por Barueri, aliás, foram sucessos da carreira deste paulista que as biografias grafam que teria nascido em Santos, mas que no palco revelou ser de Ubatuba. De saída, “Amanheceu, peguei a viola”, abrindo a estrada para “Frete”, duas composições sucessivas com Almir Sater, (“Um violeiro toca” e “Tocando em frente”), “Plantinhas do Mato” e “Você vai gostar/Casinha Branca”. Antes de “Plantinhas do Mato”, Teixeira, batucando em um agogô fez um “ritual” para tirar a “ziquizira” do ambiente e ainda o “limpou” com um galhinho de arruda com o qual mandou tudo o que era ruim embora. Em  “Você vai gostar”, ele mencionou com reverência o autor, Elpídio dos Santos, de São Luís do Paraitinga (SP). “Estas crianças que hoje são netos, quando forem avós, ainda ouvirão falar em Elpídio dos Santos, um homem simples, mas genial, que nos deixou muitas músicas e coisas boas”. Deus te ouça, Renato Teixeira, Deus de ouça!

(Por falar em Elpídio dos Santos, a família do maestro de Paraitinga entregou a Chico Teixeira uma letra inédita, “Saudade danada”. Chico a gravou e a incluiu entre as faixas de seu álbum de estreia, “Mais que o viajante”. E a apresentou em Barueri, na primeira oportunidade em que cantou em parceria com o pai. O momento mais marcante da vinda dos Teixeira a Barueri, entretanto, ocorreu quando ambos cantaram, olhando um ao outro nos olhos, com respeito, admiração e carinho mútuos, a versão que escreveram para Father and Son”, uma das mais belas canções de Cat Stevens. O show foi gratuito, mas apenas por este momento teria já valido o ingresso.)

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Chico Teixeira e o pai Renato cantaram, juntos, um clássico de Cat Stevens, Father Son, cuja versão está gravada no álbum do jovem cantor

Renato Teixeira também fez homenagens a Pena Branca & Xavantinho, com “Cálix Bento” em ritmo de rock rural, e a Paulo Vanzolini, que morreu em São Paulo no dia 28 de abril de 2013, três dias depois de completar 89 anos. Vanzolini é o autor de “Ronda” e de “Volta por cima”, entre outras canções consagradas. Renato e Chico Teixeira ainda relembraram “Cuitelinho”, o outro nome do beija-flor, música do folclore do Pantanal de Mato Grosso que Vanzolini recolheu e que a dupla José Ramiro Sobrinho e Ranulfo Ramiro da Silva, como eram chamados Pena Branca e Xavantinho, também eternizaram, acrescentando à letra o verso “eu vou pegar teu retratinho e colocar numa medalha, com um vestidinho branco e um lenço de cambraia, colocar junto do peito, onde o coração trabalha”. Para a despedida, com o público concentrado junto ao palco, Renato Teixeira e banda reservaram “Amizade sincera”, “Cabecinha no ombro” (Paulo Borges) e “Beijinho Doce” (Nhô Pai).

N.A.: Renato Teixeira e banda, realmente, encantaram com o repertório que trouxeram a Barueri. Havia algumas imperfeições no sistema de som, tanto que Renato, gentilmente, por duas vezes, pediu à mesa que as corrigissem; quando Chico Teixeira cantou “Saudade danada” quase não se ouvia a voz dele, pois a música estava alta. O show seguiu e apesar disso atingiu seus objetivos. Mas duro, mesmo, foi ter de aguentar a apresentação começar, depois da passagem das músicas, ouvindo melodramas ditos “sertaneja” e pagodinhos de gostos e letras duvidosos. Pois é, é como diz o ditado: em casa de ferreiro, o espeto é de pau…